quinta-feira, 29 de julho de 2010

Por que não tem ONGs no Nordeste seco?

Adriano Couto

O Conversa Afiada recebeu uma colaboração de um leitor. O texto abaixo faz uma comparação entre o trabalho e a presença das Ongs estrangeiras na Amazônia e no Nordeste:
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Você consegue entender isso?
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Vítimas da seca
Quantos? 10 milhões
Sujeitos à fome? Sim
Passam sede? Sim
Subnutrição? Sim
ONGs estrangeiras ajudando: Nenhuma
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Índios da Amazônia
Quantos? 230 mil
Sujeitos à fome? Não
Passam sede? Não
Subnutrição? Não
ONGs estrangeiras ajudando: 350
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Provável explicação: A Amazônia tem ouro, nióbio, petróleo, as maiores jazidas de manganês e ferro do mundo, diamante, esmeraldas, rubis, cobre, zinco, prata, a maior biodiversidade do planeta (o que pode gerar grandes lucros aos laboratórios estrangeiros) e outras inúmeras riquezas que somam 14 trilhões de dólares.
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O nordeste não tem tanta riqueza, por isso lá não há ONGs estrangeiras ajudando os famintos.
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Tente entender: Há mais ONGs estrangeiras indigenistas e ambientalistas na Amazônia brasileira do que em todo o continente africano, que sofre com a fome, a sede, as guerras civis, as epidemias de AIDS e Ebola, os massacres e as minas terrestres. Agora, uma pergunta: Você não acha isso, no mínimo, muito suspeito? É uma reflexão interessante.

domingo, 18 de julho de 2010

Ex-goleiro Bruno repete o que grande parte dos presos dizem: “Sou evangélico”

Adriano Couto

Todo sujeito que vai para atrás das grades, talvez por pensar que as autoridades
policiais e judiciárias sejam ingênuas, logo inventa que é evangélico e pede uma Bíblia. Isto ocorre diariamente em várias delegacias, Brasil afora. É o caso recente do ex-goleiro Bruno do Flamengo e sua esposa, suspeitos de ser estarem envolvidos no assassinato de Elisa Samudio, ex amante do goleiro e com quem teria tido um filho. Bruno foi questionado por uma policial sobre sua religião. “Sou evangélico”, respondeu.

Sabe-se que muitos presos realmente são desviados e acabaram-se envolvendo em crimes, o que os levou à cadeia. Ainda bem que o Código Penal e de Processo Penal em nada atenua a condição do acusado ou suspeito, sendo este evangélico.

Ter passado algum dia por uma igreja evangélica, não implica dizer que já foi evangélico. Há dois tipos de desviados: os que tinham um compromisso sério com Cristo e com sua obra, mas esfriaram na fé, são os desviados, e os que iam à igreja, mas nunca tiveram compromisso com Cristo e sequer com sua igreja. Passeavam na igreja. Eram esquentadores de bancos.

Segundo o pastor da igreja que Bruno frequentava, quando adolescente, o ex-goleiro fugiu várias vezes, quando era chamado para batizar-se. Certamente para não assumir um compromisso sério com a igreja e com Cristo.

Como cristão sinto-me profundamente indignado e constrangido ao mesmo tempo, pois agora virou moda, tudo quanto é pilantra quando vai pro xilindró, se diz evangélico, crente ou qualquer coisa do tipo. Não vou ser hipócrita dizendo que não creio que as pessoas podem mudar, se arrepender e etc, senão estaria contradizendo a minha profissão de fé cristã, mas a maioria dos casos é só fachada.

Tem pessoas que extrapolam na vida, chegando ao fundo do poço literalmente falando, metida em toda sorte de vícios, encrencas da pior espécie, daí quando se vêem sem saída, vão correndo pra igreja mais próxima e posar “crente”, se “esconder” atrás de uma bíblia, muitas vezes escondendo a “graxa debaixo dos cascos” dando contra-testemunho, logo os críticos acabam rotulando os cristãos com os adjetivos mais absurdos e botando tudo no mesmo saco, prejudicando muitas vezes o trabalho sério de muitas instituições cristãs, colocando as mesmas em descrédito, por causa de pilantras que se aproveitam da boa fé das pessoas para tirar vantagens.

Fora com esses lobos em pele de cordeiro! Chega de pilantras usando o nome de Deus! Vamos desmascarar estes hipócritas! Chega de alienação! Chega de fanatismo!

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Dia dos Namorados

Adriano Couto

O dia dos namorados é uma das datas comemorativas mais lucrativas para o comércio, perdendo somente para o Natal e o Dia das Mães, o capitalismo opressor se utiliza do romantismo das pessoas, de seus sentimentos, colocando na cabeça dos casais que para demonstrar uma prova de amor, é necessário dar um presente bom e caro, pura ilusão e alienação, pois não leva em conta a pessoa em si, mas o consumo de bens e produtos, enriquecendo o sistema e atolando em dívidas os apaixonados.
O dia dos namorados em minha concepção deve ser celebrado todos os dias, quando os namorados vivenciam situações do cotidiano, adversidades, formando uma verdadeira parceria, demonstrando seus sentimentos um ao outro e não somente em uma data que o sistema impõe e prega que quem não dá presentes não ama a pessoa que está a seu lado. Em nosso país, a data é comemorada no dia 12 de Junho por ser véspera do 13 de Junho, Dia de Santo António, santo português com tradição de casamenteiro, provavelmente devido suas pregações a respeito da importância da união familiar que era combatida pela heresia da época chamada Catarismo. O casamento - em queda na Idade Média - gerava filhos que a seita catara condenava pois para esta o mundo era intrinsecamente mau pois, ao invés de ter sido criado por um Deus bom, teria sido criado por um Deus mau.
A data provavelmente surgiu no comércio paulista quando o publicitário João Dória trouxe a ideia do exterior e a apresentou aos comerciantes e depois foi assumida por todo o comércio brasileiro para reproduzir o mesmo efeito do Dia de São Valentin, equivalente nos paises do hemisfério norte, comemorado no dia 14 de fevereiro para incentivar a troca de presentes entre os apaixonados.

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Dia do índio

Adriano Couto


Nossa sociedade costuma “homenagear” com datas comemorativas pessoas “ilustres” ou alguns grupos de pessoas em específico. Quero tratar aqui sobre o dia do índio, este comemorado no dia 19/04, que assim como o dia do trabalho, da mulher, da abolição da escravatura e entre outras datas, que é uma estratégia do dominador de mascarar, amenizar, disfarçar as atrocidades cometidas contra essas pessoas.
Os índios sendo nativos, povo numeroso, com cultura, costumes, religião, idiomas, sociedade organizada, foram dizimados pelo branco europeu, tendo sua civilização destruída, subjugados pela “cultura” européia. Escravizados, mortos, roubados, um verdadeiro extermínio, uma “limpeza étnica”, movida pela ganância, cobiça e até mesmo “em nome de Deus”, com a bênção dos papas, com o envio de missionários jesuítas principalmente para “catequizar” os índios e ensinar a religião cristã em contraponto à “religião diabólica” dos nativos, quando na verdade os mesmos tinham a função de literalmente “amansar” os nativos para facilitar a conquista dos dominadores, sendo que os europeus teriam escravos alfabetizados, cristãos e conhecedores de técnicas agrícolas.
Nos dias de hoje, os poucos índios que ainda restam, continuam sendo desrespeitados, discriminados, quando os mesmos por direito, são os donos da terra e deveriam gozar até mesmo de privilégios e principalmente conservando a sua cultura e não vivendo confinados em reservas e tendo que assimilar a cultura do homem branco praticamente a força, tornando-os consumistas, urbanizados e como no passado, suscetíveis as mais variadas doenças.
As suas reservas mesmo estabelecidas por lei, não são respeitadas, pois os grandes latifundiários invadem, os magnatas do capitalismo vão implantando indústrias, acuando os nativos até retirá-los de sua terra, como na polêmica Usina Hidrelétrica de Belo Monte que será construída em meio a protestos de ONGs e dos próprios índios.
Mas infelizmente em nossa sociedade capitalista opressora, os pobres e oprimidos não tem voz e nem vez, os índios apenas lutam pelo o que é seu por direito e clamam por justiça!

terça-feira, 13 de julho de 2010

A supralunaridade da humanidade

Adriano Couto

Na Escola de Annales ocorre à reconstrução do tempo histórico, é um novo modo de se contar a história, libertando o homem de dogmatismos, talvez de conceitos ultrapassados, expondo suas contradições, tornando o seu conhecimento em atemporal, supralunar, ou seja, não estando preso a linha do tempo, sujeito a alienação, como ensinavam os filósofos da Grécia Antiga, pois os mesmos estavam preocupados com o eterno, com algo que não deixa de existir, tanto que antes de Heródoto “criar” a história escrita, ela era atemporal e supralunar, chamada anti-história, onde se usavam os mitos para explicar os assuntos mais importantes para o homem, como por exemplo, a criação do mundo, os deuses e etc.
A Escola de Annales nos mostra exatamente supralunaridade da história, ou seja, ela é cíclica, os fatos se repetem, diferenciando-se da Escola Tradicional Positivista que não aceita questionamentos, aliena o homem, impõe seu amontoado de fatos, criando seus “heróis”, numa seqüência de datas, numa cronologia desconexa, onde só o ganhador que conta a história, cujas fontes são apresentadas pelo mesmo, ao passo que os historiadores de Annales, buscam no cotidiano do homem, na sua vivência, seus relatos, vestígios, tais como certidões de óbito e entre outros documentos do dia a dia, para contar a Nova História, apoiando-se nas ciências sociais diferindo assim do dominador Positivista, tornado o homem seu objeto de estudo, ensinando que podemos nos libertar do sublunar, ou seja, do fluído modificado, daquilo que deixa de existir, nos colocando no caminho do eterno, atemporal, assim como os filósofos gregos, podemos ser também atemporais, supralunares, mostrando que a história se repete colocando que a mesma contém o segredo do homem, como disse Marx.
A Escola de Annales mostra que a história está em constante mudança, desmistificando o Europecentrismo Positivista que é imutável, inquestionável, fabrica seus “heróis”, figurando a história de indivíduos isolados. Annales é sujeita a crítica, proporciona o crescimento do homem, desenvolvendo sua atemporalidade, tirando-o da “caverna” conforme o mito de Platão, libertando-o da sublunaridade, esta que sempre leva ao fanatismo, xenofobia, racismo e toda espécie de opressão.

Visão hierofânica do mundo

Adriano Couto

Para o homem medieval, o referencial de todas as coisas era o sagrado, tudo era relacionado ao sobrenatural, temia-se tudo, ávida era árdua, difícil, devido a brevidade da vida, pestes, calamidades, guerras constantes, o homem convivia com o medo da morte. Portanto com a influência exclusiva da igreja, ele torna-se “místico”, “espiritualizado”, tudo tem ligação ao transcendental, mas acima de tudo o homem medieval não passa de um supersticioso, agarrando-se a mitos, crendices. A sociedade medieval estava habituada a viver sob o signo do sobrenatural. A hierofania manifestava-se também em setores diferentes do campo religioso, tais como a política e a economia.
A comunicação entre os mundos humano e divino, estavam sempre aberta, os anjos e demônios eram onipresentes a quem procurava atrair ou exorcizar. As narrações da época falam de batalhas entre Deus e os demônios, inclusive evocando-se as mediações destes em suas batalhas temporais.
A magia era largamente praticada, pois era entendida como uma hierofania e se manifestava de três formas: o milagre, o maravilhoso e a feitiçaria.
A feitiçaria era considerada uma hierofania maligna, juntamente com a bruxaria, cuja diferença é a que a primeira é técnica dominada conscientemente por alguém e a segunda provém de poderes inconscientes, inerentes ao indivíduo. Não posso deixar de citar a teofania que é a manifestação do próprio Deus, cuja manifestação citei anteriormente que quando evocado, o mesmo participava das batalhas e definia seus resultados.
Polêmica era a questão do ordálio, este se baseava na idéia de que Deus se manifestaria quando lhe fosse pedido um julgamento, em 1215 a igreja aboliu a prática do mesmo como prova jurídica.
Tudo se dava em torno do sobrenatural, a igreja oferecia seus sacramentos para livrar os fiéis dos males, as relíquias dos santos para os protegerem das investidas dos demônios e a mesma apresentava-se como protetora espiritual das pessoas, somente através dela e seus “favores”, bênçãos e etc, o homem poderia proteger-se do mal e salvar a sua alma.
A Inquisição era o instrumento de repressão e “justiça” da igreja, aplicando condenações contra os hereges, cujos ensinamentos estavam desacordo com a mesma.
A sociedade medieval era teocêntrica, Deus era o centro de tudo, por isso esse hierofanismo, que tudo girava em torno do sagrado, que o mundo era uma constante batalha entre o bem e o mal, o que não era de Deus, era do Diabo, tornando o homem inseguro, medroso, supersticioso, alienado, fanático e a igreja colaborava para que a sociedade se tornasse assim, devido as suas pressões, devido as suas pressões, ensinamentos e monopólio do ensino, da cultura, suprimindo o homem da sua liberdade de pensamento, pois tudo aquilo que não era de acordo com sua doutrina, era considerado pecado, tornando a Idade Média conhecida como Idade das Trevas.

Tendências modernas

Adriano Couto


Uma nova sociedade foi gerada nos últimos anos. O conhecimento e a comunicação ditam as novas regras. Produzir passa a ser tarefa dos que não acompanha este processo, enquanto que criar e projetar gera a nova fonte de poder.
No âmbito comercial, o mercado sul-americano está sendo pressionado a integrar a ALCA, submetendo os governos às regras de mercado que beneficiam a hegemonia norte americana. O capitalismo selvagem e predatório destrói o meio ambiente e, por causa da ganância pelo ter e o poder, também deforma o caráter humano.
O ser humano, hipnotizado pelo desejo consumista, está contribuindo para formar uma sociedade cada vez egocêntrica e imediatista. Como conseqüência, temos a violência desenfreada, a corrupção em vários setores sociais, o descaso com os miseráveis e até o desvirtuamento de culturas inteiras.
O sucateamento dos sistemas produtivos dos países em desenvolvimento ano após ano enfrenta um mercado cada vez mais competitivo. O frágil governo destes países obriga suas nações a entrarem nessa disputa carentes de saúde, educação, moradia, lazer, emprego e direito a uma vida digna.
Pessoas vivem angustiadas porque mal conseguem manter seus padrões de vida. Emprego para gari e coveiro são capazes de atrair milhares de pessoas para as grandes metrópoles, forçando-as a viverem nas favelas.
O terrorismo, arma dos desfavorecidos do regime capitalista, toma o cenário mundial em atentados contra as grandes potências ditatoriais refletindo a ira contra as estruturas concentradoras de renda, que depõe governos, destroem economias e ditam as normas na competição internacional pelo poder.
A crise financeira e das próprias “religiões tradicionais” arrasta multidões de pessoas para os templos modernos. No entanto, muitas destas “igrejas” servem de fachada para formação de mega negócios às custas da humilde fé do povo sofrido. Dessa forma, dar esperança aos desfavorecidos torna-se um negócio lucrativo.

segunda-feira, 12 de julho de 2010

A influência da música

Adriano Couto

É fácil constatar que nos últimos anos, e de forma cada vez mais intensa, os adolescentes vêm lançando mão dos recursos culturais como forma de socialização entre os grupos de iguais ou mesmo junto aos mais velhos: os jovens. Este fenômeno é visível nas escolas, nas ruas, nos clubes e até nas igrejas. Nestes lugares eles se reúnem em torno de diferentes expressões culturais e se tornam visíveis através do corpo, das roupas, das expressões verbais e de comportamentos próprios das diferentes formas de expressão. Neste contexto, a música é a que mais os envolvem e os mobilizam.
Todos sabemos que a música exerce extraordinária influência sobre as pessoas. Esta arte é usada até com fins terapêuticos, de relaxamento ou de estímulo para o trabalho, o crescimento das plantas e o aumento de produção dos animais.
Quem não ouviu falar da histeria causada pela Beatlemania na década de 60? Suas músicas mudaram comportamentos na época e ainda hoje criam estilos entre os jovens e adolescentes. Mas não foram só os Beatles, o rock também distanciou adolescentes e jovens do modelo exigido pela sociedade daquele tempo. Em alguns tempos, criou anarquistas ao invés de pessoas responsáveis.
Na década de 80 começaram a surgir algumas bandas que em suas letras musicais, traziam humor e malícia. A partir de então, este gênero só aumentou, resultando no que hoje poderíamos chamar de “besteirol da música brasileira”. Sem a pretensão de moralizar, o sucesso de músicas como “boquinha da garrafa” e “éguinha pocotó” revelam o desprezo da nossa juventude pela cultura brasileira e o desrespeito à pessoa humana.
Embora o funk seja uma expressão cultural, não podemos negar que, na maioria dos casos, este estilo musical exalta contra-valores. Há algum tempo, alguns telejornais apresentaram casas de baile funk que promoviam o abuso de menores, relações sexuais em meio às danças, sem contar os nomes atribuídos às nossas belas mulheres brasileiras que na boca de Tom Jobim eram “... cheia de graça...” e no funk, são “cachorras”.
Fazendo uma comparação entre a música clássica e o heave metal, facilmente notamos que há um abismo entre estes dois estilos. A este ponto é de questionar. Será que músicas que levam o ouvinte à perda da consciência, com gritos histéricos, um instrumental ensurdecedor e danças frenéticas, trazem algum benefício ao adolescente em formação? Não será uma manifestação da falta de alguma coisa? Um vazio que se tenta preencher com o barulho e a libertinagem sexual de tantas músicas modernas? Estes são questionamentos que deviam ecoar forte nas reflexões e nas opções de um adolescente.

O trabalho infantil em nosso país

Adriano Couto


Hoje em nosso país segundo estatísticas, existem milhares de crianças e adolescentes que trabalham, tanto em serviços simples, como em serviços pesados também.
Nas regiões mais pobres do nosso país, principalmente no semi-árido nordestino, crianças desde cedo, trocam seus carrinhos e bonecas, por foices e enxadas para ajudarem no sustento da família, geralmente numerosa e sem as mínimas condições necessárias para seu bem-estar e sobrevivência. Nos canaviais, é um exemplo típico desta realidade, crianças trabalham como “bóias frias” ou até mesmo em carvoeiras, olarias e entre outras atividades, arriscando muitas vezes sua integridade física e até mesmo a vida.
Acredito que nossos jovens devem ser incentivados e apoiados pára estudar e ingressar no mercado de trabalho, mas também não podemos condenar essas famílias miseráveis que colocam seus filhos para ajudar no sustento da casa. O que devemos condenar é a exploração do trabalho infantil, pois em muitos casos, os pais não querem trabalhar e obrigam os seus filhos a ser pedinte nas ruas, até mesmo assaltar, para sustentar algum vício que os progenitores possam ter.
O nosso governo em parceira com a sociedade deveria analisar mais de perto tal situação e realizar políticas públicas para amenizar esta triste realidade. Mas fica pairando a pergunta no ar: Quem é o culpado? Os políticos ou a sociedade? Analise as estatísticas, reflita e você terá o resultado.