domingo, 16 de março de 2014

Segundo o Jornalista Jorge Oliveira do Diário do Poder, Lula já tem Plano B para o caso de derrota de Dilma : “Criar uma Crise de INGOVERNABILIDADE”



*Grifos meus: Ou seja, irão cobrar com manifestações e militâncias ações e soluções que eles em 12 anos não conseguiram realizar (Educação, segurança, saúde, habitação e as reformas necessárias), mas exigirão que o atual governante


as façam logo no primeiro ano de mandato caso a oposição ganhe.

O brasileiro precisa está atento para o que vai acontecer a partir de janeiro de 2015 caso o PT seja derrotado nas eleições deste ano.

“Com o estado aparelhado, os petistas em represália vão tentar desestabilizar o país porque ainda são o partido mais organizado. Comanda as centrais de trabalhadores e milhares de sindicatos, portanto, têm como liderar greves e incentivar à massa a ir às ruas contra o novo governo. Os petistas não vão dar trégua porque, ressentidos com a derrota, tentarão de todas as formas inviabilizar o sucessor. Além disso, resistirão a abandonar os cargos para não perder os salários milionários sem antes boicotar o serviço público e  paralisar as atividades afins do estado.”


 É assim que opera o PT

E foi assim que a cúpula do partido agiu nos primeiros anos do governo Collor, quando estimulou a paralisação da máquina estatal,  criou CPIs, quebrou o sigilo fiscal de autoridades do governo, fabricou escândalos e levou às ruas milhares de jovens (os caras pintadas) para derrubar  o primeiro presidente eleito pelo voto direto depois da ditadura.  O PT  não se contentou com a derrota do Lula e organizou suas bases (sindicatos e centrais) para confrontar o novo governo. Criou núcleos de espionagem dentro dos órgãos federais infestados de seus militantes e simpatizantes e em pouco tempo derrubou o Collor, que já estava na corda bamba pelo governo medíocre que fazia com denúncias de corrupção pipocando por todos os lados.

Na oposição a partir de janeiro, caso a Dilma não se reeleja, os petistas vão infernizar a vida de quem assumir o governo

Quatorze anos administrando a máquina pública, eles aparelharam o estado e agora conhecem como funciona a estrutura por dentro. Para desalojá-los do poder, o presidente eleito certamente gastará boa parte do mandato na assepsia das estatais onde os petistas estão infiltrados independente da qualificação profissional.


Lula está acompanhando com lupa a campanha da Dilma. Anunciou inclusive que estará na linha de frente dos trabalhos da reeleição da sua presidente. Acontece, porém, que ele hoje já tem dúvidas quanto ao êxito do sucesso dela e analisa prognósticos desfavoráveis a sua candidata. Por isso começou a trabalhar com outro cenário político: aumentar as bancadas petistas na Câmara e no Senado Federal.


A estratégia consiste em dominar o Congresso Nacional no caso do PT não conseguir reeleger a Dilma.

Perde-se, portanto, o governo, mas em compensação ganha-se o  parlamento submetendo o novo presidente às ordens petistas, leia-se lulista. Nos estados onde o PT não desponta como favorito ao governo, Lula tem estimulado uma aliança independente de ideologia para aumentar o número de parlamentares, o que permitiria o partido ter maioria no Senado e na Câmara e indicar os presidentes.


É assim que o ex-presidente quer permanecer soberano na política

Lula sabe que a Dilma estaria definitivamente fora da política se perder a reeleição porque não teria condição de se eleger nem a síndico de prédio. 

A dificuldade dela de se manter na política deve-se a sua falta de base eleitoral em Minas Gerais e no Rio Grande do Sul os dois estados que abraçou para viver. Lula sabe também por experiência própria que num regime presidencialista como o nosso, manter a presidência das duas Casas é dominar o destino político do país como fazem alguns partidos, a exemplo do PMDB de Sarney, de  Renan e Michel que mantêm o Executivo sob seu jugo.


Não à toa, Lula não demonstra nenhum apetite para ocupar o lugar da Dilma. Conhece como  ninguém a incompetência da sua presidente para administrar o país e do fracasso que ronda o setor econômico em 2014. Assim, previne-se ao entregar os anéis para preservar os dedos: quer a Câmara e o Senado  para transformar o Executivo refém do seu partido, no caso de uma reeleição frustrada da Dilma.



*Artigo publicado no site http://www.diariodopoder.com.br, por Jorge Oliveira, em 14 de janeiro de 2014

LULA TENTA CHANTAGEAR O POVO COM POSSÍVEL DERROTA DE DILMA

(POSTADO POR LUCIO NETOON)



Li por aí que o senhor Lula da Silva já tem um plano B caso Dilma, seu poste, não seja reeleita em 2014.


Diz o comunicado apócrifo, plantado na conivente e submissa imprensa, que o plano seria detonado logo após a posse do novo presidente.


O objetivo seria, em outras palavras, bagunçar o coreto e impedir que o novo presidente governasse o país.


Afirma que, o Estado está aparelhado pela máquina petista e controla a grande maioria de sindicatos. O PT, sob o comando de Lula, mergulharia o país em greves.


É uma informação que carece de uma análise mais profunda, aprimorada - Vejamos:


01 - O PT não sabe governar. A prova aí está. A volta da inflação, dívida interna na casa dos trilhões, divida externa cada vez maior, saúde, educação, segurança pública um caos total e etc.


02 - O PT sabe bagunçar e fez isso durante os dois mandatos do governo FHC. Foi contra a implantação do Plano Real que deu estabilidade econômica ao país e sustentação aos dois mandatos de Lula e que está sendo destruída pela madame Dilma.


03 - Essa história de dizer que a máquina está aparelhada de petistas é balela. De uma canetada só o novo presidente põe todo mundo no olho da rua e ninguém vai notar diferença nenhuma, pois eles não fazem nada mesmo.


04 - Mergulhar o país em greve também é outra balela, pois existem leis que regulam as greves e que se não forem cumpridas os grevistas vão para o meio da rua.


05 - O PT sozinho não manda no Congresso Nacional. E, é claro, após a eleição do novo presidente, as forças do poder mudam com partidos que hoje são aliados do governo e que vão querer continuar sendo governo. E Lula e o PT nada vão ter para oferecer para impedir a debandada.


06 - Como a balela, a mentira, é uma marca desse partido, mais uma menos uma não faz a menor diferença.


07 - Na verdade, o PT sabe que o povo brasileiro não aguenta mais continuar com esse estado de coisas e mesmo com um processo eleitoral possível de fraude, quer aterrorizar a população para um possível fracasso e daí criar o caos.


O que o cidadão tem é que dizer:

- Seu menino, seja besta não!


Fonte:www.lucioneto.com.br
Blog Beraká
http://berakash.blogspot.com.br/2014/03/segundo-o-jornalista-jorge-oliveira-do.html

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