Adriano Couto
No dia 15 de Novembro de 1889 caía a Monarquia e nascia a República em nosso país. Mudou a forma de governo sem revolucionar a sociedade. Foi elaborada uma nova Constituição, trocada a bandeira e a Igreja separada do Estado (graças a Deus!), porém mantendo o povo na pobreza e a elite vivendo da exploração, o que hoje não muda muito.
A República era uma monarquia disfarçada, pois não houve transformações sociais com a mudança de governo, nosso país anoiteceu monarquia e amanheceu república devido ao caráter não revolucionário da dita proclamação.
A Proclamação da República tão celebrada foi um fenômeno militar e não civil, como é de praxe da história positivista, criou-se um mito fundador com o falseamento dos fatos e heróis para criar uma nova versão para ela, como já dizia o reformador João Calvino “a cabeça do homem é uma fábrica de ídolos”.
Os republicanos confabularam um plano simplista para ganhar o apoio de alguns militares, objetivando a deposição de alguns ministros de D. Pedro II, que também não ofereceu a mínima resistência e partiu para a Europa. Sabemos que durante a “epopéia” da “Cavalgada da República” Deodoro da Fonseca estava de repouso em seu leito, tendo saído de casa pela manhã, visitando quartéis e conversando com alguns militares e depois retornou para casa, botou o pijama e foi dormir! Imaginem a cena! Chega a ser cômico...
Marechal Deodoro ao ficar sabendo que um político fora convidado pelo Imperador para formar um novo governo, decide assinar o manifesto proclamando a República que para ele deveria ser militar, para Quintino Bocaiúva, liberal e para Benjamim Constant, sociocrática.
Inspirados nos ideais franceses, fazendo coincidir o movimento do 15 de novembro de 1889 com o centenário da Revolução Francesa de 1789, repleto de disposições positivistas, foi criado um panteão cívico e a heroificação dos envolvidos no movimento.
Já que não existia uma identidade republicana, foi criada a figura de um herói personalizada! (veja só a fábrica de ídolos em ação) quem é ele? Tiradentes!!! Isso mesmo! Um herói em heroísmo, o herói republicano por excelência é contraditório, veja só, ele é o Cristo e o herói cívico, é o mártir e libertador, é o símbolo da pátria e o subversivo, em nossos livros didáticos, o nosso alferes aparece de barba, túnica, longos cabelos e com semblante contristado, isso te lembra alguém? Não seria mera coincidência? Pois é, propositalmente assemelhado a Jesus Cristo, numa espécie de Redentor da República, dando a sua vida para semear os ideais republicanos.
Se você caro leitor observar atentamente na pintura do quadro da Proclamação da República, mostra o Marechal Deodoro em seu cavalo (não é o cavalo branco de Napoleão!) com o boné erguido e com a espada levantada! Isso te lembra alguém? Dom Pedro I no quadro da Proclamação da Independência, não é mera coincidência? Mas me diga uma coisa, cadê o povo nestes quadros? Cadê os cidadãos? Não é data em que honramos os feitos heróicos da nação?
Nosso Marechal em questão tentou dar um golpe na mesma República que ele mesmo “proclamou”, censurou a imprensa, fechou o congresso e por fim renunciou.
Acho que chega por hoje não é mesmo? É muita hipocrisia, muita mentira num acontecimento só! Vamos construir uma nova história, nós que dizemos amar nosso país temos por obrigação rever os fatos e desmascarar estas farsas que até hoje foi nos imposta pelo sistema dominador positivista, abaixo a alienação e vamos nos tornar agentes transformadores de uma nova sociedade mais justa e fraterna para todos!
terça-feira, 31 de agosto de 2010
segunda-feira, 30 de agosto de 2010
Quem está disposto a repartir o pão?
Adriano Couto
É freqüente alguém tocar a campainha de nossa casa para pedir algum auxílio, uma peça de roupa, um litro de leite e, Às vezes aquele inevitável “pão velho”. Confesso que me sinto muito mal nesses momentos. Primeiro, porque me parece humilhante alguém ter de pedir comida para sobreviver e isto num país como o Brasil. Segundo, porque me parece algo próximo à perda da dignidade se contentar com “pão velho”. As pessoas têm o direito, antes de qualquer julgamento, de comer o pão novo de cada dia, como pedimos na oração de Jesus. E não há nenhuma lei humana, a meu ver, que possa contestar este direito humano básico fundamental para a sua sobrevivência.
O próprio Jesus entrou em conflito com os fariseus e escribas ao concordar que seus discípulos, com fome ao passar pelos campos colhessem espigas para se alimentar (Marcos 2, 23-28; Mateus 12,1-8).
Na oração do Pai Nosso, quando pedimos pelo pão de cada dia,significa que somos desafiados a lutar pelo pão nosso, o que inclui o pão de nossos vizinhos, amigos e mesmo vizinhos, a deixar o nosso comodismo e lutar por uma sociedade mais justa e fraterna em vez de ficarmos indiferentes ao sofrimento do próximo e neste ano temos a oportunidade para esta transformação, pois é ano eleitoral, os palanques estarão repletos de demagogia barata cada qual apresentado à solução mágica para os problemas sociais. Apesar de nos últimos anos nosso país ter avançado muito no aspecto social, a renda ainda é muito mal distribuída, quase toda a riqueza fica concentrada nas mãos dos poderosos, enquanto a maioria da população tem que sobreviver com migalhas. Compete a nós sermos agentes transformadores neste processo, exercendo a cidadania, votando naqueles candidatos que realmente estão comprometidos a lutar pelos menos favorecidos e não pelos interesses da burguesia. Numa canção pouco conhecida do Pr. Sílvio Meincke diz assim: “Ao rezar o Pai Nosso, amigo, oração que Cristo ensinou, você lembra o irmão sem abrigo, que na terra não achou. Do caboclo, posseiro, migrante que sem terra na vida ficou, enxotado, expulso, errante, toda a vida com terra sonhou. Se a terra pertence a Deus, como ele mesmo ensinou, reparti-la com todos os seus, do princípio ao fim desejou.”
Pense nisto! Reflita! De que maneira tu podes ser um agente transformador em tua comunidade?
É freqüente alguém tocar a campainha de nossa casa para pedir algum auxílio, uma peça de roupa, um litro de leite e, Às vezes aquele inevitável “pão velho”. Confesso que me sinto muito mal nesses momentos. Primeiro, porque me parece humilhante alguém ter de pedir comida para sobreviver e isto num país como o Brasil. Segundo, porque me parece algo próximo à perda da dignidade se contentar com “pão velho”. As pessoas têm o direito, antes de qualquer julgamento, de comer o pão novo de cada dia, como pedimos na oração de Jesus. E não há nenhuma lei humana, a meu ver, que possa contestar este direito humano básico fundamental para a sua sobrevivência.
O próprio Jesus entrou em conflito com os fariseus e escribas ao concordar que seus discípulos, com fome ao passar pelos campos colhessem espigas para se alimentar (Marcos 2, 23-28; Mateus 12,1-8).
Na oração do Pai Nosso, quando pedimos pelo pão de cada dia,significa que somos desafiados a lutar pelo pão nosso, o que inclui o pão de nossos vizinhos, amigos e mesmo vizinhos, a deixar o nosso comodismo e lutar por uma sociedade mais justa e fraterna em vez de ficarmos indiferentes ao sofrimento do próximo e neste ano temos a oportunidade para esta transformação, pois é ano eleitoral, os palanques estarão repletos de demagogia barata cada qual apresentado à solução mágica para os problemas sociais. Apesar de nos últimos anos nosso país ter avançado muito no aspecto social, a renda ainda é muito mal distribuída, quase toda a riqueza fica concentrada nas mãos dos poderosos, enquanto a maioria da população tem que sobreviver com migalhas. Compete a nós sermos agentes transformadores neste processo, exercendo a cidadania, votando naqueles candidatos que realmente estão comprometidos a lutar pelos menos favorecidos e não pelos interesses da burguesia. Numa canção pouco conhecida do Pr. Sílvio Meincke diz assim: “Ao rezar o Pai Nosso, amigo, oração que Cristo ensinou, você lembra o irmão sem abrigo, que na terra não achou. Do caboclo, posseiro, migrante que sem terra na vida ficou, enxotado, expulso, errante, toda a vida com terra sonhou. Se a terra pertence a Deus, como ele mesmo ensinou, reparti-la com todos os seus, do princípio ao fim desejou.”
Pense nisto! Reflita! De que maneira tu podes ser um agente transformador em tua comunidade?
Apedrejamento no Irã- Onde as trevas e a ignorância imperam
25 pessoas aguardam execução por apedrejamento no Irã, estima ONG
SÃO PAULO - Além de Sakineh Mohammadi Ashtiani, de 43 anos, condenada à morte acusada de adultério e por supostamente conspirar para o homicídio do marido, outras 25 pessoas, entre homens e mulheres, aguardam pena de morte por apedrejamento no Irã, segundo o Comitê Internacional Contra Apedrejamento, ONG que monitora execuções deste tipo na República Islâmica.
Segundo a ativista iraniana Mina Ahadi, coordenadora do comitê, podem haver 50 pessoas esperando serem apedrejadas no país. Segundo outra ONG, a Campanha Global pelo Fim da Morte de Mulheres por Apedrejamento (SKSW Campaign, na sigla em inglês), desde 2006, sete pessoas morreram deste modo no país.
O sistema judiciário iraniano considera ilegal que cidadãos monitorem suas ações. Por isso, organizações de direitos humanos têm dificuldade em saber quantas pessoas estão atualmente esperando a sentença de apedrejamento, e quantas morreram desse modo nos últimos anos.
Além disso, para não despertar protestos, o Judiciário executa os condenados em segredo, em locais remotos ou mesmo nas prisões. Em alguns casos, os corpos nem mesmo são retornados às famílias.
Este tipo de sentença não é compatível com a cultura do Irã, cuja população condena essas execuções, dizem as ONGs. Segundo Ahadi, no passado os apedrejamentos eram públicos, mas nos últimos anos essa prática se tornou velada. A ativista conta que haviam casos em que as pessoas presentes na execução pegavam pedras do chão e as jogavam contra as autoridades do governo e autoridades religiosas presentes.
O próprio termo "apedrejamento" é proibido na imprensa iraniana, para evitar protestos. O caso de Sakineh só veio à tona no país depois que ganhou repercussão na comunidade internacional. Seu advogado, Mohammad Mostafaei, escreveu um artigo em seu blog clamando pela vida da cliente. Dias depois, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva ofereceu o Brasil como 'asilo humanitário' para a iraniana, o que foi descartado pelo governo.
Onde é aplicada
O apedrejamento está previsto na lei islâmica, a Sharia, para punir tanto mulheres como homens adúlteros e homossexuais. Alguns países muçulmanos, como o Irã, o Sudão e a Nigéria instituíram esta visão radical do Islã em seu sistema judicial. A prática resiste também no Afeganistão e no Paquistão, que já aboliram esta pena.
Nesses países, a pena é raramente aplicada pelo Estado, o que não significa que pessoas não sejam apedrejadas até a morte. Encorajadas pela Sharia, comunidades aplicam o apedrejamento como uma forma de fazer justiça com as próprias mãos, e mulheres que, ao contrário de Sakineh, não tiveram sequer um julgamento, morrem em silêncio, muitas vezes pelas mãos dos homens da própria família.
A pena de morte por apedrejamento voltou a ser imposta no Irã após a Revolução Iraniana de 1979, quando o país passou a ter um regime teocrático islâmico. Desde então, 109 pessoas morreram apedrejadas, segundo o Comitê Internacional Contra Apedrejamento. Mesmo que o judiciário iraniano regularmente suspenda as execuções por apedrejamento, frequentemente os condenados são executados de outras maneiras, como na forca.
Dificuldades legais
As mulheres são mais propensas a ser acusadas de adultério no Irã porque elas não podem requerer o divórcio, ao contrário de seus maridos, que podem o fazer quando estiverem insatisfeitos. Além do homem ter o direito de se casar com cinco mulheres, ele também pode manter relações sexuais com uma mulher solteira por meio do "casamento temporário".
Essa opção legal não existe para as mulheres, que só podem ter relações dentro do casamento, mesmo após a morte de seu marido. Assim, se uma mulher se relacionar com outro homem, e ainda não for casada com ele, mesmo sendo viúva, como Sakineh, estará cometendo o crime de adultério.
As mulheres também são desfavorecidas na própria aplicação da pena. Em alguns casos, se o condenado a apedrejamento conseguir escapar durante a execução da sentença, pode ser libertado. No entanto, o artigo 102 do Código Penal Islâmico iraniano determina que os homens que serão apedrejados devem ser enterrados até a cintura, ao passo que as mulheres devem ser cobertas até a altura do peito, o que dificulta a sua fuga.
Segundo o artigo 106 do código, as pedras não podem ser grandes o suficiente para matarem a pessoa em um ou dois golpes, nem muito pequenas.
Enfrentar a Justiça é outro desafio para as mulheres iranianas. Em Estados onde o apedrejamento é previsto na lei, o adultério precisa ser provado na corte por quatro testemunhas oculares apenas homens ou três homens e duas mulheres. O crime também pode ser provado por meio de quatro confissões separadas do acusado perante o juiz.
O artigo 105 da lei iraniana, no entanto, prevê que uma pessoa pode ser condenada por adultério com base na "intuição" ou "conhecimento" do magistrado responsável pelo caso, o que dá brecha para julgamentos arbitrários. Sakineh foi condenada por adultério com base no "conhecimento" de três juízes.
O que diz o Corão
Apesar de não haver menção ao apedrejamento no Alcorão - que estipula a pena de cem chibatadas ou de prisão perpétua para adúlteros - defensores deste tipo de condenação afirmam que ela está no Hadith, uma compilação sagrada de leis, lendas e histórias sobre Maomé e, por isso, faz parte da Sharia, a lei muçulmana.
No entanto, não há consenso na comunidade islâmica sobre a validade da prática do apedrejamento. Em 2002, o então chefe do Judiciário iraniano, o aiatolá Mahmoud Hashemi-Shahroudi, ordenou a suspensão das execuções por apedrejamento. Contudo, juízes locais ainda podem ordenar apedrejamentos, enquanto as leis não forem integradas.
Arícia Martins - estadão.com.br
Fonte: Blog Escritura em Foco
SÃO PAULO - Além de Sakineh Mohammadi Ashtiani, de 43 anos, condenada à morte acusada de adultério e por supostamente conspirar para o homicídio do marido, outras 25 pessoas, entre homens e mulheres, aguardam pena de morte por apedrejamento no Irã, segundo o Comitê Internacional Contra Apedrejamento, ONG que monitora execuções deste tipo na República Islâmica.
Segundo a ativista iraniana Mina Ahadi, coordenadora do comitê, podem haver 50 pessoas esperando serem apedrejadas no país. Segundo outra ONG, a Campanha Global pelo Fim da Morte de Mulheres por Apedrejamento (SKSW Campaign, na sigla em inglês), desde 2006, sete pessoas morreram deste modo no país.
O sistema judiciário iraniano considera ilegal que cidadãos monitorem suas ações. Por isso, organizações de direitos humanos têm dificuldade em saber quantas pessoas estão atualmente esperando a sentença de apedrejamento, e quantas morreram desse modo nos últimos anos.
Além disso, para não despertar protestos, o Judiciário executa os condenados em segredo, em locais remotos ou mesmo nas prisões. Em alguns casos, os corpos nem mesmo são retornados às famílias.
Este tipo de sentença não é compatível com a cultura do Irã, cuja população condena essas execuções, dizem as ONGs. Segundo Ahadi, no passado os apedrejamentos eram públicos, mas nos últimos anos essa prática se tornou velada. A ativista conta que haviam casos em que as pessoas presentes na execução pegavam pedras do chão e as jogavam contra as autoridades do governo e autoridades religiosas presentes.
O próprio termo "apedrejamento" é proibido na imprensa iraniana, para evitar protestos. O caso de Sakineh só veio à tona no país depois que ganhou repercussão na comunidade internacional. Seu advogado, Mohammad Mostafaei, escreveu um artigo em seu blog clamando pela vida da cliente. Dias depois, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva ofereceu o Brasil como 'asilo humanitário' para a iraniana, o que foi descartado pelo governo.
Onde é aplicada
O apedrejamento está previsto na lei islâmica, a Sharia, para punir tanto mulheres como homens adúlteros e homossexuais. Alguns países muçulmanos, como o Irã, o Sudão e a Nigéria instituíram esta visão radical do Islã em seu sistema judicial. A prática resiste também no Afeganistão e no Paquistão, que já aboliram esta pena.
Nesses países, a pena é raramente aplicada pelo Estado, o que não significa que pessoas não sejam apedrejadas até a morte. Encorajadas pela Sharia, comunidades aplicam o apedrejamento como uma forma de fazer justiça com as próprias mãos, e mulheres que, ao contrário de Sakineh, não tiveram sequer um julgamento, morrem em silêncio, muitas vezes pelas mãos dos homens da própria família.
A pena de morte por apedrejamento voltou a ser imposta no Irã após a Revolução Iraniana de 1979, quando o país passou a ter um regime teocrático islâmico. Desde então, 109 pessoas morreram apedrejadas, segundo o Comitê Internacional Contra Apedrejamento. Mesmo que o judiciário iraniano regularmente suspenda as execuções por apedrejamento, frequentemente os condenados são executados de outras maneiras, como na forca.
Dificuldades legais
As mulheres são mais propensas a ser acusadas de adultério no Irã porque elas não podem requerer o divórcio, ao contrário de seus maridos, que podem o fazer quando estiverem insatisfeitos. Além do homem ter o direito de se casar com cinco mulheres, ele também pode manter relações sexuais com uma mulher solteira por meio do "casamento temporário".
Essa opção legal não existe para as mulheres, que só podem ter relações dentro do casamento, mesmo após a morte de seu marido. Assim, se uma mulher se relacionar com outro homem, e ainda não for casada com ele, mesmo sendo viúva, como Sakineh, estará cometendo o crime de adultério.
As mulheres também são desfavorecidas na própria aplicação da pena. Em alguns casos, se o condenado a apedrejamento conseguir escapar durante a execução da sentença, pode ser libertado. No entanto, o artigo 102 do Código Penal Islâmico iraniano determina que os homens que serão apedrejados devem ser enterrados até a cintura, ao passo que as mulheres devem ser cobertas até a altura do peito, o que dificulta a sua fuga.
Segundo o artigo 106 do código, as pedras não podem ser grandes o suficiente para matarem a pessoa em um ou dois golpes, nem muito pequenas.
Enfrentar a Justiça é outro desafio para as mulheres iranianas. Em Estados onde o apedrejamento é previsto na lei, o adultério precisa ser provado na corte por quatro testemunhas oculares apenas homens ou três homens e duas mulheres. O crime também pode ser provado por meio de quatro confissões separadas do acusado perante o juiz.
O artigo 105 da lei iraniana, no entanto, prevê que uma pessoa pode ser condenada por adultério com base na "intuição" ou "conhecimento" do magistrado responsável pelo caso, o que dá brecha para julgamentos arbitrários. Sakineh foi condenada por adultério com base no "conhecimento" de três juízes.
O que diz o Corão
Apesar de não haver menção ao apedrejamento no Alcorão - que estipula a pena de cem chibatadas ou de prisão perpétua para adúlteros - defensores deste tipo de condenação afirmam que ela está no Hadith, uma compilação sagrada de leis, lendas e histórias sobre Maomé e, por isso, faz parte da Sharia, a lei muçulmana.
No entanto, não há consenso na comunidade islâmica sobre a validade da prática do apedrejamento. Em 2002, o então chefe do Judiciário iraniano, o aiatolá Mahmoud Hashemi-Shahroudi, ordenou a suspensão das execuções por apedrejamento. Contudo, juízes locais ainda podem ordenar apedrejamentos, enquanto as leis não forem integradas.
Arícia Martins - estadão.com.br
Fonte: Blog Escritura em Foco
sábado, 28 de agosto de 2010
Discurso histórico do ex-deputado Márcio Moreira Alves
"Senhor presidente, senhores deputados,
Todos reconhecem ou dizem reconhecer que a maioria das forças armadas não compactua com a cúpula militarista que perpetra violências e mantém este país sob regime de opressão. Creio ter chegado, após os acontecimentos de Brasília, o grande momento da união pela democracia. Este é também o momento do boicote. As mães brasileiras já se manifestaram. Todas as classes sociais clamam por este repúdio à polícia. No entanto, isto não basta.
É preciso que se estabeleça, sobretudo por parte das mulheres, como já começou a se estabelecer nesta Casa, por parte das mulheres parlamentares da Arena, o boicote ao militarismo. Vem aí o 7 de setembro.
As cúpulas militaristas procuram explorar o sentimento profundo de patriotismo do povo e pedirão aos colégios que desfilem junto com os algozes dos estudantes. Seria necessário que cada pai, cada mãe, se compenetrasse de que a presença dos seus filhos nesse desfile é o auxílio aos carrascos que os espancam e os metralham nas ruas. Portanto, que cada um boicote esse desfile.
Esse boicote pode passar também, sempre falando de mulheres, às moças. Aquelas que dançam com cadetes e namoram jovens oficiais. Seria preciso fazer hoje, no Brasil, que as mulheres de 1968 repetissem as paulistas da Guerra dos Emboabas e recusassem a entrada à porta de sua casa àqueles que vilipendiam-nas.
Recusassem aceitar aqueles que silenciam e, portanto, se acumpliciam. Discordar em silêncio pouco adianta. Necessário se torna agir contra os que abusam das forças armadas, falando e agindo em seu nome. Creia-me senhor presidente, que é possível resolver esta farsa, esta democratura, este falso impedimento pelo boicote. Enquanto não se pronunciarem os silenciosos, todo e qualquer contato entre os civis e militares deve cessar, porque só assim conseguiremos fazer com que este país volte à democracia.
Só assim conseguiremos fazer com que os silenciosos que não compactuam com os desmandos de seus chefes, sigam o magnífico exemplo dos 14 oficiais de Crateús que tiveram a coragem e a hombridade de, publicamente, se manifestarem contra um ato ilegal e arbitrário dos seus superiores."
Fonte: Site Folha Online
Todos reconhecem ou dizem reconhecer que a maioria das forças armadas não compactua com a cúpula militarista que perpetra violências e mantém este país sob regime de opressão. Creio ter chegado, após os acontecimentos de Brasília, o grande momento da união pela democracia. Este é também o momento do boicote. As mães brasileiras já se manifestaram. Todas as classes sociais clamam por este repúdio à polícia. No entanto, isto não basta.
É preciso que se estabeleça, sobretudo por parte das mulheres, como já começou a se estabelecer nesta Casa, por parte das mulheres parlamentares da Arena, o boicote ao militarismo. Vem aí o 7 de setembro.
As cúpulas militaristas procuram explorar o sentimento profundo de patriotismo do povo e pedirão aos colégios que desfilem junto com os algozes dos estudantes. Seria necessário que cada pai, cada mãe, se compenetrasse de que a presença dos seus filhos nesse desfile é o auxílio aos carrascos que os espancam e os metralham nas ruas. Portanto, que cada um boicote esse desfile.
Esse boicote pode passar também, sempre falando de mulheres, às moças. Aquelas que dançam com cadetes e namoram jovens oficiais. Seria preciso fazer hoje, no Brasil, que as mulheres de 1968 repetissem as paulistas da Guerra dos Emboabas e recusassem a entrada à porta de sua casa àqueles que vilipendiam-nas.
Recusassem aceitar aqueles que silenciam e, portanto, se acumpliciam. Discordar em silêncio pouco adianta. Necessário se torna agir contra os que abusam das forças armadas, falando e agindo em seu nome. Creia-me senhor presidente, que é possível resolver esta farsa, esta democratura, este falso impedimento pelo boicote. Enquanto não se pronunciarem os silenciosos, todo e qualquer contato entre os civis e militares deve cessar, porque só assim conseguiremos fazer com que este país volte à democracia.
Só assim conseguiremos fazer com que os silenciosos que não compactuam com os desmandos de seus chefes, sigam o magnífico exemplo dos 14 oficiais de Crateús que tiveram a coragem e a hombridade de, publicamente, se manifestarem contra um ato ilegal e arbitrário dos seus superiores."
Fonte: Site Folha Online
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
Igreja Católica: peça fundamental na queda de Jango
Adriano Couto
Pe. Peyton
O clero conservador acreditava que as reformas levariam o Brasil ao comunismo. Naquele tempo, o fantasma do “comunismo ateu” espantava a sociedade brasileira, e claro, já era esperado este posicionamento da igreja, pois esta sempre manteve uma aliança tradicional com as classes dominantes.
A Igreja Católica colaborou ativamente com o governo norte-americano na execução da Operação Condor que assolou a América Latina nos anos 60, derrubando governos legítimos eleitos pelo povo, instaurando um período de horror em nossa história, no qual morreram milhares de inocentes, consolidando as pretensões norte-americanas no continente, tudo em nome da “moral e dos bons costumes” que seriam destruídos pelo “demônio do comunismo”
A campanha religiosa contra o governo foi desencadeada pelo Cardeal do Rio de Janeiro, Dom Jaime de Barros Câmara. Na sua cruzada anticomunista, ele trouxe das Filipinas, o Pe. Patrick Peyton, que, sabe-se hoje, ERA AGENTE DA CIA, um especialista em “levantar” as massas católicas contra o “comunismo ateu”, em nome da Virgem Maria.
Antes de ser desmascarado, o padre da CIA promoveu grandes concentrações. Ao ser desmoralizado, já tinha completado o seu trabalho e lançado a estrutura da célebre Marcha da Família com Deus pela Liberdade que contou com a participação de 500 mil pessoas com terços empunhados nas mãos, onde “faziam uma marcha de desagravo ao Santo Rosário pelas ofensas que tinham constituído as palavras de Goulart, na Guanabara.”
Alguns dias depois da realização desta marcha e de outras concentrações não menos numerosas em outras cidades do país, o governo caiu. “Em uma destas marchas, por exemplo, promovida pela Cruzada pelo Rosário em Família, estava o governador de São Paulo Ademar de Barros com um terço nas mãos, onde rezava em desagravo à Virgem, maculado pelo “comunismo ateu” dos reformistas” (além de idolatria, quanta alienação... misericórdia).
O tom religioso da manifestação política ficava assegurado pela presença de representantes da Cruzada pelo Rosário em Família, da Confederação Católica do Arcebispado do Rio de Janeiro, da Associação dos Antigos Alunos do Sagrado Coração de Jesus e do Grupo de Reabilitação do Rosário.
Logo após o golpe, difundiram-se os chamados “Cursilhos da Cristandade”. Abusando da boa-fé de uns e do cinismo de outros, em nome do “Chefão” (apelido que deram a Jesus Cristo), os cursilhos – encontros com origem na Espanha, em 1948, destinado a orientar católicos adultos leigos acerca dos fatos da fé cristã – cumpriram um papel de aglutinação ideológica com um toque de lavagem cerebral. Agregavam pessoas com liderança na sociedade, principalmente na classe média alta. Difundiam uma postura dita cristã, de respeito à ordem e de solidariedade aos seus iguais, ou seja, os que estavam no poder ditatorial.
Os Cursilhos receberam financiamentos do Opus Dei, organização religiosa fascista com sede na Espanha. Manipulados pelos Cursilhos, uma parte da Igreja, clero e leigos tornaram-se inocentes úteis ou usaram a inocência de muitos, reduzindo a religião a uma alavanca política do poder.
O clero conservador acreditava que as reformas levariam o Brasil ao comunismo. Naquele tempo, o fantasma do “comunismo ateu” espantava a sociedade brasileira, e claro, já era esperado este posicionamento da igreja, pois esta sempre manteve uma aliança tradicional com as classes dominantes.
A Igreja Católica colaborou ativamente com o governo norte-americano na execução da Operação Condor que assolou a América Latina nos anos 60, derrubando governos legítimos eleitos pelo povo, instaurando um período de horror em nossa história, no qual morreram milhares de inocentes, consolidando as pretensões norte-americanas no continente, tudo em nome da “moral e dos bons costumes” que seriam destruídos pelo “demônio do comunismo”
A campanha religiosa contra o governo foi desencadeada pelo Cardeal do Rio de Janeiro, Dom Jaime de Barros Câmara. Na sua cruzada anticomunista, ele trouxe das Filipinas, o Pe. Patrick Peyton, que, sabe-se hoje, ERA AGENTE DA CIA, um especialista em “levantar” as massas católicas contra o “comunismo ateu”, em nome da Virgem Maria.
Antes de ser desmascarado, o padre da CIA promoveu grandes concentrações. Ao ser desmoralizado, já tinha completado o seu trabalho e lançado a estrutura da célebre Marcha da Família com Deus pela Liberdade que contou com a participação de 500 mil pessoas com terços empunhados nas mãos, onde “faziam uma marcha de desagravo ao Santo Rosário pelas ofensas que tinham constituído as palavras de Goulart, na Guanabara.”
Alguns dias depois da realização desta marcha e de outras concentrações não menos numerosas em outras cidades do país, o governo caiu. “Em uma destas marchas, por exemplo, promovida pela Cruzada pelo Rosário em Família, estava o governador de São Paulo Ademar de Barros com um terço nas mãos, onde rezava em desagravo à Virgem, maculado pelo “comunismo ateu” dos reformistas” (além de idolatria, quanta alienação... misericórdia).
O tom religioso da manifestação política ficava assegurado pela presença de representantes da Cruzada pelo Rosário em Família, da Confederação Católica do Arcebispado do Rio de Janeiro, da Associação dos Antigos Alunos do Sagrado Coração de Jesus e do Grupo de Reabilitação do Rosário.
Logo após o golpe, difundiram-se os chamados “Cursilhos da Cristandade”. Abusando da boa-fé de uns e do cinismo de outros, em nome do “Chefão” (apelido que deram a Jesus Cristo), os cursilhos – encontros com origem na Espanha, em 1948, destinado a orientar católicos adultos leigos acerca dos fatos da fé cristã – cumpriram um papel de aglutinação ideológica com um toque de lavagem cerebral. Agregavam pessoas com liderança na sociedade, principalmente na classe média alta. Difundiam uma postura dita cristã, de respeito à ordem e de solidariedade aos seus iguais, ou seja, os que estavam no poder ditatorial.
Os Cursilhos receberam financiamentos do Opus Dei, organização religiosa fascista com sede na Espanha. Manipulados pelos Cursilhos, uma parte da Igreja, clero e leigos tornaram-se inocentes úteis ou usaram a inocência de muitos, reduzindo a religião a uma alavanca política do poder.
Frases do Frei Beto
“O mito é parte integrante do nosso substrato cultural. Ninguém vive sem referências míticas.”
“A sociedade capitalista cria uma série de mitos que são impostos à consciência da população como verdades irrecusáveis e irrevogáveis”
“Muitas pessoas tem medo de parar de rezar porque têm medo de se converter”
"Cada um de nós é, potencialmente, um pequeno Hitler, um pequeno Pinochet”
“Temos que unir revolução ao nível do social com revolução ao nível pessoal.”
“A pessoa enquanto ela muda a sociedade e essa mudança provoca a mudança nas pessoas.”
“Nem sempre o poder detem a verdade. Muitas vezes a verdade brotadas forças que questiona esse poder.”
“O preconceito vem até por bloqueios psíquicos, sentimentais e emocionais.”
“É modificando o mundo que nos modificamos”
“O modo de proclamar a fé cristã não é o mesmo em duas realidades geográficas ou históricas diferentes. O discurso teológico não pode ser o mesmo na América Latina e nos países Escandinavos.”
“A prisão é para o cristão o que o deserto é para o profeta.”
“Críticas a gente faz a amigos e denúncias aos inimigos.”
“O socialismo é uma proposta de construção da fraternidade humana.”
“A sociedade capitalista cria uma série de mitos que são impostos à consciência da população como verdades irrecusáveis e irrevogáveis”
“Muitas pessoas tem medo de parar de rezar porque têm medo de se converter”
"Cada um de nós é, potencialmente, um pequeno Hitler, um pequeno Pinochet”
“Temos que unir revolução ao nível do social com revolução ao nível pessoal.”
“A pessoa enquanto ela muda a sociedade e essa mudança provoca a mudança nas pessoas.”
“Nem sempre o poder detem a verdade. Muitas vezes a verdade brotadas forças que questiona esse poder.”
“O preconceito vem até por bloqueios psíquicos, sentimentais e emocionais.”
“É modificando o mundo que nos modificamos”
“O modo de proclamar a fé cristã não é o mesmo em duas realidades geográficas ou históricas diferentes. O discurso teológico não pode ser o mesmo na América Latina e nos países Escandinavos.”
“A prisão é para o cristão o que o deserto é para o profeta.”
“Críticas a gente faz a amigos e denúncias aos inimigos.”
“O socialismo é uma proposta de construção da fraternidade humana.”
Frases do Pr. Martin Luther King Jr.
Tradução de João Cruzué
"O homem tem uma incrível capacidade de relegar a mais alta das virtudes a um vício trágico. Sem Amor, a benevolência torna-se egoísmo e o martírio, em orgulho espiritual"
"Um homem não pode cavalgar nas suas costas, a menos que elas estejam curvadas."
"Um direito atrasado é um direito negado.
O protesto é a linguagem dos que não são ouvidos.
Via de regra: uma minoria criativa e dedicada tem feito um mundo melhor
Eu quero ser irmão de um homem branco, mas não o seu cunhado.
Nunca se esqueça de que tudo o que Hitler fez na Alemanha foi dentro da lei.
A Paz não é meramente um objetivo que nós procuramos, mas um meio pelo qual nós chegamos a esse objetivo.
Ver nem sempre é crer
A primeira pergunta que o sacerdote e o levita se fizeram foi: Se eu parar para ajudar este homem, o que acontecerá comigo? Mas o bom samaritano inverteu a questão: Se eu não parar para ajudar este homem, o que vai acontecer com ele?
A função da Educação é ensinar alguém a pensar intensivamente e de forma crítica. Inteligência com caráter - este é o verdadeiro objetivo da educação.
O lugar mais quente do inferno está preparado para aqueles que se matêm neutros em tempos de grande conflito moral.
A qualidade, e não a longevidade, é a coisa mais importante de uma vida.
O tempo está sempre certo para se fazer o que é certo.
A pior tragégia não é a opressão ou a crueldade das pessoas más, mas o silêncio dos bons diante dos atos delas.
Ser um cristão e não orar é tão impossível quanto viver e não respirar.
Não somos fazedores de história. Somos feitos pela história.
Fonte: MLK Quotes
"O homem tem uma incrível capacidade de relegar a mais alta das virtudes a um vício trágico. Sem Amor, a benevolência torna-se egoísmo e o martírio, em orgulho espiritual"
"Um homem não pode cavalgar nas suas costas, a menos que elas estejam curvadas."
"Um direito atrasado é um direito negado.
O protesto é a linguagem dos que não são ouvidos.
Via de regra: uma minoria criativa e dedicada tem feito um mundo melhor
Eu quero ser irmão de um homem branco, mas não o seu cunhado.
Nunca se esqueça de que tudo o que Hitler fez na Alemanha foi dentro da lei.
A Paz não é meramente um objetivo que nós procuramos, mas um meio pelo qual nós chegamos a esse objetivo.
Ver nem sempre é crer
A primeira pergunta que o sacerdote e o levita se fizeram foi: Se eu parar para ajudar este homem, o que acontecerá comigo? Mas o bom samaritano inverteu a questão: Se eu não parar para ajudar este homem, o que vai acontecer com ele?
A função da Educação é ensinar alguém a pensar intensivamente e de forma crítica. Inteligência com caráter - este é o verdadeiro objetivo da educação.
O lugar mais quente do inferno está preparado para aqueles que se matêm neutros em tempos de grande conflito moral.
A qualidade, e não a longevidade, é a coisa mais importante de uma vida.
O tempo está sempre certo para se fazer o que é certo.
A pior tragégia não é a opressão ou a crueldade das pessoas más, mas o silêncio dos bons diante dos atos delas.
Ser um cristão e não orar é tão impossível quanto viver e não respirar.
Não somos fazedores de história. Somos feitos pela história.
Fonte: MLK Quotes
Os maiores assassinos do século XX
1. Adolf Hitler, Alemanha
Responsável por mais de 40 milhões de mortes
Hitler foi o líder no Partido Nazista alemão de 1921 até a sua morte, em 1945. As suas ideias inicialmente o levaram à prisão, mas seu partido ganhou força após a crise econômica de 1929 e em 30 de janeiro de 1933 ele foi nomeado chanceler alemão. Em 27 de fevereiro, os nazistas orquestram o incêndio do Reichstag (Parlamento alemão), que levou à suspensão dos direitos civis no país e a um estado de repressão policial. Em agosto de 1934, Hitler assumiu também a presidência do país, o controle total das forças armadas e se tornou o Füher do Terceiro Reich.
Seus planos de aumentar o tamanho do novo império alemão levaram à anexação da Áustria e de parte da Checoslováquia, em 1938, e à invasão da Polônia em 1º de setembro de 1939. Dois dias depois, Inglaterra e França declararam guerra à Alemanha, iniciando a Segunda Guerra Mundial.
Embora existam diversas estimativas sobre o número total de mortos no conflito propagado por Hitler, acredita-se que o líder nazista seja o responsável, direta ou indiretamente, por no mínimo 40 milhões de mortes. Deste total, 6 milhões seriam judeus, perseguidos implacavelmente durante o Holocausto e, na maioria dos casos, mortos em campos de concentração e de trabalhos forçados. O restante das vítimas seria composto, na maioria, por soviéticos, poloneses, chineses, iugoslavos, japoneses, franceses, italianos, ingleses e americanos. Além disso, estima-se que tenham morrido 9 milhões de pessoas do lado nazista.
Hitler cometeu suicídio em 30 de abril de 1945, quando os exércitos soviéticos se preparavam para tomar o bunker em que ele estava escondido. Os corpos dele e de sua mulher Eva Braun, que também cometeu suicídio no mesmo dia, foram queimados de acordo com suas ordens.
2. Joseph Stalin, União Soviética
Responsável por mais de 20 milhões de mortes
Stalin assumiu o posto de secretário-geral do Partido Comunista da União Soviética em 1922 e tornou-se chefe supremo e ditador do país em 1924, após a morte de Vladimir Ilyich Lênin. Apesar de governar com braço de ferro um estado fortemente militar, Stalin durante muito tempo conseguiu omitir do Ocidente as mortes perpetradas pelo seu regime, especialmente devido à decisiva participação soviética para a vitória aliada na Segunda Guerra Mundial.
Contudo, após a sua morte, em 1953, descobriu-se que pelo menos 1 milhão de pessoas foram executadas sob o seu regime por ofensas políticas e no mínimo outras 9,5 milhões foram deportadas, exiladas ou enviadas para o Arquipélago Gulag – campos de trabalhos forçados –, de onde 5 milhões de pessoas nunca teriam retornado com vida. Outras estimativas apontam que o número de deportados poderia chegar a 28 milhões, incluindo 18 milhões enviadas para os Gulag. Além disso, 14,5 milhões teriam morrido de fome durante o seu regime, sem contar as vítimas do exército vermelho, do qual era o comandante, durante a Segunda Guerra Mundial.
3. Saddam Hussein, Iraque
Responsável por mais de 2 milhões de mortes
Saddam foi o presidente do Iraque entre 1979 e 2003 e acumulou o cargo de primeiro-ministro do país entre 1979 e 1991 e depois entre 1994 e 2003. As maiores vítimas de seus crimes contra a humanidade foram as minorias curdas do norte do país. Estimativas apontam que, entre 1986 e 1989, cerca de 185 mil homens, mulheres e crianças curdas foram assassinados. Somente em Halabja, em 1988, aproximadamente 5 mil pessoas morreram após Saddam autorizar o uso de gás contra a população.
Após a primeira Guerra do Golfo, no início dos anos 90, ele iniciou uma campanha de perseguição aos xiitas marsh, além de aumentar a repressão aos curdos, por eles terem servido de informantes dos Estados Unidos no confronto. Os marsh, uma cultura milenar descendente dos povos mesopotâmios, foram praticamente erradicados do sul do país, seu número caiu de 250 mil para 30 mil, apesar de não existirem informações precisas de quantos morreram de fome e quantos se tornaram refugiados. Em relação aos curdos, especula-se que em alguns momentos soldados de Saddam chegaram a matar cerca de 2 mil por dia e que centenas de milhares morreram tentando cruzar as montanhas entre Irã e Turquia.
Além disso, o regime de Saddam levou à morte mais centenas de milhares de pessoas nos conflitos com o Irã (1980 e 1988) – em que teve o apoio dos EUA –, Kuwait (1990) e nas duas Guerras do Golfo (1990 a 1991 e 2003). Somente no confronto com o Irã, estima-se que morreram até 1 milhão de pessoas, entre iraquianos e iranianos. Além disso, aproximadamente 500 mil crianças iraquianas morreram devido às sanções internacionais implementadas após a primeira Guerra do Golfo. Saddam foi capturado por soldados americanos em 13 de dezembro de 2003, durante a invasão dos EUA ao Iraque. Ele foi enforcado em 30 de dezembro de 2006, após ser condenado pela execução de 148 muçulmanos xiitas na cidade de Dujail, em 1982.
4. Pol Pot, Camboja
Responsável por até 2 milhões de mortes
Pot foi ditador do Camboja e o líder do Khmer Vermelho, um sangrento regime que vigorou no país entre 1975 e 1979 e levou à morte, segundo estimativas, entre 1,7 milhão e 2 milhões de pessoas – um dos maiores genocídios do século passado. As leis do país no período eram tão assustadoras que previam a condenação por traição de pessoas que chegavam ao trabalho atrasadas.
O governo entrou em colapso em 1979 após o país ser invadido pelo Vietnã. Pot e a cúpula do Khmer Vermelho foram obrigados a fugir para as florestas, de onde seguiram lutando para permanecer no comando do país.
Ele morreu em 1998, após o general Ta Mok, que então governava o país, ameaçar entregá-lo para ser julgado nos EUA. Oficialmente, ele morreu após sofrer uma parada cardíaca, mas há suspeitas de que ele tenha cometido suicídio ou sido envenenado.
5. Theoneste Bagosora, Ruanda
Responsável por até 800 mil mortes
Apelidado de “Coronel Morte” e de “Milosevic de Ruanda”, Bagosora é apontado como o principal responsável pelo genocídio de pessoas da etnia Tutsi em Ruanda, em 1994. Ele assumiu o controle do Ministério da Defesa em 1992 e, apesar de se aposentar no ano seguinte, se manteve à frente do exército até o fim do genocídio.
Bagosora, da etnia Hutu e um extremista anti-Tutsi, comandou uma brutal campanha de limpeza étnica após a morte do presidente Juvenal Habyarimana, também um hutu, em um ataque ao seu avião, em 6 de abril de 1994. Um dia após a morte, iniciou-se a matança de tutsis e hutus moderados que só se encerraria em 18 de julho, quando o grupo rebelde tutsi Frente Patriótica de Ruanda declarou vitória sobre os exércitos comandados por Bagosora.
Ele é acusado de ser responsável pela morte de mais de 500 mil tutsis e de milhares de hutus moderados. O Tribunal Penal Internacional para Ruanda da ONU estima que 800 mil pessoas foram mortas durante o genocídio em Ruanda. O confronto ainda obrigou milhões de pessoas a deixarem o país em direção a nações vizinhas, o que levaria a novos conflitos na região.
Bagosora, que havia fugido após o fim do conflito, foi detido em Camarões em 9 de março de 1996. Em 2008, ele foi condenado à prisão perpétua pelo TPI (Tribunal Penal Internacional) para Ruanda por genocídios, crimes contra humanidade e crimes de guerra.
6. Hadji Mohamed Suharto, Indonésia
Responsável por no mínimo 750 mil mortes
Suharto foi um dos poucos militares que sobreviveram à tentativa de golpe que tentou derrubar o então presidente Sukarno em 30 de setembro de 1965. Após o golpe, que matou seis de seus generais, Sukarno concede a Suharto o comando do exército e ele iniciou uma onda de represálias ao Partido Comunista Indonésio, responsável pelo golpe. Os ataques deixaram pelo menos 500 mil mortos – algumas estimativas apontam que até 2 milhões de rebeldes foram assassinados. O contragolpe é considerado um dos maiores massacres do século 20.
Suharto assumiu o comando de fato do país, mas só sucedeu Sukarno como presidente oficial em 1968. Em 1975, o vizinho Timor Leste declarou sua independência de Portugal. Contudo, sob o temor de que o país se torne comunista, Suharto ordenou a invasão do Timor Leste – apoiada pelos EUA. Cerca de 60 mil timorenses morrem nos primeiros dois meses que seguiram à invasão. No total, 250 mil pessoas morreram devido à ocupação, que durou 24 anos.
Entre outras violentas medidas de repressão, em 1985, ele ordenou a execução sumária de 5 mil criminosos em uma tentativa de diminuir o crime na ilha de Java. Em 1990, separatistas da província de Aceh, na ilha de Sumatra, foram reprimidos pelo governo em conflitos que deixaram aproximadamente outros 5 mil mortos. Suharto renunciou em 1998 após uma série de protestos tomar conta do país. Ele morreu em 2008, após sofrer uma série de complicações de saúde.
7. Idi Amin Dada, Uganda
Responsável por até 500 mil mortes
Idi Amim foi o presidente de Uganda entre 1971 e 1979. Apesar de não saber ler nem escrever, ele comandou um brutal regime militar que lhe valeu o apelido de “Açougueiro da África”. Estimativas feitas pela ONG Anistia Internacional apontam que até 500 mil pessoas morreram durante o período por perseguições étnicas, políticas e religiosas.
Entre as suas excentricidades, acredita-se que ele comia os restos mortais de seus inimigos assassinados e que teria se oferecido como parceiro sexual da rainha britânica Elizabeth. Em 1971, ele e o presidente do Zaire Mobutu Sese Seko mudaram os nomes dos lagos Albert e Edward para Lago Mobutu Sese Seko e Lago Idi Amim Dada, respectivamente. Em 1978, ele se proclamou presidente vitalício de Uganda, mas seu regime ruiu após a guerra com a Tanzânia. Ele morreu em 2003, exilado na Arábia Saudita. Idi Amim foi retratado no cinema no filme O Último Rei da Escócia (2006).
8. Benito Mussolini, Itália
Responsável por mais de 440 mil mortes
Mussolini foi ditador durante o regime fascista que vigorou no país entre 1922 e 1943. Sob o comando do “Duce”, a Itália se tornou um regime militar marcado pela repressão e pelo controle do Estado sobre a economia.
Em 1935, ele ordenou a invasão da Abissínia (atual Etiópia), que levaria a execução de mais de 30 mil etíopes. Durante a Guerra Civil Espanhola, Mussolini concedeu apoio militar ao general Franco. Em 1938, seguindo comando de Hitler, o regime fascista aprovou leis antissemitas na Itália que levaram à deportação de 7 mil judeus italianos para campos de concentração na Alemanha durante a Segunda Guerra Mundial, dos quais 5.910 foram mortos. A aliança de Mussolini com Hitler e o Terceiro Reich alemão levou à morte aproximadamente 410 mil italianos durante a guerra.
O pacto com a Alemanha resistiu até a invasão aliada da Itália em 1943. Mussolini foi deposto em 24 de julho e preso no dia seguinte. No entanto, uma operação de paraquedistas alemães conseguiu resgatá-lo no dia 12 de setembro. Mussolini foi enfim preso em 27 de abril de 1945, próximo à cidade de Como, e executado um dia depois ao lado de sua mulher, Claretta Petacci. Os corpos do casal foram levados para Milão, onde foram pendurados e expostos para humilhação pública.
9. Slobodan Milosevic, Iugoslávia
Responsável por até 230 mil mortes
Milosevic foi presidente da Sérvia (1989-1997) e depois presidente da Iugoslávia (1997-2000). Durante o período, a Iugoslávia foi marcada por guerras separatistas que culminaram na sua divisão. Os primeiros países a proclamarem independência após a chegada de Milosevic ao poder foram Eslovênia, Croácia e Macedônia, todas em 1991, após confrontos, em especial na Croácia, que deixaram 20 mil mortos.
Contudo, foi em 1992, quando a Bósnia-Hezergovina declarou sua independência, que o verdadeiro banho de sangue começou na região. Milosevic apoiou as milícias sérvio-bósnias lideradas pelos generais Radovan Karadzic e Ratko Mladic, que promoveram um conflito ao longo de três anos, e respingou na Croácia, provocando a morte de até 200 mil pessoas – mais de 100 mil apenas nos primeiros meses -, tirou de suas casas 3 milhões de pessoas e deixou dezenas de milhares desaparecidas. Além disso, milhares foram enviados a campos de concentração e campos de estupros, para onde estima-se que mais de 20 mil mulheres muçulmanas foram mandadas.
Três anos após a Guerra da Bósnia, foi a vez do Kosovo buscar sua independência em mais um sangrento conflito iniciado em setembro de 1998 e encerrado apenas em junho do ano seguinte, após Belgrado, capital da Sérvia, ser bombardeada ao longo de 78 dias por tropas da Otan. O conflito deixou cerca de 10 mil mortos e até 740 mil albano-kosovares sem moradia. Milosevic só deixou o poder em outubro de 2000. Ele foi preso em abril de 2001 pelo governo sérvio acusado dos crimes de abuso de poder e de corrupção e extraditado dois meses mais tarde para ser julgado pelo tribunal da ONU em Haia, na Holanda, por crimes de guerra, se tornando o primeiro chefe de estado a ser julgado por essa acusação. Milosevic foi encontrado morto em 11 de março de 2006 após sofrer um ataque cardíaco, antes que o veredicto de seu julgamento pudesse ser pronunciado.
10. Francisco Franco, Espanha
Responsável por no mínimo 200 mil mortes
Franco foi o comandante nacionalista durante o golpe de estado que tentou derrubar o governo republicano, democraticamente eleito, em 1936, e levou a Espanha a uma guerra civil que durou até 1939. O confronto colocou frente a frente os nacionalistas, apoiados por Hitler e Mussolini, e os republicanos, que tinham suporte da União Soviética.
Apesar de não existirem dados oficiais, acredita-se que até 200 mil pessoas possam ter sido mortas diretamente no conflito – o número chegaria a 500 mil levando-se em conta todas as causas. Historiadores afirmam que um mínimo de 37.843 e um máximo de 150 mil (incluindo 50 mil após a guerra) execuções foram realizadas pelas tropas franquistas.
O confronto se encerrou em 1º de abril de 1939 com a vitória dos exércitos nacionalistas. Franco iniciou então o seu regime ditatorial na Espanha, que acabaria com inúmeras liberdades individuais e duraria até a sua morte, em 20 de novembro de 1975, em Madri.
11. Charles Taylor, Libéria
Responsável parcial por 75 mil mortes no Sri Lanka e milhares em duas guerras civis na Libéria
Ex-líder da Frente Nacional Patriótica de Libertação da Libéria (1989-1997) e presidente do país (1997-2003), Taylor comandou os exércitos rebeldes na guerra civil (1989-1997) da Libéria. Contudo, os piores flagelos à humanidade infligidos por ele foram realizados no exterior. Ele está sendo julgado pela Corte Especial para Serra Leoa pela participação na guerra civil desse país entre novembro de 1996 e janeiro de 2002, quando o conflito foi encerrado.Taylor é acusado de liderar os rebeldes da Frente Revolucionária Unida (RUF) em Serra Leoa, abastecendo-os com armas e munições em troca de diamantes.
Taylor foi indiciado por 11 acusações de crimes de guerra, crimes contra a humanidade e outras sérias violações dos direitos humanos. Ele é acusado de ser responsável pelo assassinato e mutilação de civis, a transformação de mulheres e meninas em escravas sexuais, o sequestro de adultos e crianças para que eles realizassem trabalhos forçados ou lutassem no conflito, com base no seu apoio aos rebeldes da Serra Leoa. Taylor também é responsabilizado pelo envio de tropas da Libéria em ajuda aos guerrilheiros. A Guerra Civil na Serra Leoa (1991-2002) causou 75 mil mortes e obrigou metade da população do país a deixar suas casas.
O julgamento de Charles Taylor ganhou notoriedade recentemente por envolver a modelo Naomi Campbell e a atriz americana Mia Farrow. Ambas foram chamadas para depor sobre supostos diamantes brutos enviados por Taylor a Naomi após um jantar, em 1997. O processo ainda está em andamento.
12. Nicolae Ceausescu, Romênia
Responsável por aproximadamente 65 mil mortes
Ceausescu governou a Romênia durante o período comunista (1974-1989) e ditador do país (1965-1989) durante o período comunista. As suas catastróficas políticas públicas e econômicas levaram à morte mais de 60 mil pessoas, a maioria delas de fome, enquanto ele e sua mulher, Elena, viviam em palácios e eram flagrados em ostentação pela imprensa internacional. O seu regime também foi marcado por um crescente aumento da repressão e da corrupção.
A queda de Ceausescu, em dezembro de 1989, foi a mais sangrenta entre todos os países do bloco comunista. No dia 16, manifestantes iniciaram um grande protesto anti-governista em Timisoara. No dia seguinte, com o aumento do número de manifestantes, o ditador ordenou que as forças de segurança do país disparassem contra a multidão, o que levou a um conflito que deixou 4 mil mortos. A chamada “Revolução de Timisoara” se encerrou no dia 20 com a tomada da cidade pelos rebeldes, apoiados por militares dissidentes. No dia 22, após grandes protestos em Bucareste, Ceausescu fugiu da capital romena, mas foi capturado horas mais tarde em Cîmpulung. Conflitos entre tropas leais ao ditador e rebeldes deixam mais mil mortos.
No dia 25, o casal Ceausescu foi sumariamente condenado à morte por um tribunal militar e executado. Imagens dos corpos mortos de Nicolae e de Elena foram exibidas em rede nacional.
13. Augusto Pinochet, Chile
Responsável por mais de 3 mil mortes
Pinochet governou o Chile entre 1973 e 1990. Antes disso, no governo de Salvador Allende, comandou o exército (1970-1973), mas acabou aderindo à conspiração que derrubou o então presidente. Como chefe da Junta Militar, assumiu o poder após o golpe que culminou com o suicídio de Allende.. Segundo números divulgados pela Comissão Nacional pela Verdade e Reconciliação do Chile, o governo Pinochet foi responsável pela morte de 3.172 presos políticos, além aplicar táticas de tortura em quase 30 mil chilenos.
Apesar de o Chile ter elegido um novo presidente em 1990, Pinochet seguiu como comandante do Exército do país até 1998, quando se tornou senador vitalício. Contudo, em outubro daquele ano, dois juízes espanhóis iniciam uma investigação sobre a ligação do ex-ditador com o desaparecimento de cidadãos espanhóis durante o seu regime militar. Ele foi preso em novembro em uma clínica de reabilitação no Reino Unido. Seus problemas de saúde o levam à morte em 10 de dezembro de 2006, antes que pudesse ser condenado pelas mais de 300 acusações pendentes contra ele.
Fonte: Portal Terra
Responsável por mais de 40 milhões de mortes
Hitler foi o líder no Partido Nazista alemão de 1921 até a sua morte, em 1945. As suas ideias inicialmente o levaram à prisão, mas seu partido ganhou força após a crise econômica de 1929 e em 30 de janeiro de 1933 ele foi nomeado chanceler alemão. Em 27 de fevereiro, os nazistas orquestram o incêndio do Reichstag (Parlamento alemão), que levou à suspensão dos direitos civis no país e a um estado de repressão policial. Em agosto de 1934, Hitler assumiu também a presidência do país, o controle total das forças armadas e se tornou o Füher do Terceiro Reich.
Seus planos de aumentar o tamanho do novo império alemão levaram à anexação da Áustria e de parte da Checoslováquia, em 1938, e à invasão da Polônia em 1º de setembro de 1939. Dois dias depois, Inglaterra e França declararam guerra à Alemanha, iniciando a Segunda Guerra Mundial.
Embora existam diversas estimativas sobre o número total de mortos no conflito propagado por Hitler, acredita-se que o líder nazista seja o responsável, direta ou indiretamente, por no mínimo 40 milhões de mortes. Deste total, 6 milhões seriam judeus, perseguidos implacavelmente durante o Holocausto e, na maioria dos casos, mortos em campos de concentração e de trabalhos forçados. O restante das vítimas seria composto, na maioria, por soviéticos, poloneses, chineses, iugoslavos, japoneses, franceses, italianos, ingleses e americanos. Além disso, estima-se que tenham morrido 9 milhões de pessoas do lado nazista.
Hitler cometeu suicídio em 30 de abril de 1945, quando os exércitos soviéticos se preparavam para tomar o bunker em que ele estava escondido. Os corpos dele e de sua mulher Eva Braun, que também cometeu suicídio no mesmo dia, foram queimados de acordo com suas ordens.
2. Joseph Stalin, União Soviética
Responsável por mais de 20 milhões de mortes
Stalin assumiu o posto de secretário-geral do Partido Comunista da União Soviética em 1922 e tornou-se chefe supremo e ditador do país em 1924, após a morte de Vladimir Ilyich Lênin. Apesar de governar com braço de ferro um estado fortemente militar, Stalin durante muito tempo conseguiu omitir do Ocidente as mortes perpetradas pelo seu regime, especialmente devido à decisiva participação soviética para a vitória aliada na Segunda Guerra Mundial.
Contudo, após a sua morte, em 1953, descobriu-se que pelo menos 1 milhão de pessoas foram executadas sob o seu regime por ofensas políticas e no mínimo outras 9,5 milhões foram deportadas, exiladas ou enviadas para o Arquipélago Gulag – campos de trabalhos forçados –, de onde 5 milhões de pessoas nunca teriam retornado com vida. Outras estimativas apontam que o número de deportados poderia chegar a 28 milhões, incluindo 18 milhões enviadas para os Gulag. Além disso, 14,5 milhões teriam morrido de fome durante o seu regime, sem contar as vítimas do exército vermelho, do qual era o comandante, durante a Segunda Guerra Mundial.
3. Saddam Hussein, Iraque
Responsável por mais de 2 milhões de mortes
Saddam foi o presidente do Iraque entre 1979 e 2003 e acumulou o cargo de primeiro-ministro do país entre 1979 e 1991 e depois entre 1994 e 2003. As maiores vítimas de seus crimes contra a humanidade foram as minorias curdas do norte do país. Estimativas apontam que, entre 1986 e 1989, cerca de 185 mil homens, mulheres e crianças curdas foram assassinados. Somente em Halabja, em 1988, aproximadamente 5 mil pessoas morreram após Saddam autorizar o uso de gás contra a população.
Após a primeira Guerra do Golfo, no início dos anos 90, ele iniciou uma campanha de perseguição aos xiitas marsh, além de aumentar a repressão aos curdos, por eles terem servido de informantes dos Estados Unidos no confronto. Os marsh, uma cultura milenar descendente dos povos mesopotâmios, foram praticamente erradicados do sul do país, seu número caiu de 250 mil para 30 mil, apesar de não existirem informações precisas de quantos morreram de fome e quantos se tornaram refugiados. Em relação aos curdos, especula-se que em alguns momentos soldados de Saddam chegaram a matar cerca de 2 mil por dia e que centenas de milhares morreram tentando cruzar as montanhas entre Irã e Turquia.
Além disso, o regime de Saddam levou à morte mais centenas de milhares de pessoas nos conflitos com o Irã (1980 e 1988) – em que teve o apoio dos EUA –, Kuwait (1990) e nas duas Guerras do Golfo (1990 a 1991 e 2003). Somente no confronto com o Irã, estima-se que morreram até 1 milhão de pessoas, entre iraquianos e iranianos. Além disso, aproximadamente 500 mil crianças iraquianas morreram devido às sanções internacionais implementadas após a primeira Guerra do Golfo. Saddam foi capturado por soldados americanos em 13 de dezembro de 2003, durante a invasão dos EUA ao Iraque. Ele foi enforcado em 30 de dezembro de 2006, após ser condenado pela execução de 148 muçulmanos xiitas na cidade de Dujail, em 1982.
4. Pol Pot, Camboja
Responsável por até 2 milhões de mortes
Pot foi ditador do Camboja e o líder do Khmer Vermelho, um sangrento regime que vigorou no país entre 1975 e 1979 e levou à morte, segundo estimativas, entre 1,7 milhão e 2 milhões de pessoas – um dos maiores genocídios do século passado. As leis do país no período eram tão assustadoras que previam a condenação por traição de pessoas que chegavam ao trabalho atrasadas.
O governo entrou em colapso em 1979 após o país ser invadido pelo Vietnã. Pot e a cúpula do Khmer Vermelho foram obrigados a fugir para as florestas, de onde seguiram lutando para permanecer no comando do país.
Ele morreu em 1998, após o general Ta Mok, que então governava o país, ameaçar entregá-lo para ser julgado nos EUA. Oficialmente, ele morreu após sofrer uma parada cardíaca, mas há suspeitas de que ele tenha cometido suicídio ou sido envenenado.
5. Theoneste Bagosora, Ruanda
Responsável por até 800 mil mortes
Apelidado de “Coronel Morte” e de “Milosevic de Ruanda”, Bagosora é apontado como o principal responsável pelo genocídio de pessoas da etnia Tutsi em Ruanda, em 1994. Ele assumiu o controle do Ministério da Defesa em 1992 e, apesar de se aposentar no ano seguinte, se manteve à frente do exército até o fim do genocídio.
Bagosora, da etnia Hutu e um extremista anti-Tutsi, comandou uma brutal campanha de limpeza étnica após a morte do presidente Juvenal Habyarimana, também um hutu, em um ataque ao seu avião, em 6 de abril de 1994. Um dia após a morte, iniciou-se a matança de tutsis e hutus moderados que só se encerraria em 18 de julho, quando o grupo rebelde tutsi Frente Patriótica de Ruanda declarou vitória sobre os exércitos comandados por Bagosora.
Ele é acusado de ser responsável pela morte de mais de 500 mil tutsis e de milhares de hutus moderados. O Tribunal Penal Internacional para Ruanda da ONU estima que 800 mil pessoas foram mortas durante o genocídio em Ruanda. O confronto ainda obrigou milhões de pessoas a deixarem o país em direção a nações vizinhas, o que levaria a novos conflitos na região.
Bagosora, que havia fugido após o fim do conflito, foi detido em Camarões em 9 de março de 1996. Em 2008, ele foi condenado à prisão perpétua pelo TPI (Tribunal Penal Internacional) para Ruanda por genocídios, crimes contra humanidade e crimes de guerra.
6. Hadji Mohamed Suharto, Indonésia
Responsável por no mínimo 750 mil mortes
Suharto foi um dos poucos militares que sobreviveram à tentativa de golpe que tentou derrubar o então presidente Sukarno em 30 de setembro de 1965. Após o golpe, que matou seis de seus generais, Sukarno concede a Suharto o comando do exército e ele iniciou uma onda de represálias ao Partido Comunista Indonésio, responsável pelo golpe. Os ataques deixaram pelo menos 500 mil mortos – algumas estimativas apontam que até 2 milhões de rebeldes foram assassinados. O contragolpe é considerado um dos maiores massacres do século 20.
Suharto assumiu o comando de fato do país, mas só sucedeu Sukarno como presidente oficial em 1968. Em 1975, o vizinho Timor Leste declarou sua independência de Portugal. Contudo, sob o temor de que o país se torne comunista, Suharto ordenou a invasão do Timor Leste – apoiada pelos EUA. Cerca de 60 mil timorenses morrem nos primeiros dois meses que seguiram à invasão. No total, 250 mil pessoas morreram devido à ocupação, que durou 24 anos.
Entre outras violentas medidas de repressão, em 1985, ele ordenou a execução sumária de 5 mil criminosos em uma tentativa de diminuir o crime na ilha de Java. Em 1990, separatistas da província de Aceh, na ilha de Sumatra, foram reprimidos pelo governo em conflitos que deixaram aproximadamente outros 5 mil mortos. Suharto renunciou em 1998 após uma série de protestos tomar conta do país. Ele morreu em 2008, após sofrer uma série de complicações de saúde.
7. Idi Amin Dada, Uganda
Responsável por até 500 mil mortes
Idi Amim foi o presidente de Uganda entre 1971 e 1979. Apesar de não saber ler nem escrever, ele comandou um brutal regime militar que lhe valeu o apelido de “Açougueiro da África”. Estimativas feitas pela ONG Anistia Internacional apontam que até 500 mil pessoas morreram durante o período por perseguições étnicas, políticas e religiosas.
Entre as suas excentricidades, acredita-se que ele comia os restos mortais de seus inimigos assassinados e que teria se oferecido como parceiro sexual da rainha britânica Elizabeth. Em 1971, ele e o presidente do Zaire Mobutu Sese Seko mudaram os nomes dos lagos Albert e Edward para Lago Mobutu Sese Seko e Lago Idi Amim Dada, respectivamente. Em 1978, ele se proclamou presidente vitalício de Uganda, mas seu regime ruiu após a guerra com a Tanzânia. Ele morreu em 2003, exilado na Arábia Saudita. Idi Amim foi retratado no cinema no filme O Último Rei da Escócia (2006).
8. Benito Mussolini, Itália
Responsável por mais de 440 mil mortes
Mussolini foi ditador durante o regime fascista que vigorou no país entre 1922 e 1943. Sob o comando do “Duce”, a Itália se tornou um regime militar marcado pela repressão e pelo controle do Estado sobre a economia.
Em 1935, ele ordenou a invasão da Abissínia (atual Etiópia), que levaria a execução de mais de 30 mil etíopes. Durante a Guerra Civil Espanhola, Mussolini concedeu apoio militar ao general Franco. Em 1938, seguindo comando de Hitler, o regime fascista aprovou leis antissemitas na Itália que levaram à deportação de 7 mil judeus italianos para campos de concentração na Alemanha durante a Segunda Guerra Mundial, dos quais 5.910 foram mortos. A aliança de Mussolini com Hitler e o Terceiro Reich alemão levou à morte aproximadamente 410 mil italianos durante a guerra.
O pacto com a Alemanha resistiu até a invasão aliada da Itália em 1943. Mussolini foi deposto em 24 de julho e preso no dia seguinte. No entanto, uma operação de paraquedistas alemães conseguiu resgatá-lo no dia 12 de setembro. Mussolini foi enfim preso em 27 de abril de 1945, próximo à cidade de Como, e executado um dia depois ao lado de sua mulher, Claretta Petacci. Os corpos do casal foram levados para Milão, onde foram pendurados e expostos para humilhação pública.
9. Slobodan Milosevic, Iugoslávia
Responsável por até 230 mil mortes
Milosevic foi presidente da Sérvia (1989-1997) e depois presidente da Iugoslávia (1997-2000). Durante o período, a Iugoslávia foi marcada por guerras separatistas que culminaram na sua divisão. Os primeiros países a proclamarem independência após a chegada de Milosevic ao poder foram Eslovênia, Croácia e Macedônia, todas em 1991, após confrontos, em especial na Croácia, que deixaram 20 mil mortos.
Contudo, foi em 1992, quando a Bósnia-Hezergovina declarou sua independência, que o verdadeiro banho de sangue começou na região. Milosevic apoiou as milícias sérvio-bósnias lideradas pelos generais Radovan Karadzic e Ratko Mladic, que promoveram um conflito ao longo de três anos, e respingou na Croácia, provocando a morte de até 200 mil pessoas – mais de 100 mil apenas nos primeiros meses -, tirou de suas casas 3 milhões de pessoas e deixou dezenas de milhares desaparecidas. Além disso, milhares foram enviados a campos de concentração e campos de estupros, para onde estima-se que mais de 20 mil mulheres muçulmanas foram mandadas.
Três anos após a Guerra da Bósnia, foi a vez do Kosovo buscar sua independência em mais um sangrento conflito iniciado em setembro de 1998 e encerrado apenas em junho do ano seguinte, após Belgrado, capital da Sérvia, ser bombardeada ao longo de 78 dias por tropas da Otan. O conflito deixou cerca de 10 mil mortos e até 740 mil albano-kosovares sem moradia. Milosevic só deixou o poder em outubro de 2000. Ele foi preso em abril de 2001 pelo governo sérvio acusado dos crimes de abuso de poder e de corrupção e extraditado dois meses mais tarde para ser julgado pelo tribunal da ONU em Haia, na Holanda, por crimes de guerra, se tornando o primeiro chefe de estado a ser julgado por essa acusação. Milosevic foi encontrado morto em 11 de março de 2006 após sofrer um ataque cardíaco, antes que o veredicto de seu julgamento pudesse ser pronunciado.
10. Francisco Franco, Espanha
Responsável por no mínimo 200 mil mortes
Franco foi o comandante nacionalista durante o golpe de estado que tentou derrubar o governo republicano, democraticamente eleito, em 1936, e levou a Espanha a uma guerra civil que durou até 1939. O confronto colocou frente a frente os nacionalistas, apoiados por Hitler e Mussolini, e os republicanos, que tinham suporte da União Soviética.
Apesar de não existirem dados oficiais, acredita-se que até 200 mil pessoas possam ter sido mortas diretamente no conflito – o número chegaria a 500 mil levando-se em conta todas as causas. Historiadores afirmam que um mínimo de 37.843 e um máximo de 150 mil (incluindo 50 mil após a guerra) execuções foram realizadas pelas tropas franquistas.
O confronto se encerrou em 1º de abril de 1939 com a vitória dos exércitos nacionalistas. Franco iniciou então o seu regime ditatorial na Espanha, que acabaria com inúmeras liberdades individuais e duraria até a sua morte, em 20 de novembro de 1975, em Madri.
11. Charles Taylor, Libéria
Responsável parcial por 75 mil mortes no Sri Lanka e milhares em duas guerras civis na Libéria
Ex-líder da Frente Nacional Patriótica de Libertação da Libéria (1989-1997) e presidente do país (1997-2003), Taylor comandou os exércitos rebeldes na guerra civil (1989-1997) da Libéria. Contudo, os piores flagelos à humanidade infligidos por ele foram realizados no exterior. Ele está sendo julgado pela Corte Especial para Serra Leoa pela participação na guerra civil desse país entre novembro de 1996 e janeiro de 2002, quando o conflito foi encerrado.Taylor é acusado de liderar os rebeldes da Frente Revolucionária Unida (RUF) em Serra Leoa, abastecendo-os com armas e munições em troca de diamantes.
Taylor foi indiciado por 11 acusações de crimes de guerra, crimes contra a humanidade e outras sérias violações dos direitos humanos. Ele é acusado de ser responsável pelo assassinato e mutilação de civis, a transformação de mulheres e meninas em escravas sexuais, o sequestro de adultos e crianças para que eles realizassem trabalhos forçados ou lutassem no conflito, com base no seu apoio aos rebeldes da Serra Leoa. Taylor também é responsabilizado pelo envio de tropas da Libéria em ajuda aos guerrilheiros. A Guerra Civil na Serra Leoa (1991-2002) causou 75 mil mortes e obrigou metade da população do país a deixar suas casas.
O julgamento de Charles Taylor ganhou notoriedade recentemente por envolver a modelo Naomi Campbell e a atriz americana Mia Farrow. Ambas foram chamadas para depor sobre supostos diamantes brutos enviados por Taylor a Naomi após um jantar, em 1997. O processo ainda está em andamento.
12. Nicolae Ceausescu, Romênia
Responsável por aproximadamente 65 mil mortes
Ceausescu governou a Romênia durante o período comunista (1974-1989) e ditador do país (1965-1989) durante o período comunista. As suas catastróficas políticas públicas e econômicas levaram à morte mais de 60 mil pessoas, a maioria delas de fome, enquanto ele e sua mulher, Elena, viviam em palácios e eram flagrados em ostentação pela imprensa internacional. O seu regime também foi marcado por um crescente aumento da repressão e da corrupção.
A queda de Ceausescu, em dezembro de 1989, foi a mais sangrenta entre todos os países do bloco comunista. No dia 16, manifestantes iniciaram um grande protesto anti-governista em Timisoara. No dia seguinte, com o aumento do número de manifestantes, o ditador ordenou que as forças de segurança do país disparassem contra a multidão, o que levou a um conflito que deixou 4 mil mortos. A chamada “Revolução de Timisoara” se encerrou no dia 20 com a tomada da cidade pelos rebeldes, apoiados por militares dissidentes. No dia 22, após grandes protestos em Bucareste, Ceausescu fugiu da capital romena, mas foi capturado horas mais tarde em Cîmpulung. Conflitos entre tropas leais ao ditador e rebeldes deixam mais mil mortos.
No dia 25, o casal Ceausescu foi sumariamente condenado à morte por um tribunal militar e executado. Imagens dos corpos mortos de Nicolae e de Elena foram exibidas em rede nacional.
13. Augusto Pinochet, Chile
Responsável por mais de 3 mil mortes
Pinochet governou o Chile entre 1973 e 1990. Antes disso, no governo de Salvador Allende, comandou o exército (1970-1973), mas acabou aderindo à conspiração que derrubou o então presidente. Como chefe da Junta Militar, assumiu o poder após o golpe que culminou com o suicídio de Allende.. Segundo números divulgados pela Comissão Nacional pela Verdade e Reconciliação do Chile, o governo Pinochet foi responsável pela morte de 3.172 presos políticos, além aplicar táticas de tortura em quase 30 mil chilenos.
Apesar de o Chile ter elegido um novo presidente em 1990, Pinochet seguiu como comandante do Exército do país até 1998, quando se tornou senador vitalício. Contudo, em outubro daquele ano, dois juízes espanhóis iniciam uma investigação sobre a ligação do ex-ditador com o desaparecimento de cidadãos espanhóis durante o seu regime militar. Ele foi preso em novembro em uma clínica de reabilitação no Reino Unido. Seus problemas de saúde o levam à morte em 10 de dezembro de 2006, antes que pudesse ser condenado pelas mais de 300 acusações pendentes contra ele.
Fonte: Portal Terra
Recado aos gananciosos capitalistas opressores
“pois nada trouxemos para este mundo e dele nada podemos levar;
por isso, tendo o que comer e com que vestir-nos, estejamos com isso satisfeitos.
Os que querem ficar ricos caem em tentação, em armadilhas e em muitos desejos descontrolados e nocivos, que levam os homens a mergulharem na ruína e na destruição,
pois o amor ao dinheiro é raiz de todos os males.” (1 Tm 6, 7-10)
por isso, tendo o que comer e com que vestir-nos, estejamos com isso satisfeitos.
Os que querem ficar ricos caem em tentação, em armadilhas e em muitos desejos descontrolados e nocivos, que levam os homens a mergulharem na ruína e na destruição,
pois o amor ao dinheiro é raiz de todos os males.” (1 Tm 6, 7-10)
terça-feira, 24 de agosto de 2010
Porque as minhas críticas são tão ácidas???
Adriano Couto
Nos últimos tempos, tenho aprendido a criticar.
Sim, isso mesmo, CRITICAR.
Segundo o dicionário, criticar significa:
Examinar, apreciar, censurar e maldizer.
Tenho feito TODAS essas coisas. Em relação a mim, às coisas que eu ouço, vejo e sinto, em relação a todos os assuntos do nosso cotidiano, aos meus irmãos e suas ações, em relação aos pastores (da minha igreja e de outras), em relação aos blogs que eu leio (aqueles com quem eu concordo e com quem discordo) e em especial, à minha religião evangélica.
Tenho aprendido a:
Examinar aquilo que creio.
Apreciar aquilo que não entendo.
Censurar o medo de criticar
E Maldizer aquilo que Jesus maldizia.
Como dica, fica a seguinte experiência:
Leia blogs de pessoas de quem você discorda.
Pessoas que tem um ponto de vista diferente do seu.
Aprenda a ser crítico. Sem ser mala. Aprenda a pensar, examinar, apreciar. Aprenda a discordar e concordar.
As críticas de Jesus ao sistema religioso de sua época resultaram em sua morte e na nossa salvação.
As críticas de Paulo às recém formadas igrejas resultaram em boa parte do Novo Testamento.
As críticas de Lutero ao sistema religioso de sua época resultaram na Reforma.
Qual vai ser o resultado da sua e da minha crítica?
Nos últimos tempos, tenho aprendido a criticar.
Sim, isso mesmo, CRITICAR.
Segundo o dicionário, criticar significa:
Examinar, apreciar, censurar e maldizer.
Tenho feito TODAS essas coisas. Em relação a mim, às coisas que eu ouço, vejo e sinto, em relação a todos os assuntos do nosso cotidiano, aos meus irmãos e suas ações, em relação aos pastores (da minha igreja e de outras), em relação aos blogs que eu leio (aqueles com quem eu concordo e com quem discordo) e em especial, à minha religião evangélica.
Tenho aprendido a:
Examinar aquilo que creio.
Apreciar aquilo que não entendo.
Censurar o medo de criticar
E Maldizer aquilo que Jesus maldizia.
Como dica, fica a seguinte experiência:
Leia blogs de pessoas de quem você discorda.
Pessoas que tem um ponto de vista diferente do seu.
Aprenda a ser crítico. Sem ser mala. Aprenda a pensar, examinar, apreciar. Aprenda a discordar e concordar.
As críticas de Jesus ao sistema religioso de sua época resultaram em sua morte e na nossa salvação.
As críticas de Paulo às recém formadas igrejas resultaram em boa parte do Novo Testamento.
As críticas de Lutero ao sistema religioso de sua época resultaram na Reforma.
Qual vai ser o resultado da sua e da minha crítica?
domingo, 22 de agosto de 2010
Brasileiro Reclama de que?
Tá Reclamando do Lula? do Serra? da Dilma? do Arrruda? do Sarney? do Collor? Do Renan? do Palocci? do Delubio? Da Roseanne Sarney? Dos politicos distritais de Brasilia? do Jucá? do Kassab? dos mais 300 picaretas do Congresso?
O Brasileiro é assim:
1- Saqueia cargas de veículos acidentados nas estradas.
2- Estaciona nas calçadas, muitas vezes debaixo de placas proibitivas.
3- Suborna ou tenta subornar quando é pego cometendo infração.
4- Troca voto por qualquer coisa: areia, cimento, tijolo, e até dentadura.
5- Fala no celular enquanto dirige.
6-Trafega pela direita nos acostamentos num congestionamento.
7- Pára em filas duplas, triplas em frente às escolas.
8- Viola a lei do silêncio.
9- Dirige após consumir bebida alcoólica.
10- Fura filas nos bancos, utilizando-se das mais esfarrapadas desculpas.
11-Espalha mesas, churrasqueira nas calçadas.
12- Pega atestados médicos sem estar doente, só para faltar ao trabalho.
13- Faz " gato " de luz, de água e de tv a cabo.
14- Registra imóveis no cartório num valor abaixo do comprado, muitas vezes irrisórios, só para pagar menos impostos.
15- Compra recibo para abater na declaração do imposto de renda para pagar menos imposto.
16- Muda a cor da pele para ingressar na universidade através do sistema de cotas.
17- Quando viaja a serviço pela empresa, se o almoço custou 10 pede nota fiscal de 20
18- Comercializa objetos doados nessas campanhas de catástrofes.
19- Estaciona em vagas exclusivas para deficientes.
20- Adultera o velocímetro do carro para vendê-lo como se fosse pouco rodado.
21- Compra produtos pirata com a plena consciência de que são pirata.
22- Substitui o catalisador do carro por um que só tem a casca.
23- Diminui a idade do filho para que este passe por baixo da roleta do ônibus, sem pagar passagem.
24- Emplaca o carro fora do seu domicílio para pagar menos IPVA.
25- Freqüenta os caça-níqueis e faz uma fezinha no jogo de bicho.
26- Leva das empresas onde trabalha, pequenos objetos como clipes, envelopes, canetas, lápis.... como se isso não fosse roubo.
27- Comercializa os vales-transporte e vales-refeição que recebe das empresas onde trabalha.
28- Falsifica tudo, tudo mesmo... só não falsifica aquilo que ainda não foi inventado.
29- Quando volta do exterior, nunca diz a verdade quando o fiscal aduaneiro pergunta o que traz na bagagem.
30- Quando encontra algum objeto perdido, na maioria das vezes não devolve.
E quer que os políticos sejam honestos...
Escandaliza- se com a farra das passagens aéreas...
Esses políticos que aí estão saíram do meio desse mesmo povo ou não?
Brasileiro reclama de quê, afinal?
E é a mais pura verdade, isso que é o pior! Então sugiro adotarmos uma mudança de comportamento, começando por nós mesmos, onde for necessário!
Vamos dar o bom exemplo!
Fonte: Blog Aprendendo a amar
O Brasileiro é assim:
1- Saqueia cargas de veículos acidentados nas estradas.
2- Estaciona nas calçadas, muitas vezes debaixo de placas proibitivas.
3- Suborna ou tenta subornar quando é pego cometendo infração.
4- Troca voto por qualquer coisa: areia, cimento, tijolo, e até dentadura.
5- Fala no celular enquanto dirige.
6-Trafega pela direita nos acostamentos num congestionamento.
7- Pára em filas duplas, triplas em frente às escolas.
8- Viola a lei do silêncio.
9- Dirige após consumir bebida alcoólica.
10- Fura filas nos bancos, utilizando-se das mais esfarrapadas desculpas.
11-Espalha mesas, churrasqueira nas calçadas.
12- Pega atestados médicos sem estar doente, só para faltar ao trabalho.
13- Faz " gato " de luz, de água e de tv a cabo.
14- Registra imóveis no cartório num valor abaixo do comprado, muitas vezes irrisórios, só para pagar menos impostos.
15- Compra recibo para abater na declaração do imposto de renda para pagar menos imposto.
16- Muda a cor da pele para ingressar na universidade através do sistema de cotas.
17- Quando viaja a serviço pela empresa, se o almoço custou 10 pede nota fiscal de 20
18- Comercializa objetos doados nessas campanhas de catástrofes.
19- Estaciona em vagas exclusivas para deficientes.
20- Adultera o velocímetro do carro para vendê-lo como se fosse pouco rodado.
21- Compra produtos pirata com a plena consciência de que são pirata.
22- Substitui o catalisador do carro por um que só tem a casca.
23- Diminui a idade do filho para que este passe por baixo da roleta do ônibus, sem pagar passagem.
24- Emplaca o carro fora do seu domicílio para pagar menos IPVA.
25- Freqüenta os caça-níqueis e faz uma fezinha no jogo de bicho.
26- Leva das empresas onde trabalha, pequenos objetos como clipes, envelopes, canetas, lápis.... como se isso não fosse roubo.
27- Comercializa os vales-transporte e vales-refeição que recebe das empresas onde trabalha.
28- Falsifica tudo, tudo mesmo... só não falsifica aquilo que ainda não foi inventado.
29- Quando volta do exterior, nunca diz a verdade quando o fiscal aduaneiro pergunta o que traz na bagagem.
30- Quando encontra algum objeto perdido, na maioria das vezes não devolve.
E quer que os políticos sejam honestos...
Escandaliza- se com a farra das passagens aéreas...
Esses políticos que aí estão saíram do meio desse mesmo povo ou não?
Brasileiro reclama de quê, afinal?
E é a mais pura verdade, isso que é o pior! Então sugiro adotarmos uma mudança de comportamento, começando por nós mesmos, onde for necessário!
Vamos dar o bom exemplo!
Fonte: Blog Aprendendo a amar
Luteranismo avança no Terceiro Mundo
Interessado em pesquisar a expressão do luteranismo num contexto global, o teólogo Vítor Westhelle acredita que nos próximos dez anos a maioria dos luteranos esteja vivendo ao sul do Equador, região que concentra 60% de todos os cristãos do mundo.
Essa situação impõe novos desafios para a Teologia na medida em que os cristãos estão disputando espaço com outras religiões”, pontuou Vítor. Na continente asiático, os cristãos correspondem a 3% da população de maioria budista e hindu, realidade essa que confronta a sociedade ocidental norte-atlântica com questões com as quais não se preocupava até o início do século passado.
Professor visitante da Faculdades EST, Vítor esteve em São Leopoldo, cidade do estado do Rio Grande do Sul, na sexta-feira, 13, para estabelecer contato com professores e referenciais teóricos que pudessem auxiliá-lo no desenvolvimento de suas pesquisas como docente na Escola Luterana de Teologia de Chicago, nos Estados Unidos.
Em entrevista ao site da faculdade, ele avaliou o atual momento ecumênico e definiu-o como marcado pela tensão entre o respeito às peculiaridades religiosas e a tentativa de uniformização de todas as expressões. “Essa busca por uniformização é o que também provoca cismas dentro do cristianismo e fragmentação nas bordas daquilo que é unificado”, asseverou.
Na avaliação do teólogo luterano, a expansão do pentecostalismo representa, antes de tudo, um sinal de vitalidade do cristianismo, obrigando as igrejas históricas a lidar com novos desafios dentro de seus próprios parâmetros e dentro de sua própria teologia.
“Nossa confessionalidade precisa ser retrabalhada e descongelada para que possamos travar um diálogo mais próximo à sociedade, especialmente junto às populações mais carentes”, enfatizou Vítor.
Questionado sobre as relações entre o governo Lula e Obama, o pesquisador disse que o atual presidente norte-americano vê no presidente brasileiro um modelo de estadista, e que os projetos sociais implementados por Lula têm servido de inspiração a Obama.
“Esse é o motivo pelo qual o presidente estadunidense está querendo que o Estado tenha uma intervenção mais enérgica dentro da organização social e econômica do país”, que ainda sofre com os efeitos da alta taxa de desemprego. Na medida em que os Estados Unidos apresentar uma melhora nos indicadores econômicos, declarou Vítor, certamente isso terá reflexos imediatos nos índices de aceitação de Obama, que chegam hoje a 49%.
Fonte: ALC
Essa situação impõe novos desafios para a Teologia na medida em que os cristãos estão disputando espaço com outras religiões”, pontuou Vítor. Na continente asiático, os cristãos correspondem a 3% da população de maioria budista e hindu, realidade essa que confronta a sociedade ocidental norte-atlântica com questões com as quais não se preocupava até o início do século passado.
Professor visitante da Faculdades EST, Vítor esteve em São Leopoldo, cidade do estado do Rio Grande do Sul, na sexta-feira, 13, para estabelecer contato com professores e referenciais teóricos que pudessem auxiliá-lo no desenvolvimento de suas pesquisas como docente na Escola Luterana de Teologia de Chicago, nos Estados Unidos.
Em entrevista ao site da faculdade, ele avaliou o atual momento ecumênico e definiu-o como marcado pela tensão entre o respeito às peculiaridades religiosas e a tentativa de uniformização de todas as expressões. “Essa busca por uniformização é o que também provoca cismas dentro do cristianismo e fragmentação nas bordas daquilo que é unificado”, asseverou.
Na avaliação do teólogo luterano, a expansão do pentecostalismo representa, antes de tudo, um sinal de vitalidade do cristianismo, obrigando as igrejas históricas a lidar com novos desafios dentro de seus próprios parâmetros e dentro de sua própria teologia.
“Nossa confessionalidade precisa ser retrabalhada e descongelada para que possamos travar um diálogo mais próximo à sociedade, especialmente junto às populações mais carentes”, enfatizou Vítor.
Questionado sobre as relações entre o governo Lula e Obama, o pesquisador disse que o atual presidente norte-americano vê no presidente brasileiro um modelo de estadista, e que os projetos sociais implementados por Lula têm servido de inspiração a Obama.
“Esse é o motivo pelo qual o presidente estadunidense está querendo que o Estado tenha uma intervenção mais enérgica dentro da organização social e econômica do país”, que ainda sofre com os efeitos da alta taxa de desemprego. Na medida em que os Estados Unidos apresentar uma melhora nos indicadores econômicos, declarou Vítor, certamente isso terá reflexos imediatos nos índices de aceitação de Obama, que chegam hoje a 49%.
Fonte: ALC
Crescimento dos luteranos
Comunhão luterana alcança mais de 70 milhões de fiéis
ALC
Genebra, segunda-feira, 15 de março de 2010 (ALC) - O número de fiéis das igrejas vinculadas à Federação Luterana Mundial (FLM) cresceu na África e na Ásia, experimentou um leve acréscimo na Europa, mas estagnou na América Latina e no Caribe, e diminuiu na América do Norte.
Com a filiação de 1,58 milhão de novos fiéis nas 140 denominações de 79 países, a Comunhão luterana passou a somar, no ano passado, 70.053 milhões de fiéis, um crescimento de 2,3% em comparação a 2008.
Somando também as igrejas luteranas que não estão integradas à FLM, o número de luteranos e luteranas no mundo em 2009 ascendeu para 73,8 milhões de pessoas
Mesmo registrando perda de 1% da sua membresia em 2009, a Igreja Luterana da Suécia é a maior dentre as denominações filiadas à FLM, com 6,7 milhões de membros.
É na África que as igrejas luteranas apresentam o maior crescimento numérico, somando 18,5 milhões de fiéis, com um crescimento de 7,1% no ano passado.
A segunda maior denominação dentre as filiadas à Comunhão luterana é a Igreja da Tanzânia, com 5,3 milhões de fiéis. A igreja da Etiópia – Mekane Yesus – é a terceira maior da FLM, com 5,27 milhões e um crescimento de 267,3 mil fiéis em 2009.
A Igreja Luterana de Moçambique cresceu 94% quanto ao número de fiéis, a de Angola 38%, e da Namíbia 20%, somando, as três, chegam a 472,6 mil pessoas.
O conjunto de igrejas da Ásia teve um acréscimo de 200 mil fiéis no ano passado, somando, no total, 8,74 milhões de membros, com um crescimento de 2,35% em 2009. A maior igreja luterana no continente é a Batak, da Indonésia, com 4,35 milhões de fiéis.
Também na Europa igrejas evangélicas tiveram crescimento no ano passado, de 250 mil fiéis, somando 37, 1 milhões de fiéis. A Alemanha é o país com o maior número de luteranos no mundo: 12,9 milhões. As maiores igrejas territoriais (Landeskirchen) são as de Hannover, com 2,98 milhões, seguida da igreja da Baviera, com 2,6 milhões.
A Igreja Evangélica Luterana da América teve uma evasão de 86,6 mil membros, em 2009, totalizando 4,6 milhões de fiéis, a quarta maior denominação da FLM. Também a igreja do Canadá viu seu número de membros diminuir no ano passado, com uma perda de 5,2%, somando agora 152,7 mil pessoas.
A Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil (IECLB), com 717 mil membros, estáveis, é a maior denominação da região filiada à FLM. As demais igrejas luteranas da América Latina e do Caribe somam, no total, 837,6, mil membros.
Os dados são do serviço de estatística da FLM, que faz a coleta anual do número de fiéis das denominações filiadas ao organismo ecumênico internacional.
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Fonte: Agência Latino-Americana e Caribenha de Comunicação (ALC)
ALC
Genebra, segunda-feira, 15 de março de 2010 (ALC) - O número de fiéis das igrejas vinculadas à Federação Luterana Mundial (FLM) cresceu na África e na Ásia, experimentou um leve acréscimo na Europa, mas estagnou na América Latina e no Caribe, e diminuiu na América do Norte.
Com a filiação de 1,58 milhão de novos fiéis nas 140 denominações de 79 países, a Comunhão luterana passou a somar, no ano passado, 70.053 milhões de fiéis, um crescimento de 2,3% em comparação a 2008.
Somando também as igrejas luteranas que não estão integradas à FLM, o número de luteranos e luteranas no mundo em 2009 ascendeu para 73,8 milhões de pessoas
Mesmo registrando perda de 1% da sua membresia em 2009, a Igreja Luterana da Suécia é a maior dentre as denominações filiadas à FLM, com 6,7 milhões de membros.
É na África que as igrejas luteranas apresentam o maior crescimento numérico, somando 18,5 milhões de fiéis, com um crescimento de 7,1% no ano passado.
A segunda maior denominação dentre as filiadas à Comunhão luterana é a Igreja da Tanzânia, com 5,3 milhões de fiéis. A igreja da Etiópia – Mekane Yesus – é a terceira maior da FLM, com 5,27 milhões e um crescimento de 267,3 mil fiéis em 2009.
A Igreja Luterana de Moçambique cresceu 94% quanto ao número de fiéis, a de Angola 38%, e da Namíbia 20%, somando, as três, chegam a 472,6 mil pessoas.
O conjunto de igrejas da Ásia teve um acréscimo de 200 mil fiéis no ano passado, somando, no total, 8,74 milhões de membros, com um crescimento de 2,35% em 2009. A maior igreja luterana no continente é a Batak, da Indonésia, com 4,35 milhões de fiéis.
Também na Europa igrejas evangélicas tiveram crescimento no ano passado, de 250 mil fiéis, somando 37, 1 milhões de fiéis. A Alemanha é o país com o maior número de luteranos no mundo: 12,9 milhões. As maiores igrejas territoriais (Landeskirchen) são as de Hannover, com 2,98 milhões, seguida da igreja da Baviera, com 2,6 milhões.
A Igreja Evangélica Luterana da América teve uma evasão de 86,6 mil membros, em 2009, totalizando 4,6 milhões de fiéis, a quarta maior denominação da FLM. Também a igreja do Canadá viu seu número de membros diminuir no ano passado, com uma perda de 5,2%, somando agora 152,7 mil pessoas.
A Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil (IECLB), com 717 mil membros, estáveis, é a maior denominação da região filiada à FLM. As demais igrejas luteranas da América Latina e do Caribe somam, no total, 837,6, mil membros.
Os dados são do serviço de estatística da FLM, que faz a coleta anual do número de fiéis das denominações filiadas ao organismo ecumênico internacional.
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Fonte: Agência Latino-Americana e Caribenha de Comunicação (ALC)
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
Treze perguntas para os evolucionistas responderem
Algumas pessoas sinceras, mas mal encaminhadas, pensam que a evolução é uma teoria razoável para explicar as questões do homem e do Universo. A evolução não é uma teoria, é um tipo de religião pagã disfarçada de ciência.
1. De onde veio o espaço para o Universo e a matéria?
2. De onde vieram as leis do Universo – lei da gravidade, inércia etc.?
3. Como pode a matéria estar tão perfeitamente organizada? De onde veio a energia para organizar tudo?
4. Quando, onde, por que e como a vida se originou de matéria morta?
5. Quando, onde, por que e como a vida aprendeu a reproduzir-se?
6. O que fez a primeira célula capaz de reprodução sexual reproduzir-se?
7. Como podem as mutações (recombinando o código genético) criar uma nova e melhorada variedade? (Recombinar letras inglesas nunca iria produzir um livro chinês).
8. Quando, onde, por que e como:
a. Anfíbios se transformaram em répteis?
b. Os répteis se transformaram em pássaros? (os pulmões, ossos, olhos, órgãos reprodutores, coração, método de locomoção e pele são todos diferentes!) Como viviam as formas intermediárias?
9. Quando, onde, por que e como:
a. Evoluíram as baleias, os cavalos-marinhos e os morcegos?
b. Evoluíram os olhos e os ouvidos?
c. Evoluíram os cabelos, pele, penas, escamas, unhas, garras etc?
10. O que evoluiu primeiro? Como e em quanto tempo funcionou sem os outros?
a. O impulso para reproduzir ou a habilidade para reprodução?
b. Os pulmões, a mucosidade que os protege, a garganta ou a perfeita mistura de gases respirada pelos pulmões?
c. As plantas ou os insetos que se mantiveram vivos e polinizaram as plantas?
d. Os ossos, ligaduras, tendões, circulação ou músculos para mover os ossos?
e. O sistema imunológico ou a necessidade dele?
11. Quando, onde, por que e como o homem desenvolveu sentimentos e pensamentos — amor, piedade, culpa etc? (estas capacidades jamais evoluiriam conforme a “teoria da evolução”).
12. Considerando que existem mais de uma dezena de correntes evolucionistas, a qual delas você pertence?
13. Você acredita honestamente que tudo veio do nada?
Após responder a estas treze perguntas, considere cuidadosamente as perguntas seguintes:
1. Você está seguro de que suas respostas são racionais, corretas e cientificamente comprováveis? Ou crê que simplesmente as coisas aconteceram como você acabou de responder? Estas respostas refletem sua religião ou a ciência?
2. Suas respostas dependem de uma fé semelhante à de uma pessoa que diz “Deus deve ter projetado isto”?
3. É possível que um Criador inadvertido desenhou este Universo? Se Deus é excluído do princípio da discussão por sua definição de ciência, como poderia ser mostrado que Ele criou o Universo considerando a suposta verdade cristã de que Ele realmente o criou?
4. É sábio e justo apresentar a evolução aos estudantes como fato?
5. As pessoas aceitam a evolução devido a quais destes fatores:
a. Foi o que elas aprenderam sem questionar durante toda a vida.
b. Elas gostam da liberdade de Deus, sem compromisso com qualquer espécie de moral absoluta.
c. Elas se unem para apoiar a teoria com medo de perder o seu trabalho ou status.
d. Elas nutrem um orgulho intelectual que as impedem de admitir que estão equivocadas.
6. Devemos continuar usando evidências antigas, desaprovadas, inconclusivas e incorretas para apoiar a teoria da evolução porque não temos um substituto convincente? (Homem de Piltdown, Homem de Java, Homem de Neanderthal etc).
7. Deve-se permitir aos pais exigir que a evolução não seja ensinada como fato no sistema escolar, a menos que se ensine ao lado de outras teorias de origens (como a criação divina)?
8. Você não se cansa de ter fé num sistema que não é verdadeiro? Não seria melhor conhecer a Deus que o fez e aceitar seu amor e perdão?
9. O que você está arriscando se você estiver errado? (um renomado opositor do criacionismo considerou: “Existe um Deus ou não? Ambas as possibilidades são assustadoras!”)
LAMARCK
As girafas ancestrais provavelmente tinham pescoços curtos. Para alcançar a folhagem das árvores, de que se alimentavam, tinham que esticar o pescoço.
Pelo fato de esticarem sempre o pescoço para atingir a folhagem das árvores, o pescoço alongou-se. Essa característica adquirida era transmitida aos seus descendentes.
Finalmente, o contínuo esticamento do pescoço deu origem às girafas atuais. Portanto, pelo uso ou desuso e pela transmissão das características adquiridas houve a evolução.
DARWIN
As girafas ancestrais provavelmente apresentavam pescoços de comprimentos variáveis. As variações eram hereditárias.
A competição e a seleção natural levaram à sobreviência dos descendentes de pescoços longos, uma vez que estes conseguiam alimentar-se melhor do que as girafas de pescoços curtos.
Finalmente, apenas as girafas de pescoços longos sobreviveram à competição. Portanto, pela seleção natural ocorreu a evolução.
Quem disse que todo cientista crê no evolucionismo?
Algumas invenções e descobertas notáveis
desenvolvidas por cientistas criacionistas:
Francis Bacon (1561—1626) - Método científico
Blaise Pascal (1623—662) - Barômetro
Isaac Newton (1642—1727) - Lei da gravidade
David Brewster (1781—1868) - Caleidoscópio
Michael Faraday (1791—1867) - Gerador elétrico
Samuel F. B. Morse (1791—1872) – Telégrafo
Charles Babbage (1792—1871) - Calculadora
Joseph Henry (1797—1878) - Motor elétrico
James Simpson (1811—1870) - Clorofórmio
Louis Pasteur (1822—1895) - Lei da biogênese,
controle de fermentação, pasteurização etc.
Lord Kelvin (1824—1907) - Balança de temperatura absoluta
William Ramsay (1852—1916) - Gases inertes
Obs: Nem todos os cientistas supracitados foram ortodoxos em relação às crenças cristãs, entretanto, todos eles foram criacionistas.
Por Paul S. Taylor, da Eden Communications
Tradução de Avelar Guedes Junior
1. De onde veio o espaço para o Universo e a matéria?
2. De onde vieram as leis do Universo – lei da gravidade, inércia etc.?
3. Como pode a matéria estar tão perfeitamente organizada? De onde veio a energia para organizar tudo?
4. Quando, onde, por que e como a vida se originou de matéria morta?
5. Quando, onde, por que e como a vida aprendeu a reproduzir-se?
6. O que fez a primeira célula capaz de reprodução sexual reproduzir-se?
7. Como podem as mutações (recombinando o código genético) criar uma nova e melhorada variedade? (Recombinar letras inglesas nunca iria produzir um livro chinês).
8. Quando, onde, por que e como:
a. Anfíbios se transformaram em répteis?
b. Os répteis se transformaram em pássaros? (os pulmões, ossos, olhos, órgãos reprodutores, coração, método de locomoção e pele são todos diferentes!) Como viviam as formas intermediárias?
9. Quando, onde, por que e como:
a. Evoluíram as baleias, os cavalos-marinhos e os morcegos?
b. Evoluíram os olhos e os ouvidos?
c. Evoluíram os cabelos, pele, penas, escamas, unhas, garras etc?
10. O que evoluiu primeiro? Como e em quanto tempo funcionou sem os outros?
a. O impulso para reproduzir ou a habilidade para reprodução?
b. Os pulmões, a mucosidade que os protege, a garganta ou a perfeita mistura de gases respirada pelos pulmões?
c. As plantas ou os insetos que se mantiveram vivos e polinizaram as plantas?
d. Os ossos, ligaduras, tendões, circulação ou músculos para mover os ossos?
e. O sistema imunológico ou a necessidade dele?
11. Quando, onde, por que e como o homem desenvolveu sentimentos e pensamentos — amor, piedade, culpa etc? (estas capacidades jamais evoluiriam conforme a “teoria da evolução”).
12. Considerando que existem mais de uma dezena de correntes evolucionistas, a qual delas você pertence?
13. Você acredita honestamente que tudo veio do nada?
Após responder a estas treze perguntas, considere cuidadosamente as perguntas seguintes:
1. Você está seguro de que suas respostas são racionais, corretas e cientificamente comprováveis? Ou crê que simplesmente as coisas aconteceram como você acabou de responder? Estas respostas refletem sua religião ou a ciência?
2. Suas respostas dependem de uma fé semelhante à de uma pessoa que diz “Deus deve ter projetado isto”?
3. É possível que um Criador inadvertido desenhou este Universo? Se Deus é excluído do princípio da discussão por sua definição de ciência, como poderia ser mostrado que Ele criou o Universo considerando a suposta verdade cristã de que Ele realmente o criou?
4. É sábio e justo apresentar a evolução aos estudantes como fato?
5. As pessoas aceitam a evolução devido a quais destes fatores:
a. Foi o que elas aprenderam sem questionar durante toda a vida.
b. Elas gostam da liberdade de Deus, sem compromisso com qualquer espécie de moral absoluta.
c. Elas se unem para apoiar a teoria com medo de perder o seu trabalho ou status.
d. Elas nutrem um orgulho intelectual que as impedem de admitir que estão equivocadas.
6. Devemos continuar usando evidências antigas, desaprovadas, inconclusivas e incorretas para apoiar a teoria da evolução porque não temos um substituto convincente? (Homem de Piltdown, Homem de Java, Homem de Neanderthal etc).
7. Deve-se permitir aos pais exigir que a evolução não seja ensinada como fato no sistema escolar, a menos que se ensine ao lado de outras teorias de origens (como a criação divina)?
8. Você não se cansa de ter fé num sistema que não é verdadeiro? Não seria melhor conhecer a Deus que o fez e aceitar seu amor e perdão?
9. O que você está arriscando se você estiver errado? (um renomado opositor do criacionismo considerou: “Existe um Deus ou não? Ambas as possibilidades são assustadoras!”)
LAMARCK
As girafas ancestrais provavelmente tinham pescoços curtos. Para alcançar a folhagem das árvores, de que se alimentavam, tinham que esticar o pescoço.
Pelo fato de esticarem sempre o pescoço para atingir a folhagem das árvores, o pescoço alongou-se. Essa característica adquirida era transmitida aos seus descendentes.
Finalmente, o contínuo esticamento do pescoço deu origem às girafas atuais. Portanto, pelo uso ou desuso e pela transmissão das características adquiridas houve a evolução.
DARWIN
As girafas ancestrais provavelmente apresentavam pescoços de comprimentos variáveis. As variações eram hereditárias.
A competição e a seleção natural levaram à sobreviência dos descendentes de pescoços longos, uma vez que estes conseguiam alimentar-se melhor do que as girafas de pescoços curtos.
Finalmente, apenas as girafas de pescoços longos sobreviveram à competição. Portanto, pela seleção natural ocorreu a evolução.
Quem disse que todo cientista crê no evolucionismo?
Algumas invenções e descobertas notáveis
desenvolvidas por cientistas criacionistas:
Francis Bacon (1561—1626) - Método científico
Blaise Pascal (1623—662) - Barômetro
Isaac Newton (1642—1727) - Lei da gravidade
David Brewster (1781—1868) - Caleidoscópio
Michael Faraday (1791—1867) - Gerador elétrico
Samuel F. B. Morse (1791—1872) – Telégrafo
Charles Babbage (1792—1871) - Calculadora
Joseph Henry (1797—1878) - Motor elétrico
James Simpson (1811—1870) - Clorofórmio
Louis Pasteur (1822—1895) - Lei da biogênese,
controle de fermentação, pasteurização etc.
Lord Kelvin (1824—1907) - Balança de temperatura absoluta
William Ramsay (1852—1916) - Gases inertes
Obs: Nem todos os cientistas supracitados foram ortodoxos em relação às crenças cristãs, entretanto, todos eles foram criacionistas.
Por Paul S. Taylor, da Eden Communications
Tradução de Avelar Guedes Junior
Como sabemos que Jesus realmente viveu?
P: "Há algum escrito histórico, sem ser a Bíblia, que prove que Jesus realmente viveu?"
R: Sim. Cornélio Tacitus (55-120 d.C.) foi considerado o maior historiador da Roma antiga. Ele escreveu sobre Nero que "puniu com as torturas mais requintadas, as pessoas comumente chamadas cristãos, que eram odiadas por suas práticas. Christus (Cristo), o fundador do nome, foi condenado à morte por Pôncio Pilatos, procurador da Judéia no reinado de Tibério; mas a superstição perniciosa, reprimida por um tempo, eclodiu novamente, não somente na Judéia, onde o problema se iniciou, mas também na cidade de Roma".1
Também Flávio Josefo, um historiador judeu, (30-100 d.C.) escreveu sobre Jesus no seu "Relíquias Judaicas", dizendo que Jesus foi um homem sábio, realizador de feitos surpreendentes, que ensinou a muitos, conquistou seguidores dentre judeus e gregos. Ele diz também que se acreditou que Jesus era o Messias e que foi acusado pelos líderes judeus, condenado a ser crucificado por Pilatos, e foi considerado também ter ressuscitado.2
A existência de Jesus é registrada não somente por Josefo e Tacitus, mas também por escritores judeus antigos como Suetonio, Thalles, Plínio - o mais jovem, Luciano. No Talmud judeu, "nós aprendemos que Jesus foi concebido fora do casamento, reuniu discípulos, fez declarações blasfemas sobre si mesmo e realizou milagres, mas estes milagres são atribuídos à magia e não a Deus".3
Assim, historiadores, tanto favoráveis como contrários em relação a Jesus, escreveram sobre ele.Também houve muitos escritos históricos sobre os primeiros cristãos.
Nota: Muitas pessoas também têm uma espécie de fonte interna de confirmação de que Jesus existiu e ainda existe hoje. A Bíblia diz que Deus, por seu Espírito Santo, testemunha de Cristo (João 15:26) e convence o mundo a seu respeito (João 16:8-11). Então, é possível para alguém sem acesso a escritos históricos antigos ou a Bíblia acreditar que Jesus foi real. Uma pessoa pode ouvir sobre Jesus por uma outra fonte, e Deus pode confirmar isso pelo Espírito dele.
(1) Anais XV,44 como citado em "The new evidence that demands a veredict", por Josh Mcdowell. Veja esse livro para outras fontes históricas.
(2) MORELAND, Michael J. Wilkins J.P. "Jesus under fire". Zondervan Publishing.
(3) Idem supra.
Fonte: Site Sua Escolha.com
R: Sim. Cornélio Tacitus (55-120 d.C.) foi considerado o maior historiador da Roma antiga. Ele escreveu sobre Nero que "puniu com as torturas mais requintadas, as pessoas comumente chamadas cristãos, que eram odiadas por suas práticas. Christus (Cristo), o fundador do nome, foi condenado à morte por Pôncio Pilatos, procurador da Judéia no reinado de Tibério; mas a superstição perniciosa, reprimida por um tempo, eclodiu novamente, não somente na Judéia, onde o problema se iniciou, mas também na cidade de Roma".1
Também Flávio Josefo, um historiador judeu, (30-100 d.C.) escreveu sobre Jesus no seu "Relíquias Judaicas", dizendo que Jesus foi um homem sábio, realizador de feitos surpreendentes, que ensinou a muitos, conquistou seguidores dentre judeus e gregos. Ele diz também que se acreditou que Jesus era o Messias e que foi acusado pelos líderes judeus, condenado a ser crucificado por Pilatos, e foi considerado também ter ressuscitado.2
A existência de Jesus é registrada não somente por Josefo e Tacitus, mas também por escritores judeus antigos como Suetonio, Thalles, Plínio - o mais jovem, Luciano. No Talmud judeu, "nós aprendemos que Jesus foi concebido fora do casamento, reuniu discípulos, fez declarações blasfemas sobre si mesmo e realizou milagres, mas estes milagres são atribuídos à magia e não a Deus".3
Assim, historiadores, tanto favoráveis como contrários em relação a Jesus, escreveram sobre ele.Também houve muitos escritos históricos sobre os primeiros cristãos.
Nota: Muitas pessoas também têm uma espécie de fonte interna de confirmação de que Jesus existiu e ainda existe hoje. A Bíblia diz que Deus, por seu Espírito Santo, testemunha de Cristo (João 15:26) e convence o mundo a seu respeito (João 16:8-11). Então, é possível para alguém sem acesso a escritos históricos antigos ou a Bíblia acreditar que Jesus foi real. Uma pessoa pode ouvir sobre Jesus por uma outra fonte, e Deus pode confirmar isso pelo Espírito dele.
(1) Anais XV,44 como citado em "The new evidence that demands a veredict", por Josh Mcdowell. Veja esse livro para outras fontes históricas.
(2) MORELAND, Michael J. Wilkins J.P. "Jesus under fire". Zondervan Publishing.
(3) Idem supra.
Fonte: Site Sua Escolha.com
A ciência moderna não invalida a Bíblia?
P: "As descobertas científicas não entram em conflito com a Bíblia, e até mesmo invalidam muito do que está escrito nela?"
Nossa R: Talvez, para a surpresa de muitos, mas não para a de todos, a ciência geralmente corrobora com o que está registrado nas Escritura. Consideremos alguns exemplos:
A Ciência e a Bíblia: Espécies reproduzindo as mesmas espécies
A Bíblia diz que Deus criou tudo de acordo com sua própria espécie (Gênesis 1). Bem, isso é também o que a ciência nos mostra. Não podemos encontrar fósseis que mostrem uma transição de espécie para espécie porque não há nenhum (para saber mais, veja Porque os Elos Perdidos Ainda Estão Perdidos). A ciência mostra adaptações dentro das espécies (micro-evolução), mas não transição evolucionária, transição de uma espécie a outra (macro-evolução). Nisso ela concorda com a Bíblia.
A Ciência e a Bíblia: Reprodução humana
Muitas pessoas acham um absurdo que toda a raça humana possa ter vindo de apenas duas pessoas (Adão e Eva). No entanto, a ciência se baseia no que podemos observar, testar. A reprodução humana é observável, testável. Um homem e uma mulher podem produzir uma terceira pessoa, e assim por diante, por um período de tempo, até que se chegue a uma população maior; a ciência corrobora com isso. Nenhum outro tipo de geração de população humana foi observado e testado pela ciência.
A Ciência e a Bíblia: Germes
As pessoas não entendiam a natureza biológica dos germes relativamente até os últimos séculos. Mesmo assim, nas leis da limpeza e de comida no Velho Testamento, tem-se um conhecimento da presença de germes. Mas essas instruções de Deus foram dadas milhares de anos antes que o homem sequer entendesse como germes eram transmitidos, ou mesmo o que eram.
A Ciência e a Bíblia: Forma da terra e ordem do universo
A Bíblia falou da "circunferência da terra" muito antes de Galileu, quando homens pensavam que a terra era chata. E antes que o homem entendesse de astronomia, a Bíblia disse que Deus tinha fixado as estrelas no céu, mantendo-as em seu lugar. Hoje nós diríamos que o que faz isso é a gravidade, mas, novamente, Deus chega na nossa frente. Foi Deus quem colocou as forças no lugar, quem deu ordem ao universo. E nós, tempo dele, chegamos a observar essa ordem e entender as forças. Foi esta pressuposição (um universo dirigido por Deus) que foi o ponto científico de partida para muitos grandes cientistas (Isaac Newton, por exemplo).
As forças e a ordem são observáveis, mas quem as gerou? Hoje cientistas estão buscando uma teoria de um grande campo unificado...a cola que une a teoria quântica e astrofísica sob uma força/teoria. Considere que o próprio Deus seja o campo unificado que eles estão buscando. È o próprio Deus que decide o funcionamento das coisas, diferentemente, tanto no nível astronômico como no microscópio. Tamanho é relativo e irrelevante. As coisas deveriam funcionar da mesma forma tanto no nível astronômico como no microscópio, mas não funcionam. Portanto, o que vemos são cientistas confusos tentando fazer com que as coisas façam sentido, porque Deus não é o ponto de partida deles. Mesmo se uma força que pode explicar as coisas é descoberta (como a gravidade), uma pergunta ainda permanece, como esta força chegou lá?
A Ciência e a Bíblia: Conclusão
O ponto é, se a Bíblia mostra um entendimento da medicina e ciência que precede o entendimento humano das próprias medicina e ciência, então só podemos concluir que há uma mente lá fora que está bem a frente de nós. Ao invés de tentar explicá-lo o tempo todo, a conclusão mais coerente seria reconhecer seu grande desenho e criatividade. Se ele está lá e é real, não podemos destroná-lo. Ele está no controle e nada pode mudar isso. Descobertas científicas são meramente sistemas de observação, entendimento e uso do que Deus já projetou. Teorias tentando desacreditar a existência de Deus (como evolução de espécies a novas espécies, como uma tentativa de explicar a vida sem Deus) são meramente rastros que nos levam a perguntas sem respostas, como: "Por que então os registros de fósseis não mostram espécies transicionais? Por que não reconhecer o nosso Criador?" O que Deus nos disse na Bíblia sobre si mesmo, nosso mundo e nosso propósito é um grande ponto de partida para entender essa vida.
Fonte: Site Sua Escolha.com
Nossa R: Talvez, para a surpresa de muitos, mas não para a de todos, a ciência geralmente corrobora com o que está registrado nas Escritura. Consideremos alguns exemplos:
A Ciência e a Bíblia: Espécies reproduzindo as mesmas espécies
A Bíblia diz que Deus criou tudo de acordo com sua própria espécie (Gênesis 1). Bem, isso é também o que a ciência nos mostra. Não podemos encontrar fósseis que mostrem uma transição de espécie para espécie porque não há nenhum (para saber mais, veja Porque os Elos Perdidos Ainda Estão Perdidos). A ciência mostra adaptações dentro das espécies (micro-evolução), mas não transição evolucionária, transição de uma espécie a outra (macro-evolução). Nisso ela concorda com a Bíblia.
A Ciência e a Bíblia: Reprodução humana
Muitas pessoas acham um absurdo que toda a raça humana possa ter vindo de apenas duas pessoas (Adão e Eva). No entanto, a ciência se baseia no que podemos observar, testar. A reprodução humana é observável, testável. Um homem e uma mulher podem produzir uma terceira pessoa, e assim por diante, por um período de tempo, até que se chegue a uma população maior; a ciência corrobora com isso. Nenhum outro tipo de geração de população humana foi observado e testado pela ciência.
A Ciência e a Bíblia: Germes
As pessoas não entendiam a natureza biológica dos germes relativamente até os últimos séculos. Mesmo assim, nas leis da limpeza e de comida no Velho Testamento, tem-se um conhecimento da presença de germes. Mas essas instruções de Deus foram dadas milhares de anos antes que o homem sequer entendesse como germes eram transmitidos, ou mesmo o que eram.
A Ciência e a Bíblia: Forma da terra e ordem do universo
A Bíblia falou da "circunferência da terra" muito antes de Galileu, quando homens pensavam que a terra era chata. E antes que o homem entendesse de astronomia, a Bíblia disse que Deus tinha fixado as estrelas no céu, mantendo-as em seu lugar. Hoje nós diríamos que o que faz isso é a gravidade, mas, novamente, Deus chega na nossa frente. Foi Deus quem colocou as forças no lugar, quem deu ordem ao universo. E nós, tempo dele, chegamos a observar essa ordem e entender as forças. Foi esta pressuposição (um universo dirigido por Deus) que foi o ponto científico de partida para muitos grandes cientistas (Isaac Newton, por exemplo).
As forças e a ordem são observáveis, mas quem as gerou? Hoje cientistas estão buscando uma teoria de um grande campo unificado...a cola que une a teoria quântica e astrofísica sob uma força/teoria. Considere que o próprio Deus seja o campo unificado que eles estão buscando. È o próprio Deus que decide o funcionamento das coisas, diferentemente, tanto no nível astronômico como no microscópio. Tamanho é relativo e irrelevante. As coisas deveriam funcionar da mesma forma tanto no nível astronômico como no microscópio, mas não funcionam. Portanto, o que vemos são cientistas confusos tentando fazer com que as coisas façam sentido, porque Deus não é o ponto de partida deles. Mesmo se uma força que pode explicar as coisas é descoberta (como a gravidade), uma pergunta ainda permanece, como esta força chegou lá?
A Ciência e a Bíblia: Conclusão
O ponto é, se a Bíblia mostra um entendimento da medicina e ciência que precede o entendimento humano das próprias medicina e ciência, então só podemos concluir que há uma mente lá fora que está bem a frente de nós. Ao invés de tentar explicá-lo o tempo todo, a conclusão mais coerente seria reconhecer seu grande desenho e criatividade. Se ele está lá e é real, não podemos destroná-lo. Ele está no controle e nada pode mudar isso. Descobertas científicas são meramente sistemas de observação, entendimento e uso do que Deus já projetou. Teorias tentando desacreditar a existência de Deus (como evolução de espécies a novas espécies, como uma tentativa de explicar a vida sem Deus) são meramente rastros que nos levam a perguntas sem respostas, como: "Por que então os registros de fósseis não mostram espécies transicionais? Por que não reconhecer o nosso Criador?" O que Deus nos disse na Bíblia sobre si mesmo, nosso mundo e nosso propósito é um grande ponto de partida para entender essa vida.
Fonte: Site Sua Escolha.com
Carnificinas promovidas pela Igreja Católica
Adriano Couto
Você leitor que está lendo estas linhas, deve estar se perguntando o porquê de tantos “ataques” a Igreja Romana, ressalto aqui que debato idéias e não pessoas. Critico a instituição que prega “moral de cueca”, quando na realidade não tem moral alguma, mas de nenhuma forma aos católicos pelos quais tenho o maior respeito, inclusive minha família é católica. Procedo desta maneira com pleno conhecimento de causa, pois já fui seu ministro, estive às portas do seminário arquidiocesano e quase fui seu sacerdote, pois eu amava profundamente esta “meretriz” (Ap 17), mas não tinha conhecimento pleno de suas atrocidades ou talvez não quisesse enxergar, tentando mascarar os fatos, pois contra estes não existem argumentos. Exponho aqui um breve resumo das principais carnificinas cometidas por esta instituição. Lembrando que o papado no princípio sobreviveu apoiado pelo Império Romano e mais tarde fazendo alianças astutas com os francos, posteriormente ganhou prestígio com as "FALSAS DECRETAIS DE ISIDORO", no começo da idade média usou a força dos países subservientes e mais tarde impôs autoridade derramando muito sangue na Inquisição, instituída pelo papa Inocêncio III.
Quase todos os papas foram autoritários, como Nicolau V, anos 1447-55, que autorizou o rei de Portugal "a guerrear com povos africanos, confiscar suas terras e fazer escravos." Esse papa dizia: "Sou tudo em todos, minha vontade prevalecerá; Cristo mandou Pedro embainhar a espada, mas eu mando desembainhar."
Santo Afonso Legouri também surpreendeu quando prescreveu que a Igreja sanciona o roubo! Esse "Santo", canonizado disse que "Se alguém roubar pouco, principalmente se for pobre não comete pecado!"(Dabium Leguori, citado por CHINIQUI, pág., 122)
Eis as principais atrocidades:
1º - Em 1208 exterminaram os cristãos Albaneses.
2º - O FRADE TORQUEMADA, anos 1420-98, comandou por 8 anos a morte de 10.200 protestantes e intelectuais queimados vivos, foi horrível! – o bispo Hooper foi queimado com fogo insuficientemente e gritada: "Mais lenha, aumente o fogo!" Ao seu lado numa caixa estava o papel de perdão, bastava retratar-se, mas não o fez!
3º - Só na Espanha 31.912 cristãos não católicos foram mortos. 291.450 martirizados e dois milhões banidos; a Espanha que era nação poderosa tornou-se país sem expressão!
4º - Carlos V anos 1500-58 eliminou por ordem do papa 50 mil cristãos alemães!
5º - O Papa Pio V anos 1566-72, exterminou 100.000 Anabatistas.
6º - O Papa Gregório XIII anos 1572-85, organizou com os jesuítas o extermínio dos protestantes franceses e na noite de 24 de agosto de 1572 mataram 70 mil deles! – Esse papa comemorou mandando que as Igrejas cantassem o TE DEUN, trocassem presentes e cunhou moedas comemorativas as massacre.
7º - Em 1590 o catolicismo eliminou uns 200 mil cristãos Huguenotes.
8º - O Monarca alemão Fernando II anos 1578-1637 instigado pelos jesuítas começou uma guerra de extermínio aos protestantes; essa guerra religiosa terminou em guerra política e tirou a vida de 15 milhões de pessoas! (1618-48)
Tuta Scelera Esse Possunt, Secura Non Possunt!
Em 1534 surgiu no cenário do Catolicismo Romano uma ORDEM SINISTRA! – Escreveu a página mais negra e horrenda da história da igreja. Foi criada pelo espanhol Inígo Lopes de Recalde, ex-pajem da corte e depois militar. – Ferido duas vezes na batalha de Pamplona, Inígo perdeu a aparência física, não podendo mais fazer parte na corte, adotou o pseudônimo de Inácio de Loyola, fundou a Ordem dos Jesuítas e foi canonizado pelo papa Gregório XV no ano de 1621.
O juramento dos Jesuítas:
encontra-se no livro "Congressional de Relatórios", pág. 3262 e em resumo diz: "Prometo ensinar a guerra lenta e secreta contra os protestantes e maçons... queimar vivos esses hereges, usar o veneno, o punhal ou a corda de estrangulamento... farei arrancar o estômago e o ventre de suas mulheres e esmagarei a cabeça de seus filhos contra a parede, a fim de aniquilar a raça!" "Se eu for perjuro, as milícias do papa poderão cortar meus braços e minhas pernas, degolar-me, cortando minha garganta de orelha a orelha, abrir minha barriga e queimá-la com enxofre, etc.! – Assino meu nome com a ponta deste punhal molhado no meu próprio sangue."
Papa Clemente VII os repudiou chamando-os de "intrigantes". Mais tarde Clemente XVI em 21-7-1773, aboliu a Ordem, mas Pio VII no ano de 1914, restaurou os jesuítas que se dizem "Defensores do papa e braço direito da Igreja!" Foram expulsos de Portugal e da França em 1759, da Boêmia em 1762, banidos da Espanha em 1766, Malta livrou-se deles em 1768 e a Dinamarca em 1772, etc. Os Jesuítas consideram-se acima dos bispos por terem bulas que os isenta de sua jurisdição, os bons dicionários os identificam como astuciosos e hipócritas." São orientados por uma iminência quase papal conhecido como Papa-Negro, cujas relações com o Vaticano não são claras (Ver História dos Jesuítas, Melo Morais).
Concluindo é claro, não poderia deixar de citar a INQUISIÇÃO que num período de 600 anos, ceifou a vida de em torno de 9 milhões de pessoas através da fogueira, afogamentos ou linchamentos, e neste índice oficial não se contabiliza a Guerra Santa (retomada de Jerusalém, 1096 à 1270). O fato curioso nos réus do Tribunal do Santo Ofício é que 75% eram mulheres viúvas com mais de 50 anos, 15% de homens viúvos de qualquer idade, 10% de crianças (todos filhos de pessoas já condenadas) e 5% indefinido e de outras religiões, em todos os processos eles eram acusados de ações sexuais com o satã ou lascívia bestial! Detalhe: quem acusava poderia receber 25% das propriedades do réu caso fosse comprovado o "conjunctus" com o demônio, o restante iria para a Igreja caso não houvesse herdeiros!
Não fui eu quem criou estes dados, é a história comprovando, isso é apenas um resumo, fora muitas outras atrocidades que não foram citadas e nos dias de hoje vem à tona no mundo todo, os escândalos envolvendo padres pedófilos, minando ainda mais a frágil credibilidade do Vaticano e além de tudo isto, querem vir impor seus ditames e sua moral um tanto quanto corrupta... ninguém merece...
Você leitor que está lendo estas linhas, deve estar se perguntando o porquê de tantos “ataques” a Igreja Romana, ressalto aqui que debato idéias e não pessoas. Critico a instituição que prega “moral de cueca”, quando na realidade não tem moral alguma, mas de nenhuma forma aos católicos pelos quais tenho o maior respeito, inclusive minha família é católica. Procedo desta maneira com pleno conhecimento de causa, pois já fui seu ministro, estive às portas do seminário arquidiocesano e quase fui seu sacerdote, pois eu amava profundamente esta “meretriz” (Ap 17), mas não tinha conhecimento pleno de suas atrocidades ou talvez não quisesse enxergar, tentando mascarar os fatos, pois contra estes não existem argumentos. Exponho aqui um breve resumo das principais carnificinas cometidas por esta instituição. Lembrando que o papado no princípio sobreviveu apoiado pelo Império Romano e mais tarde fazendo alianças astutas com os francos, posteriormente ganhou prestígio com as "FALSAS DECRETAIS DE ISIDORO", no começo da idade média usou a força dos países subservientes e mais tarde impôs autoridade derramando muito sangue na Inquisição, instituída pelo papa Inocêncio III.
Quase todos os papas foram autoritários, como Nicolau V, anos 1447-55, que autorizou o rei de Portugal "a guerrear com povos africanos, confiscar suas terras e fazer escravos." Esse papa dizia: "Sou tudo em todos, minha vontade prevalecerá; Cristo mandou Pedro embainhar a espada, mas eu mando desembainhar."
Santo Afonso Legouri também surpreendeu quando prescreveu que a Igreja sanciona o roubo! Esse "Santo", canonizado disse que "Se alguém roubar pouco, principalmente se for pobre não comete pecado!"(Dabium Leguori, citado por CHINIQUI, pág., 122)
Eis as principais atrocidades:
1º - Em 1208 exterminaram os cristãos Albaneses.
2º - O FRADE TORQUEMADA, anos 1420-98, comandou por 8 anos a morte de 10.200 protestantes e intelectuais queimados vivos, foi horrível! – o bispo Hooper foi queimado com fogo insuficientemente e gritada: "Mais lenha, aumente o fogo!" Ao seu lado numa caixa estava o papel de perdão, bastava retratar-se, mas não o fez!
3º - Só na Espanha 31.912 cristãos não católicos foram mortos. 291.450 martirizados e dois milhões banidos; a Espanha que era nação poderosa tornou-se país sem expressão!
4º - Carlos V anos 1500-58 eliminou por ordem do papa 50 mil cristãos alemães!
5º - O Papa Pio V anos 1566-72, exterminou 100.000 Anabatistas.
6º - O Papa Gregório XIII anos 1572-85, organizou com os jesuítas o extermínio dos protestantes franceses e na noite de 24 de agosto de 1572 mataram 70 mil deles! – Esse papa comemorou mandando que as Igrejas cantassem o TE DEUN, trocassem presentes e cunhou moedas comemorativas as massacre.
7º - Em 1590 o catolicismo eliminou uns 200 mil cristãos Huguenotes.
8º - O Monarca alemão Fernando II anos 1578-1637 instigado pelos jesuítas começou uma guerra de extermínio aos protestantes; essa guerra religiosa terminou em guerra política e tirou a vida de 15 milhões de pessoas! (1618-48)
Tuta Scelera Esse Possunt, Secura Non Possunt!
Em 1534 surgiu no cenário do Catolicismo Romano uma ORDEM SINISTRA! – Escreveu a página mais negra e horrenda da história da igreja. Foi criada pelo espanhol Inígo Lopes de Recalde, ex-pajem da corte e depois militar. – Ferido duas vezes na batalha de Pamplona, Inígo perdeu a aparência física, não podendo mais fazer parte na corte, adotou o pseudônimo de Inácio de Loyola, fundou a Ordem dos Jesuítas e foi canonizado pelo papa Gregório XV no ano de 1621.
O juramento dos Jesuítas:
encontra-se no livro "Congressional de Relatórios", pág. 3262 e em resumo diz: "Prometo ensinar a guerra lenta e secreta contra os protestantes e maçons... queimar vivos esses hereges, usar o veneno, o punhal ou a corda de estrangulamento... farei arrancar o estômago e o ventre de suas mulheres e esmagarei a cabeça de seus filhos contra a parede, a fim de aniquilar a raça!" "Se eu for perjuro, as milícias do papa poderão cortar meus braços e minhas pernas, degolar-me, cortando minha garganta de orelha a orelha, abrir minha barriga e queimá-la com enxofre, etc.! – Assino meu nome com a ponta deste punhal molhado no meu próprio sangue."
Papa Clemente VII os repudiou chamando-os de "intrigantes". Mais tarde Clemente XVI em 21-7-1773, aboliu a Ordem, mas Pio VII no ano de 1914, restaurou os jesuítas que se dizem "Defensores do papa e braço direito da Igreja!" Foram expulsos de Portugal e da França em 1759, da Boêmia em 1762, banidos da Espanha em 1766, Malta livrou-se deles em 1768 e a Dinamarca em 1772, etc. Os Jesuítas consideram-se acima dos bispos por terem bulas que os isenta de sua jurisdição, os bons dicionários os identificam como astuciosos e hipócritas." São orientados por uma iminência quase papal conhecido como Papa-Negro, cujas relações com o Vaticano não são claras (Ver História dos Jesuítas, Melo Morais).
Concluindo é claro, não poderia deixar de citar a INQUISIÇÃO que num período de 600 anos, ceifou a vida de em torno de 9 milhões de pessoas através da fogueira, afogamentos ou linchamentos, e neste índice oficial não se contabiliza a Guerra Santa (retomada de Jerusalém, 1096 à 1270). O fato curioso nos réus do Tribunal do Santo Ofício é que 75% eram mulheres viúvas com mais de 50 anos, 15% de homens viúvos de qualquer idade, 10% de crianças (todos filhos de pessoas já condenadas) e 5% indefinido e de outras religiões, em todos os processos eles eram acusados de ações sexuais com o satã ou lascívia bestial! Detalhe: quem acusava poderia receber 25% das propriedades do réu caso fosse comprovado o "conjunctus" com o demônio, o restante iria para a Igreja caso não houvesse herdeiros!
Não fui eu quem criou estes dados, é a história comprovando, isso é apenas um resumo, fora muitas outras atrocidades que não foram citadas e nos dias de hoje vem à tona no mundo todo, os escândalos envolvendo padres pedófilos, minando ainda mais a frágil credibilidade do Vaticano e além de tudo isto, querem vir impor seus ditames e sua moral um tanto quanto corrupta... ninguém merece...
terça-feira, 17 de agosto de 2010
"Beato" José de Anchieta, "Apóstolo do Brasil" enforcou missionário francês com as próprias mãos em 1567, no Rio de Janeiro
Adriano Couto
Jean Jacques Le Balleur ou João de Bolés, alfaiate huguenote, nascido na França em data incerta e educado em Genebra. Em 1557 foi enviado, junto com outros cinco missionários, por Jean Calvino para ministrar os franceses da expedição de Villegaignon ao Brasil, a França Antártica.
Ministro calvinista, celebrou o primeiro culto evangélico do Brasil em 10 de Março de 1557, e no dia 21 celebraria a primeira Santa Ceia.
Villegagnon abjurou a fé Calvinista e retornou ao catolicismo e começou a perseguir os missionários, que em 4 de janeiro de 1558 tentam fugir em um navio velho, cuja má condição os obriga a retornar ao Rio de Janeiro.
Villegaignon obrigou os ministros a responderem um formulário sobre suas crenças, gerando a Confissão de Fé de Guanabara, a primeira do gênero das Américas, em seguida condenou-os a morte.
Jacques Le Balleur conseguiu fugir para o continente e vandeou até São Vicente, sendo poupado de ser devorado pelos índios por estar com um lívro, que os Tupinambás pensaram ser a tão esperada e prometida Bíblia, que era tida como um amuleto. Tratava-se de uma peça de Rabelais.
Em São Vicente os jesuítas forçaram a Câmara para prendê-lo em 1559. Foi torturado para dar informações estratégicas do Forte Coligny. Levado a Salvador, onde Mem de Sá concordou em condená-lo por ser seguidor da fé protestante.
Em 1567 foi levado ao Rio de Janeiro, onde seria executado, mas o carrasco recusou a matá-lo. E em 9 de fevereiro de 1558, o Padre José de Anchieta estrangulou-o. O episódio de Jacques Le Balleur ou Bolés é contestado como apócrifo pelo maior biógrafo da Anchieta, o padre jesuíta Hélio Abranches Viotti. No livro "Anchieta o apóstolo do Brasil" o autor levanta documentos que, segundo ele, contradizem esta versão. Mas em qual das versões você prefere dar crédito? Já que a Igreja Romana e suas histórias sempre legitimaram suas atrocidades dispensam apresentações,concluo parafraseando o saudoso Rui Barbosa: "A religião Católica é uma religião de fábulas"
Jean Jacques Le Balleur ou João de Bolés, alfaiate huguenote, nascido na França em data incerta e educado em Genebra. Em 1557 foi enviado, junto com outros cinco missionários, por Jean Calvino para ministrar os franceses da expedição de Villegaignon ao Brasil, a França Antártica.
Ministro calvinista, celebrou o primeiro culto evangélico do Brasil em 10 de Março de 1557, e no dia 21 celebraria a primeira Santa Ceia.
Villegagnon abjurou a fé Calvinista e retornou ao catolicismo e começou a perseguir os missionários, que em 4 de janeiro de 1558 tentam fugir em um navio velho, cuja má condição os obriga a retornar ao Rio de Janeiro.
Villegaignon obrigou os ministros a responderem um formulário sobre suas crenças, gerando a Confissão de Fé de Guanabara, a primeira do gênero das Américas, em seguida condenou-os a morte.
Jacques Le Balleur conseguiu fugir para o continente e vandeou até São Vicente, sendo poupado de ser devorado pelos índios por estar com um lívro, que os Tupinambás pensaram ser a tão esperada e prometida Bíblia, que era tida como um amuleto. Tratava-se de uma peça de Rabelais.
Em São Vicente os jesuítas forçaram a Câmara para prendê-lo em 1559. Foi torturado para dar informações estratégicas do Forte Coligny. Levado a Salvador, onde Mem de Sá concordou em condená-lo por ser seguidor da fé protestante.
Em 1567 foi levado ao Rio de Janeiro, onde seria executado, mas o carrasco recusou a matá-lo. E em 9 de fevereiro de 1558, o Padre José de Anchieta estrangulou-o. O episódio de Jacques Le Balleur ou Bolés é contestado como apócrifo pelo maior biógrafo da Anchieta, o padre jesuíta Hélio Abranches Viotti. No livro "Anchieta o apóstolo do Brasil" o autor levanta documentos que, segundo ele, contradizem esta versão. Mas em qual das versões você prefere dar crédito? Já que a Igreja Romana e suas histórias sempre legitimaram suas atrocidades dispensam apresentações,concluo parafraseando o saudoso Rui Barbosa: "A religião Católica é uma religião de fábulas"
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
Os Fenícios No Brasil
Marcos Clayton Assis Sodré
Este trabalho não tem cunho acadêmico. Sua elaboração se deu no primeiro período do curso de História sem que houvesse uma preocupação rigorosa com fontes e/ou documentos. Cabe ressaltar que não há evidências históricas, impíricas ou documentais suficientes para comprovar esta hipótese; portanto, trata-se de um debate e algo a ser explorado.
“Um imenso bloco de granito que surge abruptamente no mar”. Esta é a descrição mais simples e mais sintética da Pedra da Gávea, que recebeu este nome dos portugueses na descoberta do Brasil; uma montanha de 842 mts acima do nível do mar, que impressiona muito, tanto por sua imponência, como por sua estranha beleza e sua forma parecida com uma grande bigorna que do lado esquerdo parece com uma face humana com barbas.
A Pedra da Gávea é um dos pontos mais exuberantes e misteriosos da cidade do Rio de Janeiro; é o maior monolito a beira mar do planeta, formado por dois tipos de rochas distintas: a base de gnaisse e o topo de granito. Com uma localização privilegiada à beira mar, no bairro de São Conrado, encanta moradores e visitantes; no entanto, vem a algum tempo intrigando seus observadores mais atentos, assim como a estudiosos e cientistas, por alguns detalhes que a Pedra apresenta. Por conta disso, algumas teorias e expedições foram organizadas na tentativa de desvendar os mistérios da montanha. O que em todos os resultados me faz acreditar ter sido ela “um templo fenício”. Talvez não haja no Brasil uma montanha cercada de tantas lendas e mistérios.
Eu já havia ouvido falar na possível presença dos fenícios no Brasil, sobretudo no Rio de Janeiro e ao receber a incumbência de produzir um trabalho científico sobre algum tema, elegi a estada dos fenícios na cidade maravilhosa, e especificamente na Pedra da Gávea como minha afirmativa.
A Pedra da Gávea apresenta além de seu formato inusitado, que lembra em muito um homem com barbas, várias inscrições que, depois de alguns estudos, soube-se que se trata de inscrições fenícias. D. João VI já havia recebido de um religioso, um relatório que citava os caracteres como sendo idiomáticos e do tempo do descobrimento do Brasil, por isso de relevada importância; mais tarde essas inscrições chamaram a atenção também de seu filho, o Imperador D. Pedro I.
Um sábio cientista amazonense chamado Bernardo da Silva Ramos publicou um livro que veio aclarar, em muito os arcanos pelos quais a Pedra da Gávea encontra-se envolta. O livro Inscrições e Tradições da América Pré-Histórica, especialmente do Brasil, publicado em dois volumes e com 1.100 páginas, reproduzia as inscrições encontradas em todo Brasil; inscrições que pela apreciação, se mostraram repletas de caracteres fenícios, gregos, árabes e até chineses. Os fenícios se estabeleceram em nosso país de maneira ostensiva e deixaram marcas por todos os lugares. O pesquisador alemão Ludwig Shwennhagen, diz que os fenícios estiveram no Brasil por pelo menos 800 anos, no mínimo.
Outro que se dedicou a elucidar os mistérios da Pedra da Gávea, antes mesmo de Bernardo Ramos, foi o Prof. Henrique José de Souza, fundador do movimento eubiótico, ele revelou com minudência, a função e o simbolismo da montanha, mostrando o formato da esfinge que fora esculpida pelos fenícios, retratando um touro alado e coroado, figura conhecida na arte antiga, decorrente dos povos do Oriente Médio e Mesopotâmia, e ainda desvendando toda a história que deu origem ao monumento e à própria presença dos fenícios no Brasil.
Bernardo da Silva Ramos publicou também no seu livro, a correspondência entre o alfabeto fenício e o hebraico, o que possibilitou a tradução de algumas inscrições da Pedra da Gávea, confirmando que os fenícios estiveram lá. Diante de tais fatos e de opiniões tão abalizadas e respaldadas, é difícil não acreditar que o Brasil tenha sido descoberto pelos fenícios.
Há algumas inscrições fenícias na Pedra da Gávea, transcritas no livro de Bernardo Ramos.
Na primeira fileira, como as letras estão dispostas na Pedra. Abaixo, os caracteres isolados. Em seguida, a tradução para o hebraico e a transliteração para o português. Essa tradução foi posteriormente revisada pelo prof. Henrique de Souza para: “TYRO PHENICIA, JETHBAAL, PRIMOGÊNITO DE BADEZIR.”
Segundo o Prof. Henrique José de Souza, um rei fenício chamado Badezir, que viveu cerca de 800 a.C. dirigiu-se para o Brasil depois de ser expulso da Fenícia, por um conluio entre as castas militar e religiosa, juntamente com dois de seus filhos (gêmeos) e uma frota de sacerdotes, escravos, soldados, gente do povo, e militares que foram expulsos por permanecerem fiéis a ele, e 222 seguidores que representavam a elite do povo fenício. Para o Prof. Henrique, o Brasil já era um local há muito conhecido pelos fenícios. O próprio nome “Brasil” seria derivado de “Badezir”.
Foram encontradas na Pedra da Gávea inscrições que fazem menção ao nome do rei Badezir e de seu pai; no topo da “cabeça” podem ser encontradas inscrições que representam serpentes, raios de sol, entre outras; inscrições que eram constantes nas escritas pré-históricas.
Mais uma prova da presença fenícia no Rio de Janeiro serra que, em 1982, um arqueólogo americano chamado Robert Frank Marx, que se interessava em encontrar provas de navegação pré-colombiana dentro do Brasil, iniciou uma série de mergulhos na baía de Guanabara, e encontrou 3 (três) vasos de cerâmica de origem fenícia, dos quais 2 (dois) foram entregues à Marinha e 1 (um) ficou com o mergulhador José Roberto Teixeira, que o acompanhava.
As marcas deixadas pelos fenícios também foram encontradas em outras partes do Brasil; no Piauí por exemplo, foram encontrados em um lago, estaleiros fenícios e um porto. No Maranhão, o pesquisador Raimundo Lopes fez algumas escavações na década de 20 no lago Pensiva, onde encontrou alguns objetos fenícios. Um pesquisador francês chamado Apollinaire Frot encontrou inscrições fenícias em Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso e Bahia; segundo ele, são tantas inscrições que “ocupariam vários volumes se fossem publicados”. No Nordeste ainda hoje pode-se encontrar resquícios de canais de irrigação e monumentos como “A Galinha Choca”, na entrada de Fortaleza.
Na época dos fenícios a Pedra da Gávea teria sido um grande Templo, esculpido interiormente e formado por grandes salões que se comunicavam, como ainda acontece, com a praia rochosa situada abaixo da Pedra, e com uma infindável rede de comunicação. Nesse Templo foram encontrados os corpos mumificados dos filhos gêmeos do rei Badezir. Infelizmente a entrada para o local onde as múmias estavam, foi encontrada uma única vez.
Uma equipe de parapsicólogos descreveu o interior da Pedra como sendo oca, com túneis, câmaras e túmulos. Em sua face oeste pode-se observar uma reentrância na rocha, com as dimensões de 15 metros de altura e 7 metros de largura. A pedra também era usada como mirante, daí vem o nome “Gávea” que significa Mirante dos Navios.
A origem do povo libanês remonta a cerca de 3.500 anos antes do nascimento de Cristo, quando os cananeus vieram da Mesopotâmia (atual Iraque) para se estabelecer na atual costa libanesa. Foi o início da civilização Fenícia, notória pela habilidade no comércio e nas grandes navegações. A florescente atividade econômica fez dos fenícios uma potência comercial no Mediterrâneo, com suas poderosas cidades-estados de Byblos, Beirute, Sidon, Tiro (no atual Líbano) Arvad, Ugarit (na Síria) e Cartago (na Tunísia). Seu legado é notável: inventaram e difundiram o alfabeto que deu origem ao alfabeto moderno e também foram os primeiros a fabricar o vidro.
A Fenícia não tinha um governo unificado, era constituída por cidades-Estados, cada qual com seu governante; algumas adotavam a Monarquia Hereditária, outras eram governadas por um conselho de Anciãos, formado por grandes comerciantes, donos de terras e armadores. As cidades-Estados disputavam entre si e com outros povos, o controle das principais rotas comerciais. Viviam da pesca e da agricultura, mas quando a produção passou a não acompanhar o crescimento da população, resolveram partir para outras atividades, entre elas o artesanato e o comércio. Para obter matérias-primas e conseguir vender sua produção, voltaram-se para o comércio marítimo, que se transformou na principal atividade econômica.
Os fenícios não eram guerreiros e não pretendiam conquistar terras, tinham apenas a intenção de abrir novos entrepostos comercias, intenção que os fez tornarem-se exímios navegadores. Eles visitaram com suas numerosas frotas de navios toda a orla mediterrânea da Europa, a costa sententrional da África, penetraram no Mar Negro, e ultrapassaram o Mediterrâneo alcançando a costa africana do Atlântico e atravessaram o Atlântico para visitar o chamado “Novo Continente”.
Alexandre Magno destruiu a metrópole da Fenícia , a cidade de Tiro, em 332 a.C. e até esta data foi constante as relações comercias entre a Fenícia (atual Síria) e o Brasil; nessa época foram escritos os letreiros que ainda hoje podem ser encontrados na Pedra da Gávea e em outros pontos do país.
O escritor grego chamado Diodoro (da Sicília) que publicou uma coleção de 45 livros sobre a história universal, descreve nos capítulos 19 e 20 do 5° livro, a primeira viagem dos fenícios ao Brasil; segundo ele, saiu da costa da África, próximo à Dacar, uma frota fenícia que atravessou a costa do Oceano Atlântico no rumo do Sudoeste. Assim conta Diodoro a viagem dos fenícios: “Os navios andavam para o Sul, ao longo da costa da África, mas, subitamente, perderam a vista do continente e uma violenta tempestade levou-os ao alto mar. Ali, perseguindo as mesmas correntezas, descobriram eles uma grande ilha, com praias lindas, com rios navegáveis, com muitas serras no interior, cobertas por imensas florestas, com um clima ameno, abundante em frutas, caça e peixe, e com uma população pacífica e inteligente”. Assim se deu “a descoberta do Brasil”
Muito tempo após o que foi relatado acima, um rei fenício chamado Badezir, aportou em terras brasileiras, ele foi deposto do seu reino e expulso da Fenícia, com dois de seus filhos, além de escravos, militares e outros. O rei Badezir estabeleceu seu reino aqui e dividiu o Brasil em duas partes: da região que hoje compreende do Amazonas a Bahia para Badezir “representando a parte material”; da Bahia ao Rio Grande do Sul para Yet-Baal, “representando a parte espiritual”. Mas, os promissores dias do Império de Badezir e Yet-Baal no Brasil tinham os dias contados... Uma lenda árabe, citada por Gustavo Barroso, fala que na entrada de uma baía num continente no Sul, havia uma grande mole de pedra chamada MANO SATANAS, que o Prof. Henrique José de Souza identificou como sendo o famoso morro do Pão de Açúcar, que fica justamente na entrada da barra da baía de Guanabara. Para quem deseja atravessar a água entre as duas porções de terra que correspondem hoje a Rio e Niterói, este local é o mais próximo. Como entrada da baía é um local de grande profundidade, águas escuras, e intensas correntes marinhas; em uma de suas travessias, a barquinha que conduzia os Gêmeos, que eram considerados seres divinos, juntamente com o casal de escravos núbios que os acompanhavam, vindo seus ocupantes a morrer por afogamento.Os corpos dos irmãos, foram levados para o interior da Pedra da Gávea. Transformava-se o Divino Templo em triste túmulo...
O Professor HENRIQUE JOSÉ DE SOUZA descreve num impressionante relato, desconhecido para o vulgo, o interior da Pedra da Gávea: “Duas múmias, colocadas uma junto à outra sobre uma mesa de pedra; nos pés também se acham duas outras, dos dois escravos núbios, (...) sendo que na cabeceira se encontram dois jarrões contendo flores em parafina, etc. e dos lados, em dois vasos canópicos, como outrora nos túmulos faraônicos do velho Egito, os manes das duas referidas múmias... E mais adiante, depois de uma rampa que vai dar ao mar, pela parte traseira da mesma Pedra, como esfinge fenícia que é – uma barquinha de teto esmaltado de azul, movida por uma roda que ia ter à pequena hélice na popa, sendo acionada pelo referido escravo núbio. A escrava morreu alguns anos depois.” Acrescenta o Professor Henrique: “Badezir acorreu com Baal-Zin e um mago, chegando muitos dias
depois. Morreu pouco tempo depois, pedindo ao sacerdote que o mumificasse, deixando-o ao lado de seus filhos, na Pedra da Gávea, por sete anos, e que depois o transferisse para certa região do Amazonas, num santuário oculto pelas selvas .
São muitas as correntes que não acreditam que as inscrições na Pedra da Gávea tenham suas origens nos fenícios, e até mesmo desacreditam que eles estiveram por aqui. O Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro fez uma expedição à montanha em 23 de março de 1839 e o resultado da expedição assegurava que as inscrições na Pedra eram meramente resultado da ação da natureza e que antes de Cabral, ninguém havia passado pelas terras brasileiras. O instituto de arqueologia brasileira no ano de 1961 promoveu um trabalho arqueológico considerado sério na Pedra da Gávea, levando 13 pesquisadores sob o comando do presidente da instituição, o Prof. Claro Calazans Rodrigues, e descartaram qualquer hipótese da presença dos fenícios.
Em 1931 foi organizada uma expedição em busca do túmulo de um rei fenício que teria desaparecido em 850 a.C. Foram realizadas algumas escavações, no entanto, sem nenhum resultado.
Repórteres do jornal O GLOBO acompanharam uma expedição de cientistas da UFRJ e da UERJ e publicaram uma matéria que mostrava o resultado da expedição. Com um GPR (radar de penetração no solo) que tem a capacidade de “enxergar” através da rocha, eles afirmaram não ter visto nada além da rocha maciça, o que “derruba” a hipótese de a Pedra da Gávea ter sido a tumba do rei Badezir.
“As tais inscrições não passam de falhas geológicas. Com as intempéries, os minérios mais sensíveis gastam e o resultado ficou com a aparência de inscrições” - afirmou o geólogo Marco André Malmann Medeiros, da Uerj.
“Ainda não há prova científica da vinda dos fenícios ao Brasil. Nem no Rio, nem em outro estado” - afirmou o professor Francisco Otávio da Silva Bezerra, antropólogo cultural e um dos fundadores do Centro Brasileiro de Arqueologia.
“Os dados obtidos não mostram nada além da rocha maciça” – Disse a geofísica Paula Ferrúcio, professora da UFRJ.
Partindo do princípio de que o Brasil já havia sido descoberto pelos fenícios antes de Cabral, o carnavalesco Max Lopes da escola de samba carioca Estação Primeira da Mangueira, levou para a Avenida no carnaval de 2001 o enredo: “No embalo dos fenícios” que contava a história do comércio, partindo da Fenícia até chegar na Mangueira.
Reprodução de moeda fenícia mostrando o que parece ser um mapa-múndi com todos os continentes conhecidos atualmente, inclusive a América.
Apesar de muitas correntes não aceitarem a presença dos fenícios por aqui, as provas de que ela ocorreu são inúmeras. Inscrições com características fenícias em rochas em todo o Brasil, a tradução de algumas delas, os vasos de cerâmica encontrados na baía de Guanabara, e a afirmação de abalizados pesquisadores do assunto nos fazem ao menos pensar.
A revista do Instituto Histórico e Geográfico do Brasil, na folha 66 do primeiro volume traz a seguinte carta: “Em uma das montanhas do litoral do Rio de Janeiro, ao sul da Barra, há uma inscrição em caracteres fenícios, já muito destruídos pelo tempo e que revelam antiguidade. Essa inscrição foi vista e observada por um conhecedor das línguas orientais que, ao vê-la, concluiu que o Brasil tinha sido visitado por nações conhecedoras da navegação que aqui estiveram antes dos portugueses”.
ATENÇÃO
Este trabalho não tem cunho acadêmico. Sua elaboração se deu no primeiro período do curso de História sem que houvesse uma preocupação rigorosa com fontes e/ou documentos. Cabe ressaltar que não há evidências históricas, impíricas ou documentais suficientes para comprovar esta hipótese; portanto, trata-se de um debate e algo a ser explorado.
BIBLIOGRAFIA
site: www.novolibano.com.br
site: www.vidhya-virtual.com
Fragmentos da matéria publicada no jornal O GLOBO de 06 de agosto de 2000.
Livro Inscrições e Tradições da América Pré-Histórica, especialmente do Brasil – Bernardo Ramos.
GLOSSÁRIO
Bigorna : Peça de ferro, com o corpo central quadrangular e as extremidades em ponta geralmente cônica, sobre a qual se malham e amoldam metais.
Monólito : 1- Pedra de grandes dimensões 2 – Monumento feito de um só bloco de pedra.
Gnaisse : Rocha laminada, cristalina, de composição mineralógica muito
variável.
Granito : Rocha granular caracterizada essencialmente por quartzo e um feldspato alcalino.
Aclarar : Esclarecer; Elucidar.
Arcanos: Mistérios.
Minudência : Pormenor; Particularidade.
Esfinge : Monstro mitológico.
Conluio : Trama.
Castas : Camada social hereditária, cujos membros são da mesma raça, etnia, religião ou profissão, e se casam entre si.
Vulgo : O Povo; A Plebe.
Fonte: Site Artigonal
Este trabalho não tem cunho acadêmico. Sua elaboração se deu no primeiro período do curso de História sem que houvesse uma preocupação rigorosa com fontes e/ou documentos. Cabe ressaltar que não há evidências históricas, impíricas ou documentais suficientes para comprovar esta hipótese; portanto, trata-se de um debate e algo a ser explorado.
“Um imenso bloco de granito que surge abruptamente no mar”. Esta é a descrição mais simples e mais sintética da Pedra da Gávea, que recebeu este nome dos portugueses na descoberta do Brasil; uma montanha de 842 mts acima do nível do mar, que impressiona muito, tanto por sua imponência, como por sua estranha beleza e sua forma parecida com uma grande bigorna que do lado esquerdo parece com uma face humana com barbas.
A Pedra da Gávea é um dos pontos mais exuberantes e misteriosos da cidade do Rio de Janeiro; é o maior monolito a beira mar do planeta, formado por dois tipos de rochas distintas: a base de gnaisse e o topo de granito. Com uma localização privilegiada à beira mar, no bairro de São Conrado, encanta moradores e visitantes; no entanto, vem a algum tempo intrigando seus observadores mais atentos, assim como a estudiosos e cientistas, por alguns detalhes que a Pedra apresenta. Por conta disso, algumas teorias e expedições foram organizadas na tentativa de desvendar os mistérios da montanha. O que em todos os resultados me faz acreditar ter sido ela “um templo fenício”. Talvez não haja no Brasil uma montanha cercada de tantas lendas e mistérios.
Eu já havia ouvido falar na possível presença dos fenícios no Brasil, sobretudo no Rio de Janeiro e ao receber a incumbência de produzir um trabalho científico sobre algum tema, elegi a estada dos fenícios na cidade maravilhosa, e especificamente na Pedra da Gávea como minha afirmativa.
A Pedra da Gávea apresenta além de seu formato inusitado, que lembra em muito um homem com barbas, várias inscrições que, depois de alguns estudos, soube-se que se trata de inscrições fenícias. D. João VI já havia recebido de um religioso, um relatório que citava os caracteres como sendo idiomáticos e do tempo do descobrimento do Brasil, por isso de relevada importância; mais tarde essas inscrições chamaram a atenção também de seu filho, o Imperador D. Pedro I.
Um sábio cientista amazonense chamado Bernardo da Silva Ramos publicou um livro que veio aclarar, em muito os arcanos pelos quais a Pedra da Gávea encontra-se envolta. O livro Inscrições e Tradições da América Pré-Histórica, especialmente do Brasil, publicado em dois volumes e com 1.100 páginas, reproduzia as inscrições encontradas em todo Brasil; inscrições que pela apreciação, se mostraram repletas de caracteres fenícios, gregos, árabes e até chineses. Os fenícios se estabeleceram em nosso país de maneira ostensiva e deixaram marcas por todos os lugares. O pesquisador alemão Ludwig Shwennhagen, diz que os fenícios estiveram no Brasil por pelo menos 800 anos, no mínimo.
Outro que se dedicou a elucidar os mistérios da Pedra da Gávea, antes mesmo de Bernardo Ramos, foi o Prof. Henrique José de Souza, fundador do movimento eubiótico, ele revelou com minudência, a função e o simbolismo da montanha, mostrando o formato da esfinge que fora esculpida pelos fenícios, retratando um touro alado e coroado, figura conhecida na arte antiga, decorrente dos povos do Oriente Médio e Mesopotâmia, e ainda desvendando toda a história que deu origem ao monumento e à própria presença dos fenícios no Brasil.
Bernardo da Silva Ramos publicou também no seu livro, a correspondência entre o alfabeto fenício e o hebraico, o que possibilitou a tradução de algumas inscrições da Pedra da Gávea, confirmando que os fenícios estiveram lá. Diante de tais fatos e de opiniões tão abalizadas e respaldadas, é difícil não acreditar que o Brasil tenha sido descoberto pelos fenícios.
Há algumas inscrições fenícias na Pedra da Gávea, transcritas no livro de Bernardo Ramos.
Na primeira fileira, como as letras estão dispostas na Pedra. Abaixo, os caracteres isolados. Em seguida, a tradução para o hebraico e a transliteração para o português. Essa tradução foi posteriormente revisada pelo prof. Henrique de Souza para: “TYRO PHENICIA, JETHBAAL, PRIMOGÊNITO DE BADEZIR.”
Segundo o Prof. Henrique José de Souza, um rei fenício chamado Badezir, que viveu cerca de 800 a.C. dirigiu-se para o Brasil depois de ser expulso da Fenícia, por um conluio entre as castas militar e religiosa, juntamente com dois de seus filhos (gêmeos) e uma frota de sacerdotes, escravos, soldados, gente do povo, e militares que foram expulsos por permanecerem fiéis a ele, e 222 seguidores que representavam a elite do povo fenício. Para o Prof. Henrique, o Brasil já era um local há muito conhecido pelos fenícios. O próprio nome “Brasil” seria derivado de “Badezir”.
Foram encontradas na Pedra da Gávea inscrições que fazem menção ao nome do rei Badezir e de seu pai; no topo da “cabeça” podem ser encontradas inscrições que representam serpentes, raios de sol, entre outras; inscrições que eram constantes nas escritas pré-históricas.
Mais uma prova da presença fenícia no Rio de Janeiro serra que, em 1982, um arqueólogo americano chamado Robert Frank Marx, que se interessava em encontrar provas de navegação pré-colombiana dentro do Brasil, iniciou uma série de mergulhos na baía de Guanabara, e encontrou 3 (três) vasos de cerâmica de origem fenícia, dos quais 2 (dois) foram entregues à Marinha e 1 (um) ficou com o mergulhador José Roberto Teixeira, que o acompanhava.
As marcas deixadas pelos fenícios também foram encontradas em outras partes do Brasil; no Piauí por exemplo, foram encontrados em um lago, estaleiros fenícios e um porto. No Maranhão, o pesquisador Raimundo Lopes fez algumas escavações na década de 20 no lago Pensiva, onde encontrou alguns objetos fenícios. Um pesquisador francês chamado Apollinaire Frot encontrou inscrições fenícias em Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso e Bahia; segundo ele, são tantas inscrições que “ocupariam vários volumes se fossem publicados”. No Nordeste ainda hoje pode-se encontrar resquícios de canais de irrigação e monumentos como “A Galinha Choca”, na entrada de Fortaleza.
Na época dos fenícios a Pedra da Gávea teria sido um grande Templo, esculpido interiormente e formado por grandes salões que se comunicavam, como ainda acontece, com a praia rochosa situada abaixo da Pedra, e com uma infindável rede de comunicação. Nesse Templo foram encontrados os corpos mumificados dos filhos gêmeos do rei Badezir. Infelizmente a entrada para o local onde as múmias estavam, foi encontrada uma única vez.
Uma equipe de parapsicólogos descreveu o interior da Pedra como sendo oca, com túneis, câmaras e túmulos. Em sua face oeste pode-se observar uma reentrância na rocha, com as dimensões de 15 metros de altura e 7 metros de largura. A pedra também era usada como mirante, daí vem o nome “Gávea” que significa Mirante dos Navios.
A origem do povo libanês remonta a cerca de 3.500 anos antes do nascimento de Cristo, quando os cananeus vieram da Mesopotâmia (atual Iraque) para se estabelecer na atual costa libanesa. Foi o início da civilização Fenícia, notória pela habilidade no comércio e nas grandes navegações. A florescente atividade econômica fez dos fenícios uma potência comercial no Mediterrâneo, com suas poderosas cidades-estados de Byblos, Beirute, Sidon, Tiro (no atual Líbano) Arvad, Ugarit (na Síria) e Cartago (na Tunísia). Seu legado é notável: inventaram e difundiram o alfabeto que deu origem ao alfabeto moderno e também foram os primeiros a fabricar o vidro.
A Fenícia não tinha um governo unificado, era constituída por cidades-Estados, cada qual com seu governante; algumas adotavam a Monarquia Hereditária, outras eram governadas por um conselho de Anciãos, formado por grandes comerciantes, donos de terras e armadores. As cidades-Estados disputavam entre si e com outros povos, o controle das principais rotas comerciais. Viviam da pesca e da agricultura, mas quando a produção passou a não acompanhar o crescimento da população, resolveram partir para outras atividades, entre elas o artesanato e o comércio. Para obter matérias-primas e conseguir vender sua produção, voltaram-se para o comércio marítimo, que se transformou na principal atividade econômica.
Os fenícios não eram guerreiros e não pretendiam conquistar terras, tinham apenas a intenção de abrir novos entrepostos comercias, intenção que os fez tornarem-se exímios navegadores. Eles visitaram com suas numerosas frotas de navios toda a orla mediterrânea da Europa, a costa sententrional da África, penetraram no Mar Negro, e ultrapassaram o Mediterrâneo alcançando a costa africana do Atlântico e atravessaram o Atlântico para visitar o chamado “Novo Continente”.
Alexandre Magno destruiu a metrópole da Fenícia , a cidade de Tiro, em 332 a.C. e até esta data foi constante as relações comercias entre a Fenícia (atual Síria) e o Brasil; nessa época foram escritos os letreiros que ainda hoje podem ser encontrados na Pedra da Gávea e em outros pontos do país.
O escritor grego chamado Diodoro (da Sicília) que publicou uma coleção de 45 livros sobre a história universal, descreve nos capítulos 19 e 20 do 5° livro, a primeira viagem dos fenícios ao Brasil; segundo ele, saiu da costa da África, próximo à Dacar, uma frota fenícia que atravessou a costa do Oceano Atlântico no rumo do Sudoeste. Assim conta Diodoro a viagem dos fenícios: “Os navios andavam para o Sul, ao longo da costa da África, mas, subitamente, perderam a vista do continente e uma violenta tempestade levou-os ao alto mar. Ali, perseguindo as mesmas correntezas, descobriram eles uma grande ilha, com praias lindas, com rios navegáveis, com muitas serras no interior, cobertas por imensas florestas, com um clima ameno, abundante em frutas, caça e peixe, e com uma população pacífica e inteligente”. Assim se deu “a descoberta do Brasil”
Muito tempo após o que foi relatado acima, um rei fenício chamado Badezir, aportou em terras brasileiras, ele foi deposto do seu reino e expulso da Fenícia, com dois de seus filhos, além de escravos, militares e outros. O rei Badezir estabeleceu seu reino aqui e dividiu o Brasil em duas partes: da região que hoje compreende do Amazonas a Bahia para Badezir “representando a parte material”; da Bahia ao Rio Grande do Sul para Yet-Baal, “representando a parte espiritual”. Mas, os promissores dias do Império de Badezir e Yet-Baal no Brasil tinham os dias contados... Uma lenda árabe, citada por Gustavo Barroso, fala que na entrada de uma baía num continente no Sul, havia uma grande mole de pedra chamada MANO SATANAS, que o Prof. Henrique José de Souza identificou como sendo o famoso morro do Pão de Açúcar, que fica justamente na entrada da barra da baía de Guanabara. Para quem deseja atravessar a água entre as duas porções de terra que correspondem hoje a Rio e Niterói, este local é o mais próximo. Como entrada da baía é um local de grande profundidade, águas escuras, e intensas correntes marinhas; em uma de suas travessias, a barquinha que conduzia os Gêmeos, que eram considerados seres divinos, juntamente com o casal de escravos núbios que os acompanhavam, vindo seus ocupantes a morrer por afogamento.Os corpos dos irmãos, foram levados para o interior da Pedra da Gávea. Transformava-se o Divino Templo em triste túmulo...
O Professor HENRIQUE JOSÉ DE SOUZA descreve num impressionante relato, desconhecido para o vulgo, o interior da Pedra da Gávea: “Duas múmias, colocadas uma junto à outra sobre uma mesa de pedra; nos pés também se acham duas outras, dos dois escravos núbios, (...) sendo que na cabeceira se encontram dois jarrões contendo flores em parafina, etc. e dos lados, em dois vasos canópicos, como outrora nos túmulos faraônicos do velho Egito, os manes das duas referidas múmias... E mais adiante, depois de uma rampa que vai dar ao mar, pela parte traseira da mesma Pedra, como esfinge fenícia que é – uma barquinha de teto esmaltado de azul, movida por uma roda que ia ter à pequena hélice na popa, sendo acionada pelo referido escravo núbio. A escrava morreu alguns anos depois.” Acrescenta o Professor Henrique: “Badezir acorreu com Baal-Zin e um mago, chegando muitos dias
depois. Morreu pouco tempo depois, pedindo ao sacerdote que o mumificasse, deixando-o ao lado de seus filhos, na Pedra da Gávea, por sete anos, e que depois o transferisse para certa região do Amazonas, num santuário oculto pelas selvas .
São muitas as correntes que não acreditam que as inscrições na Pedra da Gávea tenham suas origens nos fenícios, e até mesmo desacreditam que eles estiveram por aqui. O Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro fez uma expedição à montanha em 23 de março de 1839 e o resultado da expedição assegurava que as inscrições na Pedra eram meramente resultado da ação da natureza e que antes de Cabral, ninguém havia passado pelas terras brasileiras. O instituto de arqueologia brasileira no ano de 1961 promoveu um trabalho arqueológico considerado sério na Pedra da Gávea, levando 13 pesquisadores sob o comando do presidente da instituição, o Prof. Claro Calazans Rodrigues, e descartaram qualquer hipótese da presença dos fenícios.
Em 1931 foi organizada uma expedição em busca do túmulo de um rei fenício que teria desaparecido em 850 a.C. Foram realizadas algumas escavações, no entanto, sem nenhum resultado.
Repórteres do jornal O GLOBO acompanharam uma expedição de cientistas da UFRJ e da UERJ e publicaram uma matéria que mostrava o resultado da expedição. Com um GPR (radar de penetração no solo) que tem a capacidade de “enxergar” através da rocha, eles afirmaram não ter visto nada além da rocha maciça, o que “derruba” a hipótese de a Pedra da Gávea ter sido a tumba do rei Badezir.
“As tais inscrições não passam de falhas geológicas. Com as intempéries, os minérios mais sensíveis gastam e o resultado ficou com a aparência de inscrições” - afirmou o geólogo Marco André Malmann Medeiros, da Uerj.
“Ainda não há prova científica da vinda dos fenícios ao Brasil. Nem no Rio, nem em outro estado” - afirmou o professor Francisco Otávio da Silva Bezerra, antropólogo cultural e um dos fundadores do Centro Brasileiro de Arqueologia.
“Os dados obtidos não mostram nada além da rocha maciça” – Disse a geofísica Paula Ferrúcio, professora da UFRJ.
Partindo do princípio de que o Brasil já havia sido descoberto pelos fenícios antes de Cabral, o carnavalesco Max Lopes da escola de samba carioca Estação Primeira da Mangueira, levou para a Avenida no carnaval de 2001 o enredo: “No embalo dos fenícios” que contava a história do comércio, partindo da Fenícia até chegar na Mangueira.
Reprodução de moeda fenícia mostrando o que parece ser um mapa-múndi com todos os continentes conhecidos atualmente, inclusive a América.
Apesar de muitas correntes não aceitarem a presença dos fenícios por aqui, as provas de que ela ocorreu são inúmeras. Inscrições com características fenícias em rochas em todo o Brasil, a tradução de algumas delas, os vasos de cerâmica encontrados na baía de Guanabara, e a afirmação de abalizados pesquisadores do assunto nos fazem ao menos pensar.
A revista do Instituto Histórico e Geográfico do Brasil, na folha 66 do primeiro volume traz a seguinte carta: “Em uma das montanhas do litoral do Rio de Janeiro, ao sul da Barra, há uma inscrição em caracteres fenícios, já muito destruídos pelo tempo e que revelam antiguidade. Essa inscrição foi vista e observada por um conhecedor das línguas orientais que, ao vê-la, concluiu que o Brasil tinha sido visitado por nações conhecedoras da navegação que aqui estiveram antes dos portugueses”.
ATENÇÃO
Este trabalho não tem cunho acadêmico. Sua elaboração se deu no primeiro período do curso de História sem que houvesse uma preocupação rigorosa com fontes e/ou documentos. Cabe ressaltar que não há evidências históricas, impíricas ou documentais suficientes para comprovar esta hipótese; portanto, trata-se de um debate e algo a ser explorado.
BIBLIOGRAFIA
site: www.novolibano.com.br
site: www.vidhya-virtual.com
Fragmentos da matéria publicada no jornal O GLOBO de 06 de agosto de 2000.
Livro Inscrições e Tradições da América Pré-Histórica, especialmente do Brasil – Bernardo Ramos.
GLOSSÁRIO
Bigorna : Peça de ferro, com o corpo central quadrangular e as extremidades em ponta geralmente cônica, sobre a qual se malham e amoldam metais.
Monólito : 1- Pedra de grandes dimensões 2 – Monumento feito de um só bloco de pedra.
Gnaisse : Rocha laminada, cristalina, de composição mineralógica muito
variável.
Granito : Rocha granular caracterizada essencialmente por quartzo e um feldspato alcalino.
Aclarar : Esclarecer; Elucidar.
Arcanos: Mistérios.
Minudência : Pormenor; Particularidade.
Esfinge : Monstro mitológico.
Conluio : Trama.
Castas : Camada social hereditária, cujos membros são da mesma raça, etnia, religião ou profissão, e se casam entre si.
Vulgo : O Povo; A Plebe.
Fonte: Site Artigonal
Fenícios, descobridores e colonizadores do Brasil.
Ricardo Augusto Bezerra Tiné
Milhares de obras já foram escritas apresentando a tese de que os pré-egípicios teriam saído da América do Sul, e que foi também aqui o berço da civilização européia. Frequentemente vemos surgirem aqui e ali indícios que reavivam esta tese, seja devido à escavações, quando se descobrem prováveis cidades soterradas, túneis e cavernas com objetos de origem antiga, ou inscrições petroglíficas.
O Brasil tem sido, talvez, o menos estudado em assuntos arqueológicos ou, exporadicamente, um cientista estrangeiro descobre um indício e chama nossa atenção.
Mas ultimamente tem sido despertada a consciência dos brasileiros para a necessidade de conhecer melhor a sua terra, a sua origem. O dizer-se que os´nativos brasileiros nasceram autóctones há 50 ou 100 mil anos é teoria já não muito aceita, ou dizer-se que os primeiros habitantes da terra surgiram na África ou na Ásia, e um pouco no Brasil, é assunto para estudar-se com maior profundidade. Mas o afirmar-se que os primeiros brasileiros emigraram do lendário continente Atlântida, via Venezuela, ou chegaram em pirogas, ou desceram os Andes, ou são pré-egípicios, ou grande parte descende dos Fenícios, ou por que nossos nativos possuem uma memória do dilúvio, é assunto para estudar-se mais ainda. A história existe, mas ela é também uma teoria que poderá ser ampliada ou renegada algumas de suas verdades. As teorias e verdades aristotélicas dominaram a civilização durante mais de 1000 anos, e tentando reformular essas verdades, muitos cientistas moreram em fogueiras, quando os senhores da verdade oficial (igreja católica) achavam que a nova verdade poria em perigo sua hegemonia sobre os homens. Se tivermo que amanhã reformular a história brasileira, por que não o fazemos, a bem da verdade ?
Se aqui e ali aparecem indícios que os Fenícios descobriram e colonizaram parte do Brasil há 3 000 anos antes da era cristã, estudemos os indícios, os sinais de sua passagem, as escritas cuneiformes, as inscrições petroglíficas, a mão vermelha que alguém deixou na pedra ou a marca noutra pedra que deixaram para indicar que por aqui passaram outros.
A obra que ora apresentamos, Antiga História do Brasil, (de 1100 A.C. a 1500 D.C.) de Ludwig Schwennhagen, é um desafio aos arqueólogos, geógrafos, aos antropólogos, filólogos, etimólogos, indianistas e outros, para que estudem e espliquem melhor a sua terra , a sua gente e suas heranças remotas.
Ao tomar o leitor este livro às mãos, por certo se fará perguntas que talvez nunca tenha ouvido, como por exemplo: Foi Pedro Álvares Cabral quem descobriu o Brasil em 1500 D.C. ou navegadores Fenícios em 1100 A.C. ? Cabral o terá descoberto por acaso como narram os compêndios de história, ou ele já conhecia detalhadamente a descrição feita pelo historiador grego Diodoro, no século I antes de cristo, na sua história universal ? Ou teria Cabral em mãos a carta de navegação, descrevendo as costas do Brasil, confeccionada por Toscanelli, a mando de Fernando Teles, em 1473 ? Onde fica a lendária Insula Septem Civitatum, ou ilha das sete cidades, que os romanos tanto buscaram e já aparecia a sua descrição em latim numa crônica de Porto- Cale (Pôrto), em 740 D.C. como sendo um novo Éden, a ilha dos sete povos, onde existiam ouro e muitas outras riquezas? Ficaria nos Açores, na ilha da madeira, mas antilhas ou nas costas do Piaui, no Brasil ? Quais os primeiros mineradores que exploraram ouro e pedras preciosas no Brasil ? Os Portuguêses ou engenheiros Egípcios ? Buscavam apenas ouro e metais preciosos ou também salitre para o embalsamamento de seus mortos ? Ou engenheiros mandados pelo rei Davi e Salomão, em aliança com o rei Hirã nos anos 991 a 960 A.C. ? Quem primeiro oficiou funções religiosas aos nativos brasileiros ? Henrique de Coimbra ou sacerdotes da ordem dos Magos da Caldea, da Suméria ou da Mesopotâmia? Foram os portugueses os primeiro a exportar o pau Brasil ? Mas se na memória de Georg Fournier, da marinha francêsa, não consta que os Bretões e Normandos já traficavam com os nativos do Rio São Francisco, que lhes vendia o Pau Brasil ?
Em maio de 1968 lemos no jornal O Dia, do Rio de Janeiro, uma notícia vinda dos EUA, acompanhada da reprodução de um quadro de símbolos; dizia o texto: "Encontrados na Paraíba e levados para Walthan, em Massachustes, estes símbolos foram estudados durante quase 100 anos. Finalmente o professor Cyrus Gordon, especialista em assuntos mediterrâneos, conseguiu decifrá-los. Indicam que os Fenícios estiveram nas terras que hoje formam nosso país, pelo menos doi mil anos antes de Cristovam Colombo descobrir a América e Cabral chegar ao Brasil".
Vejamos o que traduziu o professor Cyrus Gordon dos símbolos encontrados na Paraíba:
"Somos filhos de Canaã, de Sidon, a cidade do rei. O comércio nos troxe a esta distante praia, uma terra de montanhas. Sacrificamos um jovem aos Deuses e Deusas exaltados no ano 19 de Hirã, nosso poderoso rei. Embarcamos em Ezion-Geber no mar vermelho, e viajamos com dez navios. Permanecemos no mar juntos por dois anos, em volta da terra pertencente a Ham (África), mas fomos separados por uma tempestade e nos afastamos de nossos companheiros e assim aportamos aqui, 12 homens e 3 mulheres, numa nova praia, que eu, o almirante, controlo. Mas auspiciosamente possam os exaltados deuses e deusas intercederem em nosso favor ".
O nosso grande historiador e arqueólogo Bernardo de Azevedo da Silva Ramos, amazonense, chegou a juntar cópias de 3000 letreiros e inscrições encontrados no Brasil e em outros países americanos, e aponta semelhanças com inscrições encontradas em outros países do velho mundo. Bernardo Ramos esteve na pedra da Gávea, no Rio de Janeiro, estudou a inscrição ali encontrada, afirmou ser de caracteres Fenícios e traduziu-as:
"Tiro, Fenícia, Bedezir primogênito de Jethabaal".
Essas inscrições foram encontradas em 1836, no pico dessa montanha, a uma altitude de 840 metros, e mede cada uma três metros. Bedezir reinou na Fenícia de 855 a 850a.c. Como seu pai reinara em 887 a 856 , pode-se concluir que a inscrição teria sido gravada entre os anos 887 a 850a.c. e provaria a evidência de que os Fenícios já antes da era cristã teriam estendido suas expedições à América do Sul, e essas inscrições teriam o intuito de imortalizar a glória do nome Fenício, além da simples demarcação das entradas ao interior do Brasil.........
Fonte: Blog Café História
Milhares de obras já foram escritas apresentando a tese de que os pré-egípicios teriam saído da América do Sul, e que foi também aqui o berço da civilização européia. Frequentemente vemos surgirem aqui e ali indícios que reavivam esta tese, seja devido à escavações, quando se descobrem prováveis cidades soterradas, túneis e cavernas com objetos de origem antiga, ou inscrições petroglíficas.
O Brasil tem sido, talvez, o menos estudado em assuntos arqueológicos ou, exporadicamente, um cientista estrangeiro descobre um indício e chama nossa atenção.
Mas ultimamente tem sido despertada a consciência dos brasileiros para a necessidade de conhecer melhor a sua terra, a sua origem. O dizer-se que os´nativos brasileiros nasceram autóctones há 50 ou 100 mil anos é teoria já não muito aceita, ou dizer-se que os primeiros habitantes da terra surgiram na África ou na Ásia, e um pouco no Brasil, é assunto para estudar-se com maior profundidade. Mas o afirmar-se que os primeiros brasileiros emigraram do lendário continente Atlântida, via Venezuela, ou chegaram em pirogas, ou desceram os Andes, ou são pré-egípicios, ou grande parte descende dos Fenícios, ou por que nossos nativos possuem uma memória do dilúvio, é assunto para estudar-se mais ainda. A história existe, mas ela é também uma teoria que poderá ser ampliada ou renegada algumas de suas verdades. As teorias e verdades aristotélicas dominaram a civilização durante mais de 1000 anos, e tentando reformular essas verdades, muitos cientistas moreram em fogueiras, quando os senhores da verdade oficial (igreja católica) achavam que a nova verdade poria em perigo sua hegemonia sobre os homens. Se tivermo que amanhã reformular a história brasileira, por que não o fazemos, a bem da verdade ?
Se aqui e ali aparecem indícios que os Fenícios descobriram e colonizaram parte do Brasil há 3 000 anos antes da era cristã, estudemos os indícios, os sinais de sua passagem, as escritas cuneiformes, as inscrições petroglíficas, a mão vermelha que alguém deixou na pedra ou a marca noutra pedra que deixaram para indicar que por aqui passaram outros.
A obra que ora apresentamos, Antiga História do Brasil, (de 1100 A.C. a 1500 D.C.) de Ludwig Schwennhagen, é um desafio aos arqueólogos, geógrafos, aos antropólogos, filólogos, etimólogos, indianistas e outros, para que estudem e espliquem melhor a sua terra , a sua gente e suas heranças remotas.
Ao tomar o leitor este livro às mãos, por certo se fará perguntas que talvez nunca tenha ouvido, como por exemplo: Foi Pedro Álvares Cabral quem descobriu o Brasil em 1500 D.C. ou navegadores Fenícios em 1100 A.C. ? Cabral o terá descoberto por acaso como narram os compêndios de história, ou ele já conhecia detalhadamente a descrição feita pelo historiador grego Diodoro, no século I antes de cristo, na sua história universal ? Ou teria Cabral em mãos a carta de navegação, descrevendo as costas do Brasil, confeccionada por Toscanelli, a mando de Fernando Teles, em 1473 ? Onde fica a lendária Insula Septem Civitatum, ou ilha das sete cidades, que os romanos tanto buscaram e já aparecia a sua descrição em latim numa crônica de Porto- Cale (Pôrto), em 740 D.C. como sendo um novo Éden, a ilha dos sete povos, onde existiam ouro e muitas outras riquezas? Ficaria nos Açores, na ilha da madeira, mas antilhas ou nas costas do Piaui, no Brasil ? Quais os primeiros mineradores que exploraram ouro e pedras preciosas no Brasil ? Os Portuguêses ou engenheiros Egípcios ? Buscavam apenas ouro e metais preciosos ou também salitre para o embalsamamento de seus mortos ? Ou engenheiros mandados pelo rei Davi e Salomão, em aliança com o rei Hirã nos anos 991 a 960 A.C. ? Quem primeiro oficiou funções religiosas aos nativos brasileiros ? Henrique de Coimbra ou sacerdotes da ordem dos Magos da Caldea, da Suméria ou da Mesopotâmia? Foram os portugueses os primeiro a exportar o pau Brasil ? Mas se na memória de Georg Fournier, da marinha francêsa, não consta que os Bretões e Normandos já traficavam com os nativos do Rio São Francisco, que lhes vendia o Pau Brasil ?
Em maio de 1968 lemos no jornal O Dia, do Rio de Janeiro, uma notícia vinda dos EUA, acompanhada da reprodução de um quadro de símbolos; dizia o texto: "Encontrados na Paraíba e levados para Walthan, em Massachustes, estes símbolos foram estudados durante quase 100 anos. Finalmente o professor Cyrus Gordon, especialista em assuntos mediterrâneos, conseguiu decifrá-los. Indicam que os Fenícios estiveram nas terras que hoje formam nosso país, pelo menos doi mil anos antes de Cristovam Colombo descobrir a América e Cabral chegar ao Brasil".
Vejamos o que traduziu o professor Cyrus Gordon dos símbolos encontrados na Paraíba:
"Somos filhos de Canaã, de Sidon, a cidade do rei. O comércio nos troxe a esta distante praia, uma terra de montanhas. Sacrificamos um jovem aos Deuses e Deusas exaltados no ano 19 de Hirã, nosso poderoso rei. Embarcamos em Ezion-Geber no mar vermelho, e viajamos com dez navios. Permanecemos no mar juntos por dois anos, em volta da terra pertencente a Ham (África), mas fomos separados por uma tempestade e nos afastamos de nossos companheiros e assim aportamos aqui, 12 homens e 3 mulheres, numa nova praia, que eu, o almirante, controlo. Mas auspiciosamente possam os exaltados deuses e deusas intercederem em nosso favor ".
O nosso grande historiador e arqueólogo Bernardo de Azevedo da Silva Ramos, amazonense, chegou a juntar cópias de 3000 letreiros e inscrições encontrados no Brasil e em outros países americanos, e aponta semelhanças com inscrições encontradas em outros países do velho mundo. Bernardo Ramos esteve na pedra da Gávea, no Rio de Janeiro, estudou a inscrição ali encontrada, afirmou ser de caracteres Fenícios e traduziu-as:
"Tiro, Fenícia, Bedezir primogênito de Jethabaal".
Essas inscrições foram encontradas em 1836, no pico dessa montanha, a uma altitude de 840 metros, e mede cada uma três metros. Bedezir reinou na Fenícia de 855 a 850a.c. Como seu pai reinara em 887 a 856 , pode-se concluir que a inscrição teria sido gravada entre os anos 887 a 850a.c. e provaria a evidência de que os Fenícios já antes da era cristã teriam estendido suas expedições à América do Sul, e essas inscrições teriam o intuito de imortalizar a glória do nome Fenício, além da simples demarcação das entradas ao interior do Brasil.........
Fonte: Blog Café História
sábado, 14 de agosto de 2010
Esculachando os saduceus gospel
Adriano Couto
Eu chequei a conclusão que este negócio de Arca é o modismo gospel segmentado para o público mais burro de todos. Aquele grupo que acredita até em mula sem cabeça e saci pererê.
Não tem nem graça rascunhar um texto apologético qualquer para esta apostasia. Um papel de pão e um lápis gasto bastam. Mais do que isto é jogar pérolas aos porcos... Então eu vou é esculachar mesmo!
Tem golpe para todo tipo de gente. Afinal, o estelionatário de QI abaixo da média também tem que comer, não é não? Para estes, há os crentes (crentes?) de babador e chupeta (ops, shofar).
Uma gente digna de pena, analfabeta de Bíblia (por vocação ou opção, já que todos carregam uma debaixo do braço quando vão ao templo adorar... ops, a arca.) e que acredita em tudo o que lhe é contado...
Eu, realmente, não tenho a menor paciência e nem respeito por este povo do gospel saduceu e a misericórdia me falta. Eu sinto muito, não me orgulho disto e oro a Deus para mudar isto em mim. Mas é fato. Nem sequer os vejo como irmãos em Cristo. Afinal, como posso ver alguém como tal se este mesmo alguém renega o supremo sacrifício de Jesus e fica pagando um King Kong destes de quererem ser judeus, sem serem. E ficam ainda a adorar uns artefatos e a realizar cerimônias completamente estranhas ao judaísmo moderno, para eles (judeus) igualmente despropositadas!
Até a expressão “judaizante” é inapropriada. Não há nada de judaico neste besteirol, exceto alguns ícones perdidos no tempo e uma vontade grande de parecer diferente. Nem mesmo quando se trata do chamado judaísmo cristão messiânico. Pois para os judeus isto não existe! E parem de confundir elementos da tradição do povo judeu, com o estado político e a nação de Israel ou mesmo com judaísmo que não são a mesma coisa!
Irmãos! Acordem! A Arca é um meio de estelionato, artefato de um golpe que consiste em retirar da arca umas miniaturas que são levadas pelos lesos para suas casas e devem retornar à seita com certa quantia de dinheiro para que a oferta na “mesa da proposição” se transforme em benção...
Eu chequei a conclusão que este negócio de Arca é o modismo gospel segmentado para o público mais burro de todos. Aquele grupo que acredita até em mula sem cabeça e saci pererê.
Não tem nem graça rascunhar um texto apologético qualquer para esta apostasia. Um papel de pão e um lápis gasto bastam. Mais do que isto é jogar pérolas aos porcos... Então eu vou é esculachar mesmo!
Tem golpe para todo tipo de gente. Afinal, o estelionatário de QI abaixo da média também tem que comer, não é não? Para estes, há os crentes (crentes?) de babador e chupeta (ops, shofar).
Uma gente digna de pena, analfabeta de Bíblia (por vocação ou opção, já que todos carregam uma debaixo do braço quando vão ao templo adorar... ops, a arca.) e que acredita em tudo o que lhe é contado...
Eu, realmente, não tenho a menor paciência e nem respeito por este povo do gospel saduceu e a misericórdia me falta. Eu sinto muito, não me orgulho disto e oro a Deus para mudar isto em mim. Mas é fato. Nem sequer os vejo como irmãos em Cristo. Afinal, como posso ver alguém como tal se este mesmo alguém renega o supremo sacrifício de Jesus e fica pagando um King Kong destes de quererem ser judeus, sem serem. E ficam ainda a adorar uns artefatos e a realizar cerimônias completamente estranhas ao judaísmo moderno, para eles (judeus) igualmente despropositadas!
Até a expressão “judaizante” é inapropriada. Não há nada de judaico neste besteirol, exceto alguns ícones perdidos no tempo e uma vontade grande de parecer diferente. Nem mesmo quando se trata do chamado judaísmo cristão messiânico. Pois para os judeus isto não existe! E parem de confundir elementos da tradição do povo judeu, com o estado político e a nação de Israel ou mesmo com judaísmo que não são a mesma coisa!
Irmãos! Acordem! A Arca é um meio de estelionato, artefato de um golpe que consiste em retirar da arca umas miniaturas que são levadas pelos lesos para suas casas e devem retornar à seita com certa quantia de dinheiro para que a oferta na “mesa da proposição” se transforme em benção...
Vai tchutchuca!
Adriano Couto
Em outra ocasião postei um artigo através do qual falei sobre a influência da música entre os adolescentes, fazendo um comparativo que outrora as mulheres eram chamadas de coisa mais linda, cheia de graça, atualmente são conhecidas por tchutchucas, cachorras, piranhas e etc. Esses são alguns dos rótulos que a turma do funk deu a nossas meninas. E sabe o que é pior, elas ainda obedecem aos comandos que as desmerecem. Há uma crise de identidade no meio das mulheres, pois elas já não gostam de ser chamadas de princesas, lindas, gatas e outros elogios piegas. O lance é ser chamado de vadia, popozuda, safada e outros apelidos depreciativos.
Nos bailes, o pancadão rola e os MC’s falam o que querem das mulheres. Pior, as próprias mulheres do funk não se dão o respeito. Veja só esse trecho de um funk cantado por um grupo de mulheres:
“Eu vou pro baile, eu vou pro baile
Sem, sem calcinha
Agora eu sou piranha e ninguém vai me segurar
Daquele jeito!”
Gente é exatamente isso que elas cantam. E com orgulho. A declaração soa como um grito de libertação, mas na verdade é um grito de desvalorização. Não podemos concordar que chamem nossas meninas de cachorras e etc... Precisamos assumir uma postura de defendê-las e assim gerar uma resistência aos que insistem em minimizar a mulher e torná-la um simples objeto sexual.
Não estou aqui apregoando moral, mas creio que tem que haver pelo menos o mínimo de decência, pois crianças são expostas a esta pornografia escancarada, explícita. As pessoas nem mais percebem o que ouvem e o que cantam! Perderam completamente o senso estético, ético, moral, comunitário, sem falar que estas músicas são de uma pobreza cultural sem precedentes.
Em outra ocasião postei um artigo através do qual falei sobre a influência da música entre os adolescentes, fazendo um comparativo que outrora as mulheres eram chamadas de coisa mais linda, cheia de graça, atualmente são conhecidas por tchutchucas, cachorras, piranhas e etc. Esses são alguns dos rótulos que a turma do funk deu a nossas meninas. E sabe o que é pior, elas ainda obedecem aos comandos que as desmerecem. Há uma crise de identidade no meio das mulheres, pois elas já não gostam de ser chamadas de princesas, lindas, gatas e outros elogios piegas. O lance é ser chamado de vadia, popozuda, safada e outros apelidos depreciativos.
Nos bailes, o pancadão rola e os MC’s falam o que querem das mulheres. Pior, as próprias mulheres do funk não se dão o respeito. Veja só esse trecho de um funk cantado por um grupo de mulheres:
“Eu vou pro baile, eu vou pro baile
Sem, sem calcinha
Agora eu sou piranha e ninguém vai me segurar
Daquele jeito!”
Gente é exatamente isso que elas cantam. E com orgulho. A declaração soa como um grito de libertação, mas na verdade é um grito de desvalorização. Não podemos concordar que chamem nossas meninas de cachorras e etc... Precisamos assumir uma postura de defendê-las e assim gerar uma resistência aos que insistem em minimizar a mulher e torná-la um simples objeto sexual.
Não estou aqui apregoando moral, mas creio que tem que haver pelo menos o mínimo de decência, pois crianças são expostas a esta pornografia escancarada, explícita. As pessoas nem mais percebem o que ouvem e o que cantam! Perderam completamente o senso estético, ético, moral, comunitário, sem falar que estas músicas são de uma pobreza cultural sem precedentes.
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