segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

Quatro partidos monárquicos buscam registro no Brasil

Casamento de William e Kate, na Inglaterra, reacende
debate sobre monarquia no Brasil. Foto: Getty Images
Atualmente, existem no Brasil pelo menos quatro partidos políticos que defendem a volta da monarquia buscando seus registros oficiais: da Real Democracia (PRD), Monárquico Parlamentarista Brasileiro (PMPB), do Movimento Monarquista do Brasil (PMMB) e da Construção Imperial (PCI). As siglas são alinhadas com a Casa Imperial do Brasil, entidade sem fins lucrativos dirigida por dom Luiz de Orleans e Bragança, com a finalidade de "coordenar as atividades relacionadas à causa da restauração do regime imperial do Brasil, a preservação de nossa história, valores e tradições".

Segundo o PRD, a legenda está na fase de coleta de assinaturas. Pela legislação brasileira, são necessárias cerca de 500 mil assinaturas do eleitorado nacional em apoio à criação de um novo partido. Antes da coleta de apoios, não existe formalização da criação da sigla perante o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). "Com quatro partidos poderemos melhor atender o grande número dos pedidos para dirigir os diretórios estaduais e municipais. A ação também vai proporcionar no futuro uma coligação forte", afirma.

As instituições defendem um sistema de monarquia parlamentarista, similar ao implantado em países como Bélgica, Canadá, Dinamarca, Espanha, Holanda, Noruega, Japão, Suécia e Inglaterra, que nesta sexta-feira assistiu ao casamento do príncipe William, segundo na linha de sucessão ao trono britânico, com a plebeia Kate Middleton.

Para a Casa Imperial, "erram feio aqueles que pensam que a república fora um regime que trouxe a democracia" e questiona "quantas vezes a democracia fora interrompida por golpes, mandos e desmandos". O movimento ainda alega que os republicanos "eram aqueles que queriam a continuação do regime escravocrata".

"Sendo assim vamos libertar o Brasil de um jugo que há 114 anos o entorpece em seu crescimento e sua soberania como nação", diz um manifesto da Casa Imperial, que ainda afirma que a família imperial brasileira ainda é tida como "a reserva moral da nação".

Num plebiscito em 1993, os brasileiros escolheram qual sistema político o Brasil deveria seguir: presidencialismo, parlamentarismo ou monarquia. Apenas 13,4% dos votos válidos foram para a monarquia. Dentre os que escolheram a república, 55,4% dos eleitores optaram por manter o presidencialismo como forma de governo.





Fonte: Terra/ Blog do Gari Martins da Cachoeira
http://martinsogaricgp.blogspot.com.br/2015/12/quatro-partidos-monarquicos-buscam.html?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed:+BlogDoGariMartinsDaCachoeira+(Blog+do+Gari+Martins+da+Cachoeira)

quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

10 Exemplos de sinopses de livros se fossem sinceras


Para desespero, ódio, revolta e indignação dos fãs literários, o Listas Literárias preparou 10 exemplos de sinopses de livros se fossem sinceras, confira:











Fonte: Blog Listas Literárias
http://listasliterarias.blogspot.com.br/2015/12/10-exemplos-de-sinopses-de-livros-se.html

segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

Riqueza de 32 pessoas na América Latina equivale a da metade da população mais pobre da região junta



A desigualdade econômica crescente na América Latina e Caribe é um dos principais fatores que impedem a redução da fome e da pobreza, de acordo com a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO). O assunto foi discutido em seminário de especialistas internacionais na Colômbia.

A reportagem foi publicada por EcoDebate, 04-12-2015.

O seminário revisou as principais políticas públicas de redução da pobreza rural, da fome e de enfrentamento dos principais desafios dos governos, ressaltando a importância de políticas redistributivas que impulsionem o desenvolvimento inclusivo.

A diretora da organização não governamental OXFAM na Colômbia, Aida Pesquera, destacou que apenas 32 pessoas na América Latina acumulam a mesma riqueza do que metade da população mais pobre da região.

“O sujeito principal da pobreza na região são os camponeses, mulheres e indígenas”, afirmou Bernardo Kliksberg durante apresentação, acrescentando que não há justificativa possível para a fome, “já que o mundo produz alimentos para mais de 10 bilhões de pessoas”.

Ainda que a América Latina e Caribe tenham reduzido a fome de 66 milhões de pessoas para 34 milhões, comparando o ano de 1990 até a atualidade, segundo dados da FAO, a região continua sendo uma das mais desiguais do mundo.

Os especialistas destacaram, no entanto, a necessidade de se levar em consideração as diferentes localidades da região, principalmente as rurais, em que a subnutrição continua sendo o principal desafio de desenvolvimento sustentável.

As mulheres e os povos indígenas são grupos prioritários que requerem políticas públicas especialmente desenhadas para eles, segundo o órgão da ONU.

“É necessário mudar o enfoque direcionado às comunidades como beneficiárias dos programas sociais para um papel de maior protagonismo local em que assumam a gestão do seu próprio desenvolvimento”, explicou Alejandro Flores, coordenador do programa nacional da FAO para a redução da pobreza rural.

O órgão das Nações Unidas colocou o desenvolvimento rural territorial e a agricultura familiar como prioridades para a América Latina e Caribe por meio da Iniciativa Regional Agricultura Familiar e Desenvolvimento Rural Territorial.

Fonte: Site IHU Online
http://www.ihu.unisinos.br/noticias/549859-riqueza-de-32-pessoas-na-america-latina-equivale-a-da-metade-da-populacao-mais-pobre-da-regiao-junta