sábado, 25 de maio de 2013

Multiculturalismo + Welfare State = Desgraça


Rodrigo Constantino, para o Instituto Liberal


A Suécia entra no quinto dia seguido de motim, com dezenas de carros em chamas e lojas destruídas nos subúrbios de Estocolmo. O pretexto foi a morte de um imigrante que teria problemas mentais, causada pela polícia local. A revolta contra a polícia é enorme. A imagem da Suécia como paraíso igualitário está mais chamuscada do que nunca.

Há muitos mitos sobre o sucesso sueco. O país ficou rico sob o modelo mais liberal, e após o avanço do estado de bem-estar social, o país chegou a “quebrar” no começo dos anos 1990. Várias reformas liberais colocaram a nação na rota da prosperidade novamente, mas o peso estatal segue muito elevado. Apesar de uma população pequena, relativamente homogênea e bem educada, os custos do modelo podem ser sentidos. Há desemprego crescente, e a imigração se tornou um problema.

O casamento entre o “welfare state” e o multiculturalismo pode ser fatal. O primeiro cria inúmeros privilégios, e a população logo aprende que quem não chora, não mama. Imigrantes desejam viver no país para usufruir da “carona grátis”, das mordomias sustentadas pelos pesados impostos dos que trabalham. Isso pode produzir xenofobia. Já o segundo cria segregação, ao recusar a idéia de valores universais melhores, e rejeitar a noção de que o imigrante é que deve assimilar a cultura de quem o recebe, e não o contrário.

Some-se a isso o fato de boa parte desses imigrantes ser muçulmana, e se tem um barril de pólvora. A “islamização” crescente da Europa, com o relativismo cultural dos próprios europeus, incapazes de objetivamente reconhecer a superioridade de sua cultura (afinal, o fluxo migratório mostra justamente que os imigrantes concordam com isso), gera um clima perigoso de segregação.

O “welfare state” completa a equação problemática, ajudando a criar desemprego para os imigrantes e a revolta de quem paga a conta. Parece uma situação insustentável. Em equação simples: Multiculturalismo + Welfare State = Desgraça. Questão de tempo apenas...



Fonte: Blog do Rodrigo Constantino
http://rodrigoconstantino.blogspot.com.br/2013/05/multiculturalismo-welfare-state-desgraca.html?spref=bl

‘Não gosto de moralizar’, diz autor de ‘Diário de um Banana’

Ilustração do livro "Diário de um Banana" / Reprodução
Ilustração do livro “Diário de um Banana” / Reprodução


Raquel Cozer, na Folha de S.Paulo

Numa história de “Diário de um Banana”, o garoto Greg Heffley se compadece de um colega que maltrata os mais fracos na escola. Em tempos de discurso antibullying, o valentão se sente acuado.

Essa é só uma das abordagens irônicas do americano Jeff Kinney, que credita o sucesso da série à ausência de um tom moralizante. “As crianças sabem ser sofisticadas se dermos crédito a elas.” Leia trechos da entrevista do autor.

*

Folha – Você criou “Diário de um Banana” pensando em leitores adultos. O que mudou ao descobrir que o público era prioritariamente infantil?
Jeff Kinney – Eu me sinto mais responsável. Mudei um pouco o tom, sabendo que posso influenciar crianças.

Por exemplo, quando tinha 12 ou 13 anos, eu assistia a filmes adultos sem meus pais saberem. Queria reproduzir isso com o Greg, mas achei melhor não arriscar.

Mas a série continua fora do padrão de livros infantis, não?
Meus livros são meio niilistas. Não gosto de moralizar. Quero que os leitores tirem suas próprias conclusões. Crianças sabem ser sofisticadas se dermos crédito a elas.

Elas percebem quando tentam forçar a moral. Por isso dão um salto grande quando param de ver programas como “Barney e Seus Amigos”. O “Diário” funciona porque as crianças não notam o adulto por trás do personagem.

Personagens perdedores têm estado em alta nos últimos anos, com filmes como “Superbad” e séries como “The Big Bang Theory”. O “Diário” se encaixa nesse cenário?
Acho que sim. Não que eu tenha sentado para escrever sobre bullying, mas escrevo sobre um perdedor. As crianças podem tirar uma mensagem de aceitação, de que não é preciso ser bravo ou forte para estrelar a história.

Mas trato o bullying com um toque delicado. Na verdade, até tiro sarro dessa forte mensagem antibullying.

Se não forem supervisionadas, crianças podem ser cruéis. Muita gente criticou Charles Schulz [criador do Snoopy] porque as crianças das tiras dele eram más. Ele dizia: ‘Mas crianças são más’. Vejo isso o tempo todo. Elas magoam umas às outras de um modo como adultos em geral não fazem.

Como se lembra com tanta riqueza de detalhes as impressões de um pré-adolescente?
Sempre me surpreendo com gente que não consegue se lembrar de sua infância, e descobri que muita gente de fato não guarda detalhes desse tempo. Foi divertido mergulhar em lembranças. Passei quatro anos só escrevendo tudo o que podia recordar da minha infância.

Não foi meio deprimente?
Sim [risos]. Greg vive uma fase estranha. Treinei a pensar como criança de novo, aquela idade narcisística em que elas não pensam nas consequências de suas atitudes e nas pessoas ao redor. Uma coisa boa de crescer é não precisa mais lidar com isso.
O escritor Jeff Kinney, autor do fenômeno infantojuvenil "Diário de um Banana", no hotel da zona sul de São Paulo (Rodrigo Capote/Folhapress)
O escritor Jeff Kinney, autor do fenômeno infantojuvenil “Diário de um Banana”, no hotel da zona sul de São Paulo (Rodrigo Capote/Folhapress)

Fonte: Site Livros só mudam pessoas

País com a melhor educação do mundo, Finlândia aposta no professor

Professores possuem mestrado e têm liberdade para criar currículo.
Finlândia lidera rankings internacionais de qualidade de ensino.
Universidade na Finlândia (Foto: AFP)
Universidade na Finlândia (Foto: AFP)


Vanessa Fajardo, no G1

O país com a melhor educação do mundo é a Finlândia. Por quatro anos consecutivos, o país do norte da Europa ficou entre os primeiros lugares no Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa), que mede a qualidade de ensino. O segredo deste sucesso, segundo Jaana Palojärvi, diretora do Ministério da Educação e Cultura da Finlândia, não tem nada a ver com métodos pedagógicos revolucionários, uso da tecnologia em sala de aula ou exames gigantescos como Enem ou Enade. Pelo contrário: a Finlândia dispensa as provas nacionais e aposta na valorização do professor e na liberdade para ele poder trabalhar.

Jaana Palojärvi esteve em São Paulo nesta quinta-feira (23) para participar de um seminário sobre o sistema de educação da Finlândia, no Colégio Rio Branco. A diretora do ministério orgulha-se da imagem de seu país “tetracampeão” do Pisa. O ranking é elaborado pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), e aplicado a cada três anos com ênfase em uma área do conhecimento. No último, em 2010, o Brasil ficou na 53ª colocação entre 65 países. Uma nova edição do Pisa será lançada em dezembro.

1


Na Finlândia a educação é gratuita, inclusive no ensino superior. Só 2% das escolas são particulares, mas são subsidiadas por fundos públicos e os estudantes não pagam mensalidade. As crianças só entram na escola a partir dos 7 anos. Não há escolas em tempo integral, pelo contrário, a jornada é curta, de 4 a 7 horas, e os alunos não têm muita lição de casa. “Também temos menos dias letivos que os demais países, acreditamos que quantidade não é qualidade”, diz Jaana.

A diretora considera que o sistema finlandês de educação passou por duas grandes mudanças, uma na década de 70 e outra em 90. A partir do início da década de 90, a educação foi descentralizada, e os municípios, escolas e, principalmente, os professores passaram a ter mais autonomia.

“Fé e confiança têm papel fundamental no sistema finlandês. Descentralizamos, confiamos e damos apoio, assim que o sistema funciona. O controle não motiva o professor a dar o melhor de si. É simples, somos pragmáticos, gostamos de coisas simples.”
Jaana Palojärvi é diretora do Ministério da Educação da Finlândia (Foto: Vanessa Fajardo/ G1)
Jaana Palojärvi é diretora do Ministério da Educação
da Finlândia (Foto: Vanessa Fajardo/ G1)


O governo também não costuma inspecionar o ensino das 3.000 escolas que atendem 55.000 estudantes na educação básica. O material usado e o currículo são livres, por isso podem variar muito de uma unidade para outra.

“Os professores planejam as aulas, escolhem os métodos. Não há prova nacional, não acreditamos em testes, estamos mais interessados na aprendizagem. Os professores têm muita autonomia, mas precisam ser bem qualificados. Esta é uma profissão desejada na Finlândia.”

Os docentes da Finlândia ganham, em média, 3 mil euros por mês, em torno de R$ 8 mil reais, considerado um salário “médio” para o país. Para conquistar a vaga é preciso ter mestrado e passar por treinamento. O salário aumenta de acordo com o tempo de casa do professor, mas não há bônus concedidos por mérito. A remuneração não é considerada alta. “Em compensação, oferecemos ao professor um ambiente de trabalho interessante.”


Os professores têm muita autonomia, mas precisam ser bem qualificados. Esta é uma profissão desejada na Finlândia”
Jaana Palojärvi, diretora do Ministério da Educação da Finlândia


Jaana diz que a educação na Finlândia faz parte de uma cultura, resultado de um trabalho longo, porém, simples, mas evita dar lições ou conselhos a outras nações. “Temos muitas diferenças em relação ao Brasil, que é enorme, somos um país pequeno de 5,5 milhões de habitantes. Na Finlândia não temos a figura do Estado, a relação fica entre governo, município e escola. O sistema é muito diferente. A Finlândia não quer dar conselhos, nós relutamos muito em relação a isso”, afirma.

Mais do que o bom resultado do país no Pisa, Jaana comemora a equidade entre as escolas – também apontada pelo exame. “Para nós, é o mais importante. Queremos que as escolas rurais localizadas nas florestas, ou do Norte que ficam sob a neve em uma temperatura negativa de 25 graus, tenham o mesmo desempenho das da capital, das áreas de elite. E (este desempenho) é bem semelhante.”

Entre todos os países testados pelo Pisa, a Finlândia tem a menor disparidade entre as escolas. O resultado tem explicação. Lá, os alunos mais fracos estão sob a mira dos docentes. “Os professores não dedicam muita atenção aos bons alunos, e sim aos fracos, não podemos perdê-los, temos de mantê-los no sistema.”

‘Tecnologia é ferramenta, não conteúdo’

Tecnologia também não é o forte das escolas finlandesas, que preferem investir em gente. “Não gostamos muito de tecnologia, ela é só uma ferramenta, não é o conteúdo em si. Tecnologia pode ser usada ou não, não é um fator chave para a aprendizagem.”

A educação básica dura nove anos. Só 2% dos estudantes repetem o ano, o índice de conclusão é de 99,7%. O segredo do sucesso não está ligado ao investimento, segundo Jaana, que reforça que o país investe apenas 6% de seu PIB no segmento. “O sistema de educação gratuito não sai tão caro assim, é uma questão de organização”, afirma.

A diretora do ministério da Finlândia esteve na terça-feira (21) em uma audiência pública na Comissão de Educação e Cultura do Senado, em Brasília, para apresentar o modelo de educação do seus país aos parlamentares brasileiros.
Jaana Palojärvi, diretora do Ministério da Educação da Finlândia, apresenta o sistema finlandês em São Paulo (Foto: Vanessa Fajardo/ G1)
Jaana Palojärvi, diretora do Ministério da Educação da Finlândia, apresenta o sistema finlandês em São Paulo (Foto: Vanessa Fajardo/ G1)


Fonte: Site Livros só mudam pessoas

sexta-feira, 24 de maio de 2013

Generais foram subornados pelo Reino Unido para Espanha não entrar na Segunda Guerra


O serviço secreto britânico, conhecido como MI6, financiou generais espanhóis para que eles tentassem convencer o general Francisco Franco a não entrar na Segunda Guerra Mundial do lado do Eixo, composto por Alemanha, Itália e Japão.

De acordo com documentos desclassificados analisados pelo jornal The Guardian, o valor desembolsado chegou a US$ 232 milhões, em cifras atuais.

Wikicommons

Encontro entre Hitler e Franco, em outubro de 1940, aumentou apreensão entre os britânicos

A operação, organizada pelo então embaixador do Reino Unido em Madri, Samuel Hoare, foi realizada por meio de uma conta de um banco suíço estabelecido em Nova York.

Em junho de 1940, nove meses depois que a Alemanha invadiu a Polônia, Hoare pediu que o Ministério de Relações Exteriores enviasse o dinheiro “sem atrasos”. “A entrada ou não da Espanha na guerra depende da rapidez da nossa atuação”, afirmou o diplomata britânico.

Segundo o historiador Jorge Reverte, “Franco ficou jogando com a possibilidade de entrar na guerra até 1942, quando o desembarque aliado no norte da África acabou com as chances de uma vitória nazista”.

Fonte: Opera Mundi / Blog História UPF

10 motivos pelos quais você deveria ler todos os dias



Se você acha que a leitura é uma prática entediante, talvez seja hora de rever seus conceitos. Conheça 10 bons motivos para ler todos os dias e transformar isso em um hábito

Publicado no Universia Brasil
10 motivos pelos quais você deveria ler todos os dias
Crédito: Shutterstock.com
Livros com histórias envolventes são capazes de desligar você do mundo ao redor, fazendo com que sua atenção esteja inteiramente voltada para o que acontece na trama


Uma das práticas que os jovens consideram mais entediantes é a leitura. Não é raro ouvir reclamações sobre aobrigatoriedade da leitura, mesmo que algumas histórias surpreendam por atrair o interesse. Contudo, estabelecer o hábito da leitura pode trazer diversos benefícios para a vida, tanto no mundo acadêmico quanto na carreira. Confira a seguir 10 motivos pelos quais você deveria ler todos os dias:

1. Estímulo mental
O cérebro necessita treinamento para se manter forte e saudável e a leitura é uma ótima maneira de estimular a mente e mantê-la ativa. Além disso, estudos mostram que os estímulos mentais desaceleram o progresso de doenças como demência e Alzheimer.

2. Redução do estresse
Quando você se insere em uma nova história diferente da sua, os níveis de estresse que você viveu no dia são diminuídos radicalmente. Uma história bem escrita pode transportá-lo para uma nova realidade, o que vai distraí-lo dos problemas do momento.

3. Aumento do conhecimento
Tudo o que você lê é enviado para o seu cérebro com uma etiqueta de “novas informações”. Mesmo que elas não pareçam tão essenciais para você agora, em algum momento elas podem ajudá-lo, como em uma entrevista de emprego ou mesmo durante um debate em sala de aula.

4. Expansão de vocabulário
A leitura expõe você a novas palavras que inevitavelmente elas serão incluídas no seu vocabulário. Conhecer um número grande de palavras é importante porque permite que você seja mais articulado em seus discursos, de maneira que até mesmo a sua confiança será impulsionada.

5. Desenvolvimento da memória
Quando você lê um livro (especialmente os grandes) precisa se lembrar de todos os personagens, seus pontos de vista, o contexto em que cada um está inserido e todos os desvios que a história sofreu. A boa notícia é que você pode utilizar isso a seu favor, fazendo dos livros um treino para a sua memória. Guardar essa quantidade de informações faz com que você esteja mais apto para se lembrar de eventos cotidianos.

6. Habilidade de pensamento crítico
Já leu um livro que prometia um mistério confuso e acabou por desvendá-lo antes mesmo do meio da história? Isso mostra a sua agilidade de pensamento e suas habilidades de pensamento crítico. Esse tipo de talento também é desenvolvido por meio da leitura. Portanto, quanto mais você lê, mais aumenta sua habilidade de estabelecer conexões.

7. Aumento de foco e concentração
O mundo agitado de hoje faz com que sua atenção seja dividida em várias partes, de modo que manter-se concentrado em apenas uma tarefa torna-se um desafio. Contudo, livros com histórias envolventes são capazes de desligar você do mundo ao redor, fazendo com que sua atenção esteja inteiramente voltada para o que acontece na trama. Embora você não perceba, esse tipo de exercício ajuda você a se concentrar em outras ocasiões, como quando precisa finalizar um projeto urgente.

8. Habilidades de escrita
Esse tipo de habilidade anda lado a lado com a expansão do seu vocabulário. Assim como a leitura permite a você ser alguém mais articulado na fala, também vai ajuda-lo a colocar com mais clareza os seus pensamentos no papel. Isso vai dar a você a chance de produzir textos com mais qualidade, não apenas de vocabulário, como também correção gramatical e ideias mais ricas.

9. Tranquilidade
O fato de envolver você em uma história e livrá-lo do estresse cotidiano faz do livro uma ótima ferramenta para alcançar a paz interior. Nos momentos de estresse, procure se distrair do que acontece com uma história que atrai seu interesse. Isso vai acalmá-lo e ajudá-lo a melhorar seu humor.

10. Entretenimento a baixo custo
Muitas pessoas acreditam que o conceito de diversão está diretamente ligado aos altos custos de uma viagem ou mesmo de uma festa. Contudo, se você encontrar um livro que chame a sua atenção, poderá viajar sem sair da sua casa. E se você acha que os preços cobrados por um livro também são abusivos,pode baixar aqui mais de 1.000 títulos gratuitamente.



Fonte: Site Livros só mudam pessoas

Religião é importante para crianças?


Segundo especialistas, simbologias religiosas simples ajudam os pequenos a assimilar valores como respeito e amor ao próximo

Embora João Victor tivesse recebido alguns princípios religiosos dos pais, não cresceu em um ambiente que se poderia dizer estimulador da religião. Foi batizado quando bebê por conta da tradição. Mas, em casa, quase não se falava sobre a Bíblia. Mesmo assim, com sete anos, resolveu por conta própria frequentar a igreja. 

“Ele saía sozinho, não perdia uma missa”, conta a mãe, Tânia Santos, que não se considera nem um pouco religiosa. “Para dizer a verdade, eu e o pai dele somos do tipo que vamos apenas a batizados e casamentos”. Como não fazia nada aos finais de semana, João achou uma boa ideia se enturmar com o grupo da catequese, aumentando seus conhecimentos religiosos. Aos 11 começou a participar das aulas de caratê promovidas pela ordem dos Arautos do Evangelho e se destacou: foi um dos escolhidos para frequentar a associação. Cerca de um ano depois, com apenas 12 anos, passou a viver ao lado dos padres, fazendo votos de silêncio e se desligando aos poucos da família.

A busca de João Victor não foi à toa: a religião pode ser fundamental, ao menos na primeira infância. Há uma função para ela tanto do ponto de vista social como psíquico. “É o fundamento da construção moral e ética da criança, a base sem a qual tudo pode ficar solto, a criança pode ficar perdida”, afirma a psicóloga Sonia Lyra, doutora em Ciências da Religião. “Impossível não falar de Deus, porque Deus neste caso é um conceito que pode ter muitos nomes, mas cujo valor máximo é o amor”. 

Por outro lado, a neutralidade dos pais diante das escolhas de João Victor não é incomum. “Muitas famílias têm optado por não criar suas crianças em um ambiente religioso, deixando que aflore naturalmente - ou não - um desejo de pertencer a uma igreja”, explica a antropóloga e professora da Universidade Federal da Paraíba Flávia Pires. O que ninguém esperava, entretanto, é que João Victor de fato optasse por seguir à risca uma carreira religiosa. Muito menos que, três anos mais tarde, trocasse o terço, a túnica e as longas botas por uma bateria e pelo rock.

João Victor, hoje baterista e estudante universitário, abraça a mãe, que segura seu antigo uniforme da ordem religiosa

“Não tínhamos dinheiro para manter o João ali. Antes ele tinha bolsa, mas houve corte e ele teve que sair. Ficou arrasado”, relata Tânia. Hoje com 19 anos, João Victor trabalha e faz faculdade de Ciências Contábeis. Vestindo a camiseta do Ramones, ninguém desconfia que um dia ele tenha vivido longas horas de silêncio absoluto e orações. “Antes disso, não gostava de música. Depois precisava suprir o que me faltava, e escolhi o rock – algo bem diferente da religião, mesmo. Hoje, já não me considero religioso”, afirma ele. 

Falando sobre Deus

A psicóloga Cibele Aparecida Pejam, mestre em Ciências da Religião, concorda que a religiosidade é importante na medida em que transmite conceitos éticos e morais. “Ela apoia a personalidade, junto com a família e a escola, e faz com que nos sintamos pertencentes a um lugar”, explica. “Em última instância, a função de toda religião é fazer a ligação do ser humano com o sagrado – não importa se o sagrado é chamado de Buda, forças cósmicas, Jesus”.

Arina Ribeiro, personal trainer, tem 28 anos e nunca foi batizada. “Meus pais queriam que eu tivesse livre-arbítrio para escolher minha própria religião, e não batizei meu filho, que hoje tem 12 anos, pelo mesmo motivo”. Ela não segue nenhuma religião, embora simpatize com várias e acredite em Deus de sua maneira. “Não acho necessário ter religião para ter fé”, ressalta. 

Arina considera os valores importantes para a formação da criança. “Meu filho sempre simpatizou com a religião católica, chegou a estudar em escola católica e é fascinado pelas histórias da Bíblia, sendo que eu nunca tinha aberto nenhuma”, brinca. “Ele agregou os bons valores que ensinaram para ele, mas percebe que fanatismo, seja ele qual for, é bobeira”. 

Além das barbas brancas

Mas será que uma criança pequena consegue realmente entender o significado de Deus além da visão clássica do “Papai do Céu”, um personagem que vive no espaço com suas longas barbas? Ao que tudo indica, não. “Comecei a ter uma ideia abstrata de Deus depois de um ano e meio nos Arautos, porque nos aprofundamos em teologia”, comenta João Victor. 

Sem capacidade de raciocínios abstratos, crianças têm na ideia do "Papai do Céu" uma ilustração sobre a importância de dividir

“Muitos adultos têm uma visão material também, vendo Deus como um homem barbudo”, ressalta Cibele. “Mas a partir dos sete anos a criança começa a ter uma noção maior de abstração”. Como as crianças ainda não têm condições de refletir a respeito de longos debates filosóficos, o modelo passado pela religião – um bom homem, uma estrela-guia – é capaz de ensinar aos pequenos, de forma concisa, o respeito pelos outros, a necessidade de dividir as coisas e outros valores importantes para a vida em sociedade.

Se na primeira infância a religiosidade fica a cargo dos pais, é natural que na adolescência os filhos passem a buscar outras respostas e mesmo a questionar o que foi passado em casa. Mas a permanência de valores éticos e morais pode fazer com que o jovem seja menos vulnerável a comportamentos de risco, porque ele será mais estruturado emocionalmente. “A religião não precisa ser uma instituição nos moldes católicos, ela está no respeito consigo próprio e com os outros, com a família e o mundo à sua volta”, completa Sonia Lyra. 



Fonte: Delas IG / Blog Libertos do Opressor

A MALETA

A MALETA
Publicado por Alexiis
Em 26 de setembro de 2012


Um homem morreu.
Ao se dar conta, viu que Deus se aproximava e tinha uma maleta com Ele.


E Deus disse:
- Bem, filho, hora de irmos.


O homem assombrado perguntou:
- Já? Tão rápido? Eu tinha muitos planos...
- Sinto muito, mas é o momento de sua partida.
- O que tem na maleta? Perguntou o homem.


E Deus respondeu:
- Os seus pertences!!!
- Meus pertences? Minhas coisas, minha roupa, meu dinheiro?


Deus respondeu:
- Esses nunca foram seus, eram da terra.
- Então são as minhas recordações?
- Elas nunca foram suas, elas eram do tempo.
- Meus talentos?
- Esses não pertenciam a você, eram das circunstâncias.
- Então são meus amigos, meus familiares?
- Sinto muito, eles nunca pertenceram a você, eles eram do caminho.
- Minha mulher e meus filhos?
- Eles nunca lhe pertenceram, eram de seu coração.
- É o meu corpo.
- Nunca foi seu, ele era do pó.
- Então é a minha alma.
- Não! Essa é minha.


Então, o homem cheio de medo, tomou a maleta de Deus e ao abri-la se deu conta de que estava vazia... Com uma lágrima de desamparo brotando em seus olhos, o homem disse:
- Nunca tive nada?
- É assim, cada um dos momentos que você viveu foram seus. A vida é só um momento... Um momento só seu! Por isso, enquanto estiver no tempo, desfrute-o em sua totalidade. Que nada do que você acredita que lhe pertence o detenha... Viva o agora! Viva sua vida! E não se esqueça de SER FELIZ, é o único que realmente vale a pena! As coisas materiais e todo o resto pelo que você luta fica aqui. VOCÊ NÃO LEVA NADA! Valorize àqueles que valorizam você, não perca tempo com alguém que não tem tempo para você.


Passe esta bela reflexão a todos que você gosta neste mundo e desfrute cada segundo vivido. É isto que você vai levar.




Fonte: http://alexiis-vozdelaluz.blogspot.com/
Tradução: Blog SINTESE http://blogsintese.blogspot.com

VIDELA - EPITÁFIO DE UM GENERAL


Publicado no Diario da Amazônia

Alexandre Garcia



Morreu na prisão o general Jorge Rafael Videla, condenado na Argentina a duas prisões perpétuas. Cumpriu só uma, pois não tem duas vidas. Se ainda tivesse, creio que faria tudo de novo. Morreu com a consciência tranquila de quem cumpre com o dever. Foi condenado porque assumiu tudo que se atribuiu ao Exército durante a guerra em que foram derrotadas duas organizações que pretendiam estabelecer no país um regime igual ao de Cuba. Desde a morte dele, não li nos jornais nada que não fosse a história escrita pelos derrotados. Testemunhei parte da história real quando eu era correspondente do “Jornal do Brasil” em países do Cone Sul.

O que vou contar está no livro que escrevi e que a Editora Globo lançou em 1990 e teve 12 edições, inclusive com várias semanas na lista dos mais vendidos. Nenhuma revelação de agora, portanto. Conheci o general Videla numa recepção na embaixada do Brasil, em 1975. Era general-de-brigada, sem comando, e, na conversa, disse que Brasil e Argentina desperdiçavam energias com a rivalidade, já que o verdadeiro inimigo estava dentro da Argentina, matando o povo para aterrorizá-lo e tomar o poder, aproveitando-se do governo fraco da viúva de Perón. Católico praticante, ia à missa com comunhão todos os dias. Foi “carola” até nos filhos: nove. Alto e magro, tinha o apelido de Pantera-cor-de-rosa.

Reencontrei-o um ano depois, quando eu cobria o encontro de Exércitos das Américas, em Montevidéu. Ele já era comandante do Exército. E me confidenciou: “Olhe, hoje há uma guerra interna na Argentina. Mas uma guerra estranha, em que apenas um lado está lutando: o lado da guerrilha e dos terroristas do ERP e dos Montoneros. Em breve, eles dominarão a Argentina e o Cone Sul, se não houver uma reação. Vai ser preciso entrarmos nessa guerra. Vai correr muito sangue. Pode ser o meu sangue ou de alguns de meus nove filhos. Mas será preciso correr sangue, ou não teremos paz”.

Em 24 de março de 1976, ele tirou a presidente fraca sob o aplauso da nação, entrou na guerra e venceu. Ameaçado, dez dias antes eu me mudara para Brasília, depois de ter sido sequestrado pelos Montoneros – a extrema esquerda – e perseguido de morte pela Triple A, a extrema direita. A partir de então, deixei de testemunhar os acontecimentos na Argentina.

Agora leio as notícias da morte de Videla. Dizem que morreu de hemorragia causada por uma queda na prisão. E todas as notícias o responsabilizam por conduzir uma “guerra suja”. Ora, a “guerra suja” já existia. Uma bomba posta na lanchonete perto de meu escritório na Florida obrigou os bombeiros a lavar com mangueiras o sangue na rua. Metralhavam filas de ônibus para que o povo os respeitasse pelo terror. Tinham metralhadoras antiaéreas tchecas no território liberado de Tucuman; sequestravam e torturavam até a morte as suas vítimas. Mantinham tribunais revolucionários com execuções em seguida. Videla, então, entrou nessa “guerra suja”.

E venceu. Não o perdoam por ter impedido um regime totalitário marxista na Argentina. Quanto à “guerra suja”, pergunto: que guerra não é suja? Nem mesmo as dos exércitos do papa. O lado aliado, na II Guerra, não relata a sujeira porque a história é escrita pelos vencedores. Menos por estas bandas.




Fonte: Em Tempo Online

http://www.emtempo.com.br/opiniao/artigos/5065-epit%C3%A1fio-de-um-general.html

Por que você é Conservador?





Fonte: Youtube

Leonid Brezhnev é o líder do século XX mais respeitado entre os russos


Lenin e Czar Nicolau II foram bem avaliados em pesquisa



Os russos veem Leonid Brezhnev como o melhor de todos os líderes da União Soviética e da Rússia do século XX. Vladimir Lenin e Josef Stalin, entretanto, vêm logo atrás na lista de preferência, em uma pesquisa de opinião divulgada na quarta-feira, 22. O presidente da União Soviética entre 1964 e 1982 foi visto positivamente por 56% dos entrevistados na pesquisa realizada pelo Centro Levada de Moscou.
Muitas vezes ridicularizado em piadas pela senilidade cada vez mais aparente no final de sua vida, Leonid Brezhnev ainda é respeitado por ter mantido a estabilidade e aumentado os padrões de vida para milhões de cidadãos soviéticos durante seu mandato como secretário-geral do Partido Comunista. 
Leonid Brezhnev presidiu a União Soviética
Lenin, o revolucionário marxista que liderou os bolcheviques ao poder em 1917, também foi visto positivamente por 55% dos inquiridos. Curiosamente, o Czar Nicolau II, que foi deposto e executado pelos bolcheviques, também parece ser um tanto admirado: 48% acham que ele teve uma influência positiva.
Já Stalin, o ditador soviético cujas quase três décadas de governo fizeram milhões de seus compatriotas perecerem nos campos de trabalho forçado do sistema Gulag, foi reconhecido como uma influência positiva por 50% dos entrevistados. Por outro lado, Mikhail Gorbachev, líder das reformas da Perestroika no final da União Soviética, recebeu a aprovação de apenas 21% dos russos, e Boris Yeltsin, primeiro presidente da Rússia pós-soviética, alcançou 22% de posições favoráveis.
A pesquisa foi realizada entre os dias 19 e 22 de abril, e envolveu 1.600 entrevistados em todo o país.

Fonte: Site Diário da Rússia

Vocês têm de ver este vídeo em que um jovem de 16 anos silencia a Marilena Chaui de Portugal


Se vocês acham ruins alguns teóricos da esquerda brasileira, é preciso conhecer seus pares em Portugal. Vocês têm de ver o vídeo abaixo. O caso é o seguinte. A TV RTP tem um programa chamado “Prós e Contras”, comandado pela jornalista Fátima Campos Ferreira. O nome, claro!, é delicioso e carrega, assim, aquele encantador apreço pela literalidade. Afinal, se vai haver um debate, uns vão dar os “prós”, e outros, os “contras”, certo? Estão mais avançados do que o Brasil nesse particular. Vejam o Caso do Roda Viva, por exemplo (e é assim em quase todas as TV no Brasil): se a causa for “progressista”, um lado do debate dará os “prós”, e o outro também. Se o contrário, então o contrário… Assim, a literalidade, no caso do programa de Portugal, salva o telespectador do pensamento único ao menos. Mas me desviei um pouquinho.
“Prós e Contras” fez um debate cujo tema era sugestivo: “Mudar o país ou mudar de país?” Portugal, a exemplo da maioria das nações europeias, vive uma crise grave. Os convidados do dia eram jovens empreendedores, que estavam lá para relatar a sua experiência. Um deles foi Martim Neves, um garoto de 16 anos que, aos 15, criou uma marca de roupa chamada “Over it”. Seu produto é um sucesso, e ele já está… exportando. Fantasia? Vocês verão o vídeo. Perceberão que o rapaz é articulado. Fala com desenvoltura sobre o mercado de roupas, a globalização do estilo, a crise em Portugal etc.
Muito bem! Num dado momento, ele é interrompido por Raquel Varela, que é, assim, uma espécie de Marilena Chaui de Portugal. Parafraseando Camões, para ficar no mundo lusófono, a diferença só está nos dons da natureza, mas não nos “dons do pensamento”. Raquel, um medalhão da esquerda portuguesa, resolveu esculhambar o garoto, acusando-o, indiretamente, de ser um explorador ou da mão-de-obra escrava mundo afora ou dos pobres operários portugueses. Assistam ao vídeo e veja a resposta dada por Martim. Volto em seguida.
Voltei
A doutora tem um currículo para 400 talheres. Reproduzo um trecho (em vermelho) da página oficial do Instituto de História Contemporânea (nota: em Portugal, “investigadora” quer dizer “pesquisadora”):
Raquel Varela (1978) é investigadora do Instituto de História Contemporânea da Universidade Nova de Lisboa, onde coordena o Grupo de Estudos do Trabalho e dos Conflitos Sociais e investigadora do Instituto Internacional de História Social, onde coordena o projecto internacional In the Same Boat?Shipbuilding and ship repair workers around the World (1950-2010). É coordenadora do projecto História das Relações Laborais no Mundo Lusófono. É doutora em História Política e Institucional (ISCTE – Instituto Universitário de Lisboa). É, desde 2011, Presidente da International Association Strikes and Social Conflicts. É vice coordenadora da Rede de Estudos do Trabalho, do Movimento Operário e dos Movimentos Sociais em Portugal.
Convenham! É uma vergonha uma senhora tão preparada ser humilhada, de maneira tão curta e definitiva, por um garoto. Ele a silenciou de forma tão acachapante que, no lugar dela, eu ficaria uns 10 anos em retiro, revendo meus conceitos. Portugal passa por uma crise terrível, mas Martim demonstra que o país tem futuro. Embora ainda jovem, a doutora Raquel demonstra que o país também tem um passado. Que tem de passar.
Aplausos para Martim, o que não espera que outros façam por ele o que ele próprio pode fazer. No Brasil, com a idade dele, a lei considera os “adolescentes” de tal sorte irresponsáveis que podem sair por aí a incendiar pessoas ou a lhes estourar os miolos. Martim cria, trabalha, ganha a vida. Para desespero da doutora Raquel, que prefere ser uma “pensadora” sobre a penúria da classe operária. Alguém paga o seu salário. Infiro que são aqueles que ainda trabalham em Portugal porque gente como Martim gera empregos.
Por Reinaldo Azevedo


Fonte: Site da Revista Veja
http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/voces-tem-de-ver-este-video-em-que-um-jovem-de-16-anos-silencia-a-marilena-chaui-de-portugal/#.UZ6GEDQKp-l.twitter

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Hungria transfere escolas públicas para Instituições Religiosas



O governo húngaro está transferindo escolas públicas para instituições religiosas, reportou a revista francês L’Express.

Esta política enfureceu líderes socialistas dentro e fora da Húngria e mesmo em países europeus onde a educação pública tem obtido resultados calamitosos. As reclamações enfurecidas focam no fato de que a moral tradicional está sendo restaurada com a ajuda política do governo húngaro.


As escolas voltaram a ter seções de canto de hinos religiosos e a iniciar as aulas com uma oração. E os pais dos alunos devem escolher o catequismo a ser ensinado a seus filhos.

As escolas mantém seus subsídios escolares independente do número de alunos. Na pequena cidade de Alsoörs, que o L’Express apresenta como um caso típico, de um total de noventa e seis famílias somente duas votaram contra a transferência da escola para a Igreja, enfatizando o forte apoio popular a esta medida.

Curisomanete, um padre católico, talvez impulsionado por uma mentalidade ecumênica ou de diálogo com o mundo secularizado, após consultar-se com o bispo recusou-se a adotar uma escola.

O ministro luterano local, Miklos Rasky, imediatamente concordou e, muito satisfeito, disse: “O atual governo está abraçando os calores cristãos. Isto nos permite reconectar-nos a nosso papel tradicional no campo da educação.”

Os perplexos professores, majoritariamente católicos, foram informados de que serão substituídos por protestantes.

Oitenta escolas já foram transferidas pelas prefeituras, que também ficaram satisfeitas com o fato de não mais ter de pagar estas despesas que são insustentáveis na atual crise.

Sindicatos e partidos políticos de esquerda também estão furiosos com as aulas de catequese agora ministradas nas escolas que ainda estão nas mãos do Estado.

A Ministra da Educação Rozsa Hoffman lamenta a falta de valores morais: “Queremos restaurá-los, seja a proteção da vida humana, o respeito ao trabalho e à lei, a honestidade e o amor à pátria. A escola não é só o lugar para obter conhecimento: também deve transmitir valores”, explicou.

A lei educacional se encaixa no contexto da nova Constituição que exalta os valores cristãos e reabilita a “Santa Coroa” dos Reis Católicos, a encarnação húngara do poder soberano.

Tradução por Renan Felipe dos Santos. Fonte do artigo (em inglês):
TFP.ORG – Hungary hands over Public Schools to Religious Institutions.

Artigo original do L’Express (em francês):
L’Express – Hongrie: quand l’Etat transfère les écoles à l’Eglise.



Fonte: Site Direitas Já
http://direitasja.com.br/2013/05/22/hungria-transfere-escolas-publicas-para-instituicoes-religiosas/

Joaquim Barbosa será convidado para disputa presidencial pelo Partido Militar


O nome do ministro Joaquim Barbosa, atual presidente do STF (Superior Tribunal Federal), lidera a lista de prováveis candidatos à presidência da República pelo PMB (Partido Militar Brasileiro), legenda que está em processo final de legalização junto ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral).

A informação foi confirmada pelo idealizador do partido, Capitão Augusto Rosa, no início da semana. Segundo ele, Barbosa possui todos os requisitos necessários para assumir o cargo por sua competência e senso e justiça. “A postura do ministro diante de grandes escândalos, como no caso do Mensalão, por exemplo, comprova a intolerância de Barbosa quanto à corrupção. Essa postura vem ao encontro aos ideais do PMB, que está em busca de candidatos que possam resgatar a moralidade na política nacional”, enfatizou Rosa.

A candidatura de Joaquim Barbosa já ganhou apoio popular. Existe até um site “lançando” o ministro a presidente da República. No ar desde oito de outubro de 2012, a página usa o slogan “Somos brasileiros que acreditam que o Brasil só achará seu caminho com um presidente sério” e traz diversas informações como biografia, fotos, charges e dezenas de depoimentos elogiosos ao relator do Mensalão. O site, criado por um grupo de jornalistas do Rio de Janeiro, pode ser acessado pelo endereço joaquimbarbosapresidente.com.br.

Esse tipo de manifestação, segundo o idealizador do Partido Militar, expressa a vontade da população por uma verdadeira revolução no cenário político, que se encontra em total descrédito. “Político no Brasil virou sinônimo de piada, de avacalhação. Até quando isso vai continuar? Enquanto não houver pessoas sérias no comando, o país vai permanecer nessa desordem. A população precisa voltar a acreditar e respeitar o Brasil e os seus representantes legais”, ressaltou Augusto Rosa.

O convite oficial para pré-candidatura do ministro deverá ser feito nas próximas semanas em audiência a ser marcada na capital federal. Para lançar candidatos às eleições de 2014, o PMB – que já possui CNPJ aprovado – precisa entregar até o mês de setembro 485 mil assinaturas de apoio à sua criação ao TSE. Para atingir a meta, a militância do partido está promovendo uma grande mobilização pelo país. De acordo com a direção do PMB, mais de 300 mil pessoas já manifestaram apoio à legenda.



Fonte: Site do Partido Militar Brasileiro (PMB)
http://www.partidomilitar.com.br/?p=880

Militares fazem convocação nacional urgente de resistência ao governo


Recebemos a notícia de uma convocação nacional urgente enviada por Marcelo Machado, presidente da ANMB (Associação Nacional dos Militares do Brasil) e por Ivone Luzado, da UNEMFA (União Nacional de Esposas de Militares das Forças Armadas) no intuito de organizar um protesto de resistência contra o "revanchismo governista", a farsa da Comissão da Verdade, contra a PEC 33, a PEC 37, o sucateamento bélico, o "terrorismo salarial", os "dias sombrios que rondam todos os brasileiros", pela "preservação da liberdade".

A convocação, segundo os organizadores, não é restrita a militares, mas a todos os brasileiros e está marcada para o dia 11 de junho, na Praça dos Três Poderes, em Brasília - DF.

Qual é a sua opinião a respeito? A convocação é legítima?

Leia a íntegra do documento:


"CONVOCAÇÃO URGENTE!


Diante da falta de diálogo por parte deste governo revanchista que, notoriamente, tenta desmoralizar as forças de segurança regulares (Forças Armadas e Forças Estaduais) com comissão de meias verdades, sucateamento bélico e o “terrorismo salarial”, faz-se necessária uma resistência, ainda que ordeira e pacífica, já que dias sombrios rondam nossas famílias e a todos os brasileiros. Sendo assim, a UNEMFA e a ANMB convidam a todos que têm amor à Pátria, à Família, a Deus e à preservação da liberdade, a estar presentes na Vigília da Família Militar dia 11 de junho de 2013 ( Dia da Batalha Naval do Riachuelo ), em Brasília - DF, com concentração às 09:00h na Praça dos Três Poderes, onde lutaremos pelos nossos 28,86%, demais perdas e a PEC-300 dos Militares Estaduais! Essa Vigília não é um ato exclusivo de militares e sim de TODOS os brasileiros: Militares Federais, Estaduais, Ativos e Inativos, parentes, amigos e simpatizantes.

O dia 11 de junho foi escolhido por ser o dia em que se comemora a Batalha do Riachuelo, ocorrida no rio Riachuelo em 1865, um dos afluentes do rio Paraná. A batalha é um dos episódios da Guerra do Paraguai, o mais mortífero e violento conflito entre países do continente sul-americano.

Solicitamos a todos os participantes que levem água potável, cobertura (boné sem conotação política partidária), protetor solar. Os militares devem usar suas camisetas de serviço e os civis que queiram fazer parte desta batalha, camisas brancas. Lembramos que será expressamente PROIBIDO bandeiras de partidos políticos e sindicatos.

Sabemos das dificuldades financeiras da tropa de outros estados da federação para o deslocamento, mas, quem puder comparecer, será muito bem-vindo.



Nosso muito obrigado ! Juntos somos fortes!



Ivone Luzardo – Presidente da União Nacional das Esposas dos Militares das Forças Armadas -UNEMFA



Marcelo Machado – Presidente da Associação Nacional dos Militares do Brasil – ANMB"



Lígia Ferreira é analista de sócio-mecanismos.



Fonte: Site Folha Política

Morrer de amor é possível

Carol Castro


Achava que era lenda, né? Mas não é: dá mesmo para morrer de amor. Quem diz é o cardiologista inglês Alexander Lyon, do Imperial College, em Londres.
A dor de amor tem até um nome, chama-se Cardiomiopatia de Takotsubo. É uma espécie de infarto, só que sem nenhuma artéria bloqueada. Pacientes com sinais de cardiomiopatia sentem dores no peito e os exames de eletrocardiograma mostram as mesmas mudanças. “Oangiograma mostra que a principal câmara de bombeamento do coração tem uma anormalidade peculiar e diferente: falha em contrair e aparece parcialmente ou completamente paralisada”, explicou Lyon, no site The Conversation.
Suspeita-se que a síndrome do coração partido tenha um culpado: a adrenalina, um hormônio de resposta ao estresse que prepara o corpo para correr ou lutar. Em níveis médios, a adrenalina acelera o coração, a fim de deixar o organismo preparado para um esforço físicoextra. Só que quando a dose de adrenalina está muito mais elevada do que deveria, o efeito é contrário. Os batimentos cardíacos começam a diminuir e os músculos do coração podem ficar temporariamente paralisados.
E esse mal acomete algumas das pobres pessoas que tiveram o coração partido. Mas, fiquem tranquilos, é só um mecanismo do corpo para lidar com o excesso de estresse – e, embora a fase inicial seja perigosa, os riscos de morrer são baixos.
Crédito da foto: flickr.com/shenamt


Fonte: Site da Revista Superinteressante

10 Passos para fazer um livro


Até chegar ao leitor, o livro passa por uma série de etapas desde a criação do autor. Neste gráfico, o Listas Literárias apresenta de forma rezumida os passos para se fazer um livro:

terça-feira, 21 de maio de 2013

'Comissão da Verdade quer acabar com a família, a Igreja e as Forças Armadas'



Ustra, que comandou o DOI-COdi, depõe na Comissão Nacional da Verdade

Após um ano de investigação, são cada vez maiores as queixas dos militares contra os trabalhos da Comissão Nacional da Verdade. Se antes a dúvida estava relacionada apenas ao foco das investigações, hoje os militares alegam que todo o trabalho tem o objetivo de derrubar a Lei da Anistia (Lei 6.683/1979).

Os militares acreditam que a Comissão é um órgão “para acabar com pilares sagrados da extrema direita: a Igreja, a família cristã e as Forças Armadas”, como define o assessor especial da presidência do Clube Militar do Exército, general Clóvis Purper Bandeira. “Eles (integrantes da Comissão da Verdade), filhos da burguesia, querem acabar com as instituições como a família, a Igreja e as Forças Armada”, comentou.

Mesmo com a definição expressa nos objetivos do órgão, de trazer a verdade sobre os crimes cometidos pelo Estado em nome da ditadura militar, as altas patentes das Forças Armadas ainda insistem na ideia de que se deve buscar uma paridade na composição da comissão e nas investigações. O general de brigada do Exército Luiz Eduardo da Rocha Paiva afirma que os casos de militares que morreram em conflito com os movimentos armados também precisam ser investigados.

“Já que ela (a Comissão) está aí, que funcione, mas que cumpra o que está na lei. A lei é bem clara, não é para investigar apenas os crimes cometidos por agente públicos. A lei diz que deve ser feita a reconstrução dos casos de graves violações dos direitos humanos para que seja prestada assistência às vítimas. E aquelas 120 vítimas do outro lado? Essas são, por acaso, cidadãos de segunda categoria?”, questionou o general que acusou a Comissão de se “autolimitar”.

Em março, o Clube Naval do Rio de Janeiro, o Clube Militar do Exército e o Clube da Aeronáutica divulgaram uma nota oficial denominada “Mensagem à nação brasileira”. O documento criticava os trabalhos da Comissão da Verdade. As entidades afirmaram que havia no Brasil um Estado de exceção e que, por esse motivo, era necessário o sufocamento de uma ameaça comunista.

“O povo brasileiro, no início da década de 1960, em movimento crescente, apelou e levou as Forças Armadas Brasileiras à intervenção, em março de 1964, num governo que, minado por teorias marxistas-leninistas, instalava e incentivava a desordem administrativa, a quebra da hierarquia e disciplina no meio militar e a cizânia entre os Poderes da República.”

Entre os representantes das Forças Armadas há um pensamento de que a CNV, instituída durante o governo do PT, foi criada como instrumento de vingança contra os militares. O ápice desse plano seria a mudança na interpretação da Lei da Anistia .

“Eu acho que, de posse do resultado dos trabalhos da Comissão da Verdade, parlamentares, principalmente do PT, tentarão modificar os efeitos da Lei da Anistia. Logo ela que foi a pedra angular da reconciliação nacional”, afirma o presidente do Clube Naval do Rio de Janeiro, o vice-almirante Ricardo Antônio da Veiga Cabral.


O ex-sargento Marival Chaves, que trabalhou no DOI-Codi/SP, presta depoimento na Comissão

A primeira confirmação da “atitude parcial” da Comissão da Verdade teria sido a expedição de uma resolução, em agosto do ano passado, delimitando o foco de atuação do órgão. De acordo com esse documento, a Comissão da Verdade passou a investigar apenas os crimes cometidos por agentes do Estado. “Essa é uma meia verdade”, disse. “A Comissão da Verdade quer causar um maior prejuízo à Forças Armadas enquanto eles pousam como defensores da democracia”, critica Bandeira.

Essa parcialidade, segundo os militares, também seria fruto dos nomes que foram indicados. Os militares questionam o fato de não haver entre os sete membros representantes das Forças Armadas. Nesse sentido, a maior queixa dos militares sobre a constituição da Comissão está na indicação da advogada Rosa Maria Cardoso, conhecida por ter defendido a presidenta Dilma Rousseff durante o regime militar. “A maioria (dos membros) é comunista declarada”, alfinetou o general Bandeira. “Eles querem mostrar apenas um lado da história. A Comissão não vai ter a credibilidade necessária. Qualquer pessoa que ler um texto da comissão vai perguntar e o outro lado?”, descreve Cabral.

Após o lançamento da Comissão, o Clube Naval chegou a instituir, por meio de portaria interna, uma comissão especial para acompanhar os trabalhos do órgão. Eles temiam que membros da Marinha fossem convocados e disponibilizaram assessores jurídicos para evitar a condução coercitiva. Até agora, nenhum membro da marinha foi convocado pelo colegiado. Ao todo, 17 militares já prestaram depoimentos à Comissão da Verdade.



Fonte: Último Segundo / Blog Libertos do Opressor

A Sociologia é um Esporte de Combate: Pierre Bourdieu




Fonte: Youtube

Piada de português - Rodrigo Constantino


Rodrigo Constantino, para o blog português Blasfémia

Eu sou do tempo em que todos contavam piadas de português, loiras, judeus, bichinhas, e estes, normalmente, eram os que mais riam de tais piadas. A capacidade de fazer humor com a própria situação, com as caricaturas de seu próprio grupo ou classe ou nação, parece-me característica fundamental de uma sociedade madura e livre.

Mas eu dizia que sou de outro tempo, que parece anos-luz de distância. Ocorre que nem cheguei aos 40 anos! Isso demonstra o quão rápido foi a deterioração do quadro. Vivemos, hoje, na era do politicamente correto, onde “almas sensíveis” querem tolher a liberdade de expressão, pois se sentem no direito de não serem “ofendidas” enquanto grupo.

Um bom exemplo desse sintoma preocupante se deu por agora, quando o programa de humor “CQC” foi alvo de um inquérito policial por fazer piadas de português. A Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância (Decradi) de São Paulo está investigando a denúncia de que o programa teria ofendido a honra da comunidade portuguesa com piadas. Isso sim é uma piada! E de muito mau gosto...

O líder do “CQC”, Marcelo Tas, tocou no ponto nevrálgico da coisa: “Estamos entrando em uma fase surrealista com relação à liberdade de expressão, está na hora de o país debater isso. Só espero que isso não deságüe em censura”. Infelizmente, nós já vivemos sob censura! A praga do politicamente correto corrói nossa sociedade há anos, e tal como um câncer em metástase, avança sobre as células da liberdade cada vez mais rápido.

Participei com Marcelo Tas, Leandro Narloch e Reinaldo Azevedo de um painel justamente sobre a liberdade de expressão e o politicamente correto, há cerca de dois anos, em evento organizado pelo Instituto Millenium. Na ocasião, “brinquei” com Tas, alertando que temia pelo futuro de sua profissão em um mundo cada vez mais hostil ao humor. Como fica claro, eu tinha razão e fui até profético. Só não esperava que fosse tão cedo assim.

Os humoristas correm risco quando a afetação das “minorias” torna-se algo majoritário. É triste, muito triste, ver que essa “marcha das minorias oprimidas” tomou conta de tudo, e que o senso de humor é mais uma vítima desse movimento intolerante e autoritário, com cores fascistas.

Walter Block disse: “É fácil ser um defensor da liberdade de expressão quando isso se aplica aos direitos daqueles com quem estamos de acordo”. A liberdade de expressão é testada quando não estamos de acordo, até mesmo quando nos sentimos ofendidos. Afinal, se há algo como o direito de não se sentir ofendido, é melhor suspender de vez a liberdade de expressão, pois alguém sempre será ofendido pelo contraditório.

Basta pensar nas religiões e nos fanáticos religiosos, assim como nas ideologias. Será que os fundamentalistas islâmicos têm o direito de não serem “ofendidos” com a “blasfêmia” dos infiéis? O Ocidente avançou mais e preserva melhor as liberdades individuais, e por isso mesmo temos tanta gente fazendo piada com a fé alheia, ou até mesmo ataques virulentos àquele que, para milhões de crentes, era Deus em pessoa.

Podem ser ofensas gratuitas, desrespeitosas, coisa de idiota. Mas os néscios devem ser livres, pois se rejeitarmos tal premissa, nós cairemos em um governo totalitário, com um grupo de censores decidindo o que é estúpido, e o que pode ser dito. Eu prefiro pecar pelo excesso do outro lado, mesmo que isso implique em piadas grosseiras, em humor negro, em falta de sensibilidade. Melhor isso à ditadura do politicamente correto, que asfixia nossa liberdade, nossa criatividade, nosso fundamental senso de humor para sobreviver e viver melhor em um mundo já tão duro e, tantas vezes, sem sentido.

Portanto, espero que esse artigo possa servir para a reflexão de nossos queridos patrícios. Infelizmente, não tenho tantas esperanças. Afinal, desde quando português consegue interpretar direito um texto elaborado como esse? Ora pois!



Fonte: Blog do Rodrigo Constantino
http://rodrigoconstantino.blogspot.com.br/2013/05/piada-de-portugues.html?spref=fb

domingo, 19 de maio de 2013

Maduro diz saber quem votou contra ele nas eleições presidenciais


O opositor Henrique Capriles lembrou que o voto é secreto e disse que, com a declaração, o presidente reconhece que o pleito foi fraudulento

Nicolás Maduro dá continuidade aos ataques de Hugo Chávez aos Estados Unidos
Nicolás Maduro dá continuidade aos ataques de Hugo Chávez aos Estados Unidos (AFP)
O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, disse que teve acesso à identidade de 900.000 eleitores que votaram contra ele nas eleições presidenciais de 14 de abril. Em discurso sobre um projeto de habitação nesta quinta-feira, Maduro criticou os chavistas que votaram em Hugo Chávez em 2012, mas neste ano deram seu voto ao rival, Henrique Capriles. O sucessor do coronel foi eleito por uma pequena margem de diferença – cerca de 1,49%  –, o que abriu espaço para que a oposição questionasse a apuração, alegando uma série de irregularidades.
Nesta sexta-feira, as declarações de Maduro foram criticadas por Capriles, que relembrou que a Constituição do país assegura a confidencialidade do voto. Para o opositor, o presidente acabou reconhecendo com sua fala que as eleições foram fraudulentas. “Todos sabemos que o voto é secreto e, além disso, quase um milhão de seguidores do presidente Chávez votaram no ‘flaco’ [como Capriles é conhecido). Se esse cavalheiro diz que ele sabe quem não votou nele, então está dizendo que a eleição é fraudulenta, porque a lei diz que o voto é secreto", disse Capriles, durante uma assembleia.
O opositor acrescentou que as declarações de Maduro têm como objetivo amedrontar a população, mas assegurou que ninguém deve se preocupar. "Nosso povo pode ficar tranquilo, porque fazem isso para ver quem, entre aqueles que trabalham em instituições do Estado ou estão em um programa social do governo, cai na armadilha para depois se lançarem contra eles. Ninguém sabe em quem você votou", assegurou.
A posição de Capriles foi defendida por Vicente Díaz, membro o Conselho Nacional Eleitoral (CNE). Segundo ele, a declaração é uma ameaça e evidencia o medo como tática de campanha. Díaz disse que a afirmação do chefe de Estado é um ato criminal e uma coação pública.
Irregularidades – Desde o fim da apuração dos votos das eleições presidenciais, a oposição tem denunciado irregularidades no pleito. Além do pedido de auditoria dos votos ao CNE, a campanha de Henrique Capriles apresentou ao Superior Tribunal de Justiça um pedido de impugnação de todo o processo eleitoral.

Fonte: Site da revista Veja