terça-feira, 27 de maio de 2014

GUINADA À DIREITA NA EUROPA TENDE A SE ESPRAIAR PELO MUNDO. É A REAÇÃO NATURAL À FARRA SOCIALISTA DO SÉC. XXI.

Protesto recente na França contra políticas idiotas da esquerda 
O resultado das eleições para o Parlamento Europeu, em parte reflete o que ocorreu recentemente na França, quando o Partido da Frente Nacional, de direita, deu de goleada nas eleições municipais francesas. E bem se vê que o caldo engrossou mostrando que a Europa curte a ressaca da farra politicamente correta que, combinada como o falidowalfare state, a variante light do esquerdismo delirante, deu no que deu, ou seja, falência em cascata naqueles países onde se continua pensando que o Estado dará conta de tudo.
Acresce a tudo isso, o fato de que a Europa há alguns anos resolveu abrir a porteira para as correntes migratórias, mormente depois de consumada a União Européia. A população da UE inchou por conta desse volume inaudito de imigrantes, principalmente muçulmanos. Só na Franca, há mais de 100 mesquitas e bairros inteiros, verdadeiros guetos islâmicos, que resistem à cultura local e tentam impor os seus credos e costumes, quando não são frentes avançadas do terrorismo.
Aumento da população cria novas demandas. Se esse aumento for repentino fugindo ao padrão normal e aceitável, tem-se aí a receita da desgraça. 
Há bastante tempo que os europeus sentiram o cheiro de carne queimada e resolveram abandonar a cantilena socialista. O resultado dessa eleição já era previsível. Todavia, a grande mídia internacional e as agências de notícias que alimentam o grosso do noticiário internacional e que rezam pela cartilha socialista, digamos assim, sonegaram informações sobre o que se avizinhava. Quando os fatos se contrapõem à cruzada de idiotice professada por esse jornalismopartisan, as pautas murcham. Se for o contrário, ou seja, se os resultados de qualquer refrega eleitoral pender para o socialismo, surge um turbilhão de notícias.
A guinada à direita da Europa foi a resposta dos eleitores para parar o trem do socialismo que os leva para o precipício econômico, social, moral e ético.
E esse não é um fenômeno circunscrito à Europa. Já alcança as Américas, sobretudo a do Norte. Entretanto, até mesmo aqui na América Latina os ventos da direita já começaram a soprar com mais vigor. Agora mesmo neste domingo, os colombianos disseram não a Manuel Santos, que deseja a reeleição abanando com uma bandeira de paz que contempla trazer para o convívio político do país os tarados ideológicos das FARC. A vantagem, nesta primeira rodada foi do oposicionista, mais à direitaOscar Iván Zuluaga, do Centro Democrático, partido fundado pelo atual senador e ex-presidente Uribe, que não comunga com planos de paz para assassinos nem se sente confortável com os psicopatas bolivarianos assassinando civis desarmados na vizinha Venezuela e impondo a escassez de alimentos à população. O pleito será portando decidido no segundo turno.
E já que me referi à América Latina, tenho que incluir o Brasil nessa onda anti-esquerdista. O oposicionista Aécio Neves cada vez que oferece uma solução de centro ou até mesmo à direita, vê crescer o seu prestígio perante os eleitores. E vejam que o Aécio Neves não é de direita, é social-democrata, mas acertadamente viu que o receituário para safar o Brasil e os brasileiros da bancarrota não está nos catecismos socialistas. 
Em sínteses: quando os países já estão no fundo do poço, como é o caso dos países da União Européia e como também o caso do Brasil, a virada à direita é inevitável. Trata-se de uma questão de sobrevivência. As massas podem ser desinformadas e oportunistas só não são suicídas.
Transcrevo como segue na íntegra uma matéria do site de O Globo, que faz uma boa síntese do que foi a eleição na Europa. Leiam:
As eleições para o Parlamento Europeu não foram marcadas apenas pelo euroceticismo, evidenciado pela alta votação de partidos contrários à integração europeia, mas também pelo alto número de abstenções, que por pouco não superou o recorde das eleições de 2009. Apenas 43% dos quase 400 milhões de eleitores foram às urnas para eleger os 751 deputados que irão fazer parte do Parlamento Europeu no período entre 2014 e 2019.
O Partido do Povo Europeu (PPE), coalizão de centro-direita, liderou as votações e terá o maior número de cadeiras no Parlamento. Isso no entanto, não significa que seu candidato, o ex-primeiro-ministro de Luxemburgo, Jean-Claude Juncker, seja o favorito para assumir a presidência da Comissão Europeia. O PPE deve conquistar 212 cadeiras, equivalentes a 28,23% dos votos europeus. O Socialistas e Democratas (S&D), que devem conquistar 186 cadeiras (24,77% dos votos) devem encontrar mais facilidades para criar alianças após a formação do Parlamento, aumentando as chances de que o alemão Martin Schulz, atual presidente do Parlamento Europeu, assuma o cargo.
França: “Terremoto” abala governo socialista
Na França, o governo do socialista François Hollande recebeu um duro golpe nas eleições europeias, ficando com o terceiro lugar na votação. A vitória ficou com a Frente Nacional, partido de extrema-direita, fortemente contrário à integração europeia. A líder do partido, Marine Le Pen, afirmou que os resultados na eleição europeia deveriam levar o governo a dissolver o Parlamento francês.
— O que mais o presidente poderá fazer após tamanha rejeição? — perguntou Le Pen.
O ministro francês das Relações Exteriores, Laurent Fabius, rechaçou qualquer possibilidade de que o Parlamento nacional seja dissolvido — o que certamente custaria aos Socialistas sua maioria, dada a baixa popularidade de Hollande — mas reconheceu o impacto da vitória da Frente Nacional, que classificou como “um terremoto”. O partido, que mantinha apenas três cadeiras na assembleia europeia, deve eleger entre 23 e 25 parlamentares. A União por um Movimento Popular, principal partido de oposição da França, ficou em segundo lugar com pouco mais de 20% dos votos.
Alemanha: Eurocéticos diminuem vantagem de Democratas Cristãos
Na Alemanha, o EPP conseguiu uma importante conquista com a vitória dos Democratas Cristãos, mas seus números ficaram abaixo do esperado, graças ao crescimento do partido eurocético Alternativa para a Alemanha (AfD), que conquistou o quarto lugar com mais de 7% dos votos. Os Social Democratas com 27% e o Partido Verde com 10% ficaram o segundo e o terceiro lugar, respectivamente. Assim como a França, a Alemanha teve um número de eleitores abaixo dos 50%.
Na Itália, 60% dos eleitores compareceram às urnas e deram a liderança ao Partido Democrático, do primeiro-ministro Matteo Renzi, que ficou à frente do eurocético Movimento Cinco Estrelas, liderado pelo ex-comediante Beppe Grillo, e do Forza Italia, partido liderado pelo ex-primeiro-ministro Silvio Berlusconi. Na Espanha, uma diferença inferior a 5% deu a vitória ao Partido Popular, do primeiro-ministro Mariano Rajoy, sobre o socialista PSOE. No Reino Unido, a surpreendente ascensão do Partido de Independência do Reino Unido (Ukip) deve provocar reações no referendo sobre a independência escocesa, realizado em setembro. Forte opositor da integração europeia, e associado à Europa da Liberdade e da Democracia (ELD), grupo parlamentar que reúne partidos da extrema-direita europeia, o Ukip nunca conseguiu atingiu altos índices de popularidade entre o eleitorado escocês.
Além da Alemanha e da Espanha, o PPE obteve vitórias em Luxemburgo, Irlanda, Finlândia, Hungria, Croácia, Eslovênia, Letônia e Chipre.
Apesar da grande vitória dos partidos de centro-direita, ligados ao PPE, os S&D também conquistaram importantes vitória em países como Suécia, Áustria, Bulgária, Romênia, Portugal, Malta, Lituânia e na Eslováquia, que registrou o número mais alto de abstenções, com apenas 13% dos eleitores comparecendo às urnas.
Na Grécia, o eurocético Syriza, ligado à coalizão da esquerda europeia, foi o partido mais votado, elegendo seis nomes para o próximo Parlamento Europeu. Na Estônia e na Holanda, partidos ligados à Aliança de Liberais e Democratas para a Europa, saíram vencedores. Na Polônia, a vitória ficou com o Partido da Lei e da Justiça, ligado aos Conservadores e Reformistas Europeus, grupo parlamentar eurocético, enquanto na Bélgica, que teve 90% de participação dos eleitores, o partido separatista Nova Aliança Flamenga, ligada ao Grupo dos Verdes no Parlamento Europeu, foi o vencedor.
Além da surpreendente vitória do Ukip no Reino Unido, a ELD também conseguiu uma vitória na Dinamarca, onde o Partido do Povo Dinamarquês, forte opositor das políticas de imigração, teve a maioria dos votos. Na República Tcheca, o ANO, partido liderado pelo ministro das Finanças, Andrej Babis, e sem filiação nos grupos do Parlamento Europeu foi o vencedor das eleições. Do site do jornal O Globo


Fonte: Blog do Aluízio Amorim
http://aluizioamorim.blogspot.com.br/2014/05/guinada-direita-na-europa-tende-se.html

Nenhum comentário:

Postar um comentário