quarta-feira, 31 de outubro de 2012

TPM pode ser só um mito, diz pesquisa



Carol Castro, na Superinteressante

 E nem dá para dizer que isso não passa de perseguição masculina para acabar com a nossa licença para surtar. A conclusão saiu de uma pesquisa realizada exclusivamente por psicólogas e psiquiatras da Universidade de Toronto, no Canadá. 

Para chegar lá, elas analisaram 41 estudos sobre TPM (tensão pré-menstrual) e mais dezenas de outros artigos sobre o assunto – todos acompanharam o dia-a-dia das mulheres durante alguns ciclos menstruais delas. E não encontraram nenhuma prova concreta que relacione o mau humor feminino às mudanças hormonais que ocorrem dias antes da menstruação. No total, apenas 13,5% dos estudos apontavam a existência da TPM. 

 Alguns dos estudos até encontraram uma relação entre o mau humor e o ciclo menstrual, mas não era culpa exclusiva dos dias anteriores à menstruação – alguma outra fase do ciclo também havia provocado efeitos negativos no humor da mulher.

 As pesquisadoras acreditam que a TPM seja apenas uma lenda. “Antes das mulheres passarem pelo primeiro ciclo menstrual, elas já ouviram falar sobre TPM. A noção está tão arraigada na nossa cultura que os estudos ficam tendenciosos porque as mulheres sabem que eles são sobre TPM”, diz Gillian Einstein, líder da pesquisa.

 Alguém aí concorda com isso? A minha TPM é bem real, tá…


 Fonte: Pavablog

domingo, 28 de outubro de 2012

Programados para testemunhar


por Johnny Bernardo

 Todos os dias centenas de pessoas saem às ruas do Brasil para testemunhar sua fé em Deus. Com sorriso no rosto, boa dicção e um farto material informativo, abordam quem passa pela rua para oferecer uma mensagem bíblica. Parecem tranquilas, felizes. Não se sentem constrangidas diante das adversidades. Acreditam que seu trabalho lhes renderá vida eterna. Quem as ouve testemunhar percebe sua capacidade de explanação, sua convicção doutrinária. Eles fazem parte de um exército de quase oito milhões de testemunhas que seguem fielmente – e sem questionar – as diretrizes do “Escravo Fiel e Discreto” (termo que se atribuí à Torre de Vigia, Qg das Testemunhas de Jeová com sede no Brooklin, Nova York, EUA).

 Por trás da aparente tranquilidade de uma testemunha de Jeová existe algo desconhecido do iníquo (termo utilizado pela Torre de Vigia para descrever quem está fora da Organização das Testemunhas de Jeová). Quem as recepciona em casa ou em uma conversa ocasional na rua ou em uma praça, não sabe que elas são programadas para testemunhar. Há um rigoroso processo de preparo de uma testemunha de Jeová que envolve encenação teatral nos Salões do Reino e cursos de preparação para o ministério de campo. Um verdadeiro preparo psicológico acompanha suas reuniões.

 O Manual da Escola do Ministério Teocrático é uma prova de que Sociedade Torre de Vigia recorre a técnicas de controle psicológico na programação dos adeptos e no preparo destes para que exerçam o ministério de campo. A maneira como nos dirigimos às pessoas, a gramática, os gestos, e a maneira como impomos nossa voz é, para eles, de fundamental importância no trabalho de convencimento. A testemunha é orientada a focar a mente do ouvinte, mais do que o coração.

  O instrutor hábil das boas novas pode transmitir conhecimento à mente dos ouvintes. Em pouco tempo, o estudante ou o ouvinte é capaz de repetir e explicar ele mesmo o ensino (...) a mente precisa absorver e assimilar informações. Ela é a sede do intelecto, o centro de processamento do conhecimento. Ela reúne informações, e, pelo processo do raciocínio e da lógica, chega a certas conclusões (MEMT, 1992, p.73,74).

O manual também instrui como a testemunha deve implantar uma ideia na mente do ouvinte. “O tipo sumário da repetição é especialmente útil no caso dos discursos que envolvem o raciocínio e a lógica, e o tempo decorrido entre a consideração e a breve recapitulação ajuda a incutir as ideias mais a fundo na mente dos ouvintes” (p. 129).

 Além do MEMT, outra base de estudos e manipulação psicológica é o livro Raciocínio à Base das Escrituras. Com base no modelo pergunta – resposta, o RBE oferece aos estudantes das Escrituras as mais diferentes respostas às dúvidas, questionamentos e oposições surgidas no trabalho de campo. Também são oferecidas sugestões de temas para contatos iniciais, como questões ligadas ao crime, segurança, emprego, moradia, família e, obviamente, temas associados à Bíblia e ao fim do mundo.

  É uma satisfação encontrá-lo (a) em casa. Estou falando com os meus vizinhos sobre um ponto da Bíblia (ou, das Escrituras Sagradas) que é animador... Já se perguntou...? (faça uma pergunta que o leve ao tópico que está considerando) (RBE, 1989, p. 10) 

 Muitas pessoas estão preocupadas com o Armagedom. Ouviram líderes mundiais usar esse termo com referência a uma guerra nuclear total. Que acha que significara o Armagedom para a humanidade? Realmente, o nome Armagedom é tirado da Bíblia, e significa algo bem diferente do sentido que comumente se dá à palavra. (p. 10)

  Um movimento com fortes tendências destrutivas 

A organização fundada por Charles Taze Russell (1875) caracteriza-se pela existência de fortes tendências destrutivas. A programação das testemunhas inclui desde submissão às autoridades da STV– à qual não economizam elogios – até restrições como não participação em práticas esportivas, desincentivo a educação superior – considerada pela STV como “perigosa” -, proibição de contato com ex-adeptos e familiares que não façam parte da Organização, proibição de que os adeptos frequentem ou celebrem festas de aniversário, páscoa e natal.

 A STV também restringe o acesso a livros como Crise de Consciência, do ex-membro da cúpula das Testemunhas de Jeová, Raymund Franz. Sites e fóruns de discussão mantidos por ex-adeptos também são vetados pela Organização. Ao mesmo tempo, incentivam as testemunhas a dedicarem o máximo de tempo possível na divulgação das doutrinas e materiais desenvolvidos pelo Escravo Fiel e Discreto, além de fazerem uso de textos apocalípticos como forma de alienação e controle psicológico – estratégia seguida por outros grupos destrutivos, como o Ramo Davidiano, Templo dos Povos, Ordem do Templo Solar etc. e que ocasionaram a destruição de centenas de vidas e famílias por todo o mundo.


 Atualmente, no Brasil, a Igreja Cristã Maranata, a Universal do Reino de Deus, a Pentecostal Deus é Amor, a Igreja Sinos de Belém Missão das Primícias e a Comunidade Figueira (de Trigueirinho) desenvolvem algo semelhante ao seguido pelas seitas destrutivas dos EUA e da Europa – sendo, portanto, fortes candidatas a movimentos destrutivos. Na Igreja Pentecostal Deus é Amor, por exemplo, os membros são submetidos a regras de comportamento semelhantes as que são impostas pela STV às testemunhas, perseguição – e até mesmo processos judiciais – contra ex-membros.

 Johnny Bernardo é jornalista, pesquisador de movimentos destrutivos e da religiosidade brasileira e colaborar do Genizah

 Fonte: Blog Genizah
Leia Mais em: http://www.genizahvirtual.com/2012/10/programados-para-testemunhar.html#ixzz2Acc2Risr Under Creative Commons License: Attribution Non-Commercial Share Alike

O luterano Marx. Parte 3.


Hirchel Ha Levi, o pai de Marx, de uma família de rabinos teria – pragmaticamente - se convertido, ao protestantismo para poder exercer sua profissão de advogado.

Assim, aos seis anos o menino Karl foi batizado no luteranismo. Ao que parece, um pouco de Lutero (1483-1546) ficou no inconsciente do jovem. Vide este trecho da tese de Alvori Ahlert “Ética e a cidadania como contribuições protestantes para a história da educação”.

Lutero, diz Marx, está de Proudhon. Não se deixa enganar pela distinção entre empréstimo e venda, pois em ambos os casos busca e descobre o rastro da usura. O mais notável de sua crítica é que, em seus ataques, entende principalmente que o interesse já esteja fazendo parte integrante do capital. Marx dedica longas páginas a Lutero em sua “História crítica da teoria da mais-valia”, considera Lutero o primeiro grande economista que fez a crítica à mais-valia.


 Fonte: Blog Marxrevisitado

O luterano Marx. Parte 2.


Hirchel Ha Levi, o pai de Marx, de uma família de rabinos teria – pragmaticamente - se convertido, ao protestantismo para poder exercer sua profissão de advogado.

 Assim, aos seis anos o menino Karl foi batizado no luteranismo. Ao que parece, um pouco de Lutero (1483-1546) ficou no inconsciente do jovem. No terceiro dos “Manuscritos Econômicos Filosóficos” – Propriedade Privada e Trabalho – Marx registra que Engels chamava Adam Smith de o Lutero da Economia Política.

  “Assim, em vista dessa economia política esclarecida que descobriu a essência subjetiva da riqueza dentro da estrutura da propriedade privada, os partidários do sistema monetário e do mercantilismo, para quem a propriedade privada é uma entidade puramente objetiva para o homem, não fetichistas e católicos. Engels está certo, por isso, de chamar Adam Smith o Lutero da Economia Política. Assim como Lutero reconheceu a religião e a fé como a essência do mundo real, e por essa razão assumiu uma posição adversa ao paganismo cristão; assim como ele anulou a religiosidade externa ao mesmo passo que fazia da religiosidade a essência interior do homem; assim como ele negou a distinção entre sacerdote e leigo porque transferiu o sacerdócio para o coração do leigo; também a riqueza extrínseca ao homem e dele independente (só podendo, pois, ser adquirida e conservada de fora) é anulada. Isso quer dizer, sua objetividade externa e indiferente é anulada pelo fato de a propriedade privada ser incorporada ao próprio homem, e de ser o próprio homem reconhecido como sua essência. Mas, como resultado, o próprio homem é levado para a esfera da propriedade privada, exatamente como, com Lutero, é levado para a da religião. Sob o disfarce de reconhecer o homem, a economia política, cujo princípio é o trabalho, leva à sua lógica conclusão a negação do homem. O próprio homem não mais é uma condição da tensão externa com a substância externa da propriedade privada; ele próprio se converteu na entidade oprimida por tensões, que é a da propriedade privada. O que era anteriormente um fenômeno de ser extrínseco a si mesmo, uma manifestação extrínseca real do homem, transformou-se, agora no ato de objetivação, de alienação.”

Fonte: Blog Marxrevisitado

O luterano Marx. Parte 1.


Hirchel Ha Levi, o pai de Marx, de uma família de rabinos teria – pragmaticamente - se convertido, ao protestantismo para poder exercer sua profissão de advogado.

Assim, aos seis anos o menino Karl foi batizado no luteranismo. Ao que parece, um pouco de Lutero (1483-1546) ficou no inconsciente do jovem. Na Introdução da “Crítica à Filosofia do Direito de Hegel” (1844-1845) Marx faz um simpático registro do papel de Lutero, embora inicie o texto com crítica à religião.

  “Na Alemanha, a crítica da religião chegou, no essencial, ao fim. A crítica da religião é a premissa de toda crítica.” 

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“A religião não faz o homem, mas, ao contrário, o homem faz a religião: este é o fundamento da crítica irreligiosa. A religião é a autoconsciência e o autosentimento do homem que ainda não se encontrou ou que já se perdeu. Mas o homem não é um ser abstrato, isolado do mundo. O homem é o mundo dos homens, o Estado, a sociedade. Este Estado, esta sociedade, engendram a religião, criam uma consciência invertida do mundo, porque eles são um mundo invertido. A religião é a teoria geral deste mundo, seu compêndio enciclopédico, sua lógica popular, sua dignidade espiritualista, seu entusiasmo, sua sanção moral, seu complemento solene, sua razão geral de consolo e de justificação. É a realização fantástica da essência humana por que a essência humana carece de realidade concreta.”

 O registro do papel de Lutero é antecedido pela afirmação “o passado revolucionário da Alemanha é, de fato, um passado histórico: é a Reforma. Como então no cérebro do frade, a revolução começa agora no cérebro do filósofo”.

 “Sem dúvida, Lutero venceu a servidão pela devoção, mas por que pôs no seu lugar a escravidão mediante a convicção. Abalou a fé na autoridade por que restaurou a autoridade da fé. Transformou os padres em leigos, mudando os leigos em padres. Libertou o homem da religiosidade exterior, fazendo da religiosidade a essência mais intima do homem. Libertou o corpo de seus grilhões porque com grilhões prendeu o coração”. 

 Fonte: Blog Marxrevisitado

Aposentada evangélica viaja pelo país pregando em aeroportos. Assista!



Uma senhora evangélica de 79 anos tornou-se manchete num telejornal do Rio Grande do Sul devido ao que considera sua missão: pregar o evangelho em aeroportos.

 Isaura Lopes, pernambucana, está há 18 dias no Aeroporto Internacional Salgado Filho, em Porto Alegre, pregando aos passageiros, e afirma que tem se mantido nessa rotina há décadas: “Desde julho de 1953. São 59 anos viajando de Norte a Sul do país a serviço de Cristo. Dezenove anos para cá dentro dos aeroportos porque Cristo tem um plano especial para os ricos. Renunciei a tudo da terra, todo, conforto por amor a Jesus e pelos semelhantes por quem Ele deu sua vida”, revela a aposentada, explicando o motivo de sua escolha pelos aeroportos.

 Consultada, a Infraero, empresa que administra os aeroportos no Brasil, afirmou que a situação não é comum, mas não é ilegal. Já a administração do Aeroporto Salgado Filho ressaltou que a aposentada não incomoda os passageiros.

 De Bíblia em punho e com suas duas malas, Isaura revelou ao repórter André Azeredo, da RBS TV que vive com uma pensão do INSS, e que diversas vezes realiza empréstimos para pagar as passagens. Essa rotina de viagens e pregações, segundo Isaura, é só felicidade: “Tornei-me a velhinha mais feliz do planeta Terra”.

  Confira a reportagem completa no vídeo abaixo:                                                           Fonte: Tiago Chagas no Gospel+/ Blog Libertos do Opressor

sábado, 27 de outubro de 2012

Olívio Dutra: “PT está virando partido de barganha como os outros”


Se a direção nacional e gaúcha do PT tem uma avaliação de que as eleições municipais de 2012 foram apenas positivas pelo aumento do número de prefeituras em relação ao último pleito, um quadro de força política relevante do partido discorda. O ex-governador do Rio Grande do Sul, Olívio Dutra disse que o processo eleitoral deve servir como lição sobre os rumos da identidade do PT.

  “O PT tem mais se modificado do que modificado a sociedade. Este é um grande problema nosso. Estamos ficando iguais aos partidos tradicionais. Nós não nascemos para nos confirmarmos na institucionalidade e viver da barganha política”, critica. Para Olívio, a sigla que nasceu da luta dos trabalhadores e acumula tradição em formação política e diálogo com os movimentos sociais está se afastando de sua origem. “Não podemos ser o partido da conciliação de interesses. Temos que ser o partido da transformação social. Evidente que não sozinho, mas com alguns em que possamos apresentar projetos de campos populares democráticos”, diz.

 A política de colaboração de classes adotada pela direção do Partido dos Trabalhadores a partir da eleição do Lula, em 2002, conduz o PT, na visão de Olívio Dutra ao distanciamento dos ideias petistas que constituíram o partido. “A esquerda do PT, PSTU e PCO devem ao país. Temos que nos unir e não ficar disputando dentro do próprio PT. As correntes internas que antes discutiam ideias agora discutem como se fortalecer e buscar cargos e eleições de seus quadros. Isso é preocupante”, afirma.

 Ainda que as considerações do ex-ministro de Lula apontem para um cenário crítico internamente, ele acredita que o PT ainda tem raízes de sustentação que o permitem fazer uma boa reflexão sobre esta transformação política. “Aprendemos mais com as vitórias do que as derrotas. Representamos uma enorme transformação para o povo brasileiro, mas há que se perguntar se conseguimos mudar substancialmente as estruturas do estado que promovem as desigualdades e injustiças no nosso país. Elas estão intactas, apesar de termos tido a oportunidade de estar no governo. O PT tem que ser parte de uma luta social e cultural agora, e não se dispor a ficar na luta por espaços e no afastamento dos movimentos sociais”, salienta.

 Rachel Duarte

 No Sul21


 Fonte: Blog Com Texto Livre

Bancada Evangélica ou Frente Parlamentar Evangélica


Com os crescentes debates, no meio político brasileiro, de temas como casamento gay, kit homofobia, liberdade religiosa, aborto, e outros que atingem diretamente os princípios defendidos pelos cristãos, a chamada Bancada Evangélica da Câmara dos Deputados vêm ganhando grande notoriedade nacional.

 Organizados em um órgão não reconhecido oficialmente pelo governo, chamado Frente Parlamentar Evangélica, esses deputados representam diversas denominações evangélicas brasileiras e afirmam defender os interesses dos cristãos brasileiros e os principios familiares.

 Mesmo não sendo parte de um único partido político, o grupo, que cresceu mais de 50% nas últimas eleições (2010) e tem conseguido algumas vitórias em assuntos que suscitam polêmicas, já é considerado um dos mais influentes do cenário político nacional.

 Confira na lista abaixo a igreja e partido a que faz parte cada um dos deputados da Bancada. Os dados são do site da Frente Parlamentar Evangélica.

  Igreja Metodista
Walney Rocha – PTB/RJ
Áureo – PRTB/RJ

  Igreja Presbiteriana
Lilian Sá – PR/RJ
Leonardo Quintão – PMDB/MG
Laéricio Oliveira – PR/SE
 Edmar Arruda – PSC/PR
Edinho Araújo – PMDB/SP
Benedita da Silva – PT/RJ
Anthony Garotinho – PR/RJ
Vaz de Lima PSDB/SP

  Igreja Maranata
Mannato – PDT/ES

  Igreja Internacional da Graça
Dr. Grilo – PSL/MG
 Dr. Adilson Soares – PR/RJ
Jorge Tadeu Mudalem DEM/SP

  Igreja Nova Vida
Washington Reis – PMDB/RJ

Igreja Cristã Evangélica 
Iris de Araújo – PMDG/GO

  Igreja Mundial do Poder de Deus
Missionário José Olimpio – PP/SP
Francisco Floriano – PR/RJ

  Igreja Brasil para Cristo
Roberto de Lucena – PV/SP

  Igreja Cristã do Brasil
Bruna Furlan – PSDB/SP

  Igreja Assembleia de Deus
Zequinha Marinho – PSC/PA
Takayama – PSC/PR
Sabino Castelo Branco – PTB/AM
Ronaldo Nogueira – PTB/RS
Ronaldo Fonseca – PR-DF
Paulo Freire – PR/SP
Pastor Eurico – PSB/PE
Pastor Marco Feliciano – PSC/SP
Lauriete – PSC/ES
João Campos – PSDB/GO
Fernando Frascisshini – PSDB/PR
Filipe Pereira – PSC/RJ
Fátima Pelaes – PMDB/AP
Erivelton Santana – PSC/BA
Costa Ferreira – PSC/MA
Antônia Lúcia – PSC/AC
Cleber Verde – PRB/MA
Anderson Ferreira – PR/PE
Lindomar Garçon – PV/RO
Marcos Rogério – PDT/RO
Nilton Capixaba – PTB/RO
Silas Câmara – PSC/AM
Zé Vieira – PR/MA
Marcelo Aguiar – PSC/SP

  Igreja Universal Do Reino De Deus
Heleno – PRB/SE
Márcio Marinho – PRB/BA
Otoniel Lima – PRB/SP
Vitor Paulo – PRB/RJ
George Hilton – PRB/MG
Antonio Bulhões – PRB/SP
 Jonathan De Jesus – PRB/RR

  Igreja Do Evangelho Quadrangular
Jefferson Campos – PSB/SP
Mário de Oliveira – PSC/MG
Jusué Bengtson – PTB/PA

  Igreja Sara Nossa Terra
Eduardo Cunha – PMDB/RJ

  Comunidade Shamá
Henrique Afonso – PV/AC


 Fonte: Gospel+/ Blog Dom Luiz Bergonzini

Luiz Felipe Pondé: "O que é uma vida decente?"


Por Folha de São Paulo,

 O que é uma vida decente?

  O que é melhor, um pai ou marido corrupto ou pobre? Honestidade, conforto ou bem-estar?

Quando se fala de corrupção, todo mundo mente. Quase todo mundo prefere um pai ou marido corrupto a um honesto, mas pobre. Para resistir à corrupção, você tem que ser radical, ou religioso, ou moral ou político.

 Parafraseando Hanna Arendt em seu "Eichmann em Jerusalém", quando ela disse que os nazistas estavam preocupados com a aposentadoria e chamou isso de banalidade do mal, eu diria que existe uma "banalidade da corrupção" inscrita na perversão do que seria uma vida decente.

 Não quero "desculpar" a corrupção, quero trazer à tona uma causa ancestral de corrupção da qual não se fala no silêncio do cotidiano.

 O julgamento do mensalão não significou nada para o eleitor, mesmo para aquele que se julga "crítico". Ninguém dá bola para a corrupção do seu partido do "coração". Também foi importante para ver o modo de operação da corrupção ideologicamente justificada inventada pelo PT: só faltava dizer que foi a direita de Marte que inventou tudo.

 Já se falou muito que quando classes sociais mais baixas ascendem socialmente e tentam imitar os hábitos da aristocracia ficam ridículas. Isso é descrito como "novo rico". Mas o "novo corrupto" é tão ridículo quanto. Que "saudade" dos corruptos clássicos do coronelismo nordestino, que negavam, mas não apelavam para uma inocência ideologicamente justificada, ou simplesmente não se davam ao trabalho de negar. Os mensaleiros continuam a agir como um clero de puros de coração.

 Mas não é disso que quero falar. Quero falar do fato de que, para além do debate político -que acho chatinho e quase sempre um circo-, a corrupção se alimenta de algo muito mais profundo.

 Damos pouca atenção a esse fato porque a substância da moral pública é a hipocrisia, por isso é melhor brincar de dizer que a causa é só política, quando na realidade é mais banal do que isso.

 Quase ninguém quer ter um pai ou marido pobre, e sim prefere um pai ou marido corrupto, mas que dê boas condições de vida. Esta é a verdade que não se fala.

 Imagine que você é uma jovem mulher que vai casar com um jovem rapaz. Antes que me acusem de "sexista" (mais um termo usado para quebrar a espinha dorsal do debate público, semelhante a acusar alguém de pedófilo), o que vou descrever pode acontecer também com um homem, mas é mais comum ser mulher, porque elas ainda são mais financeiramente dependentes e continuam execrando homem sem sucesso profissional, apesar das mentiras das feministas.

 Agora imagine que seu marido será um policial honesto até o fim da vida. A chance de ele acabar pobre é enorme. O mesmo pode acontecer, ainda que num grau mais alto em termos financeiros, com qualquer um que venha ocupar um cargo nos variados escalões do governo. Agora imagine que, no começo, ele seja honesto e com ereção e vigor, e você também seja uma jovem mulher cheia de vida e expectativas. Agora imagine que se passaram 20 anos... 30 anos... O que importa? A honestidade dele ou ele pensar "no bem-estar da família"? Espere, não responda em voz alta, guarde para si a resposta, senão você mentirá na certa.

 Por "pensar no bem-estar da família", quero dizer: roupa, comida boa, escola dos filhos, melhor casa para morar, ajudar os sogros doentes e idosos, viajar para Miami e Paris, apartamento na praia, iPhone, no mínimo para as crianças, carro novo, uma bolsa de marca, ainda que "em conta", sair com amigos para jantar, levar as crianças para comer pizza no domingo, poder mostrar para os cunhados que você está melhor de vida (isso às vezes vale mais do que tudo na escala da miséria moral de todos nós), viajar de avião, comprar coisas nos EUA, ter TV de 200 polegadas, iPads, enfim, "ter uma vida".

 Em situações de risco, em guerras, a covardia é a regra -ao contrário dos mentirosos que até hoje se dizem filhos de "la résistance française".

 No dia a dia, isso tem outro nome: honestidade não vale nada, o que vale é ter uma "vida decente": segurança para os filhos, uma esposa feliz porque pode comprar o que quiser (dentro do orçamento, claro, mas quanto menor o orçamento menor o amor...), enfim, um "futuro melhor".


 Fonte: Blog O Bico do Tentilhão

domingo, 21 de outubro de 2012

Brincando de Governo




Fonte: Blog História Vermelha

Cão fiel guarda corpo de companheira morta por mais de uma semana



Por mais de uma semana, um cão guarda o corpo da companheira mortaapós ser atropelada em estrada de Filippovka (Rússia).

 "É muito triste. Ele não deixa que ninguém se aproxime dela e tenta fazer com que ela fique aquecida com o seu próprio corpo", contou a moradora Lyudmila Laisheva à emissora LifeNews.

 O casal canino está sendo chamado de Romeu e Julieta.

 "Haverá muitas casas para onde ele ir quando perceber que Julieta não voltará mais", acrescentouLyudmila.               Fonte: Page not found/ Blog Libertos do Opressor

QUAL A DIFERENÇA ENTRE INGLATERRA, REINO UNIDO E GRÃ-BRETANHA?


DA SUPERINTERESSANTE 
 Querido Oráculo, com todo esse papo de Olimpíada de Londres, me confundo toda, pois a cada hora eles se referem à Inglaterra com um nome. Afinal, qual a diferença entre Reino Unido, Grã-Bretanha e Inglaterra?
 Mariana Rocha Teramoto, de São Bernardo do Campo, SP


Quem se refere com nomes diferentes? É bom você repensar que canais anda assistindo, mocinha. Vamos às diferenças. Inglaterra é a nação cuja capital sedia os Jogos Olímpicos 2012: Londres. A Grã-Bretanha é o nome da ilha que reúne 3 nações: Inglaterra, Escócia e País de Gales. É a maior ilha britânica e, nos Jogos Olímpicos, participa como se fosse um país.

 Na Copa do Mundo, no entanto, cada nação tem sua própria seleção. Já o Reino Unido é o país formado pelas 3 nações da Grã-Bretanha (relembrando: Inglaterra, Escócia e País de Gales) mais a Irlanda do Norte, que fica em outra ilha, da Irlanda. Na verdade, o nome é Reino Unido da Grã-Bretanha e da Irlanda do Norte – o que torna a geopolítica local um pouco mais simples de entender.

 Nas Olimpíadas, a Grã-Bretanha representa Inglaterra, Escócia, Gales e Irlanda do Norte. Ou seja, na prática, o que chamamos de Reino Unido é a Grã-Bretanha nos Jogos, embora os dois, geopoliticamente falando, não sejam a mesma coisa.

 O Reino Unido é a entidade que participa de organizações intergovernamentais como a União Europeia e a ONU. “Politicamente, é como se fossem 4 reinos (Inglaterra, Escócia, País de Gales e Irlanda do Norte) sob o comando de um só (o Reino Unido)”, explica Luiz Augusto Faria, professor de Relações Internacionais da UFRGS. Escócia, País de Gales e Irlanda do Norte são independentes, mas o grau de autonomia desses territórios perante o governo central britânico é diferente entre si. A Escócia, por exemplo, criou um parlamento próprio em 1999, enquanto os demais possuem assembleias locais.

 Mas o poderio inglês se estende também sobre outros continentes. A comunidade britânica abrange a maioria das ex-colônias, como Austrália, Canadá e Nova Zelândia, que continuam prestando contas à rainha Elizabeth II.

A Inglaterra foi esperta. Não entrou em guerra com essas ex-colônias (afinal, poderia sair de lá com menos influência, como na Índia, onde houve conflito pela independência) negociou para manter relações comerciais e diplomáticas estreitas até hoje. “Foi o primeiro país a criar o sistema de hegemonia no mundo. É aceita como líder sem se impor militarmente”, diz Faria.

 (crédito da imagem: Defence Images)



 Fonte: Blog História Vermelha

sábado, 20 de outubro de 2012

"AVENIDA BRASIL", INTELECTUAIS E O PODERIO DA REDE GLOBO


Por Alexandre Figueiredo

 Convenhamos uma coisa. Deve-se abandonar a visão ingênua de que o grande público é manipulado pelos cronistas políticos da imprensa.

 O "povão" nem de longe se sente influenciado por eles. Para ele, Miriam Leitão soa muito rebuscada. Reinaldo Azevedo nem chega a ser lido, mesmo com exemplares da Veja jogados em consultórios, clínicas, barbearias etc. Arnaldo Jabor, então, fala com as paredes diante de um público que nem chega perto do "sofisticado" Jornal da Globo.

 Quando muito, William Bonner estabelece seu poder de influência no grande público. Ele é, talvez, o único representante dos "urubólogos" com segura penetração no grande público, através de seu Jornal Nacional. De resto, são apenas patrícios querendo falar com seus pares, resmungando contra as transformações sociais ocorridas no nosso país.

 O que influencia mais na manipulação do grande público é o entretenimento midiático e comercial dito "popular". Mas contestá-lo ainda é um grande tabu, mesmo na intelectualidade e nos setores medianos de esquerda.

 Evidentemente, muitos intelectuais frequentam botequins, uns usam drogas, outros se embriagam e boa parte deles fuma. Eles também querem patrocínios para suas atividades acadêmicas, até mesmo de multinacionais, e pagam salários e encargos trabalhistas para empregadas domésticas que assistem à TV paga e ouvem rádio.

 Daí um certo castramento na análise dos problemas nacionais, um certo retraimento que se mostrou evidente com o fenômeno de audiência Avenida Brasil, que atingiu um índice de audiência comparável a O Direito de Nascer, novela da TV Tupi de São Paulo levada ao ar em 1964, chegando mesmo a esvaziar as ruas das cidades brasileiras.

 Não se contesta a "cultura de massa", no Brasil, porque ela representa, para parte de nossa intelectualidade, uma utopia de "evolução sócio-econômica" que os europeus não têm. Em nome do corporativismo intelectual, que em nome das verbas públicas e privadas não se critica o estabelecido, e de uma certa condescendência paternalista com o povo, apoia-se tudo o que parecer "popular".

 A novela Avenida Brasil, da Rede Globo, admite-se, é uma ficção bem feita no sentido da dramaturgia. Mesmo com suas falhas, o enredo funcionou bem e o elenco foi impecável. Teve desde a beleza deslumbrante de Débora Falabella e seu cabelo de corte "joãozinho" até a figura agressivamente bonachona de José de Abreu, na verdade uma figura destacada nos meios progressistas.

 No entanto, a novela, dentro do projeto ideológico de entretenimento da Globo, não foge à regra manipulativa da emissora. A chamada "classe C", trabalhada pela novela na carona dos relativos avanços sócio-econômicos da Era Lula, era trabalhada dentro de um estereótipo politicamente correto que a fazia mais próxima dos "pobres emancipados" e dos "novos ricos" da Era FHC.

 É de praxe, por exemplo, a inclusão do "núcleo pobre" na novela, sempre associado à alegria e uma certa "auto-suficiência" para resolver os seus problemas. É uma visão que deslumbra os nossos intelectuais mais paternalistas, porque no espetáculo midiático, no qual eles foram educados, sobretudo quando eram crianças nos tempos da ditadura, o papel do povo pobre é ser este, de misturar resignação social com ingenuidade.

 Esses intelectuais, embora tentem se julgar "anti-Rede Globo", em muitos momentos assinam embaixo no que a Globo veicula como "cultura popular". E assim reafirmam o poderio das Organizações Globo, sobretudo quando endossa gírias como "balada" (cortesia de Luciano Huck) e "galera" (cortesia de Fausto Silva), quando exalta o "funk carioca", quando "brinca" de odiar Galvão Bueno, mas compartilha de seu fanatismo ao futebol. Essa intelectualidade até superestima o papel das novelas de "interpretação da realidade". O medo é que façam o mesmo com os reality shows, numa futura blindagem ao Big Brother Brasil. Para piorar, esses intelectuais, dotados de muita visibilidade, não veem diferença entre discurso científico e divagações textuais "pós-modernas", apesar de exigir dos outros a "objetividade científica" que eles mesmos não adotam.

 Novelas são apenas entretenimento. Bastante válido, até. Mas elas não substituem a realidade, por mais que sejam influenciadas por elas. No entanto, no Brasil manipulado pela grande mídia, de tal forma que muitos nem percebem essa manipulação, faz sentido a realidade brasileira de hoje ser submetida à influência das novelas, sobretudo as "das nove", vistas pelas diversas camadas sociais.

 É apenas a sobremesa de todo um processo de manipulação da grande mídia. Um problema que a intelectualidade brasileira, do contrário à europeia, ainda vê como "solução".


 Fonte: Blog Mingau de Aço

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Jesus era negro?


A figura de Jesus Cristo como um homem branco, de cabelos lisos compridos, traços finos e delicados, e olhos azuis, ficou marcada durante séculos no imaginário universal graças à sua representação em obras de arte, filmes, espetáculos, e afins. Porém, existe uma grande polêmica em torna da sua real aparência. A maioria insiste em confirmar sua beleza alva, mas, há indícios fortes que comprovam o oposto.

 Alguns cientistas já criaram, inclusive, uma imagem que mostra como seria o rosto de Jesus, de acordo com os padrões geográficos do território em que ele vivia. A pespectiva passa bem longe da imagem que temos hoje, que segundo alguns, foi forjada nos padrões de beleza ocidentais.

 A principal teoria é de que a maioria das figuras humanas já produzidas para retratar o “filho do homem” foram confeccionadas na Europa por artistas brancos. Dessa forma, a sua imagem teria seguido padrões de estética do período histórico em questão. Além disso, a própria Bíblia, em diversas citações, mostra que Jesus poderia muito bem ter sido um homem negro.

 Antes de tudo: ele nasceu em Belém de Judá, região que, à época, pertencia a África! Sim, indivíduos brancos eram raros naquelas bandas. Até a construção do Canal de Suez, Israel fazia parte do continente africano, e esta visão perdurou até 1859, quando o território passou a integrar a Ásia.

 Outro forte indício de que Jesus não era branco é que ele era da Tribo de Judá, uma das tribos africanas de Israel. Explica-se: os ancestrais masculinos de Jesus vêm da linha de Sem (miscigenados). No entanto, a sua genealogia foi misturada com a linha de Cam (negros) desde os tempos passados em cativeiro no Egito e na Babilônia.

 O antepassado direto de Jesus através de Cam é narrado em Gênesis: Tamar, a mulher Cananéia (negra) fica grávida de Judá, e dá à luz aos gêmeos Zerá e Perez, formando a Tribo de Judá, antepassados do Rei Davi e de José e Maria, os pais terrenos de Jesus.

Outra prova: não foi por mero acaso que Deus enviou Maria e José ao Egito com o propósito de esconder o menino Jesus do Rei Herodes, como é citado no livro de Mateus, do Novo Testamento. Ele não poderia ser escondido no norte da África se fosse um menino branco. Não por proteção militar, já que nessa época, o Egito era uma província romana sob o controle romano, mas porque o Egito ainda era um país habitado por pessoas negras.

 Assim, a família teria sido apenas mais que fugiu para o Egito com a finalidade de se misturar a outras famílias negras. Se Jesus fosse branco, loiro, e de olhos claros, teria sido no mínimo complicado de ele se miturar aos egípcios negros, certo?

 E ainda citando a Bíblia, no livro Apocalipse ele é chamado de o “Cordeiro de Deus”, segundo a Escritura Sagrada, com seu cabelo lanoso, sendo comparado a lã de cordeiro, e os pés com a cor de bronze queimado, uma aparência semelhante a da pedra de jaspe e de sardônio, que são geralmente pedras amarronzadas.

 As provas não mentem, mas, para muitos ainda há bastante controvérsia. As cores das pedras citadas em Apocalipse, jaspe e sardônio não são únicas e absolutas, são de diversas possibilidades. Portanto, se Jesus era negro ou não, provavelmente a humanidade nunca vai saber. Mas seus ensinamentos continuam: independetemente da cor, somos todos iguais.


 Fonte: Site Revista Afro

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Talibã evangélico: Candidata crente promete a pastores eliminar católicos da cidade, fechar templos de outras religiões e financiar igrejas evangélicas.


REDAÇÃO GENIZAH

A carta a seguir é parte da campanha no estilo
“Dick Vigarista” da então candidata, e agora eleita, vice-prefeita da cidade mineira de Ibirité – a pastora Dolores da Igreja do Evangelho Quadrangular. A missiva foi distribuída SOMENTE AOS PASTORES da IEQ e demais clérigos que compareceram aos encontros promovidos pela candidata Dolores. Atenção para a orientação ao final da carta (“Esta carta é extremamente secreta, não entregue. Cópia dela (sic) deve ser lida nos cultos do último domingo antes das eleições como combinamos na reunião. EXIJA O VOTO DE SEU REBANHO.”):


O endereço do remetente não deixa dúvidas sobre a autoria da carta: Conselho Politico RUA FREITAS DE OLIVEIRA, 192 – Alvorada – Ibirité, MG. Conselho político? É isto que há neste endereço? O Google responde:


Igreja agora virou comite eleitoral? E por que não? Se muitas viraram covil de ladrões, comite eleitoral está é bom demais!

 O texto é assustador. Promete cercear a liberdade religiosa dos católicos, destruir seus lugares de devoção, impedir a abertura de novas igrejas e ainda ameaça fazer lavagem cerebral nas escolas. Garante que ira usar recursos públicos para tolher a liberdade religiosa alheia e ainda financiar as igrejas evangélicas!

 Diante de tudo o que li e vejo, sou obrigado a concordar com quem disse: “Deus me livre de um Brasil evangélico!”. Eu não quero viver num país assim! Se este é o projeto dos “evangélicos”, eu me pergunto qual seria o projeto do anticristo? Alguém imaginaria Jesus tentando converter alguém no fio da espada? Impedindo algum sacerdote de fazer o sepultamento de um samaritano? Tendo publicanos desviando impostos para o "reino"? Creio que não!

 É preciso deixar claro que este é um caso de polícia. As práticas referidas nesta carta ferem diversos dispositivos constitucionais e a lei eleitoral. Estamos encaminhando o link deste post para o ministério público de Minas Gerais e para o Tribunal Regional eleitoral, esperando que sejam tomadas as devidas providências contra esta quadrilha instalada na cidade mineira de Ibirité, sob a fachada de uma igreja evangélica.

 A vice-prefeita foi eleita pelo PSDB, mas é o caso de impugnar a candidatura e barrar a sua posse e a do prefeito eleito, o senhor Pinheirinho, seu aliado no esquema.

 Que vergonha! Que saudade da perseguição!



Com informações da matéria de Neilton Domingues em Paraessesdias.

 Fonte: Blog Genizah 

Leia Mais em: http://www.genizahvirtual.com/2012/10/taliba-evangelico-candidata-crente.html#ixzz29WqzuDOD Under Creative Commons License: Attribution Non-Commercial Share Alike

sábado, 13 de outubro de 2012

Documentário: Igreja Católica, Construtora da Civilização



POR RODRIGO VIANA
  “A igreja é uma instituição machista!; A razão não tem lugar na igreja; Idade média? Idade das trevas!; A igreja não passa de um retrocesso para a sociedade; A ciência não tem vez na igreja.”

Frases familiares? Pois é, quem nunca ouviu algo do tipo? Crescemos em uma sociedade em que o descrédito para com as instituições tradicionais virou “verdade incontestável”. Mas será mesmo?

 E se, de uma hora para outra, lhe dissessem que avanços científicos significativos se deram por conta de religiosos? Que grandes contribuições filosóficas, políticas e matemáticas nasceram de dentro dos seios da igreja? Que a economia começou a ser estudada em universidades por religiosos católicos muito antes de existir Adam Smith? Aliás, você sabia que a universidade é uma criação da Igreja Católica?

 A liberdade individual, o jusnaturalismo, os princípios morais, o Direito internacional, o uso da razão e muitas outras questões também foram tratados na igreja. E em certas questões de modo pioneiro. E a caridade? Quem nunca se perguntou até onde vai o amor ao próximo dado por homens e mulheres da igreja?

 Produzida em 2008, Igreja Católica, Construtora da Civilização é uma série de TV realizada pela EXTN. Contando com 13 capítulos, ela aborda questões que estão no limbo dos estudos históricos. Desconhecido por muitos e ignorados por outros, a série se mostra versátil para a disseminação de um legado dado como maldito na atualidade. Instrumento imprescindível para estudantes, professores, pesquisadores ou curiosos de plantão. Ela vem na carona dos historiadores revisionistas da Idade Média.

 Baseada no livro Como A Igreja Católica Construiu a Civilização Ocidental, de Thomas Woods, a série passa por momentos que vão do instigante ao emocionante, do curioso ao perturbador. Impossível não se comover à promoção da benfeitoria através da caridade ou não se enojar pelas barbaridades ocorridas na Revolução Iluminista Francesa e Revolução Comunista Russa.

—Thomas Woods

 A série é apresenta pelo professor Thomas Woods. Formado na Havard University e Ph.D em História pela Columbia University, Woods é economista, historiador e analista político. Um dos grandes nomes do Libertarianismo no mundo, Woods é proponente da Escola Austríaca de Economia, católico tradicional e defensor do conservadorismo cultural[1][2]. Foi editor colaborador da revista religiosa The Latins Mass Magazine e é editor contribuidor da revista política The American Conservative. Tornou-se muito conhecido pelo best-seller The Politically Incorrect Guide to American History além de ter artigos publicados em diversos veículos de mídia de cunho político, econômico e religioso.

 Então segue abaixo os 13 capítulos que poderá mudar o seu modo de pensar sobre esta instituição tão marginalizada nos últimos séculos. Independente se você seja católico, não-católico ou um cético, essa nova visão poderá fazer você contestar muitas “verdades” ditas por autoridades diversas. Ideias estas tão propagadas em nossas escolas. Aliás, você ainda acredita que a escola hoje, direcionada por currículos pré-moldados pelos governos, de viés doutrinário, é uma instituição realmente comprometida com a verdade do ensino? Está aí uma pergunta a se questionar.

 Disponibilizado por Canal Evangelização.

 Episódio 1 – Introdução:

 Desmentindo mitos sobre a Igreja Católica e seu impacto na Civilização Ocidental.

Episódio 2 – Igreja e Ciência:
A Ciência deve muitas de suas descobertas a sábios monges e padres católicos.



 Episódio 3 – Padres como pioneiros da ciência:
Os principais pioneiros da astronomia, geologia e sismologia foram padres católicos.

 

 Episódio 4 – O caso Galileu: Uma leitura crítica do caso.

 Episódio 5 – O Sistema Universitário:
A Igreja Católica tem sido há muito defensora do conhecimento e da ciência.

Episódio 6 – Deus existe?
Estudiosos da Igreja usam a razão para propor a existência de Deus.
 Episódio 7 – Os monges: Os monges foram os guardiões do ensino e do conhecimento durante as invasões bárbaras e na Idade Média.
 

 Episódio 8 – A Caridade Católica: Um vislumbre da imensidade de atos de caridade católica ativa e altruísta, praticados por fiéis de todos os séculos. Mesmo os anticatólicos mais inflamados assombraram-se ante semelhante generosidade.

 Episódio 9 – A Moralidade Ocidental:
A Igreja Católica foi absolutamente crucial à formação dos padrões ocidentais de moralidade.

 Episódio 10 – O Conceito de Direito:
Os sistemas legais modernos são como que um resíduo secular das atitudes conformes aos ritos e doutrinas da Igreja, como também do próprio entendimento católico do direito.

 Episódio 11 – As origens do Direito Internacional:
A descoberta do Novo Mundo impeliu alguns teólogos católicos ao estudo e formulação de princípios gerais ao direito e tratamento dos povos. Esse estudo lançou as bases do Direito Internacional.

 Episódio 12 – Atrocidades anticatólicas: No decorrer da história, muitos católicos sofreram por sua fé. Alguns desses eventos não são muito comentados. Outros estão praticamente esquecidos, como os Afogamentos de Nantes e a Guerra dos Cristeros.


 Episódio 13 – Recapitulação:
Revisão das influências católicas na cultura e sociedade ocidental.

 Veja também:

 Juan de Mariana: A Influência dos Escolásticos Espanhóis, por Jesús Huerta de Soto – IMB

Catolicismo, protestantismo e capitalismo, por Murray Rothbard – IMB

Religião e Libertarianismo, por Walter Block

O papel crucial da religião no desenvolvimento da ciência econômica, por Murray Rothbard

 Como A Igreja Católica Construiu a Civilização Ocidental, por Thomas Woods – Portal Libertarianismo

 Notas:

 [1] History and Truth, An Interview With Thomas E. Woods, Jr., por Bernard Chapin – Lewrockwell.com

[2] Up From Conservatism - Mises.org


 Fonte: Blog Direitas Já

Deixem Monteiro Lobato em paz


Marco Antonio Araújo

 O pessoal da patrulha ideológica do politicamente correto está merecendo umas palmadas. Ou a sociedade civil organizada dá um basta nessa gente ou, em breve, vão querer monitorar até pensamento.

 Um tal de Instituto da Advocacia Racial (Iara) cismou de implicar com Monteiro Lobato. O respeitável escritor, ícone da literatura infanto-juvenil brasileira, está sendo vítima de uma perseguição implacável.

 Primeiro, implicaram com o livro Caçadas de Pedrinho. Agora, insaciáveis, os advogados paladinos querem censurar uma das melhoras obras do autor, a coletânea de contos Negrinha.


Esses livros fazem parte do Programa Nacional Biblioteca na Escola (PNBE), do MEC. São distribuídos gratuitamente para todo o país. Mas os patrulheiros acham isso ruim. O argumento é sempre o mesmo: os livros possuem elementos racistas.

 "Não se pode financiar com dinheiro público um livro didático que contenha estereótipos e preconceito", alega Humberto Adami, advogado e diretor do Iara, que se acha porta-voz da negritude nacional.

 Como exemplo de incorreção, o douto representante da afro-descendência cita a passagem: "Negrinha era uma pobre órfã de sete anos. Preta? Não; fusca, mulatinha escura, de cabelos ruços e olhos assustados".

 Ver racismo em Monteiro Lobato é praticar bullying contra a inteligência. Seria apenas ridículo, se não fosse perigoso e assustador.

 Essa equivocada linha de raciocínio, se prosperar, em breve nos levaria a bolinar Shakespeare, que muitas vezes deixou escapar sua antipatia por judeus. Ou o poeta grego Eurípides, que não escondia certo desprezo pelas mulheres. O que fazer então com Aristóteles, ilustre defensor da escravidão?

 Haja fogueira para dar conta de tamanha intolerância. O que não podemos é deixar essa patota passear por aí sem nenhuma advertência.

 Se há uma coisa de que não precisamos, é de guardiões de estantes. Basta. O silêncio, nessas horas, é cúmplice da ignorância.


 Fonte: Blog O Provocador

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Malafaia versus Haddad

               
                              

 O pastor Silas Malafaia acaba de gravar um vídeo para atacar de vez a candidatura de Fernando Haddad a prefeito de São Paulo. No programa, Malafaia ataca a recente acusação de Haddad sobre a “instrumentalização das religiões” que estaria sendo feita por José Serra na campanha. Até o julgamento do Mensalão é citado no vídeo.-

 Quando algum líder evangélico apoia vocês é opinião, quando é do outro lado é fundamentalista religioso. O povo não é otário não Haddad. Vocês que tentaram instrumentalizar políticos de outros partidos

 Por Lauro Jardim. em Veja

Pastor Silas Malafaia se consolida como líder político e Bancada Evangélica terá sete vereadores na Câmara Municipal do Rio



Segmento religioso quase dobra. Para Silas Malafaia, que elegeu um, não há voto de cabresto. “Curral é o escambau!” Universal tem três; Assembleia de Deus, RR Soares e Eliseu Kessler elegem um cada. Suplente, mulher de Ezequiel Teixeira, substitui titular.

 A bancada evangélica orgânica (apoiada expressamente por grupos religiosos) na Câmara Municipal do Rio se fortaleceu nas eleições que conduziram o prefeito Eduardo Paes ao segundo mandato .

 O grupo de vereadores para o quadriênio 2013-2016, que fiscalizará o Rio na Copa de 2014 e nas Olimpíadas de 2016, terá sete membros (14% dos 51) que conseguiram o mandato graças à influência de suas igrejas. No atual mandato, até o fim do ano, são quatro, o que equivale a crescimento de 75%.

 Já tradicional no campo política, a Igreja Universal do Reino de Deus (Iurd) emplacou os três representantes que já estavam na Casa – Jorge Braz (PMDB), João Mendes de Jesus (PRB) e Tânia Bastos (PRB) –, e é denominação religiosa que mais elegeu candidatos.

  Estreante apoiado por Silas Malafaia é o mais votado

 O mais bem votado individualmente entre os evangélicos, porém, foi o estreante Alexandre Izquierdo, que teve o nome ungido pelo influente pastor evangélico Silas Malafaia . Líder da juventude da Assembleia de Deus Vitória em Cristo, Izquierdo obteve 33.356 votos e foi o oitavo colocado entre todos os concorrentes a uma vaga.

 “Ele foi líder da Juventude da igreja. É muito preparado intelectualmente. Aí, perguntei a ele: ‘Quer ser pastor ou político?’ Ele disse: ‘Tenho vontade de alcançar posições na política’. Aí decidiu: ‘Vou investir nele! E falei: ‘Se não tem candidato, tenho Alexandre Izquierdo. Mas o voto é seu, vote em quem quiser’”, contou Malafaia, ao iG .

 "Esta eleição, nada mais foi do que a mão Dele em nossas vidas", diz eleito


O diretor do Centro Esportivo Miécimo da Silva (em Campo Grande, na zona oeste), Eliseu Kessler (foto) é filho do pastor Nemuel Kessler, da Assembleia de Deus, e teve 12.717 votos pelo PSD.

 Em sua página no facebook, Kessler agradece a Deus e aos eleitores.

 "Queridos, quando a vitória vem acompanhada da obediência a Deus, tudo sai perfeito. Esta eleição, nada mais foi do que a mão Dele em nossas vidas nos conduzindo desde o inicio. Nos avisou de tudo antes. Nosso Deus é lindo!!! Minha vida está em suas mãos. Agradeço aos meus 12.717 amigos que depositaram a sua confiança e manifestaram o carinho nas urnas. Através dos mesmos, obtivemos êxito em nosso pleito. Peço a Deus sabedoria e entendimento para legislar em favor de nossa sociedade com lisura e honradez. Muito obrigado!"


Apoiado pelo líder cristão RR Soares, o médico Jorge Manaia (PDT) conquistou uma cadeira, com 15.812 eleitores fiéis.

 Seis dos vereadores da bancada evangélica orgânica foram eleitos diretamente, mas o grupo terá um reforço. A sétima representante será a já vereadora Márcia Teixeira, suplente da funkeira suspeita de tentativa de homicídio Verônica Costa (PR) , que deve entrar na Assembleia Legislativa do Rio, onde substituirá o prefeito eleito de Araruama, Miguel Jeovani (PR).


Marido de Márcia, o apóstolo Ezequiel Teixeira, da igreja Projeto Vida Nova, fez campanha para a mulher, pedindo votos em panfletos e nas ruas.

 Após a derrota inicial, Márcia Teixeira agradeceu segunda-feira (8) no facebook aos que oraram por ela. "Estou muito tranquila, adorando e sendo grata ao Senhor porque a Sua vontade é boa, perfeita e agradável. Fiquei na primeira suplência e estamos muito tranquilos, certos de que a boa mão do Senhor está nos direcionando."

 Na terça (9), já anunciou a boa-nova. "Fomos surpreendidos nesta madrugada com a notícia , mas, para a glória do Senhor, fui reeleita vereadora na cidade do Rio."

 O ex-deputado estadual Missionário Armando José (PSB) teve 12.707 votos, mais do que 11 vereadores eleitos, mas não conseguiu entrar e engrossar a bancada dos evangélicos orgânicos.


Para Silas Malafaia, principal cabo eleitoral do campeão entre os evangélicos, Izquierdo, “há muito preconceito contra os evangélicos” e se considera que as igrejas são “currais (eleitorais) de pastores.

 “Acham que evangélico é semianalfabeto, primário, babaca, tapado, idiota. Na minha igreja, tem desembargadores, pelo menos 14 pessoas com doutorado ou cursando doutorado. Eu desafio a garotada: o primeiro que passar para Harvard (uma das melhores universidades do mundo) a igreja banca todo o curso.” Segundo ele, “curral é o escambau”! “Se a Universal fosse curral, seriam oito vereadores, não três”, argumenta.

 Para Malafaia, os 15% de representação na Câmara representam "um milagre". “É um número muito bom (15%). Você sabe que o voto para vereador é o mais difícil da eleição. É um voto que tem muita representação comunitária e não de grupos sociais. Voto de vereador é dificílimo. Para mim, é um milagre 15% serem de evangélicos, porque o perfil de vereador é voto de comunidade. Então isso é um negócio grande", afirmou.

 O pastor da Assembleia de Deus Vitória em Cristo diz que não impõe o voto aos fiéis. “Falo em tudo o que é lugar: ‘Você é livre para votar em quem quiser. Não tem anjo contratado por pastor para fiscalizar e dedurá-lo.’ Quando digo isso, estou respeitando o direito de cada um de votar. Ganho muito mais do que se eu dissesse: ‘Vote aqui’, ou do que se encher o saco, fizer apelação espiritual, não adianta, dizer que este é o candidato de Deus, o resto é do diabo'!”


 Fonte: IG/ Blog Libertos do Opressor

Mais de um terço dos brasileiros gasta sem pensar



Agnaldo Brito, na Folha de S.Paulo

 Pesquisa da BoaVista, administradora do banco de dados dos serviços centrais de proteção ao crédito no país, revela que 38% dos brasileiros não usam qualquer tipo de planejamento financeiro para organizar seus ganhos e seus gastos. 

Essa negligência com o próprio dinheiro é mais grave no Centro-Oeste do país, onde 43% da população não usa nenhum tipo de instrumento para elaborar e executar orçamentos. O Sul do país é mais disciplinado nessa tarefa: apenas 30% declararam não usar qualquer planejamento financeiro.

 Nas regiões Sudeste e Nordeste, o contingente de entrevistados que admitiram não planejar ganhos e gastos alcançou 39%. No Norte, 35% afirmaram não fazer qualquer tipo de plano para administrar a renda e a despesa.

 O levantamento mostra como ainda há no Brasil um descompasso entre o avanço na oferta de crédito (hoje um componente que representa metade do PIB) e o cuidado no uso desse instrumento financeiro pelas famílias.

 “O que se vê é que o aumento da oferta de crédito não veio acompanhada de orientação sobre como usar esse instrumento de maneira correta. O resultado foi o aumento da inadimplência”, disse Fernando Cosenza, diretor de inovação e sustentabilidade da BoaVista.

 Para Cosenza, a inadimplência é o principal desafio do país na ampliação da oferta de crédito, que promete continuar mediante a gradual queda dos juros.

 Segundo Banco Central, o endividamento do brasileiro alcança apenas 44% da renda anual, portanto ainda há no país amplo espaço para a expansão. Há países em que o endividamento supera os 100% da renda anual.

 O problema é que, no Brasil, os juros ainda são excessivamente altos. E, mais grave: negligenciados. De novo, efeito da má qualidade ou ausência de educação financeira.

 “A pesquisa confirmou que o brasileiro não observa a taxa de juros, mas o tamanho da parcela mensal sobre seu orçamento”, afirmou.

 A inadimplência é o principal componente no cálculo do risco de crédito que define a taxa de juros sobre as operações.

 A pesquisa da BoaVista ouviu 1.300 pessoas por telefone escolhidas de forma aleatória. A pesquisa tem margem de erro de 3 pontos percentuais para mais ou para menos.


Fonte: Pavablog

terça-feira, 9 de outubro de 2012

As consequências do voto nulo


Artigo publicado por Professor Diniz no Blog Amigos do Professor Diniz.

  “ A omissão e o voto nulo, talvez sejam no processo eleitoral a mais covarde das atitudes. É querer ficar isento de um processo só para fugir das responsabilidades futuras que este ato pode gerar e transmitir essa responsabilidade para aqueles que participaram do processo eleitoral.”


Atualmente, estamos vivendo um cenário político muito crítico; um verdadeiro descontentamento generalizado no âmbito da política nacional. Tais decepções podem ter causas nos diversos escândalos de corrupção que aflora em todos os segmentos políticos (municipal, estadual e federal), além das constantes promessas infundadas que não são cumpridas depois da vitória nas urnas e sem contar as mais variadas formas de compra de voto. São os denominados demagogos, que brincam com as necessidades alheias; com o sofrimento do povo, com a esperança daqueles que, apesar de tanta frustração, de tanta carência, ainda sonham em viver dias melhores proporcionado pela democracia.

 Decepar os sonhos de uma pessoa deveria ser crime. Arrancar-lhe a esperança da alma é no mínimo um ato de extrema crueldade. Dessa forma, a cada dia que passa cresce a insatisfação e as pessoas estão deixando de participar do processo político de nosso país. O afastamento das pessoas da política proporciona uma ruptura no processo democrático, onde podemos lutar para diminuir as desigualdades sociais, a miséria, a fome, as injustiças sociais e tantas outras mazelas da sociedade.

 E eis que vem latejando em nossas mentes aquela pergunta: Votar ou não votar?… Eis a questão. Questionamentos como “de que adianta votar? Vai tudo continuar na mesma”, são propagados por todos os cantos. Sem dúvida, o descrédito e o desalento contidos na sua formulação podem ser os principais responsáveis pelo crescimento significativo dos políticos corruptos, pois esses eleitores deixam de votar, votam nulo ou errado ou ainda vendem o voto. Quanto mais afastado estiver o povo da política, quanto menos conhecimento possuir e mais alienado for, maior e mais fácil será a proliferação dos maus políticos. Consequentemente, os poucos bons políticos que ainda existem perdem substancialmente seu campo de ação.

 E não adianta defender a concepção de votar nulo, justificando não existir opção e que não será responsável por quem estará no poder. Com essa postura, você está apenas se omitindo, tornando um cidadão fantasma e contribuindo consideravelmente pelo alastramento dos “parasitas da política”, colaborando de forma indireta pela destruição de nosso país, permitindo que esses “parasitas” se estabeleçam por muito tempo no poder. Na tua omissão está caracterizado o contentamento e talvez a vitória daqueles que podem destruir a nossa nação.

 Votar nulo é ficar alheio ao processo eleitoral mesmo estando inserido na sociedade. Talvez seja esta a pior posição, pois apesar de seu voto não ser computado, você continua a contribuir de forma indireta para a eleição dos maus políticos, conforme abordado anteriormente. Castrando de forma evidente com as possibilidades de ter um bom representante. A omissão e o voto nulo, talvez sejam no processo eleitoral a mais covarde das atitudes. É querer ficar isento de um processo só para fugir das responsabilidades futuras que este ato pode gerar e transmitir essa responsabilidade para aqueles que participaram do processo eleitoral. É muito cômodo tal atitude. Mesmo sendo o voto nulo um voto de protesto, a contribuição desse ato para a eleição de um mau político pode ser grande. Temos que tomar cuidado com algumas formas de protesto, pois em alguns momentos podemos ser os maiores prejudicados e os danos podem ser irreparáveis para a nossa sociedade.

 O voto constitui uma grande oportunidade que cada cidadão tem de transformar a realidade do nosso país; é uma forma de conferir aos parlamentares e governantes responsabilidades para atuar mediante as necessidades de cada região; é manifestar suas inquietações e insatisfações na busca por uma sociedade mais justa e melhor para todos.

 Por mais incoerente que seja a solução pode estar em nossas mãos. O voto constitui uma arma importantíssima e poderosa; com ele podemos mudar o rumo do nosso país. Sendo assim, ficamos na esperança de resgatar o voto consciente e responsável para o cultivo de uma nova era, projetando uma nova aurora para um futuro melhor para todos.


 Fonte: Blog Direitas Já

Resenha de "Amor líquido", de Zygmunt Bauman


Por Assis Ribeiro

  "AMOR LÍQUIDO", resenha de Zygn Zygmunt Bauman

 O autor, Zygm Zygmunt Bauman procura investigar neste livro, porque as relações humanas estão cada vez mais flexíveis, gerando níveis de insegurança que aumentam a cada dia. Os seres humanos estão dando mais importância a relacionamentos em “rede” (pela internet através de bate-papo, email ou celular através de mensagens de texto e bate-papo) que podem ser desmanchados a qualquer momento e muito facilmente, sendo que assim, sendo este contato apenas virtual, as pessoas não sabem mais como manter um relacionamento a longo prazo. E isso não acorre apenas nas relações amorosas e vínculos familiares, mas também entre os seres humanos de uma maneira geral.

 Ex: Se um estranho cumprimenta outro na rua, o outro além de não responder o cumprimento, ainda sente-se estranho, talvez ofendido ou até pensa, “que pessoa esquisita”. As pessoas não se sentem à vontade na presença de um estranho, quanto mais cumprimentando alguém que não conhecem. Outro exemplo é o fato de quase ninguém ajudar um mendigo ou um estranho na rua. As pessoas têm medo, tanto por causa da violência, talvez sofrida por eles, quanto pela repercussão dos meios de comunicação que cada vez mais “apavoram” os seus usuários com notícias que envolvem apenas as coisas ruins feitas pelos próprios seres humanos. Então, como não ter medo?

 Os relacionamentos em geral, estão sendo tratados como mercadorias. Se existe algum defeito, podem ser trocadas por outras, mas não há garantia de que gostem do novo produto ou que possam receber seu dinheiro de volta. Hoje em dia os automóveis, computadores ou telefones celulares em bom estado e em bom funcionamento são trocados como um monte de lixo no momento em que aparecem versões mais atualizadas. E assim acontece com os relacionamentos, não gostou, pode trocar, assim ninguém sofre. Também existem os relacionamentos de bolso, do tipo que pode-se usar e dispor quando for necessário e depois tornar a guardar para ser utilizado numa outra ocasião.

 A sociedade atual está criando uma nova ética do relacionamento, os relacionamentos estão cada vez mais fragilizados e desumanos. A confiança no próximo está cada vez mais próxima de terminar definitivamente. Os seres humanos estão sendo usados por eles mesmos.

 Ex: vaso de cristal, na primeira queda, quebra. As relações terminam tão rápido quanto começam, as pessoas pensam terminar com um problema cortando seus vínculos, mas o que fazem mesmo é criar problemas em cima de problemas.

 A definição romântica do amor, está fora de moda. O amor verdadeiro em sua definição romântica, foi rebaixado a diversos conjuntos de experiências vividas pelas pessoas, nas quais referem-se utilizando a palavra amor. Noites avulsas de sexo são chamadas de “fazer amor”. Hoje é muito fácil de se dizer “eu te amo”, pois não existe mais a responsabilidade de estar mesmo amando, a palavra amor foi rotulada de uma forma, em que as pessoas nem sabem direito o que sentem, não conseguem definir uma diferença entre amor e paixão, por exemplo, e mesmo assim utilizam incorretamente esta palavra, que perdeu sua importância.

 Como diz o autor, “Amar é querer “gerar e procriar”, e assim o amante “busca e se ocupa em encontrar a coisa bela na qual possa gerar”... não é ansiando por coisas prontas, completas e concluídas que o amor encontra o seu significado, mas no estímulo a participar da gênese dessas coisas. O amor é afim à transcendência...”

 Os seres humanos têm medo de sofrer e pensam que não mantendo uma relação estável e duradoura, irão parar de sofrer ou diminuir a dor, trocando de parceiros, amigos, namorados, noivos, amantes, etc. O sofrimento e a solidão é o principal problema para as pessoas. Os seres humanos estão sendo ensinados a não se apegarem a nada, para não se sentirem sozinhos. A nossa sociedade moderna, não pensa mais na qualidade, mas sim na quantidade, quanto mais relacionamentos eu tiver, melhor, quanto mais dinheiro tiver, melhor. O consumismo é muito grande e as pessoas compram não por desejo ou necessidade, mas por impulso e isso ocorre também nas relações humanas.

 Outro problema que está na sociedade atual é a insegurança. Para sentirem-se seguras, as pessoas preferem se “encontrar” pela internet do que pessoalmente, assim, quando quiserem, podem apagar o que haviam escrito, ou simplesmente “deletar” (apagar) um contato e facilmente dizer “adeus”. Para as pessoas de hoje sentirem-se seguras precisam ter sempre uma mão amiga , o socorro na aflição, o consolo na derrota e o aplauso na vitória e isso nem sempre iria ocorrer caso tivessem as mesmas pessoas ao seu lado. No momento em que o outro não lhe dá a segurança que tanto precisa, logo o mesmo é esquecido e substituído.

 Pelo que pude compreender a modernidade liquida são os avanços tecnológicos que influenciam muito o ser humano em suas relações de um modo geral e o amor líquido representa justamente esta fragilidade dos laços humanos, a flexibilidade com que são substituídos. É um amor criado pela sociedade atual (modernidade líquida) para tirar-lhes a responsabilidade de relacionamentos sérios e duradouros, já que nada permanece nesta sociedade, o amor não tem mais o mesmo significado, foi alterado como algo flexível, totalmente diferente do seu verdadeiro significado de durabilidade e perenidade.


 Fonte: Blog do Luis Nassif Online

Seis lições de Steve Jobs para os negócios


Publicado originalmente em Administradores

 Steve Jobs demonstrou ser um homem à frente do seu tempo. De sua cabeça surgiu um admirável mundo novo de gadgets que ditam a vanguarda tecnológica. iPod, iPad, iPhone, iMac e ações que transformaram a Apple na maior companhia de capital aberto do mundo em valor de mercado. Veja abaixo seis lições que ele nos deixa:

  Preocupe-se com todos os detalhes

 A obsessão da Apple pelo design e pelos mínimos detalhes resultou em produtos elegantes que viraram tendências. Tudo é bem pensado para ser intuitivo e facilitar a vida do usuário. Por exemplo, você saberia dizer por que o botão de liga/desliga do iMac é sempre atrás? Para que, caso você esbarre sem querer, não apague o arquivo que está aberto no momento.

 Desde o cabo de energia preso a um imã no computador para o usuário não tropeçar no fio, até a caixa personalizada que o produto é embalado. Atenção aos detalhes faz parte da Apple, e isso encanta seus consumidores. Aqueles que conseguirem implementar essa preocupação em seu trabalho e mostrarem dedicação ao extremo no que fazem ganharão um diferencial competitivo. A maioria das pessoas não está acostumada a um ambiente onde a excelência é a regra.

  Continue faminto! Continue tolo!

 No final do discurso que fez no encerramento do ano letivo da Universidade de Stanford, em 2005, Jobs – que nunca concluiu um curso universitário – deixou como último conselho aos formandos a seguinte mensagem: “stay hungry, stay foolish” (continue faminto, continue tolo). Retirada de um antigo almanaque que costumava consultar quando era mais jovem, a frase traduz aquilo que o executivo pôs em prática ao longo de toda sua vida.

 Sempre faminto pelo novo, ele criou, transformou, reinventou, mas sempre se mantendo ciente das suas limitações. E é essa a mensagem que ele deixa para todos aqueles que também pretendem se aventurar em empreitadas como as suas, empreendendo novas ideias e colocando em prática seus sonhos.

  Não tenha medo de errar

 “Eu sou a única pessoa que eu conheço que perdeu 250 milhões de dólares em um ano”, disse Jobs, certa vez. Seja no trabalho, na universidade, no esporte ou em atividades diversas, o erro pode fazer parte de algum momento de nossas vidas. No entanto, a questão é como você lida com ele: uma besteira a ser esquecida ou um resultado que pode apontar uma nova direção? Steve Jobs nos ensina que o único homem que nunca comete erros é aquele que nunca faz coisa alguma.

Crie evangelizadores

 Você já imaginou milhares de pessoas no mundo ansiosas para o lançamento de um produto que elas nunca viram e nem sabem para que serve? Então se espante, pois foi exatamente isso que aconteceu no lançamento do iPad, em janeiro de 2010. Em alguns lugares, os primeiros lotes do produto se esgotaram antes mesmo de chegarem às prateleiras.

 Essa intensa fidelidade dos fãs da Apple tem justificativa e foi construída ao longo de sua história. Jobs costumava dizer que buscava que “todos os clientes ficassem satisfeitos”. E esse trabalho dedicado produziu legiões de fãs e vendedores não oficiais da Apple, os quais se transformaram em uma força de marketing tão poderosa quanto os mistérios que a empresa guardava.

 Por sinal, a maioria dos atuais fãs da companhia conheceu um dos de seus produtos através da mídia ou da pergunta de algum conhecido: “você conhece a Apple?”

 O francês Georges Chétochine, especialista em Marketing e Inovação, relata no livro “Buzz Marketing: sua marca na boca do cliente” que, quando a recomendação vem da nossa rede de relacionamentos, o nosso interesse em conhecer esse produto é bem maior do que uma propaganda comum. “A empresa não pode mais se contentar com um marketing clássico, racional e segmental”, afirma.

  Prepare-se para falar

 Quem já teve a oportunidade de assistir a uma apresentação de Steve Jobs não tem dúvida: ele possui o dom de persuadir as pessoas. A confiança, a clareza e o convencimento são elementos chaves que o acompanharam durante décadas nas suas palestras. Ao transformar os lançamentos de produtos da Apple em eventos memoráveis, Jobs estabeleceu novos padrões de apresentação para o mundo empresarial.

 “Jobs não vende produtos, mas sim experiências. Suas exposições são verdadeiros acontecimentos, nos quais ele transforma consumidores em entusiastas de sua marca”, define o norte-americano Carmine Gallo, um dos principais especialistas mundiais em técnicas de comunicação e apresentação.

 Para Gallo, o sucesso de Steve Jobs está em seu carisma moldado com a utilização de técnica, que abrangem a linguagem, a boa postura, os suportes visuais escolhidos e a emoção naquilo que falava. “Em suas apresentações pareça que não há esforço. E você sabe como ele consegue? Pela prática. Muita e muita prática. Ele trabalhou em seu ofício ao longo de décadas e, por isso, foi tão eficiente no que fez”, finaliza.

  “Não concorra com os rivais, torne-os irrelevantes”

 Muito do sucesso da Apple está em saber reinventar os negócios e criar soluções eficazes de acessibilidade tecnológica para o consumidor. Na era da CPU bege, com software hostil ao usuário e dos tocadores de CD, a Apple lançou o iMac e o iPod, mudando o conceito de computadores pessoais e a forma de armazenar músicas.

 A empresa criou também a loja iTunes, novo modelo para o mercado de música digital, redefiniu o conceito de aparelho telefônico através do iPhone e inaugurou a era dos tablets com o iPad.

 A mensagem que está no título deste tópico é do livro “A Estratégia do Oceano Azul”, de W. Chan Kim e Renée Mauborgne, e transmite muito bem a filosofia de Steve Jobs para os negócios.


 Fonte: Pavablog

Consciência: Haverá uma Lei Moral Universal?



UMA PREMISSA básica sustentada pelos cristãos é que todo indivíduo "simplesmente sabe" o certo e o errado, devido a uma lei moral que sempre existiu em todas as culturas. Se eu achar que é certo roubar o dinheiro de um homem ou fazer amor com sua esposa - se ele tiver muito dinheiro e sua esposa consentir-, que mal há nisso? Se Você discorda de mim, quem tem a razão? Se não temos ponto de referência moral, o que você pensa não é mais certo ou errado do que eu penso. Esse relativismo moral, prevalecente na nossa cultura de hoje, traz uma questão importante, levantada tanto por Freud quanto por Lewis. Haverá uma lei moral universal?

 Nós conduzimos a nossa vida de acordo com o nosso senso de certo e errado. De alguma maneira, possuímos uma consciência do que nós "devemos" fazer. Quando falhamos em fazer o que "deveríamos", uma parte da nossa mente que chamamos de "consciência" evoca um sentimento desagradável que chamamos de "culpa". Será que esse sentimento - presente em praticamente todos os indivíduos - é uma indicação para uma lei moral dada por Deus? Ou isso simplesmente reflete o que nos foi ensinado pelos nossos pais?

 Nossa Consciência influencia as decisões que tomamos ao longo de todo o dia. Se descobríssemos uma maleta com centenas de dólares, decidiremos devolver a pasta, ou guardá-la, dependendo do nosso código moral. De onde vem esse código? Ele não influencia apenas nosso comportamento, mas também, como nos sentimos de agirmos de determinada maneira. Será que fingimos o tempo todo? Freud pensa que sim, da mesma forma como forjamos as leis de trânsito e adotamos os diferentes códigos morais que mudam de uma outra. Lewis diz que descobrimos esse código, da mesma forma como descobrimos as leis da matemática e que essa lei moral transcende o tempo e a cultura.

 Uma importante diferença entre as visões de Freud e de Lewis diz respeito à epistemologia, a fonte do conhecimento. Freud escreve que "..não há fontes de conhecimento do universo, a não ser observações cuidadosamente escrutinadas - em outras palavras, o que chamamos de pesquisa - e conseqüentemente não há conhecimento derivado de revelação". Os Dez Mandamentos do Antigo Testamento e os dois grandes mandamentos (amar a Deus, e ao próximo, como a si mesmo, de acordo com Freud), são frutos de experiência humana, e não, da revelação. O método científico, escreve ele, "é a nossa única fonte de conhecimento".

 Lewis discorda fortemente. O método científico simplesmente não pode responder a todas as questões e jamais poderia ser a fonte de todo o conhecimento do universo.

 A Lei moral universal, de acordo com Lewis, encontra expressão não apenas no Antigo Testamento, mas também na nossa consciência. Essa lei, pensa Lewis, é um dos sinalizadores que apontam para o Criador. Lewis diz que temos duas fontes fontes de evidências para a existência do Criador: "uma é o universo que Ele criou... a outra é a lei moral que Ele pôs nas nossas mentes".

 Lewis concorda com o filósofo alemão Immanuel Kant, que apontava para a "lei moral dentro de nós" como um testemunho poderoso da grandeza de Deus. Talvez Lewis e Kant tivesse em mente passagens bíblicas em que o Criador diz: "Na mente lhes imprimirei as minhas leis, também no coração lhas escreverei" (Jeremias 31.22).

 Li em: Deus em Questão; Armand M. Nicholi, Jr. - Editora Ultimato


 Fonte: Blog IDE

20 coisas que todo mundo odeia na publicidade




Cinismo de mercado.


 Fonte: Site Treta

Breve teremos um Cachorro-Quente presidente do Brasil


Foto: Vinicius Messina A família é vasta e se espalha por todos os rincões da pátria, o que nos leva a crer que breve teremos um membro da cachorrada-quente no mais alto cargo da Nação. Como na imensa maioria das vezes nossos políticos só fazem cachorrada, nada mais justo que um canino-quente na Presidência. Aliás, podemos até escolher, democraticamente, entre cachorros, cachorras, cachorro-quente gay, afrodescendente, com trufa, careca e o diabo a quatro. Um canil e tanto!

 Obs: Cliquem na imagem para ampliarem e poderem visualizar o canil.


Fonte: Blog Interrogações


P.S: Aqui na minha cidade também iria concorrer uma senhora chamada: "DONA VERA DO CACHORRO-QUENTE"

domingo, 7 de outubro de 2012

DEIXAR CELULAR EM CIMA DA MESA DURANTE ENCONTRO CAUSA MÁ IMPRESSÃO, DIZ ESTUDO

Ana Ikeda, no UOL

 Psicólogos da Universidade de Essex conduziram um estudo para mostrar que o hábito de deixar o celular em cima da mesa durante um encontro passa uma impressão negativa ao outro. Ok, mais um daqueles estudos para alguém torcer o nariz e dizer “Ah, mas precisava de pesquisa para isso?”. O Gigablog diz: precisava, sim, porque agora você pode virar para seu amigo enquanto vocês conversam e dizer “véi, guarda aê esse celular, tem um estudo que diz que isso é ruim, sério”.

Em outras palavras: guarde o celular no bolso ou na bolsa se quiser que seu amigo (a) ou namorado (a) não se sinta ofendido e tenha uma imagem melhor sobre sua pessoa.

 Segundo os pesquisadores, a simples presença do celular na mesa, à vista do seu interlocutor, já reduz o nível de empatia e de compreensão ao conversar face a face. “Encontramos evidências de que os celulares têm efeito negativo na proximidade, conexão e qualidade da conversa”, disse Andrew Przybylski, psicólogo-chefe do estudo, ao “Daily Mail”.

 Przybylski explica que a presença do celular pode orientar os indíviduos a pensaram nas pessoas fora daquele contexto social imediato. “Fazendo isso, eles desviam a atenção da experiência interpessoal ocorrendo naquele momento para se concentrar em uma infinidade de preocupações e interesses”, alertou.

 Para o estudo, foram formados 37 pares de pessoas que não se conheciam. Foi pedido a elas que passassem 10 minutos conversando sobre algum evento interessante que havia ocorrido em suas vidas no último mês. Metade dos pares conversou com um celular em cima da mesa, próximo a uma das pessoas; a outra metade ficou com um notebook, posicionado no mesmo lugar que o aparelho do outro grupo.

 Depois do encontro, as pessoas tiveram de responder a um questionário sobre seus pares. Aqueles que conversaram com o celular visível em cima da mesa fizeram comentários menos positivos sobre a pessoa com que se encontraram do que o outro grupo de teste.

 Depois, foram formados outros 34 pares, também em grupos com notebooks e celulares em cima da mesa. Mas a conversa agora foi dividida em assuntos irrelevantes e aquilo que de mais importante havia ocorrido no último ano em suas vidas.

 Para aqueles com o notebook à mesa, houve um maior sentimento de proximidade e confiança no par que conversou sobre algo importante. Mas o mesmo não ocorreu em relação ao grupo com o celular à vista.

 “Os resultados mostram que o celular pode interferir nas relações humanas, com efeito mais claro quando indivíduos discutem tópicos pessoalmente importantes”, escreveram os pesquisadores.


 Fonte: Pavablog

Campanha Eleitoral na TV – Passo a Passo como você é iludido – Todas são iguais e padronizadas

                  Fonte: Blog Homem Culto

O pensamento secularista ao longo da história

Uma aula ministrada pelo Reverendo e Dr. Glauco Filho sobre o pensamento secularista através dos tempos e suas implicações para a família e para a moralidade. Da separação entre a moral e o direito, defendida por Immanuel Kant, passando pelo Evidencialismo Clássico de Tomás de Aquino até o Pressuposicionalismo. O vídeo é importante, pois traz um resumo do embate histórico de ideias entre secularistas e apologetas teólogos. Fonte: Blog Sociedade Conservadores Ateus

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Facebook tenta lucrar vendendo dados de usuários



Geoffrey A. Fowler, no The Wall Street Journal [via Valor Econômico]

 A Facebook Inc. está experimentando novas maneiras de aproveitar seu maior ativo – os dados sobre cerca de 900 milhões de pessoas, reacendendo as preocupações sobre privacidade. A estratégia da empresa é vender o acesso aos seus usuários.

 Para aumentar a eficácia dos anúncios em seu site, nos últimos meses a Facebook começou a permitir que os anunciantes direcionem suas mensagens aos usuários com base no e-mail e número de telefone que estes divulgam em seus perfis, ou com base nos seus hábitos de acesso a outros sites.

 A empresa também começou a vender anúncios que seguem os usuários de sua rede social fora dos limites do site.

 E o que mais irrita os defensores da privacidade: a Facebook está usando seu tesouro de dados para estudar as relações entre os anúncios em seu site e os hábitos de compras dos usuários em lojas físicas. É parte de um esforço para provar às firmas de marketing a eficácia da publicidade no Facebook, um negócio de US$ 3,7 bilhões dólares anuais.

 A Facebook não divulgou quais anunciantes participam dos estudos. Em princípio, estes permitem que uma firma de marketing de um xampu, por exemplo, fique sabendo, em números totais, o quanto um anúncio visto no Facebook aumenta as vendas em todo um conjunto de varejistas.


A Facebook está tomando essas iniciativas, que mostram algum sucesso inicial, em um momento em que enfrenta pressão dos investidores para se tornar um nome mais forte na publicidade digital.

 Mas ao fazer isso, a empresa sediada em Menlo Park, na Califórnia, está pisando em uma divisão sutil entre usar dados dos usuários para atrair dólares de marketing e cumprir suas promessas, feitas aos usuários e às autoridades reguladoras, de manter a privacidade desses dados pessoais.

 “Estamos trabalhando para que fique mais fácil para os anunciantes alcançar as pessoas certas, na hora certa e no lugar certo”, disse Gokul Rajaram, gerente de anúncios da Facebook. Ele acrescentou que as recentes alterações relativas a anúncios são feitas “de uma forma que respeita a privacidade do usuário”.

 Executivos da Facebook, incluindo a diretora operacional Sheryl Sandberg, estão louvando as últimas ofertas da rede social para os profissionais de marketing, nos eventos da Semana de Publicidade realizada esta semana.

 Muitos dos novos serviços do Facebook repetem capacidades de direcionamento de anúncios que empresas como Google e Yahoo já oferecem há anos, e a Facebook já divulgou que se esforça para seguir as práticas do setor relativas a dados [de usuários].

 A Facebook afirma que não vende dados sobre usuários individuais aos anunciantes, e nem sequer permite que estes vejam os dados diretamente. Mas os defensores da privacidade dizem que o site Facebook merece um exame especial, porque, em muitos casos, contém mais informações pessoais sobre a identidade real das pessoas do que outras empresas de internet, aumentando o potencial para o abuso.

 A essência da nova estratégia ampliada de marketing é o fato de que a rede social sabe muito sobre a identidade verdadeira dos seus usuários. Embora o site Google faça inferências sobre as pessoas com base em seus hábitos de pesquisa e de navegação, a Facebook se baseia em informações dadas pelas pessoas voluntariamente, dados pessoais que são valiosos para os anunciantes, incluindo nomes, amigos, números de telefone, gostos e tendências.

 Em setembro, a Facebook começou a permitir que os anunciantes, dotados de suas próprias listas de e-mails e telefones, direcionem anúncios a grupos específicos de usuários, de pelo menos 20 de cada vez. O Facebook.com faz a ligação entre esses dados vindos de fora com as informações que os usuários inseriram em seu perfil.

 Uma loja de roupas, por exemplo, poderia usar o serviço para alcançar certos clientes-alvo, com base em suas compras passadas; ou um banco poderia direcionar anúncios apenas a clientes com um saldo bancário elevado.

 Nos últimos meses, a Facebook também começou a usar os dados de identidade para experimentar vender anúncios em outros sites e em aplicativos.

 Recentemente a empresa começou a colocar anúncios no site de jogos Zynga.com, por exemplo, e em setembro anunciou que vai começar a colocar anúncios em aplicativos de terceiros em smartphones. Em ambos os casos, ela consegue direcionar os anúncios a pessoas específicas porque estas entram no site de jogos através da sua página no Facebook.

 Segundo analistas, as experiências indicam que a Facebook pode acabar criando sua própria rede de publicidade, tornando os anúncios na rede social onipresentes em toda a web e nos smartphones. Rajaram disse que a empresa ainda está testando a eficiência dos anúncios em outros sites. A Zynga Inc. não quis comentar.

 Os dados de usuários também estão ajudando a Facebook a reforçar seu argumento de vendas sobre a eficiência dos seus anúncios. Em agosto, a rede social revelou que estava trabalhando com a firma de mineração de dados Datalogix, para verificar se o fato de ver anúncios no Facebook leva os usuários a comprar mais produtos desses anunciantes em lojas físicas.

 A Datalogix coleta informações de varejistas sobre quais produtos os clientes compram em lojas, e então trabalha com a Facebook para comparar esses dados com endereços de e-mail e outros dados dos usuários do site, tentando compreender quais dessas pessoas podem ter visto anúncios de certos produtos no Facebook.

 Os testes, que foram realizados em cerca de 50 campanhas publicitárias no Facebook, mostram que em 70% dos casos, US$ 1 gasto em publicidade no Facebook resulta em um acréscimo de US$ 3 nas vendas, segundo informou a Facebook.

 Especialistas em privacidade dizem que as ações da Facebook, embora não sejam inusitadas na indústria de publicidade on-line, merecem uma análise especial.

 Na semana passada, o Centro de Informações sobre Privacidade Eletrônica (Epic na sigla em inglês) apresentou uma queixa à Comissão Federal de Comércio dos Estados Unidos sobre as novas práticas da Facebook, e em especial sua relação com a Datalogix e com um serviço de compra de anúncios chamado Facebook Exchange.

 Há anos os usuários do Facebook já sabem que “podem ser alvo de anúncios com base no que postaram on-line, mas isso ficava separado do que a pessoa fazia fora do Facebook, ou no mundo real”, disse David Jacobs, advogado de proteção ao consumidor da EPIC. “Agora as regras mudaram e essas informações estão sendo relacionadas com outras, ou entrando em referências cruzadas. É problemático mudar as regras sobre as pessoas.”

 A Epic divulgou que a Facebook tinha violado um acordo feito em julho com os reguladores, que exige que a rede social revele claramente e obtenha o consentimento dos usuários antes de transmitir informações a terceiros. A Epic divulgou que a Comissão Federal de Comércio não respondeu publicamente às queixas. Um porta-voz da Datalogix disse que as denúncias da Epic não têm mérito.

 A Facebook informou que está confiante de que está agindo em conformidade com suas obrigações legais. Segundo a empresa, no processo de combinar seus dados com os da Datalogix, cada uma não revela os dados pessoais à outra, de modo que elas não podem usá-los para construir perfis de pessoas específicas.


 Fonte: Pavablog