terça-feira, 9 de agosto de 2016

7 motivos para você nunca baixar Pokémon Go



(Por Willian Binder  - Publicado em 14 de julho de 2016)



 Se você não estava vivendo numa caverna nos últimos dias, deve ter ouvido falar do lançamento do Pokémon Go. É possível que até tenha passado pela sua cabeça baixar o jogo. Ou vai me dizer que você já baixou Pokémon Go no seu celular? Não faça isso!!!O Pokémon Go usa dados de geolocalização para colocar os pokémons no mundo real — assim os jogadores podem capturar, trocar e usar em batalhas com amigos. O app, criado em uma parceria da Nintendo com a Niantic, foi desenvolvido através de uma mistura de nostalgia com realidade aumentada. A receita deu tão certo que a franquia japonesa dos anos 1990 voltou a ser assunto mundial. O aplicativo está tão popular que já superou na App Store americana, em números de download,nomes como:Netflix,YouTube,Facebook,Instagram e Snapchat.Sim, o aplicativo do Pokémon Go, na data desta publicação, é o mais baixado nos Estados Unidos.Embora o lançamento oficial do jogo foi suspenso no Brasil por tempo indeterminado, você sabe que existem outros meios (ilegais) de entrar de cabeça na realidade aumentada dos pokémons.Inclusive, por estes meios ilegais estão sendo passados vírus que podem danificar celulares.A seguir eu te dou 7 motivos para você não fazer o download do app no seu smartphone:





1)- Você será vigiado mais do que nunca



Assim como aquele parente que vem fazer uma visita e acaba ficando dias e mais dias, o Pokémon Go também não respeita o seu espaço.Na verdade quando você faz o download do jogo, você está dando permissão de acesso para todos os outros apps no seu celular (especialmente o Google).A política de privacidade do game diz:


“…aggregated information and non-identifying information with third parties for research and analysis, demographic profiling, and other similar purposes…”


No bom português quer dizer que eles vão usar os seus dados para “pesquisa e análise”. Resta saber exatamente o que eles querem dizer com isso.



2. Você vai dar acesso total à sua conta do Google


Este talvez seja o ponto que mais ameace a sua segurança digital, se é que você se importa com isso.Quando você baixa o app, você precisa criar uma conta para jogar. Mas para criar essa conta você tem que usar um cadastro já existente em um desses dois serviços:


1.      Pokemon.com
2.      Google.com


Quem tem conta no site do Pokémon? Ninguém. Ou melhor, poucas pessoas. E misteriosamente o site do Pokémon não está aceitando novos cadastros.Qual é a solução então? Usar sua conta do Google. É aí que está o problema. Normalmente quando você permite que outro serviço tenha acesso aos seus dados do Google aparece uma mensagem como “Este aplicativo terá acesso ao seu endereço de email e nome”.Por algum motivo isso não aparece quando você vincula sua conta do Google ao Pokémon Go, como alertou Adam Reeve.Adam trabalha com tecnologia e ficou intrigado com a falta da mensagem. Ele foi ver quais eram as permissões que o Pokémon Go tinha sobre sua conta do Google e se surpreendeu com a descoberta. A informação dizia:


“Pokémon Go tem acesso total à sua conta do Google.”

Então ele foi ver exatamente o que o Google queria dizer com “acesso total”. A resposta é que criar um personagem no Pokémon Go com sua conta do Google faz com que a Niantic possa:


•        Ler todos os seus emails
•        Enviar e- mails como se fosse você
•        Acessar todos os seus documentos no Google Drive
•        Ver o seu histórico de busca e suas viagens no Google Maps
•        Acessar qualquer foto privada no Google Photos
•        E muito mais coisas nas entrelinhas.


Talvez você confie na Niantic e na Nintendo com todo essas permissões, mas imagine o estrago que um hacker mal-intencionado pode fazer se ele invadir os sistemas do jogo.



3)- Você vai ter que lidar com cheaters profissionais



Ninguém gosta de cheaters — ou trapaceiros, se preferir. Eu acho que as pessoas gostam menos ainda de cheaters em jogos de realidade aumentada.Sim, caro leitor, já tem gente usando cheat no Pokémon Go.Um cara publicou uma foto no Reddit onde mostrava seu formidável drone fazendo todo o serviço. É isso mesmo que você leu. O cheat que ele usava no Pokémon Go era um drone que fazia todo o trabalho difícil.Em vez de andar pelas ruas, que é um dos pilares do jogo, o cheater voava com seu drone e cobria todo um território que uma pessoa normal não poderia.Parece que esse cara levou o lema “Temos que pegar!” ao extremo.



4)- Você pode ser assaltado em PokeStops



Se encontrar cadáver em lugares afastados não é motivo suficiente pra você não sair caçando Pokémons, aqui vai outro. Você pode ser assaltado.Isso estava acontecendo em O’Fallon, Missouri (EUA). Segundo publicação do Gizmodo, quatro homens assaltaram cerca de dez pessoas que estavam em suas aventuras para capturar monstrinhos. A estratégia era infalível.Eles olhavam no mapa do Pokémon Go onde havia PokeStops que poderiam ser palco para armadilha, então ficavam lá de camper esperando pelas vítimas.PokeStops são locais fixos onde os treinadores de Pokémons podem obter itens especiais. Os assaltantes sabiam que as vítimas apareceriam com seus smartphones. Lembrando que isso foi nos Estados Unidos. Agora imagine no Brasil.Se você essa notícia não vai impedir que você baixe Pokémon Go, tudo que eu tenho a dizer é: “Prepare-se para encrenca! Encrenca em dobro!”


5. Você vai perder momentos importantes da sua vida


Ele não poderia deixar este Pidgey escapar!Eu não sei se você já percebeu, mas Pokémon Go é viciante — como um bom jogo deve ser, eu imagino.Há pessoas no Twitter relatando coisas do tipo “a minha vida mudou depois que eu baixei o app”, “minha mãe acha que eu estou usando drogas, porque ela sabe que eu odeio caminhar”, “eu acabei de invadir o quintal do meu vizinho” e “ontem eu usei meu horário de almoço para capturar Pokémons”.Sério, a coisa toda é surreal.Se adultos estão fissurados pelo joguinho, imagine o que está acontecendo na cabeça de crianças e pré-adolescentes. Para eles não existem “realidade” e “virtual”, está tudo junto e misturado.Os efeitos são vários, mas o que eu mais acho curioso é que os treinadores Pokémons não conseguem deixar o virtual de lado em momentos inoportunos. Como foi o caso de Jonathan Theriot.O cara capturou um Pidgey enquanto a esposa dele estava prestes a ter um bebê — quem ele chama de filho.A história dele mostra que as pessoas vão deixar passar momentos importantes no mundo real para ter momentos importantes no mundo virtual. Se você fizer o download do jogo no seu celular, esteja ciente disso.



6)- Você vai passar raiva com seu 3G


Você baixou Pokémon Go. Você é agora um treinador de Pokémons. Você capturou um Charmander na cozinha, capturou um Rattata no quintal, capturou um Weedle no vizinho… mas quando chegou a hora de pegar o Zubat do outro lado da rua, a mensagem apareceu:



“Você atingiu 100% do seu pacote de internet. Para continuar navegando basta responder esse SMS com a palavra SIM.”


Meu amigo, deixa eu te mostrar a realidade: você já sofre pra usar Whatsapp, Twitter e Facebook nos planos de dados do seu 3G.Você acha mesmo que vai conseguir ser um mestre Pokémon?Eu acho que não. Porque a Claro, a Vivo, a Tim e a Oi fazem de tudo para oferecer um serviço medíocre.Sério, pense sobre isso. Para jogar Pokémon Go você precisa que seu smartphone esteja constantemente checando e transmitindo sua localização por GPS.


Não. Vai. Ter. Como. Jogar...Sorry.


7. Você vai gastar muito dinheiro


Vamos supor novamente que você está no meio de uma aventura. Precisamente, atrás de capturar um Squirtle, quando você recebe a mensagem da sua operadora de celular falando que seu plano foi pro brejo.É óbvio que você vai contratar mais plano. É óbvio! Você vai gastar cada vez mais dinheiro para se manter conectado. (Talvez isso seja a salvação das operadoras de celular.)Tem outro ponto:



O Pokémon Go tem tecnologias novas e exige um processamento rápido do smartphone. Ainda, o uso constante do GPS vai sugar sua bateria. No fim das contas, você provavelmente vai ter que desembolsar uma boa grana para começar a jogar caso ainda não tenha um celular lançado recentemente.A informação oficial no site da Niantic diz que as configurações, ou requisitos, para jogar Pokémon Go são:



Android


•        Android 4.4 ou superior (Android N não terá suporte até o lançamento oficial)
•        Resolução preferida de 720×1280 pixels (não otimizada para tablet)
•        Conexão de internet forte (Wi-Fi, 3G ou 4G)
•        GPS e serviços de localização
•        CPUs Intel não são suportados


iOS

•        iPhone 5+
•        iOS 8+
•        Conexão de internet forte (Wi-Fi, 3G ou 4G)
•        GPS e serviços de localização
•        iPhones com jailbreak não terão suporte


No fim das contas? É preciso de um smartphone moderno pra começar a capturar Pokémons. Não adianta chorar.E tem mais: o app é uma febre que está só começando. Para baixar Pokémon Go é grátis, então como será que a Nintendo e a Niantic vão ganhar dinheiro?Fazendo você gastar com itens do jogo. É claro! Primeiro eles viciam as pessoas na brincadeira e depois eles sugam o dinheiro com itens especiais e funcionalidades exclusivas.Uma receita clássica que dá certo.



Pokémon Go é um sucesso mundial. Não tem como negar. Manter-se fora de toda essa popularidade não é uma tarefa fácil, principalmente se você era fã de Ash e companhia na infância. Eu alertei com apenas 7 pontos, mas poderia ser mais.Qual é a sua opinião? Você vai baixar Pokémon Go mesmo assim? Vai deixar o download de lado? Como você acha que aplicativos de realidade aumentada vão influenciar os mais jovens?


Deixe seu comentário abaixo e compartilhe o texto com seus amigos. Será um prazer discutir mais sobre o assunto.



Fonte: http://awebic.com/cultura/pokemon-go-baixar/
Blog Beraká
http://berakash.blogspot.com.br/2016/08/7-motivos-para-voce-nunca-baixar.html

terça-feira, 26 de julho de 2016

Capturados pelos Pokemóns: o fenômeno mundial é uma fuga à realidade tão antiga quanto o ser humano



Ao estimular a caça aos bichos virtuais, fenômeno digital nos transporta a mundo padronizado, em mais uma forma de fuga da realidade factual.

O artigo é de Sérgio Telles, psicanalista e escritor, em artigo publicado por O Estado de S. Paulo, 24-07-2016.

Eis o artigo.

O videogame Pokémon já vendeu mais de 200 milhões de itens da marca e até março deste ano faturou US$ 46,2 bilhões. O jogo consiste na captura dos Pokémons – pequenas criaturas imaginárias – por seres humanos, que os treinam para lutar entre si. Seu mais recente produto, o Pokémon Go, foi lançado essa semana nos Estados Unidos, Austrália e Nova Zelândia, e tem alcançado enorme sucesso. Graças ao uso da realidade aumentada, os Pokémonsse escondem não mais no espaço interno do próprio jogo, e sim em inesperados lugares das cidades – ruas, praças, logradouros públicos, etc. – onde os jogadores os localizam por meio de seus celulares.

Desde o recente lançamento, foram relatadas várias ocorrências que mostram a intensidade da imersão dos jogadores na realidade virtual. Em suas andanças pela cidade em busca dos Pokémons, eles se esquecem da realidade factual e seus perigos, e assim se expõem a sérios riscos – como o trânsito e ladrões oportunistas.

São incidentes que tendem a se multiplicar, na medida em que o jogo seja lançado nos demais países, incluindo o Brasil. Eles retomam a antinomia entre realidade virtual e realidade factual. Seriam elas antagônicas e inconciliáveis? Antes de tirar conclusões, talvez devêssemos enfocar uma questão prévia, e nos perguntar sobre o que é mesmo isso que chamamos de realidade. Veríamos então que equivocadamente a tomamos como um dado autoevidente, sem notar que essa é uma noção complexa, nada fácil de apreender e que tem largas implicações filosóficas.

De forma ingênua, a primeira ideia que nos ocorre sobre a realidade é que ela é aquilo que captamos diretamente através de nossos órgãos de percepção ou das próteses que para eles construímos com o objetivo de lhes aumentar a potência, como microscópios, telescópios e apetrechos correlatos.

Mas a mente humana não funciona como um instrumento que registra exata e imparcialmente o que está à sua frente, como faria uma máquina fotográfica ou cinematográfica. Nossa percepção passa por filtros afetivos conscientes e inconscientes que podem distorcer bastante o que se nos apresenta. Nossa memória também é pouco confiável, alterando o passado com frequência em função de vivências do presente.

Ao mesmo tempo em que dispomos de recursos poderosos para reconhecer a realidade e nela intervir, transformando-a em nosso benefício, como mostram as conquistas nos mais variados campos que nos têm proporcionado uma vida mais segura, saudável e confortável, temos também idêntica capacidade de negá-la, com consequências as mais desastrosas.

Há diferentes níveis de negação da realidade. A forma mais radical é a psicótica, que a substitui por um delírio que satisfaz sem restrições os desejos e fantasias que se recusam a abandonar o princípio do prazer. Na neurose, a negação da realidade é mais branda, ocorre parcialmente, sendo os fragmentos negados substituídos por fantasias, devaneios, mini delírios que conciliam as exigências da realidade e as pressões narcísicas.

As variações no manejo da realidade descritas pela psicanálise rompem com a rigidez da divisão entre realidade virtual e factual. Mostram que não estão tão distantes uma da outra, e que o próprio conceito de realidade virtualpopularizado pela tecnologia e informática tem um substrato mais arcaico e universal.

Sempre vivemos, cada um de nós, em “realidades virtuais” próprias, singulares, secretas, privadas, íntimas, na medida em que fazemos recortes muito precisos apagando alguns aspectos da realidade, de modo a adequar suas restrições a nossos desejos inconscientes infantis, dos quais não queremos ou podemos abrir mão.

Enquanto cada um de nós cria uma realidade virtual singular fantasmática, que atende às especificidades únicas do próprio desejo inconsciente, a tecnologia, pelo contrário, produz uma realidade virtual padronizada e massificada, materializada num programa de computador a ser processado num gadget, como ocorre com o Pokémon Go.

A tendência a negar os fatos e mergulhar em realidades virtuais é tão antiga quanto o próprio homem e evidencia a dinâmica entre o princípio do prazer e o princípio da realidade. Freud dizia que não toleramos um contato ininterrupto com a realidade. Precisamos diariamente cortar o contato com ela e nos refugiar no mundo dos sonhos. O sonho é a “realidade virtual” onde realizamos de forma disfarçada e simbólica os desejos que a realidade nos obriga a abandonar. Não é de hoje que se usam substâncias que criam estados alterados de consciência, afastando-nos da realidade e nos levando para paraísos artificiais (virtuais).

As artes e, especialmente as narrativas, como a literatura e o cinema, também criam realidades virtuais. Tais estruturas narrativas, ainda que ficcionais, ou seja, “não reais”, “virtuais”, mesmo assim possibilitam o acesso a importantes verdades humanas que sem elas nos seriam inacessíveis.

Ao reconhecer esse fato, recuperamos o aspecto positivo desses construtos. Eles não se prestam apenas à fuga da realidade através do entretenimento, como faz o Pokémon Go.

A realidade virtual produzida pela tecnologia pode ser usada para fins terapêuticos, como mostram relatos recentes de tratamentos experimentais de fobia de avião realizados na França. O paciente, usando óculos especiais que recriam a experiência de voo, é acompanhado por um psicanalista que segue o desenvolvimento de sua angústia no processo e procura usar dos recursos analíticos e cognitivos para ajudá-lo a superar o sintoma.

É um campo promissor. Se as condições de voo podem ser recriadas virtualmente, permitindo que o fóbico as vivencie de forma assistida e controlada junto a seu analista, outras situações traumáticas semelhantes ou mais complexas poderiam ser também recriadas, ampliando o arsenal terapêutico.

Aplicada no entretenimento, como o Pokemon Go, ou na terapêutica, como no tratamento de fóbicos, a tecnologia mostra a versatilidade desse mais recente exemplar de uma longa e rica tradição.




Fonte: IHU Online

http://www.ihu.unisinos.br/noticias/558128-capturados-pelos-pokemons-o-fenomeno-mundial-e-uma-fuga-a-realidade-tao-antiga-quanto-o-ser-humano

domingo, 10 de julho de 2016

Livro revela a ESCANDALOSA VIDA SEXUAL de Gandhi: Gandhi: Naked Ambition (Gandhi: a ambição nua)







O livro escrito pelo historiador britânico Jad Adams, conta sobre a vida de Mohandas Karamchand Gandhi, conhecido como Mahatma, a grande alma. Apesar do voto de castidade, heroi da independência da Índia dormia com jovens nuas.O novo livro deve causar polêmica na Índia; historiador conta que Gandhi tinha o costume de reter o esperma, que considerava fonte da energia espiritual


No mais novo livro sobre Mahatma Gandhi, herói da independência da Índia, revela que o famoso voto de abstinência sexual não impedia que ele dormisse com jovens nuas, ao lado das quais testava sua integridade na renúncia ao prazer.O livro acaba de ser publicado no Reino Unido e chegará em breve às livrarias da Índia.O perfil da intimidade de Gandhi foi elaborado a partir de seus escritos e dos depoimentos de pessoas próximas. O livro pode causar polêmica na Índia onde ele é praticamente considerado um santo, 60 anos após sua morte. Jad Adam disse que uma das coisas surpreendentes que descobriu sobre Gandhi é a quantidade de vezes ele que escreveu sobre sexo.






Vemos que havia uma sexualidade perfeitamente normal na primeira parte de sua vida. Mas o que me interessou é que a partir de um momento, ele decide que é uma boa ideia ser casto. Seis anos mais tarde Gandhi faz votos [de abstinência] e os coloca em prática, porém é a partir dai que o seu relacionamento com o sexo se torna estranho.



De acordo com o livro, Gandhi se banhava às vezes com adolescentes, era massageado nu e dividia a cama com uma ou várias seguidoras. O historiador disse que não há provas de que ele tenha quebrado os votos de abstinência, apesar desta definição de Gandhi ser bastante restrita e confusa.




Ele se refere à penetração, mas define o sexo de uma maneira tão restrita que deixa de lado atividades muito sensuais que muitas pessoas qualificariam de sexuais.Jad Adams acredita que Gandhi esperava que as mulheres o estimulassem sexualmente para poder demonstrar sua resistência.



Manu Nayar, irmã de Sushila, secretária particular do pai da nação indiana, foi uma das mulheres. As mulheres dos homens que frequentavam seu ashram eram chamadas às vezes para dividir as noites, apesar de não terem o direito de dormir com os maridos.Para o autor do livro, estas práticas eram uma forma de strip-tease, nas quais se podia ver e brincar, mas não tocar.O livro também conta que Gandhi  tinha o costume de reter o esperma, que considerava fonte da energia espiritual.


O costume não foi seguido por seus simpatizantes políticos. O primeiro-ministro Jawaharlal Nehru os considerava anormais.A mulher de Gandhi, com quem se casou quando tinha 13 anos, teria aceitado, de boa ou má vontade, a abstinência de Mahatma, assim como os experimentos sexuais.



Gandhi com as suas sobrinhas com quem alegadamente dormia por vezes nu


GANDHI E AS CRIANÇAS




Este guru da atualidade dos progressistas, realmente tinha práticas um pouco estranhas. Entre alguns votos que decidiu fazer estava o de castidade, e pouco a pouco o sexo transformou-se num dos temas principais dos seus discursos, demonstrando uma certa obsessão por ele. Uma obsessão que alcança um nível doentio quando descobres que para aprender a controlar o seu celibato dormia nu com meninas - eventualmente, as suas sobrinhas - para ver se podia aguentar-se. Sempre assegurou que não houve penetração – claro, o que é que ia dizer? - mas não nos enganemos, todos sabemos perfeitamente que o sexo não é só penetração – ele próprio dizia que a prova consistia em sentir e ver o corpo nu, e ainda assim evitar cair em tentação - , e que coisas como o auto-controle não se alcançam do dia para a noite, o que nos faz pensar que talvez tenha havido um período de "tentativa e erro" - em que o erro é ter relações sexuais com crianças – antes de alcançar esse suposto controle. Igualmente, mesmo que não tivessem relações nem se tocassem, não deixa de ser repugnante que dormisse com adolescentes menores de idade.Para isto se utilizava de mulheres jovens virgens ou recém-casadas tomadas de cobaias, todas elas do seu círculo íntimo de discípulos , o que faz lembrar as práticas sexuais dos líderes de algumas seitas.



GANDHI SIMPATIZANTE DO NAZISMO



Para além das miúdas, o Gandhi também gostava de outras coisas, como de braços em riste e da superioridade racial ária. Sempre se justificou o apoio de Gandhi a Hitler e Mussolini porque este os considerava inimigos do imperialismo. Tanto a sua visita a Mussolini em Roma – onde expressou a sua admiração pelo ditador italiano e foi convidado de honra no desfile das Juventudes Fascistas –, como aquilo da carta que escreveu ao Hitler, (do qual se despede como " Seu sincero amigo"), ou quando o aclamava, e rejeitava tanto o imperialismo britânico como o sionismo, demonstraram que era uma pessoa que tinha muito interiorizados os pilares do nazismo e do fascismo.


Gandhi abraça uns balillas, a secção infantil e juvenil do Partido Nacional Fascista italiano



Mas acima de tudo, tinha resquícios racista até justificáveis pelo hindusimo: considerava que os africanos eram povos inferiores, e na verdade, essa foi a razão pela qual iniciou a sua luta para acabar com a discriminação dos indianos na África do Sul, durante a primeira década do século XX, para que não fossem equiparados a uma raça que ele considerava inferior. Acreditava que os indianos estavam ao mesmo nível das raças dos brancos, por descender da mesma raça ária, e portanto faziam parte da mesma irmandade racial.



Nos seus apontamentos fala de sobre como acreditava na raça da mesma maneira que os sul africanos, e que por isso deviam ser os brancos a governar o país, e que deixar entrar crianças negras nas escolas para crianças indianas era injusto para as segundas, porque os negros estavam apenas um grau acima dos animais, etc. Uma imagem muito diferente daquela que nos entra pelos olhos todos os dias pela propaganda progressista.




GANDHI O VIOLENTO ?



Se há um aspecto que define Gandhi é o seu pacifismo e a sua luta contra a violência. O mito que se criou à sua volta – mesmo antes da sua morte – considerava que o que engrandeceu a sua luta foi que evitou o confronto brutal com os britânicos – embora haja quem acredite que mitificá-lo tenha sido uma estratégia dos impérios para que as colónias iniciassem esse tipo de resistência, e não se lançassem às armas. Mas se aprofundar o estudo de sua vida, se constata que ele não foi assim tão pacifista, pelo menos no que diz respeito aos paquistaneses e às mulheres.Durante a guerra entre o Paquistão e a Índia, que aconteceu depois da independência, Gandhi pôs de lado a não-violência e o pacifismo para apoiar a Índia numa guerra que nalguns lugares foi uma autêntica limpeza étnica, e tudo por causa de uma bandeira.



No que diz respeito às mulheres, além de usa-las como cobaias de suas experiências sexuais, Gandhi maltratava fisicamente a sua mulher - e também os seus filhos. Deixou-a morrer de pneumonia porque a proibiu de usar penicilina (visto que a considerava indigna), pois ele era apologista de que a medicina tradicional indiana era superior à ocidental.



11 Controvérsias Sobre Mahatma Ghandi


Mohandas Karamchand Gandhi, herói da independência da Índia, através do seu movimento pacifista, é uma das figuras mais reverenciadas pela história, principalmente pelos progressistas de plantão, ávidos por novidades, de uma vida gloriosa da nação, aquele em que procuram a paz e sabedoria há décadas. Ele é conhecido como "Mahatma", ou "grande alma", um título reservado apenas para os mais justos e mais venerados dos homens.




Então, novamente, é importante notar também que ele era apenas um ser  humano e que todo ser humano erra. Ao longo dos anos, os historiadores e críticos têm encontrado certas peculiaridades controversas da vida deste homem. O que se estranha da parte dos progressistas, é querem divinizar demais Gandhi, escondendo suas falhas e humanizar demais a Cristo, colocando-o quase no mesmo nível de Gandhi.


1)- A Sua Vida Sexual



"Gandhi foi gay?", questionaram vários jornais em todo o mundo, quando a correspondência privada entre ele e um ex-associado, Hermann Kallenbach, veio à tona em 2013. Gandhi e Kallenbach viveram juntos entre 1907-1909 na África do Sul. As cartas de Gandhi para Kallenbach continham afirmações como "Meu querido", para Kallenbach e eram assinadas "O seu superior da casa."Os críticos, é claro, observaram que as histórias anteriores sobre travessuras sexuais de Gandhi figuravam quase escandalosamente em círculos históricos e políticos. O homem era famoso por dormir com outras mulheres. Em muitos casos, estas mulheres eram casadas, extremamente novas, ou com ambas. Como a sua sobrinha-neta, de 18 anos, e Abha, a mulher de seu sobrinho-neto, de 16 anos, dormia nua ao lado dele. Em algumas noites, ele teria ambos totalmente nus na sua cama. De certa forma, essa prática deixou o Gandhi fora de auto-controle. As opiniões variam quanto à forma de ver esses atos. Eles eram aceitáveis, ou eram simplesmente perversões de um velho sujo? Será que Gandhi usava a sua posição para explorar sexualmente mulheres jovens?


2)- Um Marido Muito Estranho


Como mencionado, as perversões sexuais de Gandhi eram, segundo ele, um meio de resistir à tentação carnal. No entanto, também praticava o celibato no seu casamento (Prática não Cristã para os casados). A Kasturba, a sua esposa de mais de duas décadas, foi-lhe negado sexo por anos, depois de ter os seus filhos. Os críticos também apontaram como Gandhi havia maltratado a sua esposa. Em alguns casos, tinha proibido Kasturba de manter presentes que foram feitos por ela. No início da sua vida de casados, Gandhi teria comparado a sua esposa a uma vaca. Gandhi disse que não suportava olhar para o rosto de Kasturba, porque dava a impressão de uma "vaca mansa" que tentava dizer alguma coisa.Em 1943, quando Kasturba contraíu uma doença e teve uma hemorragia, Gandhi supostamente escreveu-lhe: "A minha luta não é meramente política. É religiosa e, portanto, muito pura. Não importa muito se a pessoa morre ou vive. Espero e esperamos que você também vá pensar da mesma forma e não será infeliz." Gandhi também proibiu os médicos de darem penicilina à sua esposa, argumentando que era um medicamento estrangeiro e afirmando que: "Se Deus quiser, ele vai mantê-la cá". A sua esposa teria morrido a 22 de Fevereiro de 1944, depois de meses de sofrimento.



No entanto, quando Gandhi contraiu malária, resistiu a princípio à ideia de tomar quinino para o seu tratamento. No entanto, posteriormente com o agravamento da enfermidade,permitiu que os médicos administrassem medicamentos químicos da medicina tradicional para sua cura e o mesmo vir de fato a sobreviver, o que se certa forma, mostra uma incoerência no tratamento dele dado a sua esposa.


3)- A sua relação conturbada de pai com seu filho Harilal



Gandhi teve uma amarga discussão com o seu filho mais velho, Harilal.O jovem desejou ter uma vida própria, que o grande Mahatma não compreendia. Ele queria que os seus filhos seguissem os seus passos, contra os seus próprios desejos. Para Gandhi, o seu filho mais velho refletiu a sua falta de disciplina e sentido na vida quando tinha sido mais jovem. Para Harilal, a ideologia do seu pai era uma "ilusão", uma "iluminação chamada erroneamente." Harilal tinha escrito para o já mencionado Hermann Kallenbach, dizendo-lhe como o seu pai se tinha simplesmente esquecido que tinha uma família.




Harilal viria a converter-se ao islamismo e a denunciar o seu pai em público; Enquanto isso, Gandhi achou por bem negar Harilal, até mesmo instruindo outros membros da família a não compartilhar nada com seu filho. Quando um filho mais novo deu ao seu irmão mais velho, um pouco de dinheiro, Gandhi praticamente o baniu. Apesar dos apelos de membros da família para os dois consertarem o seu relacionamento, não era para ser.


Após o assassinato do seu pai, um Harilal despenteado juntou-se ao cortejo fúnebre. Dizia-se que ele estava num estado tão mau que, a princípio, a sua família não o reconheceu. Harilal morreu apenas alguns meses após o seu pai.Mais histórias da relação tensa entre pai e filho têm persistido. Uma dessas histórias envolve Gandhi a acusar Harilal de violar a própria filha em 1935 e, posteriormente, dizer que preferia ver o filho morrer do que beber álcool. Claro, isso aconteceu décadas depois de Harilal ter cortado os seus laços com a sua família e o relacionamento tinha chegado a um ponto de ebulição. E na realidade Harilal não violou a sua filha, mas sim a sua irmã-de-lei, o que também são se justifica.


4)- Visualizações Sobre a Educação e o Progresso



O desacordo grave que Gandhi teve com o seu filho Harilal foi sobre o tema da educação. Harilal queria ser advogado, assim como o seu pai. O conceito de "seguir os seus passos" de Gandhi era menos sobre a sua antiga profissão e mais sobre a sua visão do futuro. Na verdade, Gandhi tinha negado a educação aos seus filhos por causa das suas opiniões políticas.Gandhi poderia ter enviado os seus filhos para escolas exclusivas que teriam prontamente aceite, devido à posição social de Gandhi. Ele também poderia tê-los matriculado em escolas dirigidas por missionários cristãos. Em vez disso, ele simplesmente rejeitou essas ideias, porque acreditava que "as crianças não devem ser separadas dos seus pais." Ele também não queria os seus filhos internados em escolas que haviam rejeitado anteriormente outras crianças indianas. Da mesma forma, viu essas instituições de ensino como sendo inclinadas para o Ocidente e, portanto, prejudiciais à sua postura de pró-independência nacionalista.



Gandhi também defendia o conceito de "desaprender", afirmando em 1909 que" a salvação da Índia consiste em desaprender o que aprendeu durante os últimos 50 anos. O ferrovias, telégrafos, hospitais, advogados, médicos, todos." Jawaharlal Nehru, que se tornou o primeiro primeiro-ministro da Índia, em 1947, discordou veementemente. As inclinações socialistas de Gandhi eram, em certo sentido, enraizadas na herança da cultura e da tradição, mas isso também pode ter sido um extremo.



5)- Tem Culpa na Divisão da Índia e do Paquistão?



Vários críticos e historiadores acreditam que as desgraças que a Índia, Paquistão e Bangladesh sofreram nas últimas décadas podem ser responsabilizadas exclusivamente sobre Mahatma Gandhi. Devido à sua atitude de apaziguamento e crenças de que os hindus e os muçulmanos poderiam encontrar um terreno comum e reconciliar-se. Foi um esforço louvável, mas alguns críticos acreditam que tais ações deixaram os muçulmanos chegar ao poder e permitiram que Muhammad Ali Jinnah reivindicasse o Paquistão em 1947. Finalmente, uma visão bastante rebuscada detida por teorias da conspiração, é que Mahatma Gandhi era um peão Illuminati. De acordo com este conto entrelaçado, Gandhi era um maçom empregado por MI6 e o seu papel principal era montar a partição da Índia. Este evento deveria culminar numa série de conflitos através dos quais a "Nova Ordem Mundial" iria criar o "Governo Mundial" para restaurar a paz. Soa familiar?



6)- Discriminação Racial



Uma estátua para homenagear as contribuições de Mahatma Gandhi para a sociedade Sul-Africano, revelou-se, em Joanesburgo, em 2003, e desencadeou uma onda de controvérsia. Era suposto ter representado a oposição de Gandhi ao racismo e ao preconceito no país durante a sua estadia lá a partir do final de 1800 até ao início de 1900. Em vez disso, os críticos foram lembrados das muitas vezes em que Gandhi tinha realmente feito comentários racistas em público.Gandhi dirigiu uma reunião pública em 1896, dizendo que:


“Os europeus procuravam degradar índios para o nível de "kaffir cru", natives da África. "Kaffir" também é um termo depreciativo. Para Gandhi, a única ocupação que os africanos nativos conheciam era caçar, a sua única ambição era a de recolher o gado para comprar uma esposa e a sua única alegria na vida era passá-la em "indolência e nudez."




Gandhi também considerou os nativos incrivelmente preguiçosos, pensando que eles não eram tão trabalhadores como os indianos e que praticamente evitavam o trabalho por completo. Gandhi lutou por um registo prejudicial dos trabalhadores indianos, embora aceitasse que o mesmo acontecia com as pessoas negras. Gandhi, em muitas publicações, exaltou as virtudes dos seus colegas indianos e humilhantemente ridicularizou pessoas negras. Gandhi afirmou que os nativos deram pouco benefício ao país, devido a sua prosperidade em relação aos índianos. Da mesma forma, ele acreditava que os negros não eram bons cidadãos, ao passo que a "classe dos menores indianos" era muito mais respeitável.



7)- A Rebelião Bambatha



Um evento adicional fornece-nos um vislumbre do passado: A Rebelião Bambatha de 1906. Zulus protestaram contra as taxas impostas pelos britânicos após o fim da Guerra Boer. Os britânicos responderam com um massacre de milhares de Zulus. Entre 3000-4000 Zulus foram mortos, 7.000 foram presos e 4.000 foram violentamente açoitados. As perdas britânicas totalizaram apenas 25 homens.



O papel de Gandhi durante o conflito foi altamente controverso. Antes de recrutar voluntários para lutar na "terra de ninguém" durante a Primeira Guerra Mundial, tinha realmente incomodado os britânicos para recrutar índios como parte do exército contra os Zulus. Isto foi em parte devido ao seu objetivo de ganhar o favor dos senhores britânicos e, de fato, ajudar a legitimar a cidadania dos índios. Os críticos também insistiram que isso foi motivado pelo racismo. Gandhi comandou um destacamento de voluntários que levavam os feridos em macas, embora sentisse que essa atividade era um desperdício de homens. Gandhi queria que os índios tivessem a "oportunidade de uma formação completa para a guerra real".




8)- A Morte de William Francis Doherty


Um outro livro intitulado : Gandhi - Behind the Mask of Divinity, descreve um certo incidente que envolve Gandhi e uma viúva americana, Annette Doherty, esposa do engenheiro William Francis Doherty. Ela foi reclamar o corpo do seu marido, morto durante um motim de apoiantes de Gandhi a 19 de Novembro de 1921 e, posteriormente, reuniu-se com o líder político famoso. Durante aquele dia fatídico, o Sr. Doherty estava no seu caminho para o trabalho quando os manifestantes de repente se lançaram sobre ele, arrancando-lhe os olhos e deixando-o quase morto. Por mais de uma hora e meia, Doherty esteve na rua sob o sol escaldante, cego e a morrer, antes de ser levado a um hospital, onde morreu em poucos minutos.




Mais tarde, na reunião da Sra Doherty com Gandhi evidenciou uma reviravolta ainda altamente disputada no escandaloso evento.De acordo com o seu depoimento, ela inicialmente reuniu-se com um dos representantes de Gandhi, que estava preocupado com a constatação pública americana sobre um assassinato. O emissário teria pedido para ela dizer um preço para se manter o silêncio sobre o assunto. Mais tarde, quando a viúva se encontrou com o próprio Gandhi, ela disse-lhe que ele e o seu movimento tiveram a simpatia do público norte-americano e que não queria mais detalhes a emergir que pudessem levar a um tratamento prejudicial.




9)- Sua política de NÃO VIOLÊNCIA sugeriu a rendição aos Invasores (Japão e Inglaterra), e deixar a Índia entregue a Anarquia




As batalhas esquecidas de Imphal e Kohima eram em grande parte não celebradas na Índia, apesar da bravura dos índios na defesa da sua terra natal contra o ataque japonês. Isso ocorreu devido a II Guerra Mundial impulsionar a Índia a lutar por uma potência europeia e não pela sua própria sobrevivência. Gandhi fez a sua parte na solidificação desta opinião durante as décadas seguintes. A sua jogada ousada durante os anos mais negros da Segunda Guerra Mundial era lançar uma campanha massiva de desobediência civil para com os Ingleses: "Fique quieta Índia. Não importa que os japoneses já estejam na sua porta...”



Gandhi, assim como tinha feito durante a agonia da sua esposa, preferia que o destino da Índia fosse deixado para Deus. Se não pudesse ser deixado para um poder divino, então Gandhi preferia que fosse deixado à anarquia mesmo. Gandhi sentiu que a Índia poderia, eventualmente, resolver os seus próprios problemas. Os críticos ao longo dos anos tornaram-se horrorizados com este ponto de vista, porque Gandhi, talvez estivesse fora do contato com a realidade, sem conseguir ver quanta morte e destruição a anarquia traria ao país.




Gandhi sentia que os japoneses deviam ocupar a Índia como quisessem. Ele também queria que os colegas indianos vissem na não-violência  e na  não-cooperação um modo de tornar os invasores também,  indesejados. Render-se em face do inimigo não se limitou aos japoneses; Gandhi também disse que a Grã-Bretanha deveria render-se aos nazistas. Ele alegou que a não-violência deveria ser estendida ao ponto de convidar "Herr Hitler e Mussolini" para tomar posse da "bela ilha, com os seus muitos prédios bonitos."


10)- Favorável ao suicídio de Judeus em Massa



Como é que vamos traçar a linha entre o movimento da não-violência honrosa e da morte intencional e sem sentido?.



Nas suas cartas a Adolf Hitler, Gandhi suplicou-lhe para evitar ir para a guerra. Gandhi abordou o Fuhrer como "Caro amigo," usando bondade e compaixão para deixar Hitler saber o erro dos seus caminhos. Ele estava otimista, mas como alguns críticos têm apontado, isso beirava a loucura total. A forma mais extrema de não-violência que Gandhi tinha, era querer que os judeus da Europa fossem para a prática. Ele acreditava que a desobediência civil contra Hitler teria reforçado a sua causa; ele teria que "despertar o mundo."


Um biógrafo perguntou a Gandhi se os judeus deveriam ter cometido suicídio em massa. Gandhi disse: "Sim, isso teria sido heróico". Apesar do conhecimento das atrocidades cometidas durante o Holocausto, Gandhi respondeu dizendo que "os judeus deveriam ter-se oferecido voluntariamente para a faca do açougueiro; deveriam ter-se atirado ao mar a partir de penhascos." Quanto ao porquê de um ato tão horrível ser necessário, Gandhi respondeu que, “se os judeus tivessem seguido os seus conselhos, as suas mortes teriam sido mais significativas...”



11)- Desprezado Pelo Prémio Nobel da Paz



Mahatma Gandhi foi indicado cinco vezes para o Prémio Nobel da Paz em 1937, 1938, 1939, 1947 e 1948. Não lhe foi concedido nessas cinco ocasiões. Razões não faltam a respeito do porque o prémio lhe fora devidamente negado:


a)- O comité disse ter concluído que "ele era um nacionalista indiano",ou seja,  “que era um líder e político comum, a defender tão somente os interesses de sua nação e de sua ideologia pessoal.”


b)- A avaliação mais detalhada afirmou que Gandhi não era "nenhum político real ou defensor do direito internacional, não era portanto primariamente um trabalhador humanitário universalista e não era um organizador do Congresso Internacional da Paz."



CONCLUSÃO:


Como a maioria dos ídolos e personagens trabalhadas de forma mítica,Gandhi não era mais que uma farsa que se transformou num mito por morrer antes do tempo assassinado, o que favoreceu ainda mais o mito, e por cair nas graças das pessoas certas, que se ocuparam de vendê-lo como um produto muito bem remodelado .Por isso, por favor, deixem de partilhar a sua cara, a suas frases, e de reivindicar as suas ideias como as de um ser perfeito, a humanidade e a verdade que permanece e liberta agradecem.



Copyright AFP (Adaptado).

Fonte: Blog Beraká
http://berakash.blogspot.com.br/2016/07/livro-revela-escandalosa-vida-sexual-de.html