quinta-feira, 22 de maio de 2014

Suécia: o país onde o Estado é deus

Ah… a Suécia!!! O país de lindas montanhas de picos nevados, que possui a 4ª economia mais competitiva do mundo. Lá, todas as crianças de 1 a 5 anos têm lugar garantido nas creches públicas gratuitas; os cidadãos têm acesso a educação e saúde de alto padrão. E, eu bem sei, os leitores espada do nosso blog devem estar pensando: as loiras… muitas loiras!
A imagem consagrada da Suécia é de um modelo de harmonia e justiça social. O que muitos desconhecem é que o grande bem-estar social contrasta com a degeneração das mais básicas noções de moral e dignidade humana. O Estado dá muito, mas cobra um altíssimo preço, e não é só em impostos: ele domina a alma e a vida dos suecos, especialmente das crianças e jovens.
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Não por acaso, a Suécia é um dos países menos religiosos do mundo, e com maior número de ateus.
  • Apenas 23% da população crê em Deus.
  • 53% creem em algum tipo de espírito ou “força vital”.
  • 23% são ateus.
Fonte: pesquisa realizada por um instituto da Comissão Europeia, 2005.
A Suécia é a prova de que o mundo sem religião cantado por John Lennon em “Imagine” é um hospício.
A família fragilizada
taxa de casamentos entre os suecos é uma das mais baixas do mundo, e o país é campeão em divórcios.  E, apesar dos incentivos do governo – um dos pais pode ficar em casa por até um ano, recebendo 80% do salário – a Suécia é um dos países com menor taxa de natalidade. São comuns os casais que não desejam ter filho algum.
Enquanto isso, a população muçulmana no país DOBROU nos últimos 14 anos, e chegará a 10% em 2030. Nesse cenário, não é demais prever que, em menos de 100 anos, a Suécia será uma nação islâmica.
Tanta aversão a ter filhos talvez seja compreensível. Afinal, é o Estado sueco, e não as famílias, quem determina como devem ser educados e que valores devem ter. Um pai que discuta em voz alta com o filho pode ser alvo de denúncia criminal.
“…a maior parte de nós não foi, de maneira alguma, criada pelos pais. Nós fomos criados pelas autoridades em creches do estado desde a época da infância; e então empurrados para ginásios estatais, colégios estatais, e universidades estatais”.
- Per Bylund, cidadão suecoFonte: Ecclesia Una
adolescenteUma menor de idade que deseje abortar, por qualquer motivo que seja, pode fazer isso sem que seus pais autorizem ou fiquem sabendo, até a 18ª semana. Os menores também têm livre acesso a acessórios para masturbação, vendidos nas farmácias.
Em 2010, um casal sueco ficou nove meses na cadeia e teve que pagar uma multa equivalente a 10 mil dólares após confessar que a educação de seus filhos incluía palmadas (sem espancamento, é bom notar). O tribunal reconheceu em seus documentos que os pais “tinham um relacionamento de amor e cuidado com os filhos” mas, ainda assim, o casal foi condenado e os filhos enviados a um orfanato.
Vejam que maravilha, que país “avançado”: o governo trata como monstros os pais que disciplinam os filhos com palmadas, mas permite que gente depravada se masturbe em lugares públicos. TÁ SERTO!
Não há mais homem e mulher, e sim “gêneros”
Meninos – com bilau – são do sexo masculino e meninas – com perereca – são do sexo feminino. Esse dado básico, que qualquer criança de três anos do mundo entende com clareza, está se esfacelando na Suécia.
Lá, domina a ideologia de gênero, que nega que a pessoa nasça com determinada identidade sexual; segundo essa filosofia, não é a natureza, mas sim cada qual é que decide qual é o seu “gênero”. O Estado prega que as crianças devem ser tratadas como criaturas de “gênero neutro”, mas, na prática, muitos meninos são estimulados a se afeminarem, e as meninas são motivadas a mensosprezar as tarefas ligadas à maternidade.
Essa ideologia, cujo erro foi denunciado pela Igreja durante o papado de Bento XVI, é introduzida na mente das crianças suecas desde bem pequenas. E já tem político querendo proibir, por lei, que os homens mijem em pé. Deverão urinar sentados, para se igualar às mulheres. A proposta ainda será avaliada pelo conselho regional.
Igreja luterana “vida loka”
Em 1527, o rei e os príncipes da Suécia aderiram à reforma protestante, e os bens da Igreja Católica foram confiscados.
Os católicos liberais e o pessoal da Teologia da Libertação sonham (em vão) que a Igreja Católica se enquadrará um dia nos moldes da igreja luterana sueca: os líderes eclesiásticos são eleitos democraticamente pelos membros da igreja, mulheres recebem a ordenação sacerdotal e episcopal e o “casamento” gay é permitido.
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Desespero, solidão e suicídio
O país foi o primeiro a liberar a venda e uso de todas as drogas, e o resultado foi desastroso: dispararam os índices de criminalidade e suicídio. Por isso, o governo reviu a legislação, e hoje a Suécia reprime fortemente o tráfico e o uso de drogas.
Mas as drogas não explicam, isoladamente, o problema do suicídio. Em um país onde pessoas são levadas a negar noções humanas elementares sobre o sexo, sobre Deus e a família, não surpreende que o número de pessoas psicologicamente atormentadas seja altíssimo. Em 2009, o suicídio era a causa mais comum de morte na Suécia, no grupo de pessoas entre 15 e 44 anos de idade.
Desde os anos 1980, o número de mortes por suicídio diminuiu bastante. Por outro lado, nos últimos anos, as tentativas de suicídio aumentaram drasticamente entre os jovens (de 15 a 24 anos). Como se explica isso? Vou dar meu palpite: muitos jovens não querem se matar de fato, mas se intoxicam com remédios ou ameaçam se tacar de alguma ponte pra fazerem notar a sua dor; é como um grito tresloucado por ajuda, por salvação.
Deus queira que o povo sueco perceba, a tempo, a tragédia moral e espiritual em que está afundando. Se não reagir e mudar esta triste rota, estará destinado a desaparecer, alienado pela escravidão de suas falsas liberdades e, finalmente, esmagado pelo islã.
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Fonte: Site O Catequista
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