domingo, 20 de julho de 2014

Por que este surto Iconoclasta de destruição das sagradas imagens Católicas feita por Protestantes fanáticos no Brasil ?



Percebemos que estas ações partem de pessoas desequilibradas e sem instrução, movidas por ódio,fanatismo e fundamentalismo religioso que nada tem de Cristão, são os famosos “papagaios de falsos pastores, e outros movidos por um falso Zêlo ":


















No século VIII, sob influência do judaísmo e do islamismo, surgiu um movimento herético que se pôs a combater o uso das imagens. Eram os iconoclastas.


O grande e principal defensor do uso das imagens na época, foi o santo e doutor da Igreja São João Damasceno (de Damasco), falecido em 749, o qual foi muito perseguido por se manter fiel e defensor dessa  “Santa Tradição Cristã.”

O iconoclasmo (do grego εικών  - eikon "ícone" e κλαστειν  - klastein "quebrar") quer dizer stricto sensu a destruição de representações, a guerra contra as imagens, seja ela decorrente de razões religiosas ou profanas.


O iconoclasmo religioso rejeita as representações do divino, em particular, dos ícones. A acusação principal dos iconoclastas (os que aderem ao iconoclasmo) é a da idolatria. Crêem que os iconógrafos são criadores de ídolos.


A questão teológica da representação do divino está presente nas três religiõesmonoteístas: Judaísmo, Cristianismo e Islamismo:


Todas as três atribuem a característica de transcendência à divindade que está situada além da humanidade tal qual é representada.A única representação comum entre as três religiões monoteístas é a dos anjos.
No Judaísmo assim como no Cristianismo, a interdição de representar a figura divina é inspirada no segundo dos dez mandamentos, descrito no livro de Êxodo 20,4 - 6:

"Não farás imagem em escultura, nem representação de coisas que estão no alto dos céus, que estão sobre a terra, ou abaixo dela, nas águas. Não te prosternarás diante delas, e não as servirás, pois Eu, o Eterno, teu Deus, sou um Deus ciumento, que pune a iniqüidade...."


No entanto, logo nos primeiros séculos do Cristianismo, artistas produzem imagens, como as pinturas das catacumbas, e mais tarde, os ícones. Em defesa da iconografia, vale que o iconógrafo não produz ídolos, mas ícones.


A teologia dos ícones tem por objetivo trazer explicações à estes paradoxos:


Aqueles que, por radicalismo, fanatismo,fundamentalismo cego, ou por crença religiosa são levados a destruir ou profanar imagens (alegando que tais imagens são ídolos), recusando aceitar a teologia e a evangelização contida nestas imagens, são chamados de iconoclastas. 


No Cristianismo, o iconoclasmo (também chamado de querela das imagens) foi um movimento hostil ao culto dosícones e das imagens santas, veneradas no Império Romano do Oriente. Manifestou-se no século VIII e IX, através da larga destruição de imagens e a matança de seus defensores.


O PRIMEIRO SURTO DE ICONOCLASMO (730–787):



No ano de 730 d.C. o imperador Leão III, o Isaurense (imperador de 717 a 741) proibiu o uso de ícones de Cristo, da Virgem Maria e dos Santos, e ordenou sua destruição. A controvérsia iconoclasta nasceu quando numerosos cristãos, vivendo ou não no império Romano, recusaram-se a destruir seus ícones e iconostases.


São João Damasceno foi um dos chefes deste movimento de resistência:




A posição do imperador Leão III foi reforçada pelo sucesso militar, a tomada de Constantinopla em 717-718 d.C., com o fim dos pagamentos dos tributos aos árabes. Seu filho, Constantino V (imperador de 741 a 775) também teve sucessos militares, o que reforçou a posição dos iconófilos.


O segundo Concílio de Nicéia, em 787, autorizou novamente o culto das imagens - A razão doutrinal se apóia no seguinte argumento:

"Se o Cristo se encarnou, é então possível representar fisicamente o filho de Deus, e pintar os Santos".




O SEGUNDO SURTO DE ICONOCLASMO (813 – 843)



Leão V, imperador entre 813 e 820, provocou um segundo movimento iconoclasta desde o começo de seu império, movimento mais rigoroso que o primeiro. Sua política teve continuidade nos reinados de Miguel II e de Teófilo. A viúva deste último, na qualidade de regente do seu filho menor (Miguel III), proclamou a restauração do iconismo no ano de 843 d.C.


O iconoclasmo dos imperadores coincidiu com os momentos de graves crises exteriores, podemos interpretar o iconoclasmo como uma tentativa de reunir os Cristão dos oriente em torno do imperador. Quando a ameaça externa cessa, cessa o iconoclasmo. Após destruir muitos ícones no século VIII, Carlos Magno toma partido contra o iconoclasmo, após o concílio de Frankfurt.


Tanto no presente com os Protestantes incomodados com os modelos de Santos Católicos fundamentados na pobresa, castidade e obediência em confronto com a TEOLOGIA DA PROSPERIDADE, bem como no passado passando pelo Egito, na época dos Faraós, sabe-se que o iconoclasmo é também uma questão de guerra entre egos:As estátuas de Hatchepsout foram destruídas pelo seu sucessor Thoutmôsis III.



O ICONOCLASMO RECENTE NO ISLAMISMO


No mundo do Islã, a interdição da representação se opõe à idolatria, em particular ao culto dos ídolos em pedras, encontrados por arqueólogos, que testam uma cultura nômade de povos que viviam do pastoreio e criação. A interdição de toda representação se estende até a pessoa do Profeta.


São conhecidos os episódios mais recentes do iconoclasmo, através da destruição de estátuas que antecederam o surgimento do Islã, conservadas em um museu de Caboul, promovida pelos Talibãs no Afeganistão. Foram amplamente divulgadas na mídia a destruição das estátuas gigantes de Buddha em Bamiyan.

O ICONOCLASMO  NO IMPÉRIO BIZANTINO


A crise iconoclasta aconteceu entre os reinados de Leão III (717-741) e Teófilo (829-842), imperadores Bizantinos. A destruição, por vezes violenta, de imagens representando a divindade é uma reação ao grande desenvolvimento do culto dos ícones, que causou grande animosidade.


Período frequentemente descrito como pobre em produção artística, o período iconoclasta não arrasou com todas as artes: a arte dos tecidos e da ourivesaria puderam seguir criando, porém a arquitetura se estagnou.



A polêmica em torno da questão que indaga se "temos o direito de representar o mundo espiritual, ou isto é criar ídolos e idolatria... " é histórica, atravessa séculos, e possui argumentos fortes e divergentes, prós e contra:


Os iconoclastas mais integralistas e radicais crêem que ao representarmos o sacro estamos criando objetos de idolatria. Este é o argumento mais forte do iconoclasmo.


ARGUMENTOS EM DEFESA DA ICONOGRAFIA:


Em resposta à este argumento, diz um manual de iconografia:

" Um ícone se venera, não se adora. Só se adora a Deus. Veneram-se a Santa Cruz, os Santos Evangelhos e os Ícones."


Entende-se por veneração: considerar que uma coisa é digna de respeito pelo que representa ou recorda.


A origem de toda arte sacra cristã acontece através da iconografia tradicional, desde os primeiros séculos da cristandade. Se todos fossem iconoclastas, crendo que pintar o mundo divino fosse criar um objeto de adoração, a maior parte das obras primas da história da arte não teriam chegado até nós, que se certa forma é o evenagelho dos pobres iletrados como dizia São João Damasceno.


O iconoclasmo foi infelizmente responsável pela destruição de inúmeras obras de arte sacra, em diversos períodos da história do passado e do presente:


Em nome deste radicalismo ideológico, no fim do século VIII, a crença comum ao mundo judeu e muçulmano, que preconiza a interdição da representação humana e divina, colaborou na perseguição de muitos iconógrafos, que foram martirizados cruelmente. Alguns deles se tornaram Santos da Igreja Ortodoxa.



Em memória destes mártires, que auxiliaram a trazer até nós as imagens sacras, pagando por isto com suas próprias vidas, e por esta razão um verdadeiro iconógrafo contemporâneo trabalha em espírito de oração, com profundo respeito pelas figuras representadas.  Muitas obras sacras foram destruídas, em diversos países, ocasionando uma perda em vidas, em arte e em espiritualidade.


As conquistas, dissensões, cismas e revoluções, sempre impondo um novo domínio e cultura, resultaram, por muitas vezes, na destruição de ícones e afrescos. A revolução francesa no séc. XVIII também destruiu boa parte dos afrescos e do patrimônio artístico das igrejas românicas francesas, que possuíam obras de arte na tradição oriental.


Não é difícil encontrar vestígios de afrescos martelados, destruídos durante a revolução, em várias regiões da França.Pensadores, teólogos e filósofos contemporâneos discorrem sobre a Cristianofobia, uma variante de iconoclasmo, que atinge a cultura judaico-cristã.



A distorção de sentido na veiculação das imagens sacras, a tentativa de destruição, travestida pela palavra "desconstrução" (filosofia da desconstrução) da presença do sagrado em nossa contemporaneidade, por variadas razões de vigilância estética, estratégia política e ideologias, também pode ser interpretada como uma forma de iconoclasmo, ou seja, uma agressão ao sagrado.



Página do Saltério Chludov criticando a iconoclastia. No fundo há uma representação da crucificação de Jesus no Gólgota. O artista compara os soldados romanos maltratando Jesus com os patriarcas iconoclastas João Gramático e o Antônio I de Constantinopla, destruindo o ícone de Cristo:





Em oposição a iconoclastia existe a iconodulia ou iconofilia (do grego que significa "venerador de imagem"), ao qual defende o uso de imagens religiosas:

"não por crer que lhes seja inerente alguma divindade ou poder que justifique tal culto, ou porque se deva pedir alguma coisa a essas imagens ou depositar confiança nelas como antigamente faziam os pagãos, que punham sua esperança nos ídolos [cf. Sl 135, 15-17], mas porque a honra prestada a elas se refere aos protótipos que representam, de modo que, por meio das imagens que beijamos e diante das quais nos descobrimos e prostamos, adoramos a Cristo e veneramos os santos cuja semelhança apresentam”.2


O iconoclasmo foi oficialmente reconhecida pelo Concílio de Hieria de 754, apoiado pelo imperador Constantino V e os iconófilos severamente combatidos, especialmente os monges. O concílio não teve a participação da Igreja Ocidental e foi desaprovado pelos papas, provocando um novo cisma. Posteriormente a imperatriz Irene, viúva de Leão IV, o Cazar, em 787 convocou o Segundo Concílio de Niceia, que aprovou o dogma daveneração dos ícones, e recuperou a união com a Igreja Ocidental.


Os imperadores que governaram após ela – Nicéforo I e Miguel I Rangabe – seguiram com a veneração. No entanto, a derrota de Miguel I na guerra contra os búlgaros em 813, levou ao trono Leão V, o Arménio, que renovou a iconoclastia.


Durante a regência da imperatriz Teodora, o iconoclasta patriarca de Constantinopla João VII foi deposto, e em seu lugar erguido o defensor da veneração Metódio I. Sob a sua presidência em 843, ocorreu outro concílio, que aprovou e subscreveu todas as definições do Segundo Concílio de Niceia e novamente excomungou os iconoclastas. Ao mesmo tempo foi definido (em 11 de março, data da reunião do concílio em 843) a proclamação da memória eterna da ortodoxia e o anatematismo contra os hereges, ainda realizada na Igreja Ortodoxa atualmente como o "Domingo da Ortodoxia" (ou "Triunfo da Ortodoxia").


Antecedentes iconoclastas:


O símbolo do peixe (ICTYS), recorrente no início da iconografiacristã. O termo "peixe" em gregoἰχθύς (ichthýs) é o acrônimo deἸησοῦς Χριστός Θεοῦ Ὑιός Σωτήρ(Iēsoùs Christòs Theoù Yiòs Sōtèr), Jesus Cristo Filho de Deus Salvador3 .


Registros das comunidades cristãs primitivas, especialmente das catacumbas, indicam que estes representavam Jesus com imagens e iconografias, como um peixe, cenas bíblicas, e outros ícones representando santos e anjos.4


Nos dois primeiros séculos há poucas esculturas e estátuas, uma vez que elas eram mais difíceis de confeccionar, e custavam mais caro. Mas a partir do século III surgem diversos exemplos de seu uso pelos fiéis4 . Os cristãos também oravam pelos mortos e acreditavam na intercessão dos santos,5. 6



Essas práticas eram conhecidas por alguns antigos grupos judeus, e especula-se que o cristianismo pode ter tomado a sua prática similar. Diversos Padres da Igreja atestam esta doutrina.7


No século IV, as basílicas e os demais templos cristãos eram comumente decorados com ícones e mosaicos nas paredes. Nessa mesma época, Basílio, o Grande, bispo da Cesareia (atual Kayseri, referindo-se ao mártir Barlaam, incentiva os artistas a retratar vida de um santo, São João Crisóstomo também escreveu sobre a distribuição de imagens de São Melécio de Antioquia e Teodoreto de Ciro, e relata que retratos de São Simeão eram vendidos em Roma.8

Apesar deste apoio a representação de pessoas santos e acontecimentos da história bíblica e eclesiástica, no mesmo período, surgem as primeiras objeções contra o uso de ícones. Por exemplo, Eusébio de Cesareia fala negativamente sobre o desejo da irmã do imperador ter um ícone de Cristo. Epifânio ao ver na igreja um véu com a imagem de um homem, rasgou-o e o deu para cobrir o caixão de um mendigo. Na Espanha, o Concílio de Elvira (início do século IV) aprovou uma resolução contra as pinturas murais em igrejas8 :


“As pinturas nas igrejas e o que é retratado nas paredes não são, e não devem ser objeto de culto e adoração.         ”


Até o início do século VI surgiram outras posições iconoclastas, devido à expansão do monofisismo:


O líder monofisista Severo de Antioquia era contra os ícones de Cristo, da Virgem Maria, dos santos e até mesmo a imagem do Espírito Santo como uma pomba. Apesar da amplitude desse movimento, surgiram diversos santos e outras personalidades a favor da veneração de ícones, como Anastácio do Sinai, que escreveu em defesa dos ícones, e Simeão Estilita, o Moçoqueixou-se ao Imperador Justiniano II de ofender os "ícones do Filho de Deus e da Santíssima e Gloriosa Virgem."8


Em algumas regiões, no final do século VI e início do século VII houve fortalecimento da iconoclastia, como em Marselha, em que o bispo Soren em 598 destruiu todos os ícones da igreja, o Papa Gregório Magno escreveu a ele sobre isso, elogiando o zelo para a luta contra a superstição, mas exigiu que os ícones fossem restaurados, uma vez que os fiéis eram pessoas comuns, em vez de livros, à congregação compreendia o verdadeiro caminho através dos ícones.8


O crescimento da iconoclastia surgiu especialmente em áreas do império que faziam fronteira com os territórios dos árabes do Islã (que eram hostis a imagens). Nesses locais o sincretismo também originou diversas outras heresias cristãs, tais como o montanismo e marcionismo. Uma vez que os seguidores do Islãconsideravam ícones ilegais, os imperadores bizantinos, buscando uma convivência pacífica com os muçulmanos, fizeram concessões iconoclastas. Assim, o imperador Filípico antes de sua expulsão em 713, aprovou uma lei contra a veneração dos ícones.8



Causas da iconoclastia:


Pesquisas apontam as principais causas da iconoclastia em dois grupos:

1º)- Associação com o judaísmo e o Islã: Através da iconoclastia os imperadores bizantinos desejam destruir um dos principais obstáculos para a aproximação cristã com os judeus e muçulmanos, que possuem uma atitude negativa para com os ícones, assim facilitando a subordinação dos povos do império que professavam essas religiões.9


2º)- A luta contra a influencia da igreja: Até o século VIII, a influência da Igreja no império cresceu substancialmente, havendo um aumento significativo na quantidade de propriedades da Igreja e dos mosteiros. Por esta razão, os imperadores iconoclastas desejavam desviar recursos humanos e dinheiro da igreja para o Estado. Uma vez que a influência econômica dos mosteiros provinha principalmente da confecção de imagens, foi proibida sua fabricação e veneração,10bem como muitas propriedades e mosteiros foram confiscados.9

A Perseguição


Os iconoclastas em muitas regiões queimaram os ícones nas paredes dos templos, destruindo mosaicos e afrescos, bem como livros com temas cristãos. Um dos casos mais conhecidos de vandalismo foi a destruição da decoração da Igreja de Santa Maria de Blaquerna.11 Uma obra da época sobre o assunto dizia: "... os ícones foram jogados - uns no pântano, outros - no mar, e outros - no fogo (…)."12


Muitos chefes e soldados caluniaram o culto dos ícones, e comandaram várias execuções, e brutais torturas. Ele obrigou todos em seu reino a jurarem não cultuar ícones, e Constantino fez até o patriarca (...), subir ao púlpito, e (...) jurar que ele não acredita nos devotos dos santos ícones. Ele convenceu-o junto com outros monges, que [comemoravam] comendo carne e estando presente na mesa real com canções e danças.     ”


O assédio dos iconoclastas em primeiro lugar, afetou o monaquismo bizantino:


Constantino V publicamente tomou partido da iconoclastia, assim seus partidários maltrataram e perseguiram monges:


"... muitos monges morreram golpeados por chicotes e até por espadas, incontáveis ficaram cegos, em alguns foi jogado cera e óleo na barba, e foi colocado fogo nela e, assim, foi queimado o rosto e cabeça. Depois de muitas torturas outros foram mandados para o exílio".8


Em uma das perseguições contra iconófilos, antes de sua execução, os monges foram forçados a comparar seus templos com o templo de Diocleciano. 13


Em 25 de agosto de 766, vários iconófilos foram publicamente ridicularizados e 19 dignitários foram punidos. 14 Várias das vítimas da perseguição mais tarde foram canonizados (por exemplo, André de Creta e outros).



Esta destruição do sagrado é presença constante em movimentos revolucionários, que desvalorizam o espiritual, negam a presença de Deus, tratam a religião como se fosse uma fuga irreal, uma conduta de uma burguesia opressora, um ópio do povo, e incorrem sempre no mesmo erro, ao reduzir o homem e impedí-lo de ter acesso à conduta civilizada que é resultado de sua espiritualização, acabam por excluir a civilização dela mesma, implantando condutas de iniquidade, desrespeito à vida e das mais variadas barbáries.


VEJAM A HIPOCRISIA - PROTESTANTES PODEM ? E CATÓLICOS NÃO PODEM ??? POR QUE ?















Referências


2.      Ir para cima↑ Denzinger, Henrici; Hünermann, Petrus, Enchiridion symbolorum, definitionum et declarationum de rebus fidei et morum (Compêndio dos símbolos, definições e declarações de fé e moral), Paulinas (publicado em versão portuguesa brasileira em 2007), pp. 460 (Denzinger-Hünermann [*1823);, ISBN 978-85-15-03439-0.
3.      Ir para cima↑ Análise dos símbolos religiosos (em português) Compreender - Revista Cristã de Reflexão. Página visitada em 18 de Outubro de 2008.
4.      ↑ Ir para:a b Veneration of Images. Catholic Encyclopedia; New Advent. Página visitada em 2010-11-09.
5.      Ir para cima↑ Gerald O' Collins and Mario Farrugia, Catholicism: the story of Catholic Christianity (Oxford: Oxford University Press, 2003) p. 36; George Cross, "The Differentiation of the Roman and Greek Catholic Views of the Future Life", in The Biblical World (1912) p. 106; cf. Pastor I, iii. 7, also Ambrose, De Excessu fratris Satyri 80
6.      Ir para cima↑ George Cross, "The Differentiation of the Roman and Greek Catholic Views of the Future Life", in The Biblical World (1912) p. 106
7.      Ir para cima↑ Gerald O'Collins and Edward G. Farrugia, A Concise Dictionary of Theology (Edinburgh: T&T Clark, 2000) p. 27.
8.      ↑ Ir para:a b c d e f Карташёв А. В. Вселенские соборы. Клин. 2004. pg. 574, 575, 576, 577, 601.
9.      ↑ Ir para:a b Васильев А. А. Глава 5, раздел 4. Религиозные противоречия первого периода иконоборчества. История Византийской империи. 1.http://www.kulichki.com/~gumilev/VAA/vaa152.htm
10.    Ir para cima↑ História Global Brasil e Geral. Volume único. Gilberto Cotrim. ISBN 978-85-02-05256-7
11.    Ir para cima↑ Попова Ольга. Эпоха иконоборчества 730-843 гг. Византийские иконы VI—XV веков. http://nesusvet.narod.ru/ico/books/popova/popova2.htm
12.    Ir para cima↑ Страдание святого преподобномученика Стефана Нового
13.    Ir para cima↑ Карташёв А. В., pp. 601
14.    Ir para cima↑ Хронография Феофана, год 6257 / 757 (766)


Fonte: Blog Beraká
http://berakash.blogspot.com.br/2014/07/por-que-este-surto-iconoclasta-de.html

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