quarta-feira, 22 de abril de 2015

Pela 1ª vez totalmente em português, a história comunista do Super Mário


 

Para qualquer um criado nos anos 80, poucos nomes tem impacto semelhante ao do Super Mario Brothers. Jogamos o videogame, assistimos ao desenho, lemos sobre ele, compramos seus produtos, comemos o cereal matinal e, até, vimos filmes horríveis apenas porque faziam alguma referência ao jogo.

Além do estereótipo levemente racista de Mario e Luigi como amantes da comida, com barrigas e sotaques italianos ridículos, será que existia algo realmente insidioso por trás do personagem? Nós encontramos algo maior, algo sinistro, rastejando por trás das bonachonas feições “embigodadas” de Mario e Luigi. Nós não temos evidência suficiente para provar qualquer coisa, apenas uma trilha de migalhas esparsas para seguir. E essa trilha começa com o videogame que iniciou tudo, o Super Mario Bros. Tenham cuidado, tolos de cérebros lavados, pois esta exposição atordoante mudará a sua forma de ver seu personagem preferido da Nintendo. Trazemos à luz, finalmente, o fato de que Mario e Luigi não são nada mais do que fantoches comunistas, criados para insculpir ideais marxistas em nossas mentesjovens e impressionáveis.

A) Esquema de cores do Super Mario.
Se qualquer coisa pode ser dita sobre Mario é que ele veste muito vermelho. Está no seu nome; está na cor do seu suspensório, nos seus super cogumelos, na sua bandeira e, mesmo, no seu chapéu. Mas talvez sejam apenas coincidências. Talvez a cor vermelha em Mario e seus jogos não signifique nada. Pois ele não é inteiramente vermelho – seu cabelo, camisa e sapatos não o são.



Ou são?



Isso é apenas uma opção aleatória feita pelos programadores da Nintendo, ou o vermelho foi escolhido intencionalmente e com um propósito?

B) O Herói do povo

Os habitantes do Reino do Cogumelo são mostrados, pela Nintendo, como bestas de carga lentas de raciocínio. Mesmo Toad, que é capturado em todos os mundos, estranhamente, é capaz de repetir apenas uma única frase. Enquanto Mario está, supostamente, lutando contra um Déspota tirânico, nós podemos ver o quão dispensável o povo se torna quando obsta a sanguinária busca de Mario pelo poder.

C) Rei Koopa
Pelo fato de a missão de salvar a princesa parecer genuína, nos encontramos facilmente distraídos quanto ao real resultado da aventura: a deposição de uma monarquia. Poucos percebem a significância do vilão deste jogo, o Rei Koopa, que é um rei de fato, não um usurpador.



Enquanto Mario está esmagando e destruindo em sua marcha pelo Reino do Cogumelo, um governo popular está sendo deposto! Isso não lhes lembra a Revolução Russa, na qual a família real inteira foi deposta e executada por comunistas?

A representação de reis como répteis vis não é uma mensagem importante? Podemos apenas supor o que ocorrerá com a Princesa que Mario está tentando “salvar”, quando este conseguir o poder para si mesmo... Note-se que o jogo omite, astuciosamente, o destino político do reino. É Mario o governante? Se é Mario, sob que título? Difícil imaginar uma coroa em sua cabeça. Trata-se de uma deposição, sim, e uma alteração do regime político.

D) A mudança de bandeiras

Ao fim de cada nível, Mario precisa remover uma bandeira e hastear a sua própria. Em conformidade com as outras facetas dúplices deste jogo, nada parece errado aqui. Sob inspeção mais detida das bandeiras envolvidas, no entanto, podemos saber, com exatidão, os ideais aos quais Mario preza:

Hmm, uma bandeira com o símbolo da paz. Sua ditadura não pode tolerar isso, pode, Mario?



Depois que o castelo é submetido e o líder regional é deposto (e atirado em um lago de fogo), descobrimos mais claramente quais são as intenções de Mario quando ele hasteia a sua própria bandeira da vitória.

O que é aquilo tremulando sobre as ameias? O símbolo da paz do Reino do Cogumelo? A bandeira americana? Os ramos de oliveira das Nações Unidas? Não, nós podemos ver claramente que é a Estrela da Rússia. Pode conferir você mesmo, estas imagens não são falsas.E) O que há nos nomes?

Mario é o primeiro nome de Mario Alicata, braço direito de Palmiro Togliatti, membro fundador e secretário do PCI (Partido Comunista da Itália). Luigi vem de Luigi Longo, outro membro importante do mesmo PCI, também ligado a Palmiro Togilatti.

Uma cidade russa adotou o nome de Togliatti em homenagem ao porco comunista, Толья́тти, e adivinhem qual é o monumento mais importante da cidade...

Um castelo, extremamente parecido com os que encontramos ao longo do jogo. Coincidência?


F) Com quem Mario se parece?

Heróis de videogame são pessoas que nós gostaríamos de emular. Sonic é rápido e esperto. Os Contra são “do mal”, mesmo que morram com um único golpe. E Link usa uma espada e tem um harém de fadas vagabundas e gostosas esperando-o. Que criança digna dos seus Legos não gostaria de ser qualquer um destes modelos de comportamento? Por que, então, a Nintendo escolhe, como seu principal herói, um narigudo e gordo encanador com um bigode feio e suspensórios ridículos? Por que foi escolhida esta que é a mais estranha figura heróica? Estranha, sim... e deliberada? Analisando as evidências à luz desta jogada oculta do comunismo internacional, a resposta para este mistério é óbvia. Mario, e seu irmão, são nada menos do que representações em desenho de Joseph Stalin. Stalin era o amicus humani, amor patriae da Rússia, o super-homem comunista. Poderia este “super” Mario representar outro “super” homem? Bem, isto fica para vocês pensarem...Com as evidências, uma sinistra verdade aparece sobre nosso amado herói de infância. O que se segue é uma dramatização, baseada no que acreditamos que realmente ocorre no Super Mario Bros.

A História do Super Mario

Em um dia pacífico no Reino do Cogumelo...


Poderão deter Mario?



Os meios insidiosos de Mario, o esmagamento de cérebros e o roubo de ouro nunca terão fim? Descubra o que o Rei Koopa tem para dizer:


Não perca a conclusão assustadora!

Um video que mostra o verdadeiro Mario.





Fonte: Blog ApocalipXia
http://apocalipxia.blogspot.com.br/2007/06/histria-comunista-do-super-mario.html

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