segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Rituais bizarros: Mutilação do clitóris escandaliza o mundo






A mutilação genital feminina (MGF) é a prática de remoção do clitóris e dos lábios vaginais e até, em alguns locais, da suturação dos dois lados da vulva em meninas com a idade entre 4 e 14 anos. Sendo feita sem qualquer preocupação higiênica, com tesouras, facas, navalhas, agulhas e até pedaços afiados de vidro. Além disso, os agentes praticantes de tais atos, não possuem, na maioria dos casos, formação na área médica, agindo de forma arbitrária e não fazendo uso sequer de ferramentas adequadas e anestesias.



Praticada em muitos países do continente africano e também do asiático, ela vem levantando muitas dúvidas e contestações em sociedades outras. Quais as razões e o porquê disso? E o que acontece às mulheres, vítimas de tamanha crueldade? Devemos intervir na cultura, nas tradições de outrem para impedir que tal barbárie continue ocorrendo? Essa prática é vista moralmente ou não o é?



O CLITOCLATISMO CULTURAL

Muito se discute na sociedade Ocidental, a barbárie que é a prática do Clitoclatismo em sociedades ditas como arcaicas do continente Africano e Asiático. Esse assunto ganhou notoriedade através de celebridades, como a história da ex-modelo somali Waris Dirie, 44, mutilada aos 5 anos, que virou livro, filme, rendeu-lhe o título de embaixadora das Nações Unidas e ainda resultou numa fundação.



Segundo informações presentes em meios de comunicações como a internet, o parlamento de Guiné-Bissau está promovendo um caloroso embate, acerca da proibição da mutilação genital feminina, que está dividindo seus deputados. Ao buscarmos os argumentos de tais práticas, obsevarmos que o clitoclatismo ou a MGF se baseia em informações culturais e crendices que, se justificam, segundo as sociedades as quais estão inseridas, como mecanismos de identidade cultural, onde, segundo o conceito presente no dicionário dos Direitos Humanos:

"A identidade cultural é um sistema de representação das relações entre indivíduos e grupos, que envolve o compartilhamento de patrimônios comuns como a língua, a religião, as artes, o trabalho, os esportes, as festas, entre outros. É um processo dinâmico, de construção continuada, que se alimenta de várias fontes no tempo e no espaço."


(Fonte: http://jus.uol.com.br)/ Blog do Gari Martins da Cachoeira

3 comentários:

  1. Nossa que horror !
    Credo então quando ela se casar não vai sentir "tesão" vai só servir ao marido e não vai sentir prazer .Credo !Essa prática deveria ser proibida mesmo sendo de religião,cultura,ou tradição !

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  2. Realmente Linda, é horrível, tal pratica deve ser banida. Nos países islâmicos as mulheres somente servem ao marido, não lhes é permitido sentir prazer, experimentar o tesão, orgasmos, é uma cultura um tanto quanto repressora, machista...

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  3. Cada um na sua . eu acho , mesmo comovido com tal prática abominável, nós também devemos ser visto de forma estranha quando , nossos lideres religiosos se envolve com escandalo sexuais menores , quando o lider do ocidente jogou bombas atomicas , quando invadiram o continente escravizando o povo matando, roubando, sequestrando . E até hoje são lhes vendidos armas para fortalecer o ódio entre raças .
    NÃO APOIO TAL PRÁTICA DE MUTILAÇÃO (BARBÁRIE). COMO VEJO DE FORMAS ESTRANHA O QUE ACONTECE POR AQUI.

    obs**** ÓTIMA MATÉRIA

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